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Cantor,
pianista e compositor do Rio de Janeiro no
epicentro da criação da bossa nova
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Da capa
de Daniel Rampazzo de Carne Viva
de Paulo Francis Francis São Paulo
2007
Céu e mar - o tema de
Johnny Alf
|
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Primeira gravação
de Johnny Alf em 78 rpm, em 1952
ALF e seu trio (Garoto, violão, e Pedro
Vidal Ramos, contrabaixo) tocam
samba-canção de Luís Bonfá; no lado
B Falseta, de Johnny Alf
|
1961-1965,
período central da carreira de
Johnny Alf, né João
Alfredo da Silva em Vila
Isabel, Rio de Janeiro,
morando em São Paulo quando a
bossa nova explode pelo mundo,
grava no Rio de Janeiro com
parte da nata dos
instrumentistas locais, como
um certo Edson Machado, um dos
sintetizadores do samba estilo
bossa nova na
bateria com pujança de
gigante, citado com
frequência como o
programador do samba nos
pratos, grandes clássicos,
de Alf solo ou em parceria
e de Durval Ferreira,
Maurícío Heinhorn, Victor
Freire a Marcos
Valle-Paulo Sergio Valle,
com quem pinta o sete em
criação de obra-prima vocal
e instrumental. E outro
grande poeta sem tempo
certo, entre "Seu" Chopin,
Debussy, samba-canção,
bebop e a eterna bossa
nova entre céu e mar, eu e
a brisa em ilusão à toa
|
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 
|
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A VELHA
QUESTÃO DE QUEM É O PAI DISSO E
DAQUILO E DAQUILOUTRO
A cada um sua
sentença. Radamés
Gnatalli em entrevista ao jornal Pasquim do Rio
de Janeiro circa 1977 sobre as
dúvidas e a polêmica que o assunto
provocara, provocava e provoca:
Sérgio Cabral - O
pai da bossa nova é o jazz ou
Debussy?
Radamés - Diziam que o acorde de
nona era coisa de música americana
mas não era. A música americana já
tinha tirado isso de Debussy. A
bossa nova é um ritmo, a batida da
caixeta que foi feita pelo Rui
[Rubens] Bassini, botando um
pauzinho daqueles mais pra cá.
Sérgio - Não foi João Donato?
(Tumulto. Todos discutem)
Tárik de Souza - Você tem um disco
onde na contracapa o Ferrete fala
que a primeira gravação da bossa
nova foi Recordando,
onde você usou um tipo de
orquestração diferente.
Radamés - O que é que define a
bossa nova pra vocês? Um samba do
Noel ou um samba do Tom?
Tárik - Nós é que te estamos
perguntando.
Radamés - A bossa nova foi apenas
arranjos diferentes de coisas que
já existiam antes. Duas
Contas de
Garoto é uma bossa nova.
Sérgio - Johnny Alf também.
Radamés - Na música tradicional -
que ainda vive por causa de escola
de samba e carnaval, na bateria de
samba e de marcha - o tempo forte
foi deslocado, Se você levar uma
banda de fuzileiros navais - que
começa na batida fraca - pros
Estados Unidos ninguém vai
conseguir marchar. Lá eles começam
no pé direito e aqui nós começamos
no esquerdo. A característica da
música brasileira é a marcação no
tempo fraco. Única no mundo
(exemplifica). Nenhum estrangeiro
poderia tocar isso. Com a bossa
nova anularam esse troço, ficando
mais universal. Todo mundo toca.
Aldir Blanc - Culturalmente foi um
retrocesso?
Radamés - Se não fosse as escolas
de samba continuando a fazer
aquela marcação tinha acabado tudo
isso. Agora cantam bossa nova no
mundo inteiro. Outro dia vi um
filme francês onde no fundo tinha
uma batida de bossa nova. Agora
tocar samba no duro...
James
Anhanguera Corações Futuristas
- notas sobre núsica música popular
brasileiraA Regra do Jogo
Lisboa 1978
UMA COISA
CERTA: A VILA ISABEL DEU NOEL
ROSA, CHICO BUARQUE E JOHNNY ALF E
DÁ SAMBA
fica
ó brisa fica
pois talvez quem sabe
o inesperado faça uma surpresa
Eu e a brisa - Johnny Alf
felizmente
a gente encontra a alegria
o carinho e devoção de um
bem-querer
Céu e mar - Johnny Alf
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céu
e mar
estrelas na areia
céu e mar
espelho do céu
minha vida é uma ilha
bem distante
flutuando no oceano
aventura de viver
Céu
e mar - Johnny Alf
|
|
BOSSA
NOVA veja
e leia mais sobre isso
em revoluciomnibus.com
Música
do Brasil de
Cabo a Rabo
O LIVRO DA SELVA
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|
para
Tom Jobim, segundo uma lenda
|
Em 1952, quando
entra em estúdio de gravação, Johnny Alf
era o pianista da Cantina do César, de
César de Alencar, que consolidava a fama
de apresentador do programa da tarde de
sábado da Rádio Nacional do Rio de
Janeiro. Na Cantina, no Posto 6 de
Copacabana, os jovens músicos da Zona Sul
do Rio de Janeiro se ajoelhavam para ouvir
e sacar cara a cara as sacadas de divisões
de batidas e as soluções cromáticas do
assim chamado Johnny Alf, que quiçá também
ajudou João Gilberto a enquadrar o
tamborim e os acordes tortos do bebop no
violão e nas entonações vocais e o dimenor
Roberto Menescal subornava os porteiros
para ter acesso às sugestas contidas na
receita de um caldeirão ou melting pot
revolucionário do também chamado PAI DA
BOSSA NOVA. Eis então o inventor da bossa
nova e do samba jazz. Também, não é para
menos.
Também há quem diga
que não foi líder de nada, mas inspirador
de todos. Há quem ache Johnny Alf o maior
cantor brasileiro de todos os tempos e não
é para menos. Muito articulado e expansivo
q.b. no exercício de variações melódicas
sobre a base das músicas e de igual modo
desenvolto como ninguém no Brasil em scatting
bebop e muito além do convencional por
aqui mesmo entre os grandes modernos. Pela
escola de seu métier, sempre dá tempo ao
tempo para improvisação dentro e fora do
quadro com tanta leveza e graça. E o que
dizer do pianista-compositor de grande
veia melódica e estro harmônico.
As
letras sempre ultra
sugestivas/ilustrativas, e não raro com
grande espírito de humor, ou vice-versa,
exaltam a natureza do Rio e o amor e
incluem questões de lógicas e teorias em
metáforas relacionadas com a afinal de
contas tão polêmica bossa nova, que também
buliu com questões como virilidade,
marcadas pela informalidade de papo da
linguagem coloquial moderna daqueles
tempos bossa-novistas e
que cunharam a lei áurea da criação lírica
na música popular brasileira desde então,
embora já muito marcante na obra anterior
de Noel Rosa ou Dorival Caymmi, por
exemplo.
Em Bossa só, parente de Discussão,
de Tom Jobim-Newton Mendonça, concede que
curtir Chopin é esnobe e que você (que
reclama de excesso de "síncopação", too
many syncopation, a arte do bop, em
sua música, como canta na versão inglesa
de "Seu" Chopin Desculpe) quer
que eu seja esnobe também.
Pelo próprio pseudônimo, Johnny Alf é um
dos melhores cantores do estado de
espírito carioca muito natural, Céu
e mar, pra que que eu quero
trabalhar (Rapaz de bem).
Pianista de bar, sua obra é um gran
concerto de elegias ao Rio e sua
natureza de "ilhas do sul" e de sua
ligação umbilical com o discurso musical.
A VELHA
QUESTÃO DE QUEM É O PAI DISSO E
DAQUILO E DAQUILOUTRO
A
bossa nova não tem pai coisa nenhuma, como
fica difícil saber QUEM inventou o bebop
entre Thelonious Monk ou Charlie Parker ou
Dizzy Gillespie e outros cobras, que não
fizeram o troço sozinho. São arranjos
coletivos. De repente ou pouco a pouco um
mostra uma sacada assim, outro ali, na
voz, no piano, logo no violão, que não
está presente no bop inicial (e quando
pinta com Les Paul em diluições cool
logo chama a atenção), inspiradas pelas
ondas do homem das "ilhas do sul" no canto
natural e das harmonias quebradas e
entortadas do bebop florescente. Uma turma
sempre maior se liga, peripatética, entre
a boate do Hotel Plaza, no Leme, e o Posto
6, e de volta ao Posto 2, nos inferninhos
do Beco das Garrafas, onde no minúsculo
Bottle's nego via o capeta, e quem diria
que algo tão sofisticado nasce no
florescente puteiro de Copacabana,
transportando o discurso do blues para o
samba. A batida permeada de síncopes fora
do normal, fora do comum. Piano, violão,
baixo, bateria, flauta, saxofones se
concatenando na elaboração. E alguns de
seus artífices ficariam, quase como ele,
quase no esquecimento. Bebop curtido in
the sun, como canta Johnny na versão
inglesa de "Seu" Chopin desculpe,
em versão suave, muuuito cool.
Johnny
Alf é cantor e pianista de bar vai para
dez anos quando em 1957 é convidado para
inaugurar um bar e morar em São Paulo,
onde permanecerá até morrer.
Um estranho exílio para o cantor de céu e
mar e um dos criadores principais da bossa
nova. Enquanto isso ela floresceu e com o
estouro de Chega de Saudade e o
resto a partir do ano seguinte Johnny Alf
quase perdeu o trem, o bonde, o barquinho
da repercussão da BN ao redor do mundo.
Setenta anos depois
Johnny Alf aparece como a semente
agregadora e propulsora, do Dick
Farney-Frank Sinatra Fanclub, onde também
se reunia com João Gilberto, João Donato,
outros notórios "conspiradores", à Cantina
do César, em um movimento gerado pela
reação espontânea e coletiva a um fenômeno
explosivo em mil e uma direções musicais e
artísticas em geral na Casa Grande muito a
norte do continente, de negros como ele e
criadores de primeiríssima.
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1961 - Rapaz de bem
1964 - Diagonal
1966 -
Johnny Alf
1971 - Ele é Johnny Alf
1974 - Nós
1978 - Desbunde Total
1998 - Olhos negros
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E X P A
N S I V O
ELE É JOHNNY ALF, DE 1971, JÁ TINHA A
CHANCELA DA ODEON-BRASIL E DA QUALIDADE DE
ESTÚDIO
E TÉCNICOS SENDO SUA FICHA TÉCNICA (AÍ ACIMA) A
DA CHANCELA DA OUSADA DIRETORIA
NO SOM ODEON (JÁ ENTÃO EMI-ODEON) EM SUCESSIVAS
OBRAS-PRIMAS DO ESTILO MAIS VARIADO (MILTON
NASCIMENTO, EGBERTO GISMONTI, DORIVAL CAYMMI,
CLARA NUNES, SÁ RODRIX & GUARABYRA, ROBERTO
RIBEIRO, LUIZ GONZAGA JR., CASSIANO, TAYGUARA
...) E O CLIMA CASEIRO DE NÓS -
UM POUCO ESTENDIDO
E DISTENTIDO PORQUE PARECE UM "SAUDAÇÕES"
(TÍTULO DA FAIXA DE ABERTURA DE EGBERTO
GISMONTI-PC
PINHEIRO) DA GERAÇÃO REVOLUCIONÁRIA DE ENTRE OS
1960 E MUITOS E OS 1970 A UM MESTRE E
COMPANHEIRO
DE RARO VALOR E ESTIMA, COM REPERTÓRIO INÉDITO
DE EGBERTO GISMONTI-PAULO CESAR PINHEIRO,
MILTON NASCIMENTO-MÁRCIO BORGES, LUIZ GONZAGA
JR., GILBERTO GIL E IVAN LINS-RONALDO MONTEIRO
DE SOUZA,
ORQUESTRAÇÕES DIVIDIDAS ENTRE EGBERTO GISMONTI,
WAGNER TISO E PAULO MOURA E COM LUÍS ALVES E
ROBERTO SILVA RECOMPONDO COM EGBERTO GISMONTI
SUA ACADEMIA DE DANÇAS DAQUELES ANOS, COPINHA,
TENÓRIO JR., EGBERTO GISMONTI E PAULO MOURA NA BASE
INSTRUMENTAL. NÓS JUNTO FAZ OBRA GENIALF
P R O
S P E
C T I
V O

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 

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A flor
traz beleza
O
Sol traz o dia
E
a noite o amor
Mas
você, você traz
Um
enigma contido numa simples interrogação
Quem
sou eu?
Curiosa
charada que tem por conceito você
Quem
sou eu?
Sempre
a mesma questão
Que
flutua e volteia você
Você,
o tema que inspira esse triste prelúdio
Da
minha paixão
Você,
miragem divina
Que
concretizou-se no meu coração
Seu
olhar é a paisagem serena
Que
o Éden na Terra esqueceu
Brilha
assim dando luz ao meu sonho
Qual
fonte que faz aumentar
Esse
desejo gostoso que eu sinto
E
que quando procuro expressar
Você
desentende e humildemente responde
Quem
sou eu?
Você
desentende e humildemente responde
Quem
sou eu?
Alaíde
Costa - LP Coração 1976
o
samba do crioulo doido da falta
de FICHA TECNICA no HD sem memória
do Brasil no youtube sobre
disco de Alf
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BOSSA
NOVA veja
e leia mais sobre isso
em revoluciomnibus.com
Música
do Brasil de
Cabo a Rabo
O
LIVRO DA SELVA
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MÚSICA DO BRASIL
DE
CABO A RABO
ciberzine
&
narrativas de james anhanguera
Música do
Brasil de Cabo a
Rabo é um livro
com a súmula de 40 anos
de estudos de James
Anhanguera
no Brasil e na
América do Sul, Europa e
África. Mas é também um
projeto multimídia baseado
na montagem de um banco
de dados com links
para múltiplos domínios com
o melhor conteúdo sobre o
tema e bossas mais novas e
afins. Aguarde. E de quebra
informe-se sobre o conteúdo
e leia trechos do livro Música
do Brasil de Cabo a
Rabo,
compilado a partir do banco
de dados de
James Anhanguera.
MÚSICA
DO BRASIL
DE
CABO A RABO
Você
já deve ter visto, lido
ou ouvido falar de muita
história da música
brasileira da
capo a
coda, mas nunca
viu, leu ou ouviu falar
de uma como esta. Todas
as histórias limitam-se
à matéria e ao
universo musical estrito
em que se originam,
quando se sabe que
música se origina e fala
de tudo. Por que não
falar de tudo o que a
influenciade
que ela fala
sobretudo quando a
música
popular brasileira
tem sido quase
sempre um dos
melhores veículos
de informação
no Brasil?
Sem se limitar a
dicas sobre formas
musicais,
biografia dos
criadores e
títulos de
maior
destaque.
Revolvendo todo o
terreno em que
germinou, o seu
mundo e o mundo
do seu
tempo, a cada
tempo, como
fenômeno que
ultrapassa - e
como - o fato
musical em si.
Destacando
sua moldura
nessa
janela sozinho olhar a
cidade me acalma
dando-lhe
enquadramento
estrela
vulgar a vagar, rio e
também posso chorar
...
histórico,
social, cultural e
pessoal.
Esta é também
a história de um
aprendizado
e vivência pessoal.
De
um trabalho que começou há
mais de meio século por
mera
paixão
infanto-juvenil, tornou-
se matéria de estudo
e reflexão quando no
exterior, qual Gonçalves
Dias, o assunto era um
meio de estar perto e
conhecer melhor a própria
terra distante e por isso
até mais atraente.
E que como começou
continuou focado em cada
detalhe por paixão.
CONTINUA
AQUI

CORAÇÕES FUTURISTAS
nunc et semper
AQUI
MÚSICA
DO BRASIL
DE
CABO
A RABO
MÚSICA DO BRASIL
DE
CABO
A RABO
ÍNDICE
DOS CAPÍTULOS
capítulos,
seções de capítulos com
trechos
acessíveis a partir
dos títulos, em
azul DeLink
1. O BRASIL
COLONIZADO
raízes & influências
Colônia e Império
2. TUPY E NOT
TUPY formação
de ritmos e estilos
urbanos suburbanos e
rurais
Rio sec. 19-sec. 20
- Das senzalas às
escolas de samba
fenômeno da cultura de massa
do século XX
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5.
BOSSA MAIS NOVA o
Brasil no
mundo

Detalhe
de cenário de Rubens
Gershman para montagem
de O Rei da Vela, Teatro
Oficina, 1967
O
LIVRO DE PEDRA
PARA LENNON &
McCARTNEY
VIDA
DE ARTISTA crise e
preconceito =
inguinorãça
CAETANO VELOSO
CENSURA: não
tem discussão. Não
POE
SIA E MÚSICA POPULAR
BRASILEIRA
Milton
Nascimento
O SOM
É MINAS: OS MIL
TONS DO
PLANETA
MARIA TRÊS FILHOS
(SEMPRE) NOVOS
BAIANOS
NORDESTONTEM
NORDESTHOJE
RIO
&TAMBÉM POSSO
CHORAR
Gal Costa Jards Macalé
Waly Sailormoon Torquato
Neto Lanny Maria
Bethânia
Conversa
de Botequim
FILHOS DE HEITOR
VILLA-LOBOS
INSTRUMENTISTAS &
INSTRUMENTAL Sax
Terror
PAULO MOURA
SAMBA(S)
BLEQUE RIO UM OUTRO SAMBA
DE
BREQUE
FEMININA
MULHERES
& HOMENS
NO EXÍLIO o bêbado
exilado & a liberdade
equilibrista
ANGOLA
ROCK MADE IN
BRAZIL ou Quando
a rapeize solta a
franga
LIRA
PAULISTANA
CULTURA DA BROA DE
MILHO
LAMBADA
BREGANEJO AXÉ E SAMBAGODE
RIO
FUNK HIP SAMPA HOP E DÁ-LE
MANGUE BITE RAPEMBOLADA
DRUM’N’BOWSSA
CHORO SEMPRE
CHORO
INSTRUMENTISTAS &
INSTRUMENTAL
II SAX
TERROR NA
NOVA ERA
ECOS E
REVERBERAÇÕES DO SÉCULO
DAS CANÇÕES
DE PELO
TELEFONE A PELA INTERNET
MÚSICA DO BRASIL
em
A triste e
bela saga dos
brasilianos
MÚSICA
DO BRASIL em ERA
UMA
VEZ
A REVOLUÇÃO
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Elifas
Andreato: capa do
LP Confusão Urbana
Suburbana e Rural
de Paulo Moura
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
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Chile, 1993 ... A
triste e bela saga dos
brasilianos, Falcão/Barilla:
FotoReporters 81(Guerin
Sportivo, Bolonha,
1982); Zico: Guerin
Sportivo, Bolonha,
1982; Falcão Zico,
Sócrates, Cerezo, Júnior
e seleção brasileira de
1982: Guerin
Sportivo, Bolonha,
1982; Falcão e Edinho:
Briguglio, Guerin
Sportivo, Bolonha,
1982; Falcão e
Antognoni: FotoReporters
81, Guerin Sportivo,
Bolonha, 1981.
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diversão desenvolvimento
humano
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TM
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Carolina
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