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almanaque das ideias cores e sons do maior movimento de juventude da história

 

da era do rock

& da contracultura

o livro do rock e da contracultura

 

                                    ciberzine & narrativas de james anhanguera 

           

Por dentro e por fora em Londres

Terra da Dama Eletroacústica

Medo, atraso e rock no grotão

Era uma vez a revolução

Droga Loucura e Vagabundagem

- Da Teoria à Prática ou Vice-Versa

Rumo às ilhas da Utopia  

Era uma vez as revoluções

    so listen to the rhythm of the gentle bossa nova

                                   narrativas de rock estrada e assuntos ligados

   

Cedo me apercebi de que o remédio era cavalgar o tigre em que montara sem pensar muito no destino, cavalgar só para não ficar parado sobre a fera que a todo instante ameaça me engolir.

...

- Mas vem cá, tá tudo muito careta à nossa volta e os caretas desbundando tanto nas ondas mais vergonhosas que a gente até se retrai.

janela com vista para a contracultura e opara a cultura contra natura

 

            Há 50 anos o Verão do Amor e a Revolução das Flores.

 O homo occidentalis atinge a consciência cósmica no que parece ter sido apenas um megacarnaval psicodélico mas que poderia talvez ajudá-lo a salvar-se da extinção.

 Cinco décadas depois e mais de três sobre a Revolução das Flores e o Verão do Amor portugueses, que também vivenciou em exílio voluntário na Europa, o narrador revive e faz o balanço das idéias em que se formou. Ou na visão de muitos em que se deformou.

 

 Wilhelm Meister? Werther? 

   Bildungsroman?! Nada disso.  Por esse prisma, Unbildungsroman! – romance de "deformação", de "deseducação".

Descrição do álbum de retratos, da discoteca, da biblioteca e do HD do narrador que são os da geração que viveu o maior movimento de juventude da história.

 

 Nada de onda retrô nem superficialidade e pedantismo de uma certa nova era.

  não é um retrovisor passadista congelado no flashback ou em busca da arca do paraíso perdido.

 

 É um passeio pelo nosso tempo a partir da gênese de maneiras de ver e pensar a vida e os caminhos do homem que o próprio despautério das lideranças político-econômicas torna cada vez mais pertinentes. Se é que a humanidade pode ainda sonhar com algum tipo de convivência sadia consigo mesma e com Gaia e ainda pode sonhar com sobrevivência.

 

 O jovem repórter Edgar Lessa narra sua vivência e percepção de fenômenos estéticos e comportamentais revolucionários decorrentes de um longo período de prosperidade econômica mas também de permanentes distúrbios e injustiças que geram grande insatisfação da juventude.

 

 Pela primeira vez na história os jovens de países superdesenvolvidos – e também de alguns de seus satélites – pretendem ter voz ativa e impor seus valores ingênuos de autenticidade e pureza a uma sociedade doente, apesar da prosperidade material de uma minoria, baseada em valores hipócritas e/ou caducos.

 

 A originalidade do fenômeno gera um permanente fascínio, patente em constantes revisões e releituras daquela breve era renascentista. Como se fosse imprescindível retomar daquele ponto para tentar uma saída que não seja pela hecatombe.      

 

 Do reino de todos os mitos e lendas Edgar Lessa resvala para uma recôndita província da Europa Ocidental, quase na Idade Média e muito mediana, de onde em poucos anos vê-se projetado para uma versão tardia e aloprada da Revolução das Flores e uma condensação em estilo misto de Reader’s Digest e Freak Brothers de todas as ondas vividas no mundo ocidental havia mais de uma década.

 

 A queda das ditaduras grega, portuguesa e espanhola nos anos 70 marcou o início do triunfo da democracia liberal, segundo Francis Fukuyama em O Fim da História e o Último Homem (demoliberal, esperamos).

 

 Edgar Lessa está lá enquanto as últimas ditaduras do centro do mundo ocidental caem de caducas, caem literalmente da cadeira, nos casos das ditaduras ibéricas, e a Dama de Ferro e as reaganomics nos entubam no mercado global, mais selvagem que o primeiro homem.

 

 O simulacro instalou-se nos anos 80 e são sua caricatura Reagan, Thatcher, M. Jackson, Cindy Lauper, Madonna e a réplica de Umberto Eco que produziu romances simulacros de semiologias. Mass-médiatisation abêtisante/renovada fé cega coletiva na ideologia do mercado.

 

 Se para Jean Baudrillard em 1990 a década sucessiva afigurava-se como um terreno vago, de revival, e nesse sentido [seria] um simulacro, em função da sua perspectiva inútil, e se para Felix Guattari em junho de 1989 (véspera da queda do Muro) saía-se do torpor dos anos 80, o último quarto de século, com a falta de novidades e queda do gosto (estético – e aparentemente também pela vida) dos 2001 a 2000 anos-luz de casa, tem sido a era do impasse e letargo de todos os balanços – do caldeirão de ritmos e estilos locais e universais descobertos no século 20, tomando como ponto assente para o que se prende ao relato que ele começou no século 19 com Baudelaire, Rimbaud, Nietzsche, Satie, Monet, Cézanne, Renoir e Wagner. E de impasse em letargo, ou vice-versa, caminhando-se decididos para a vala comum.

 

 Era uma vez as revoluções?

 

narrativas em fricçao para tempos mornos

      A narrativa cobre o último meio século – a idade do rock – e no início concentra-se na Inglaterra mas a ação decorre em grande parte em Portugal na década de 1970, quando cai a mais longa e uma das últimas ditaduras da Europa Ocidental.

 

 Dois capítulos do relato transcorrem no período de um ano e meio da que à época chegou a ser tida como a última revolução do século 20, a chamada Revolução dos Cravos, em certa medida ainda enquadrável no último vagido da revolução industrial (Eric Hobsbawn sobre Maio de 68), quando Portugal despertou do arcaísmo agrário neofeudal - a Quinta Salazar – para o capitalismo de consumo, na dedução em cima da hora de P.P. Pasolini.

 

 Mais que a ela no entanto o relato reporta-se a toda a era em que o próprio conceito de revolução é posto em questão e Norman O. Brown chega a afirmar que a verdadeira revolução é a que visa acabar com a política.

 

 Uma era de profundos questionamentos e contestação radical de valores e instituições da civilização ocidental e da sua abertura a outros estilos de vida. Que desde então se vem tentando confinar num dos (para todos os efeitos) mais excitantes capítulos da história mas que tem sido e tende a ser cada vez mais o ponto de partida para todas as tentativas de melhoria das condições de vida no planeta.

 

 Afinal, o maior movimento de juventude da história, na Era das Utopias - talvez a verdadeira protagonista do relato –, não terá sido apenas um aspecto alucinante do passado recente e fenômenos como o movimento de antipsiquiatria, por exemplo, devaneios alucinados sem (con)sequência mas a gênese de um movimento irreversível, embora hoje talvez quase imperceptível, rumo ao utópico ‘revivalismo arcaico’ prefigurado por Terence McKenna (1992). Se é que a humanidade pode ainda sonhar com algum tipo de convivência sadia consigo mesma e com Gaia e ainda pode sonhar com sobrevivência.

 

  é um divertissement ilustrado, cronistória, docudrama em estilo de jornal-diário de viagem de uma era e de uma geração que em termos gerais projetou-se das trevas do racionalismo científico careta para a possibilidade de uma nova consciência cósmica. É também monografia de referência, espécie de enciclopédia ou almanaque de uma era mas sobre temas de permanente atualidade, como o nascimento e apogeu da era do rock (300 nomes de cantores, músicos e grupos citados) e da contracultura.

 

 Debruça-se sobre assuntos polêmicos e ainda na ordem do dia como drogas (também citadas e documentadas centenas de vezes) e loucura, psiquiatria e antipsiquiatria (comentadas e documentadas em longos trechos do digitexto).

 

 Aborda em detalhe o mundo do rádio – um dos baluartes do movimento de contestação do ‘Sistema’ à época do início do relato -, com 40 emissoras e programas de dez países citados, e da imprensa - mais de 80 jornais e revistas de sete países.

 

 Serve também de referência literária (duas centenas de autores e obras) e cinematográfica (centena e meia de filmes, atores e diretores citados).

 

 Elegia da utopia da liberdade individual e coletiva na vida de jovens que ao entrar na idade adulta vêem sua existência sacudida por uma hipótese de revolução, mostra de passagem, sem falsos pudores, moralismo e nostalgia insípida, a trajetória de personagens que por inépcia, loucura, inadequação ou opção não se enquadraram num mundo caótico e sem ideais.

 

Da Teoria à Prática, Ou Vice-Versa, o livro contém dois apêndices com o background da trajetória do narrador, que afinal é a do mundo entre os séculos XIX e XXI, entre a primeira e a terceira revolução industrial.

um vagalume vagamundo na era do rock e da contracultura

Por dentro e por fora em Londres

Inglaterra e Lisboa, 1970-71

   Um mergulho de cabeça numa das capitais do rock e da contracultura e na grande noite arcaica, decadente e clandestina, nos ícones, paradigmas e paradoxos dos estertores da ditadura salazarista-marcelista.

   Edgar Lessa, brasileiro de 16 anos, estréia em Lisboa entre duas etapas em Londres. Vive (e revive) na Swinging London o que resta do sonho pop-rock ou de contracultura, um outro vastíssimo subterrâneo ou mundo paralelo de luta por maior liberdade no pós-guerra de prosperidade e cinismo.

   Em Londres reencontra Jimi, amigo de infância no Rio de Janeiro e seu alter-ego, ou vice-versa. Shows/concertos, festivais e astros de rock, no estúdio e na estrada com o d.j. John Peel, de norte a sul da ilha, dizendo Hello Goodbye  a um grande sonho.

Terra da Dama Eletroacústica

 Lisboa e Vilar de  Mouros, 1971

Novela epistolográfica sobre lendas e utopias juvenis dos trovadores e das mil e uma noites à Nação de Woodstock.

Medo, atraso e rock no grotão

Londres, Cambridge e Lisboa 1971-74

  Entre Londres e Cambridge Ed diz Goodbye (?) ao grande sonho.

     Em Lisboa trabalha em programas de rádio e num jornal que são baluartes da resistência à ditadura e mergulha no bas-fond da longa noite salazarista-marcelista, semiclandestina, clandestina ou decadente, tendo como pano de fundo o mundo dos jornais e do rádio, da música, do cinema e do teatro e a ‘vida de café’ daqueles tempos.

    A noite de 24 para 25 de Abril de 1974 e da alvorada da chamada Revolução dos Cravos encontra-o de serviço na Rádio Renascença enquanto esta transmite, sem que quase ninguém saiba, a senha de saída dos militares dos quartéis.

 

Era uma vez a revolução

Lisboa, Porto, 1974-75

    Ed está na RR – que proíbe qualquer alusão ao golpe – e passa a manhã e a tarde no Largo do Carmo, onde constata que o putsch não redundará numa revolta popular. Em poucos dias a rádio estará também no centro dos acontecimentos com a sua famosa ‘ocupação’ a 30 de Abril de 1974.

   Aos 20 anos o protagonista toma parte ativa em acontecimentos cruciais dos primeiros meses de agitação, acompanhando em close sobressaltos derivados da queda de braço nos bastidores políticos pelo controle do poder.

    Em poucos meses uma revista com que colabora fecha e é despedido da rádio sob a acusação de ‘extremismo’.

    Do centro às margens Ed entra em contato com segmentos que de uma maneira ou de outra contribuem para o alargamento do espectro político-existencial em que se desenvolvem os acontecimentos até 25 de novembro de 1975, quando acaba a ‘revolução’.

    Nunca é tarde: Portugal vive finalmente o seu Verão do Amor e a sua Revolução das Flores, muito embora sem pôr minimamente em causa valores, símbolos e instituições pacífica ou violentamente contestados ainda àquela época em sociedades mais avançadas.         

  Droga, Loucura e Vagabundagem

 Lisboa, Algarve, Marselha, Paris, Vilar de Mouros, 1974-82

Um suicídio e a psiquiatrização e morte de uma personagem dão o tom de um penoso regresso à ‘normalidade’ após um ano e meio de psicodramas individuais e coletivos num cotidiano totalmente fora de qualquer padrão de rotina.

   Portugal ‘entra nos eixos’ muito metamorfoseado, sem um Ultramar de pesadelos e a braços com um destino inexorável: a Europa e a ‘invasão espanhola’ (Eça de Queirós).

    A estrada. Nomadismo e vagabundagem ontem e hoje.

 

         

          -   Da Teoria à Prática Ou Vice-Versa 

Rumo às ilhas da Utopia

    Primeiro levantamento global profundo e alargado do Movimento (pop, pop art, contracultural) do gênero em língua portuguesa a partir da vida e obra de Aldous Huxley.

Era uma vez as revoluções 

 O maior movimento de juventude da história, na Era das Utopias, não terá sido apenas um aspecto alucinante do passado recente e fenômenos como o movimento de antipsiquiatria, por exemplo, devaneios alucinados sem (con)sequência mas a gênese de um movimento irreversível - embora hoje talvez quase imperceptível - rumo ao utópico ‘revivalismo arcaico’ prefigurado por Terence McKenna (1992).

      Se é que a humanidade pode ainda sonhar com algum tipo de convivência sadia consigo mesma e com Gaia e ainda pode sonhar com sobrevivência.  

   

 vida aventureira de um jovem viajante no underground e no bas-fond nos anos 1960 a 80

    

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Da Teoria à Prática ou Vice-Versa

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E S P E C I AL

Terra da Dama Eletroacústica

 versão integral do capítulo a partir daqui

ELOÍSA  OU  A MAIS NOVA HELOÍSA 

  OU  ELOITH E O DESTINO

trechos dos capítulos Era uma vez a revolução e  Droga, Loucura e Vagabundagem  que compõem um romance dentro da crônica histórica romanceada a partir daqui

 

VAGABUNDAGEM

um tema fora de moda

   

 

 

Jack Kerouac termina seu livro de crônicas Lonesome Traveler / Viajante Solitário (1960) com o ensaio O Vagabundo Americano em Vias de Extinção. Aquele vagabundo americano -

 

trechos dos capítulos Era uma vez a revolução e  Droga, Loucura e Vagabundagem  que compõem um romance dentro da crônica histórica romanceada sobre a era posterior a Jack Kerouac em que ainda foi possível vagabundear pelas estradas fora em trips interiores e exteriores antes do fechamento das fronteiras ao turismo existencial ou "sem propósito" ou "a despropósito" - a partir daqui

 

E S P E C I AL

relato inédito DO 25 de abril

Enquanto crescíamos havia muita gente que acreditava que ainda iria viver num mundo totalmente diferente. Hoje em dia parece que tudo aquilo sequer existiu.

Quem jamais ousará de novo acreditar na regeneração da humanidade?

com dados exclusivos de fatos marcantes que o precederam e sucederam dos palcos da história - cafés, casas de espectáculos, repartições, quarteis, meandros políticos, comunicação social (directo da Rádio Renascença) e submundo

1970-1975          2010-2015

40 anos esta noite

25 de Abril de Cabo a Rabo

relato inédito com dados exclusivos de fatos marcantes que precederam e sucederam a queda da ditadura portuguesa 1928-1974 com a cronologia em insights originais dos antecedentes do maior acontecimento da história portuguesa no último meio século, da madrugada dos filhos da madrugada, do chamado PREC (Período Revolucionário em Curso) e do retorno à "normalidade", a uma outra realidade. Ao mesmo fado?   

DAQUI  Primavera Marcelista 

DAQUI   último semestre do regime

DAQUI  a partir da madrugada de 24 para 25 de Abril de 1974

 

 Veja outros trechos acessíveis em  revoluciomnibus.com acessando

   

huxley  na fome do mundo

 Rumo às ilhas da Utopia – Da Teoria à Prática ou Vice-Versa

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              1968  

os muros proclamam um velho ideal de cidade e cidadania 

 have you ever been down to electric

                      ladyland?    

 40 anos do último disco  

       da  trilogia básica de jimi hendrix

            DAQUI

as ditas moles e as ditaduras - leitura associada  -  dossiê    A Fome no Mundo e os Canibais sobre opressão

  50 anos de Flower Power 

 

condensação do apêndice  Rumo às ilhas da Utopia – Da Teoria à Prática ou Vice-Versa     a partir   DAQUI

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