ciberzine & narrativas de james anhanguera 

   destrincha o pato ?eijing, ou xadrez, ou laqueado

                               

          2008 d.C. O Mundo

          finalmente acorda 

         para a emerg?ia

         alimentar. Mas 

     Que mundo?

          Que emerg?ia

         Que alimento?

Do caviar ao feij?com arroz (branco? preto?

integral?) ou feij?com farinha de mandioca

um universo de inguinor? e hipocrisia separa 

a humanidade carente.               De comida? 

 S? comida? 

Ou tamb魠 de sapi?ia e vergonha na cara? 

                                                                                                                                                                                          

    

   banco de dados revoluciomnibus.com do dossi?bsp; A Fome no Mundo e os Canibais

                              e                  ANHANGUERA         PAPERS
                                                                               

A FOME NO MUNDO E OS CANIBAIS

 

                      

                                                           

                    

                     Afirma uma firma que o Brasil confirma:

                           羚nt>Vamos substituir o Caf頰elo A篔.

                Vai ser dur?imo descondicionar o paladar.

                                                                         Cacaso

                                                                                                                                                                                                           

                                                                                                                     Este Admir?l Mundo Louco - Ruth Rocha, 22魰ress? ...   ilustra絥s Walter Ono

       

 

 20 MILH?S DE BRASILEIROS ESTAVAM - ABAIXO DA LINHA DA MIS?IA -, OU SEJA - EM SITUA?O ALIMENTAR GRAVE -, EM OUTRAS PALAVRAS - PASSANDO FOME - EM 2007 - SEIS MILH?S A MAIS QUE EM 2004, SEGUNDO UM ESTUDO DO IPEA (INSTITUTO DE PESQUISAS ECON?ICAS APLICADAS) BASEADO NUMA PNAD (PESQUISA NACIONAL DE AMOSTRAS AO DOMIC?IO)  DO IBGE (INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTAT?TICA). TAIS CIFRAS CORRESPONDIAM A QUASE UM D?IMO DA POPULA?O DO BRASIL E A POUCO MAIS OU MENOS DOIS POR CENTO DO CONTINGENTE DE UM BILH? DE PESSOAS QUE PASSAM FOME NO MUNDO. ERAM OUTROSSIM POUCO MAIS OU MENOS EQUIVALENTES AO PORCENTUAL DA CONTRIBUI?O DO BRASIL PARA O COM?CIO MUNDIAL, EM QUE OS ALIMENTOS T? PESO CONSIDERVEL. OS ESFOMEADOS S? 11 MILH?S, DIZ UM ESTUDO DO IBASE (INSTITUTO BRASILEIRO DE ANALISES SOCIAIS E ESTATISTICAS) CITADO NO FILME GARAPA, DE JOS?PADILHA.  20 OU 11 MILH?S ?DE TODO MODO GENTE DEMAIS PASSANDO FOME EM UM PA? EM QUE 

Brasileiro
passa fome
sem raz?/span>

Jornal do Brasil 22 de julho 1993
A fome n?se explica pela falta de alimentos, constatou o Tribunal de Contas da Uni?baseado numa auditoria feita aos
Programas de Suplementa磯 Alimentar do governo envolvendo
Funda磯 de Assist?ia ao Estudante (FAE)
Instituto Nacional de Alimenta磯 e Nutri磯 (Inan)
Legi?Brasileira de Assist?ia (LBA) e
Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)
EM CADA PROGRAMA FORAM OBSERVADAS IRREGULARIDADES E FALHAS GRAVES
Com uma m餩a de 59 milh峠de toneladas de gr? (arroz, feij? trigo, milho, soja) e a disponibilidade interna desses produtos e dos demais produtos tradicionalmente consumidos no pa?頳uperior ?necessidades di?as de calorias e prote?s da popula磯.
Disp孳e de 3 280 calorias e 87 gramas de prote?s per capita/dia para uma necessidade de 2 242 calorias e 53 gramas de prote?s.

 

 

Aqui no Rio me esperavam surpresas incr?is. A primeira delas foi ver a beleza da ra硠brasileira em Ipanema. ?a ra硠dos que comeram. Depois fui ver Caxias, fui ver Madureira; l? outra ra硬 a dos que n?comeram. A figura dos que n?comeram, do pov? de um lado, e a beleza de Ipanema, do outro, 頵m tremendo contraste. A beleza de Ipanema est?uito mais bela, as meninas e os rapazinhos, as tribos, s?uma beleza. E as subtribos de Caxias, do M驥r, est?mais terr?is ainda.

Darcy Ribeiro em debate promovido pelo Jornal do Brasil do Rio de Janeiro com Ferreira Gullar, Glauber Rocha e Mario Pedrosa em 1977, quando os quatro regressavam do ex?o imposto a eles pela ditadura militar

                                                                      foto Vilma Lobo Abreu - reprodu磯 do Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 1993/setembro/12

                                      

       A FOME  NO MUNDO E OS CANIBAIS

 

                   

    AFriCa AM鲩CA EuROPa                                                                     

nossos enviados reportam de tr?continentes as causas e consequ?ias de duas emerg?ias previstas para nostro domus Terra h?ilhares de luas, baseados no que v? e no banco de dados revoluciomnibus

     em

 

          A FOME  NO MUNDO E OS CANIBAIS

                   

          huxley na fome do mundo

                                       

     

   CRISE 2008

DE CRACK EM CRACK A COMANDITA ENCHE O PAPO

 

                                           

         ALIMENTA?O      ENERGIA

  

      GUERRA      E      PAZ

  Come sono buoni i bianchi

  

  A IND?TRIA DA SECA

                   

     

Dossi?font> A Fome No Mundo e os Canibais
revoluciomnibus.com


Robert Anton Wilson d? bote em The Illuminati Papers:
                        N?existe crise de energia. O que h? uma muito mais terr?l e tr?ca crise de intelig?ia.
 

                                       CRISE 2008

    DE CRACK EM CRACK ENCHE A COMANDITA O PAPO

travelog da crise .............. última atualização: abril 2009

quando os  GRANDES ANTAGONISTAS  da atual fase da eterna luta entre "Predadores" e "Largadores"  ou   "Neo-Liberal, Não. Liberal" X "anticapitalistas"  ou  "fundamentalistas" X "relativistas" - avançam para o proscênio

CRISE 2008 E 9... E TEMPO AFORA ....................................................................................COMO PROPOSTA DE TRABALHO

CRISE(S) REGULADORA(S)...

& PALPITES PALPITANTES

1929 º 2009

   80 ANOS DE crackrises E FORROBODÓ

 

           pra mãe natureza o templo do pai

                  pra mãe natureza o templo do pai

                   é tudo mentira, é tudo figura               Péricles Cavalcanti

 

  

Robert Anton Wilson dá o bote em The Illuminati Papers:
                    Não existe crise de energia. O que há é uma muito mais terrível e trágica crise de inteligência.

Seja:         Não existe crise econômica. O que há é uma muito mais terrível e trágica crise de inteligência.

Os EUA estão se esfrangalhando rapidamente. Deu-lhe finalmente o amok a essa em tempos orgulhosa nação de desordeiros e putas e do  American Way que está efetivamente Fora de Controle e não irá se recuperar. A pilhagem, a batota, o roubo e o fracasso tiraram o país dos eixos, do seu orgulho, do seu sucesso e de sua segurança. Os fundos do Tesouro acabaram-se e o mercado de ações nunca irá se recuperar, as nossas tropas no Iraque nunca mais voltarão. Você não vai arranjar emprego, nunca mais. Os seus filhos irão beber água suja até ao fim da vida. Você irá perder sua casa e toda sua poupança. Nunca irá conseguir aposentar-se e até mesmo deixar de trabalhar, e será um servo, mais um serviçal de uma dessas enormes e anônimas e eternamente beligerantes corporações globais que irão governar o mundo por motivos e lucros próprios. Hunter S. Thompson, 2004

CRISE(S) REGULADORA(S)...

ma non troppo... ou: para nada. Logo a máquina é de novo oleada and the beat goes on and on and on and on

ISHMAEL Como o Mundo Veio a Ser o Que É   DANIEL QUINN 1992
[ a história do homem é a de Pegadores e Largadores, uma encenação]
Alguns pensadores pessimistas do século 19, como Robert Wallace e Thomas Robert Malthus, olharam para baixo. Mil anos antes, até mesmo quinhentos anos antes, provavelmente nada teriam notado. Mas o que eles vêem agora assusta-os. Era como se o solo se precipitasse ao seu encontro - como se estivessem a despenhar-se. Pensam um pouco e concluem: "Se assim continuarmos depararemos com grandes problemas num futuro não muito distante." Os outros Pegadores ignoraram as suas previsões.
"A intensificação da produção no sentido de alimentar uma população aumentada causa um aumento ainda maior na população." Os Pegadores respondem: "Tudo bem, só precisamos de colocar gente a pedalar na criação de um método fiável de controle de nascimentos. Então a Águia Pegadora voará para sempre."
 ... mas não enquanto as pessoas da tua cultura estiverem a encenar esta história.    

Ou talvez sim. Porque faz parte da encenação o recurso a guerras para o  controle de natalidade, a eliminação dos excedentes pelo extermínio em massa e como etapa crucial indispensável de transição de uma etapa para a outra dos processos de civilizações. Como são exemplos cabais as duas guerras mundiais do século XX., a  primeira para eliminar os excedentes de mão-de-obra que a emigração para o novo mundo não debelou, tentar pôr nova ordem na Europa com o esclerosamento do poder prussiano e austro-húngaro e testar tecnologias de ponta na fase final de transição da primeira para a segunda revolução industrial, a segunda para debelar a instabilidade político-econômica gerada com a primeira (o pleno emprego nos EUA só retornou com os gastos da II Guerra) encaminhar a instalação de uma nova (des)ordem político-econômica na transição para a terceira revolução industrial, a era atômica e cósmica, que perdurou por meio século.

                                                          crackrises

                RECESSION PROOF TRAFFIC

março 2008

Lula, presidente: E até agora não aconteceu nada com nosso querido Brasil

03 outubro 2008

relatório da ONU

o chamado crime organizado movimenta US$ 3 trilhões/ano.

US$ 1,4 trilhão passa pelo sistema financeiro para lavagem

US$ 1 trilhão é lavado em corrupção

crime corporativo - talvez crack 2008 se deva mais a isso que a crise do setor imobiliário

e ele se deve à complacência com que governos tratam gigantes conglomerados

ex-ministro da Fazenda e da Agricultura e atual deputado Delfim Neto garante que economia brasileira crescerá 4 por cento em 2009

comentário de observador bem educado: isso não é previsão, é propaganda enganosa

revoluciomnibus dixit: é palpite - chute

incoerência, desfaçatez, incompetência da "ciência" econômica - e o que mais?

falta de pudor (porque não incons/ciência) dos "especialistas" porque sempre se assumem como reis do otimismo no GRAN CIRCO RODA VIVA em que a massa é só freguês (de tudo, inclusive dos artilheiros e malabaristas do economês) e mal o sabe, em nome da salvaguarda de suas carreiras de idas e vindas da entronização de cargos públicos para o de conselheiros e/ou advisors de instituições privadas, entre elas órgãos de comunicação - oráculos de meia tigela que a todos procuram acontentar pintando sempre róseas perspectivas - e o que é incrível é que descrédito após descrédito nunca caem do cavalo - appunto: artilheiros e malabaristas do GRAN CIRCO RODA VIVA que como a mídia em geral afinal só estão dando notícias pros anunciantes

John Maynard Keynes: Quando as circunstâncias mudam eu mudo. E o senhor?

outubro 2008

relatório da ONU

desde 2000 Brasil reduziu problema da fome em 45 por cento. O problema da fome no Brasil deixou de ser grave e passou a ser considerado baixo.

indústria da seca global

ONU: FAO, PNUD / UNDP, PAM / WFP

busca-se novo padrão de consumo

O Globo, Rio de Janeiro: depois da crise, nada será como antes

busca-se novo modelo de tudo

busca-se novo modelo econômico: capitalismo social? social-liberalismo? que tal?

há no entanto entre os oráculos de meia tigela quem diz que o melhor é não procurar nada, que não vale a pena porque não vai encontrar nada de melhor: o bom e velho capitalismo liberal é o que distribui mais riqueza ("qual?" "de que tipo?") e mantenha como grande e única referência antagônica (tipo espantalho) o bom e velho - a grande burla do - "socialismo real"

"SERÁ QUE O QUE VIVEMOS É O PORTAL DE UMA NOVA ERA OU NOVO CAPÍTULO DA VELHA BURLA?"

novembro 2008

não há concorrente de peso para ocupar posição militar e econômica dos Estados Unidos

Edward Prescott, Premio Nobel de Economia de 2004: Crises financeiras não são importantes, a menos que conduzam a políticas ruins, como aconteceu no Japão em 1991 e no México entre 1980 e 1981.

Bruce Scott, professor da Universidade Harvard: E os americanos são avessos a controle porque seus negócios são livres, sem governo. Acho que a tentativa de impor uma supervisão global no setor financeiro será um fracasso.

veja, são paulo, 12 novembro 2008

 

Millôr Fernandes

A Crise. Com a benção de Deus

Claro que o crime compensa, pessoal.

..................................................

Como aliás ficou mais uma vez demonstrado nessa quebradeira global em que os primeiros limpos foram os donos dos grandes conglomerados financeiros, perto dos quais os escândalos do Vaticano são pé de página.

 

Obama, o salvador da pátria global, o redentor da sustentabilidade moral

veja, são paulo, 19 novembro 2008

fala da falta de previsões econômicas confiáveis e em 3 cenários possíveis. No de crescimento do PIB do Brasil de 2,5 por cento em 2009 tem a legenda: a crise se instala

veja, são paulo, 03 dezembro 2008

Maílson da Nóbrega, o ex-Ministro da Fazenda do Plano Verão, o terceiro plano econômico de emergência do governo do presidente José Sarney (1985-1989), que não emplacou o inverno seguinte e talvez tenha ajudado a inflar ainda mais a bolha inflacionária no Brasil, que com ele no poder debatia-se com índices de 80 por cento ao mês: Na China a "desregulação" do comunismo retirou da pobreza 400 milhões de pessoas.

o globo, rio de janeiro, 04 dezembro 2008

A crise econômica no Brasil chegou de repente, por vários canais

o globo, rio de janeiro, 05 dezembro 2008

previsão de crescimento da economia brasileira em 2009: 2,8 por cento

um milhão de empregos não serão criados no Brasil em 2009 apenas com a queda do ritmo de crescimento. Nesse período 2 milhões e 400 mil jovens estarão entrando no mercado de trabalho

- Em outros países 7 por cento de desemprego é considerado alto e lá a informalidade é mínima. Aqui é motivo de comemoração a queda de 13 por cento em 2003 para 7,5 por cento hoje.

08 dezembro 2008

produto interno bruto global é de US$ 54 trilhões

África: um terço da população da região subsaariana sofre de desnutrição crônica

236 milhões de pessoas sofriam de desnutrição crônica na região em 2007

relatório da ONU nos 60 anos da Declaração dos Direitos Humanos

936 milhões de pessoas passam fome em parte porque o preço dos alimentos não para de crescer

INDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO IDH DO PNUD / UNDP DA ONU 2008: BRASIL EM 80º LUGAR

DIEESE (Departamento Intersindical de Estudos Econômicos e Sociais; São Paulo): para cada cidadão suprir suas necessidades básicas são necessários R$ 2100 e o salário mínimo é sete vezes inferior a esse montante

o globo, rio de janeiro, 09 dezembro 2008

leitor:

O presidente Lula declara que o brasileiro tem que acreditar na economia do país e continuar consumindo; mas consumir como, se a população recebe salário de fome, que mal paga o aluguel da casa em que mora?

um "novo Bretton Wood", diferente da conferência original do pós-guerra (1944-45)

     2009 moldará o destino do mundo

O BAM-BAM-BAM DA FEBRABAN CHAMA-SE 

           SARDEN-BAM-BAM-BERG

                                                                                                             FEBRABAN - Federação Brasileira de Bancos

"Neo-Liberal, Não. Liberal" - Carlos Alberto Sardenberg: "O momento mais brilhante da economia mundial moderna ocorreu no início deste século XXI, no auge da globalização."

com o financiamento do trade baseado em grana do chamado crime organizado, créditos podres, balanços falseados... com quanto? US$ 50, US$ 70 trilhões disso? - sobretudo muito brilhante, de fato.

e que moral se pregaria a nossas crianças...

Global World À parte,

muito pragmatismo e muita cara-de-pau. a estratégia é a mesma de sempre - uma das que mais se prega no futebol: a melhor defesa é o ataque. mas pela primeira vez em meio século até revista brasileira de grande informação (e como tal supostamente imparcial) assume em artigos posição de parte/bandeira descaradamente pró ou contra "alguma coisa". Que Time, Newsweek, Le Point o façam ou tenham feito a seu modo - agora, macaquices no quintal dos fundos?!

reinventa-se em visão rasteira, estreita ou straight o fantasma do comunismo ou "socialismo real" que todo mundo sabe muito bem que nunca foi socialismo de nada

antes era só (e até) o "humanismo" ou a utopia, que sem outra melhor se diz que só levam ao Pol Pot (exemplo abstruso. por que não então a Coreia do Norte, que trocando em miúdos è lo stesso?)

sobretudo muito brilhante

Água. levantamento da ONG Global Peace divulgado pela ONU

um terço da população mundial tem problema de acesso a água

até 2030 metade da população mundial terá problema de acesso ou mesmo falta de água

23 março 2009

segundo técnicos do Banco Central previsão do crescimento da economia brasileira em 2009 é de 0,01 por cento; para 2010, de 3,5 por cento

Brasil perdeu 750 mil postos de trabalho em três meses

RECESSION PROOF TRAFFIC

RECESSION PROOF TRAFFIC

RECESSION PROOF TRAFFIC

            RECESSION PROOF TRAFFIC

RECESSION PROOF TRAFFIC

Brics

Brics-à-brac

Pigs:

Portugal, Irlanda, Espanha, Grécia

os celtas e greco-latinos que pegaram o tsunami de proa

veja, são paulo, 25 março 2009

O ar está mais limpo... mas só porque a crise econômica é devastadora para indústrias ineficientes e poluidoras dos países emergentes

ritmo do desmatamento da Amazônia caiu 32 por cento no último semestre e o Brasil deixou de emitir 18 milhões de toneladas de dióxido de carbono na atmosfera

Em Guangdong, de onde sai um terço das exportações chinesas, 60 000 empresas, a maioria pequenas indústrias, já fecharam as portas. O nível de poluição na região caiu 5 por cento

emissão global de gases de efeito estufa deve diminuir 3 por cento em 2009

segundo a FAO (Organização das Nações Unidas Para a Agricultura e Alimentação) também haverá menos dinheiro para investimentos em manejo florestal e estratégias de exploração de longo prazo

Maílson da Nóbrega, o ex-Ministro da Fazenda do Plano Verão, o terceiro plano econômico de emergência do governo do presidente José Sarney (1985-1989), que não emplacou o inverno seguinte e talvez tenha ajudado a inflar ainda mais a bolha inflacionária no Brasil, que com ele no poder debatia-se com índices de 80 por cento ao mês: Não há alternativa ao sistema capitalista. Nenhum outro libera tanto as energias produtivas da sociedade nem o supera na geração de renda, emprego e bem-estar.

[ Nenhum outro libera tanto as energias poluentes     e... só bem-estar?... ]

depois de ter recebido US$ 180 bilhões do governo para não quebrar seguradora norte-americana AIG pagou US$ 165 milhões de bônus a executivos de acordo com a tradição americana de respeito aos contratos

Em 2008 os americanos descobriram que parte da exuberância financeira da sua economia na última década era de fato irracional, baseada em uma mentira criada pela falta de regulação adequada, pela irresponsabilidade de Wall Street e pelo estelionato puro e simples perpetrado por um grupo de escroques

26 março 2009

caem governos da Hungria, República Checa pela instabilidade política gerada pelo casino social com a crise econômica

e a Bulgária, a mais pobre das ex-irmazinhas da Cortina de Ferro, também não vai muito bem de saúde.

                      Have you seen the little pigs crawling in the dirt?

28 março 2009

racionalismo e irracionalismo

revivalismo saudosismo nostalgia

fundamentalismo versus relativismo

Nietzsche: corrosiva crítica à razão e à verdade

que depois dele é como se todos

tivessem medo de cair em

algum tipo de dogmatismo

ou de serem acusados

de acreditar em verdades absolutas

e para ver e ler algo mais a propósito ir para

                 POR AQUI          

renda per capita cresceu 53 por cento no Brasil nos últimos 13 anos

renda per capita cresceu 68 por cento na América Latina nos últimos 13 anos

31 março 2009

BIRD (Banco Interamericano do Desenvolvimento) prevê crescimento da economia do Brasil de 0,5 por cento em 2009; de 2,5 por cento em 2010; e de 3 por cento em 2011

popularidade do presidente do Brasil, antes nos píncaros, caiu 10 por cento nos últimos dois meses, estando agora em 61 por cento

36 anos de grandes crackrises internacionais: outubro de 1973, 1979, 1986, 1994, 1999, 2001

01 abril 2009 crise de mercado e de afeto

01 abril 2009 crise de mercado e de afeto

           As marcas e as coisas      

Mythologias semi óticas                                                    

Da  Inútil Paisagem  do moderno Tom Jobim à  Paisagem Útil  do “pós-moderno” Caetano Veloso  

    Ford . GM . Chrysler – Que Hollywood seja made in Japan e Rover e Rolls Royce ou Kenwood made aqui e acolá, sem saber onde, com a globalização não existe mais pertencimento nacional ou transnacional de parte. O Japão era suposto ser e como se viu não era o próximo Império. O Oriente irá alguma vez dominar o Ocidente – tudo de olho rasgado (metaforicamente falando)? Lá para o Ano 2525, quando já não existirá há muito no mundo nem uma coisa nem outra. Crise de mercado e de afeto: desaparecem com as marcas vestígios da “nossa” era. A primeira BOAC, depois BEA. TWA. O desaparecimento da Panair do Brasil deu até música: Saudade dos Aviões (Milton Nascimento-Fernando Brant). Agora também a Varig – que foi um dos primeiros (e melhores) simbolos de Brasil no mundo. E Que Queria Dizer O Quê Mesmo antes do desaparecimento da Panair e de a substituir nas rotas internacionais? Viação Aérea Rio-Grandense. Do regional ao universal e fim.

Mais que símbolos são imagens – layouts do capitalismo da segunda revolução industrial da segunda metade do século  XX – e tempo um pouco atrás e adiante  Ah sim, “a lua oval da Esso” da Paisagem Útil também se esfoi. Não são as marcas, são os modelos-padrões de épocas de aviões e carrões em que, meninos, se enfiava a fuça nos assentos e se inalava o intenso cheiro (perfume) de couro de boi do Iowa e das tintas que os coloriam com as cores mais imprevistas.

Dallas já não tinha mais disso –  carrões. E era uma vez Detroit a Motortown. Tamla MOTOWN. Wellcome to the Seattle era – Boeing, Hendrix, grunge, Microsoft, Toyota be wellcome. Iconografias, iconologias e iconoclastia da evolução dos tempos, da revolução dos meios, dos hábitos de consumo e das políticas de mercado.

Alô alô Terezinha.

        D   E   S   C O D  I    F  I    C A   D O 

PESADELO BRANDO COM TOQUE BLADE RUNNER UM MODIÉ ENTRA EM CASA COM UM MEIO QUILO DE COCA – ENFARINHARA ATÉ A ENTRADA DIZENDO QUE ALGUÉM QUE ESTAVA NA OMBREIRA LHE TINHA DADO AÍ ME CHAMAM COMO SE O CENÁRIO FOSSE UMA CASA DO ANDAR DE CIMA E UM LOFT Um grupo de seis a oito como se quisessem encomendar alguma coisa – o que também parece não ter ficado muito claro até que uma mulheraça mas de mãos muito pequenas a quem abraço e beijo de trás num elevador me acompanha até um ponto em que me vejo na rua com um que seria javanês que a        

   

   

dado ponto me dá uma série de uns seis tiros na cara e que visualizo como de uma tela em uma caixa instalada virtualmente em frente das vista na forma de um dois quatro seis pontos pintando em seqüência enquanto ele dispara – e pergunto por quê está me matando e ele não diz nada e ao que parece talvez tenha só me d e s co d i f i c a d o porque acordei às 05.30h. e aqui estou assim.  Movimento dos Barcos: 900 navios de contêineres ou  dez por cento  da  frota parados. Ford tem prejuízo de  bilhões de dólares no primeiro trimestre de 2009. GM anuncia encerramento de 13 das 47 fábricas até final de 2010. Deve ser próxima montadora americana a pedir concordata. Vendas da Toyota caíram 49 por cento no primeiro trimestre de 2009. E S C A L A S   D E   M E R C A D O   E   D E   A F E T O  

Marcas, qualquer marcas igual a mercadoria fetiche. De bom ou mau gosto. E também Vício. Símbolos (simbologias). Símbolos de Vício Inconsciente. Consumismo consumista uma droga. De tudo. Fetiche modernista. Modismos, promoções publicitárias, espetáculos vazios, visões fragmentárias. De marcas na paisagem. Inúteis. Esmaecimento do afeto. Países inteiros moldados a partir de estradas de rodagem. Highway 101 Revisited. Bahn. Bahn. Autobahn. Autostrada del Sole, Ferrari a 300 a hora. Pastiches. Alusão consciente ou inconsciente a estilos, técnicas e dispositivos. Conceito marxista de mercadoria como fetiche. Conceito marxista de reificação: transformação dos bens em bens criados pelo homem que se tornam independentes dele e governam sua vida. Marcas = grafismosimagens de marcaslayouts laying about

                                                                                                                       Barbara Kruger

 

PONDO OS OLHOS PRIMEYRAMENTE NA SUA

CIDADE CONHECE QUE OS MERCADORES SÃO        

O PRIMEIRO MÓVEL DA RUÍNA, EM QUE ARDE        

PELAS MERCADORIAS INÚTEIS E ENGANOSAS

         GREGÓRIO DE MATOS – SÉCULO XVII

         Triste Bahia, oh quão dessemelhante estais estou de nosso antigo estado

Paisagem útil – do valor utilitário da sociedade de consumo, emergente. Ou sociedade afluente

como a decantou Gilberto Gil cinco anos mais tarde em Duplo Sentido:

dessa esquina pelo menos posso ver o duplo sentido de tudo

que na ausência de unanimidade uns veem as coisas como eu

e outros voltam ao lar.

Inútil paisagem de Tom Jobim e Aloysio de Oliveira: mas pra quê tanto céu pra quê tanto mar de que servem as flores que crescem pelos caminhos se o meu caminho sozinho é nada. Na paisagem útil(otária) do mesmo Rio de Janeiro já não se destaca mais a luz da “mesma lua a furar nosso zinco”, como a de Chão de Estrelas de Orestes Barbosa uns trinta a quarenta anos antes nem a da “lua oval da Esso”, que estava quase ao lado, bem mais altaneira que o também extinto Palácio Monroe e quase de frente para a da Mesbla, que também se foi mais o repique de seu relógio que dependendo do vento se ouvia lá no alto em Santa Teresa.  Adeus Hotel Avenida, vai curtir no outro plano os desatinos desta vida, só Drummond, só  Drummond porque se não deixa eu ver deixa eu ver chover chover chover chover, Ao Poeta Novos Baianos.

Iconologias.                                                   A UTOPIA DE UMA ONU DAS FINANÇAS – título de veja, São Paulo. É a mais difícil empreitada internacional desde o fim da II Guerra – aqui lata. Vale a pergunta: utopia no “bom” ou no “mau” sentido, sendo hoje em dia definição por si mesma tão demonizada?

  Corsários... paraísos fiscais, santuários para esconderem o tesouro

Paisagem utilitária urbana brasileira em 1960: Volkswagen Sedan ou Fusca, Renault Dauphine, Renault Gordini, AeroWillis, Simca Chambord, DKW Vemag e os carrões americanos: Chevrolet Impala, rabo-de-peixe, boca de cigana semiaberta. Quem vai querer comprar a Chrysler que houve tempo em que se apossou da Lamborghini. Do Ford T ao Sinergy 2010. E   D E   A F E T O . Uns morrem porque querem outros morrem sem querer. Por que não esperou um pouco mais para ouvirmos Toots outra vez?

As três irmãs de Detroit. Simbologias.

Fiat compra Chrysler que nos bons tempos velhos tempos comprara Lamborghini. A jogada tem o simbolismo de um roque e dez quilos de tuíste. Lee Iacocca, um tremendo sucesso de marketing de si mesmo (Uma Autobiografia vendeu 6,5 milhões de cópias em três anos), na seqüência ao ataque ao autosport piccolo è bello made in Italy lançou seu segundo livro, Talking Straight. Chairman de sucesso beija o solo quando é demitido da bigger sister Ford. Dá a volta por cima de esportivo de luxo italiano que mantém em circulação... nas estradas americanas.  Ganhava US$ 1,7 milhão de salário mensal em 1990 como presidente da Chrysler. É um dos maiores símbolos do capitalismo industrial americano setor automóveis na corte do Papa Ford e de par com a própria marca da menor das Três Irmãs.

E como era bom ser americano – escreveu ao recordar o tempo em que aos seis e onze anos de idade seu pai levou toda a família num Fordinho bem castigado de sua casa em Allentown, Pensilvânia, à Estátua da Liberdade em Nova York.

A versatilidade. Dos carrões, as banheiras americanas que na Europa do Plano Marshall só tiveram vez em Pierrot Le Fou (O Demônio das Onze Horas) de Godard, aos ultra-compactos  e utilitários europeus, do Fiat 500 (o primeiro carro da maioria dos motoristas italianos) aos Citroën 2 e 4 cavalos, Rover 100 e depois os Peugeot 404 e 204,  o Morris e o Austin, Morris e Austin Cooper, idem-idem Cooper S, o Jeep, o Rover, o Land Rover, o Range Rover hoje Land Rover - carro utilitário ou De Luxe eram a expressão do estilo do feliz proprietário, + ou menos bizarros (até no estofamento) ou funcionais. Tempos de mídia média  mediania. Quase tudo segue o mesmo modelo para uma ou outra e outra modalidade. Marcas vem e voam em alta velozidade. Pronto a vestir e a deletar. Ponto. A aceleração do consumo produziu também o principal efeito secundário do usa e joga fora: fidelidade a produto ou marca só em fast food.  GM, símbolo do capitalismo do século 20, é estatizada por Obama para não falir. Fez muito bacana colecionar Chevys, Cadillacs, Buicks e Oldsmobiles do ano a cada ano que saiam da garagem em dias alternados.

by Robert Crumb       

(recuperado de uma enchente)veja toda a estória em America Crumb a partir DAQUI

02 abril 2009 clima de dia D

I got tired of D-days

Cansei de dias D Frank O'Hara Action Poetry

Bretton Woods em Londres 55 anos depois Bosques Bretões em Londres      

Britain Woods 55 anos depois

"anticapitalistas" manifestam-se

os protagonistas assomam o proscênio

Greenpeace promove manifestação na ponte Rio-Niterói, Rio de Janeiro, por maior atenção ao ambiente e às pessoas e não só ao dinheiro - crise de mercado e de afeto

mas a onda agora é o flash

G-20 (espécie de Governo Mundial do admirável mundo novo) decide investir US$ 5 trilhões na luta contra a recessão até 2010

os primeiros comentários sublinham o anúncio do fim do Consenso de Washington pelo primeiro-ministro britânico Gordon Brown

combate firme contra a rolagem e lavagem da grana do malvado crime organizado, fraudes E corrupção

enfim, fim do modelo de capitalismo que impera desde Bretton Woods (1944-45) e da desregulação da paridade dólar-ouro pela Administração Nixon (1971) breve,

"fundamentalismo de mercado vai para o lixo da História"    será mesmo?

autoridades suíças protestam contra inclusão pela OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento, com sede em Genebra, sobre o lago) de seu país na lista dos paraísos fiscais que o G-20 decidiu exterminar

Chile figura na lista cinza, a da segunda pior graduação entre os paraísos que lavam mais branco

Brasil é o sétimo produtor mundial de automóveis, oitavo produtor mundial de alimentos, maior produtor mundial de biocombustíveis

lucro da Petrobras em 2008, de US$ 33 bilhões, supera em US$ 3 bilhões o das 28 maiores instituições financeiras brasileiras; em terceiro lugar no volume de lucros está o setor de mineração

              CARDÁPIO 2009                regulação bleue

 

                

ERA UMA VEZ A REFORMA AGRRIA QUE NUNCA EXISTIU

 

Os invernos n?estiaram no semi-?do at頍 aqui na primeira d飡da de 2001 e 2 e tempo afora. Sorte do presidente-ex-retirante Lu?In?o Lula da Silva, at頡qui um estadista com muita sorte, porque tudo tem jogado a favor em termos de conjuntura interna e internacional. At頡qui, ao crack das hipotecas imobili?as. E a quest?em 2008 e 9 (e tempo afora?) agora 麼br> BLINDAGEM
tem o tatujeca blindagem suficiente para resistir ?empestade de t?los podres que o Tio Sam jogou no ventilador?
 

Teve Sorte o Presidente do Brasil, Lula, Que Assumiu em 2002 para pegar vento de popa da conjuntura econ?a internacional bafejada pelos "cr餩tos podres", e se o seu pa?n?cresceu em "ritmo chin?quot;, isso pouco importa para a m?a: teve um quinqu?o de ouro, o de maior crescimento econ?o desde o "milagre" h?0 anos, antes de pela primeira vez na hist? do s飵lo XX deixar de crescer. Por mais de vinte anos ..

Teve sorte talvez tamb魠por a Rede Globo de Televis?ter feito tudo para que n?fosse eleito em 1989, empurrando o seu advers?o, o ca硤or de maraj?das Alagoa Fernando Collor de Mello para assumir o tim?e promover a segunda ABERTURA DOS PORTOS e, antes do impeachment, olhar de soslaio a que seria uma das mais graves estiagens da sua regi?- uma seca que durou de 1990 a 1997 em algumas paragens do Nordeste, pra que quase n?ligou. O seu sucessor, sim. Bem ao seu estilo Itamar Franco esbravejou, esperneou, j?m final de mandato prometeu mundos e fundos mas a economia brasileira estava de rastos e o mais que conseguiu foi implementar os tais aux?os de emerg?ia para mais uma vez enganar o pato enquanto a embarca磯 n?estabilizasse com o Plano Real que mandou implementar e promulgou.

Teve sorte tamb魠o ex-retirante da Zona da Mata pernambucana de - segundo uma corrente cient?ca - os ciclos de estiagem no Nordeste serem de 13 anos e por essa ?a s? para 2010, quando j?er? deixado o poder, poder ocorrer uma nova seca das braba. Sempre foi menos um empecilho para o seu "espet?lo do desenvolvimento", o pa?e o mundo n? serem incomodados com as cl?icas imagens de meninos zambudos e saques de armaz鮳 por flagelados da seca em instant?os de matizes africanos. Que ia atrapalhar, ia. Com uma estiagenzinha 頱ue se veria o quanto o Brasil do novo milagre de Lula, um ex-retirante, deixou a frica pelas bandas l?a sua regi?e se aproximou de S?Paulo e Belo Horizonte, as duas loucomotivas nacionais, ou se ao contr?o, no que tange ao matuto, pouco ou nada melhorou  quase-quase. Ter?os novos programas de aux?o de emerg?ia, finalmente se tocaria pra frente a transposi磯 do Rio S?Francisco - ou o qu?

O GLOBO JOS?SARNEY - EX-PRESIDENTE DA REP?LICA E DUAS VEZES PRESIDENTE DO SENADO FEDERAL DE BRAS?IA   NORDESTE, A ESPERAN∥ QUE MORRE
HIST?IA DA SUDENE
A grande seca de 1958 colocou aos olhos do pa?problemas sociais.
A seca n?era um problema s?im?co.
No Saara n?chove e n?existe ali o que existe no Nordeste: o homem.
O relat? Ramagem, do nome do general encarregado de levantar a trag餩a daqueles anos, era um relato objetivo e chocante.
O Brasil n?tomava conhecimento dessa desigualdade.
Juscelino, que at頥nt?n?colocara o Nordeste entre as suas preocupa絥s de governo, despertou para o assunto e em 1959, j?o fim [do seu governo], criava a Opera磯 Nordeste.
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Econ?o, j?os estertores do governo JK, recomendou a cria磯 de um ?o que veio a ser a Sudene.
Por tr?de tudo estava o paraibano Celso Furtado, membro do estafe do BNDE.
 

ADAM WERBACH  VEJA 27 DE AGOSTO, 2008
ex-presidente do Sierra Club, a maior organiza磯 ambientalista dos Estados Unidos:

Mais do que o fim das esp飩es, 頡 nossa civiliza磯 que est?mea硤a
(e h?lgo a opor a isso, ora pois?)

JULHO 2008 OS BAR?S DO PETR?EO
m?a apela IMPLORA por medidas para limpar o mercado petrol?ro
Os bar峠do petr? e a especula磯 financeira
m?a clama IMPLORA por medidas para limpar o mercado petrol?ro
 

banco de dados: as not?as falam por si. eis um elenco do alt?imo pre篠pago para Brasil e brasileiros chegarem a 2008 famintos de ordem e progresso. Mas a pergunta que n?descola deste dossi? como exposto nas premissas de Roberto Anton Wilson, R. Buckminster Fuller, Peter Singer e Masanobu Fukuoka - 鼢>: que progresso? que futuro com este progresso? ser?ue n?existe mais nada na vida al魠de consumo e posse e mais consumo e mais posse e... ?...

 

REVISTA DO IBEF INSTITUTO BRASILEIRO DE EXECUTIVOS DE FINAN∥S
N?ERO 17 2008
?ica, ambi磯 e economia
"Por gan?ia, a especula磯 tomou conta dos mercados de capitais provocando efeitos devastadores [e] mesmo nos Estados Unidos cresce neste momento a legi? dos famintos, dos marginais, dos loucos e desesperados. (...) Por gan?ia, o plantio e a industrializa磯 de alimentos [Os] mant?impregnados dos mais t詣os componentes qu?cos (...). Por gan?ia, os projetos de energia solar, e?a e outras renov?is e limpas permanecem em banho-maria enquanto os lobbies da ind?a f?l fervilham pelos congressos. {...} Fomos educados para o ego?o, para a mensura磯 de nosso potencial atrav鳠do sucesso individual. Essa perspectiva nos coloca um cabresto na consci?ia, limitando nossa vis?e emburrecendo nossas possibilidades de contribuir com o todo. Quem ultrapassa os limites do que 頪usto est?penas vitimado por essa s?rome do n?ver. Precisa e merece ser despertado, libertado desse medo do fracasso, dessa ilus?de que 頰oss?l ser feliz sozinho." (Christina Carvalho Pinto, presidente do Grupo Full Jazz de Comunica磯 e l?r da plataforma multim?a Mercado ?ico).

Contradi絥s aos montes, n?em termos - qual 頯 trabalho dos bancos: financiar o desenvolvimento econ?o? Especular? Do que 頱ue estamos falando afinal? Na hora H todos demonstram saber a li磯 de cor e a palavra m?ca do pecado capital - gan?ia, como se a quest?de base n?fosse justamente essa, e como se em neg?s como em pol?ca ainda fosse poss?l algu魠ter sucesso sendo honesto, como demonstram as not?as, que falam por si, neste dossi?/font>

Jean Baudrillard, 1990: N?h?at?rofe. Vivemos em suspense. Ficamos negociando essa cat?rofe.
 

ROBERTO POMPEU DE TOLEDO   VEJA 10 DE NOVEMBRO DE 2004
O AVANǐ DA NAU DOS INSENSATOS NAVILOUCA

                                                                               SHIP OF FOOLS
MENTIR A RESPEITO de armas de destrui磯 em massa para justificar a guerra contra o Iraque, isso n?頩moral. Produzir 100 000 mortos no Iraque, na maioria mulheres e crian硳, (...), isso n?頩moral.
Oitenta e tr?por cento dos americanos, segundo sondagem do ano passado, acreditam que Jesus nasceu de uma virgem e 28% cr? na teoria da evolu磯. Cinquenta e oito por cento acham que s?endo em Deus se pode ter senso moral. No entanto... A Maioria 頴amb魠a favor da pena de morte e do direito a portar uma arma.

SARAMAGO 1997
"A grande palavra que se est? precisar nem 頡 paz, 頧n?", disse o escritor Jos頓aramago em entrevista publicada hoje no suplemento "Prosa & Verso" do jornal "O Globo", do Rio de Janeiro.

"A viol?ia 頣ondi磯 de sobreviv?ia das esp飩es, mas h?ma esp飩e que acrescentou ?iol?ia a crueldade, a nossa esp飩e. O homem 頯 飯 animal cruel que de fato existe."
...

Saramago prop堮a entrevista uma "revolu磯 da bondade" como forma de resolu磯 dos problemas de um mundo "terr?l".
"Claro que isto nem 頵ma utopia, 'e um disparate", assinala, antes de observar que "a consci?ia de que isso n?acontecer??nos deve impedir, cada um consigo mesmo, de fazer o que pode para reger-se por princ?os 鴩cos".
 

Jornal do Brasil 14 de mar篠1993
PADR? DE VIDA ?O PIOR EM 20 ANOS
FALTA DE INVESTIMENTOS E DE CRESCIMENTO AFETA A QUALIDADE DE VIDA E FAZ PA? VIVER COMO SE TIVESSE ACABADO DE SAIR DE UMA GUERRA
S? ?a d飡da deixaram de ser investidos no Brasil US$ 600 bilh峠em fun磯 da recess? infla磯 alta e da instabilidade pol?ca e econ?a.
O n岯 de empregos 頱3,8 por cento menor que o de 1985, segundo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat?ica)
Renda per capita em 1991, de US$ 1912, era cerca de um ter篠menor que a de argentinos e chilenos.

Jornal do Brasil 30 de maio 1993
GOVERNO DESPERDI∥ US$ 33 BILH?S
Levantamento do Minist鲩o da Fazenda
apenas 40 por cento de recursos liberados pelo governo chegam a seu destino - o restante 頤esviado "ou se perde no meio do caminho" [o que parece querer dizer o mesmo].
O problema 頡tribu? ao desmantelamento promovido pela reforma administrativa do governo Collor dos ?os de controle interno do governo respons?is pela fiscaliza磯 e avalia磯 dos gastos.
O MINIST?IO DA FAZENDA RECONHECE QUE A MUDAN∥ FACILITOU A ATUA?O DO ESQUEMA DE CORRUP?O MONTADO POR PAULO C?AR FARIAS, O PC, QUE CONTROLOU, SEGUNDO DADOS DO ESTUDO, 30% DO OR∥MENTO P?LICO.
 

?OCA 7 DE JULHO DE 2008
O pre篠do diesel aumentou 17 por cento na ?dia em 2008
Estima-se que 70 por cento da economia indiana dependa dos caminh峮
A VOLTA DA GUERRA FRIA
Enriquecida por conta da alta do petr?, a R? n?p? de investir no aumento de seu poderio militar. Os gastos com defesa no ano passado chegaram a US$ 35,4 bilh峮

veja 27 de agosto, 2008
A POUPAN∥ DO PR?SAL
Ricardo HAUSMANN, professor de Harvard
Ricardo HAUSMANN, professor de Harvard veio ao Brasil apresentar o estudo
IN SEARCH OF CHAINS THAT HOLD BRAZIL BACK
IN SEARCH OF CHAINS THAT HOLD BRAZIL BACK
IN SEARCH OF CHAINS THAT HOLD BRAZIL BACK

feito sob encomenda do Centro de Lideran硠P?a.

[Brasil precisa de] Acelerar o crescimento, que ainda 頴?do.
Descontado o aumento da popula磯 economicamente ativa, o crescimento real tem sido de 1 por cento, um dos piores resultados de toda a Am鲩ca Latina.
Principal entrave: falta de poupan硠do setor p?o. O Estado deveria gastar menos do que arrecada.
O Brasil possui hoje a maior carga tribut?a entre todos os pa?s emergentes e mesmo assim as contas p?as s?deficit?as.
[todo mundo fala o mesmo - juntar]
O motivo pelo qual a taxa de c?io chinesa 頣ompetitiva 頱ue a China possui uma taxa de poupan硠elevada.
 

                      

Money makes the world go around.
Tudo 頵ma quest?disso mesmo: 
GS  ALIMENTA?O ENERGIA 

GUERRA  OU  PAZ.

b a n c o  de  d a d o s :    os   fatos   falam   por   si

                                     CRISE 2008

   DE CRACK EM CRACK ENCHE A COMANDITA O PAPO

                     

b a n c o  de  d a d o s :    os  fatos  falam   por   si

Dossi?font> A Fome No Mundo e os Canibais
revoluciomnibus.com


Robert Anton Wilson d? bote em The Illuminati Papers:
                        N?existe crise de energia. O que h? uma muito mais terr?l e tr?ca crise de intelig?ia.
 

Michael Douglas 頯 nome do homem. O pai, Kirk Douglas,  foi o nome nos anos de maior consagra磯 do cinema.

Est?m Paths of Glory e Two Weeks in Another Town. Era o cara. Era a cara. A cara de aut?ico tough guy. 

Seu filho tamb魮 O t?co cafajeste anos 1980, du c?de chez Wall Street, com muito speed e tes?ou vice-versa.

E 頡ssim que se faz a hist?. A dinastia Douglas. Kirk foi ao cume do pesadelo em Duas Semanas Noutra Cidade. O artista faz sua ?a viagem cinematogr?ca em Cinecitt?ou seja,  Kirk Douglas filma seu auto-retrato, um diretor em crise que precisa voltar ao sucesso a todo o custo e se estrepa.

Tulio Kesich pintou o quadro da dolce vita em Roma cidade aberta porque uma das duas grandes capitais do cinema em que a maior delas mant魠uma sucursal: Kirk filma ali filmes em s鲩e, a culminar com Spartacus, outro path of glory de Stanley Kubrick.

Nos tempos da dolce vita, Cinecitt?ava trabalho a meia Roma. Foi o per?o  ?eo da Hollywood sul Tevere, quando nos est鯳 falava-se predominantemente ingl?e nos restaurantes da cidade via-se com frequ?ia divos de Hollywood, ?ezes com muitas garrafas vazias em frente - uma imagem t?ca dos anos 50?span>

 Vincente Minelli capta Kirk Douglas assim allora: o cineasta Minelli-Douglas em crise porque tem de vencer a todo o custo e se estrepa.  Algu魠a?e lembra de algum grande filme de Kirk Douglas em que ele tenha feito o cara de sucesso? Detective Story, de William Wyler: Douglas pai, dur?cheio de moral, acaba dur?sem moral nenhuma.

Fracasse.  Fracasse outra vez.   Fracasse melhor.                          Samuel Beckett

Kirk uma das caras do cinema americano 1950. O filho a cara de 1980.  Ou ao menos ao estilo papa-tudo de Wall Streets  em Duas semanas e 1/2 semanas de amor. 

Edgar Lessa, narrador de outro item deste omnibus  em bookman old style:

Em verdade, mal passada uma d飡da parecia que os anos 60 tinham acontecido ? 鰯ca do nascimento de Huxley. De drogas psicod鬩cas, por exemplo, nem p Mas p?via aos montes. Cada vez mais hero? e coca?, a droga da efici?ia que ajudou a polir as pujantes bolsas de valores interligadas por computadores na era de Thatcher e Reagan e do FIM DA HIST?IA de Francis Fukuyama.

No para? materialista neoliberal n?h??ano para sonhos e o lema 麠quem busca a utopia traz consigo a barb?e. Os yippies foram substitu?s pelos yuppies, com Jerry Rubin de terno e gravata como consultor de investimentos na mesma Bolsa de Valores de Nova York em que nos anos 60 queimara uma nota de d? simbolizando a brusca transi磯 da inoc?ia para um pesadelo de Wall Streets em sess?dupla que abria com um filme s鲩e B do tempo em que Huxley chegou a Hollywood: Nancy e Ronald Reagan como atra絥s num bangue-bangue em que a dada altura surge um misto de presidente de rep?a de bananas e poderoso traficante de coca? ao servi篠dos cart驳 de Cali e Medellin colaborando com a CIA na luta anticomunista na Am鲩ca Central. Como nos anos 60, quando aeronaves militares americanas transportavam hero? do Tri?ulo Dourado para o Laos em troca da ajuda dos narcotraficantes locais na luta contra os vietcongs e os khmers vermelhos do Camboja.

                                    

O simulacro instalou-se nos anos 80 e s?sua caricatura Reagan, Thatcher, M. Jackson, Cindy Lauper, Madonna e a r鰬ica de Umberto Eco que produziu romances simulacros de semiologias. Mass-m餩atisation ab?sante/renovada f頣ega coletiva na ideologia do mercado.

 

ENQUANTO ISSO... revistas de grande informa磯 em papel cuch? que s?como que o ? das classes m餩as supostamente esclarecidas escarrapacham o SHOW. O BRASIL D`SHOW no futebol, na F1, no v? e tamb魠no agrobusiness, nas reservas de petr? e Sol e solo f鲴il - na base do em se lan确do ?erra, d? e na siderurgia e minera磯. Ap?m quarto de s飵lo de secura elas andam em palpos de aranha para extravasar a sua VONTADE DE POT?CIA, de se sentir GRANDE - GIGANTE, eis a?nfim o GIGANTE DO AMANHàpara disputar pau a pau com R?s, Indias, Chinas e o que vier a supremacia global.

Tudo resum?l reduz?l ?xpress?mais simples - equa磯 鍍 t?simples, t?f?l, que quando se quer falar disso p孳e seres sencientes como um macaco a dar li絥s de como tudo se apresenta. 

     Talvez Porque somente com a no磯 da sua Ess?ia o homem pode deixar de ser muitos macacos - versos de P.B.Shelley que Aldous Huxley p堮a boca de Alfred Poole, professor de Ci?ias Naturais em O Macaco e a Ess?ia.

     Mas o pensamento 頳ervo da vida e a vida um joguete do tempo/ E o tempo que 頳enhor do mundo deve parar. Depois de Milton e Tennyson, Shakespeare 頯 inspirador do t?lo-tema do novo romance em que Huxley reflete sobre passado, presente e o futuro, para ele seriamente comprometido pelo cont?o repisar de erros do passado por um sistema pol?co-religioso que faz com que a raz? o respeito pelos outros, os valores do esp?to estejam nas f?rias da vontade coletiva, que tem o vigor f?co de uma divindade mas mentalidade de um delinquente de 14 anos.

Albert Hofmann acompanhou a participa磯 de Huxley numa confer?ia sobre superpopula磯, recursos naturais e escassez de alimentos que se realizou em Estocolmo dois meses antes da sua morte e recordou-a da seguinte forma:
Huxley prop? explora磯 e aplica磯 das capacidades ocultas e ainda inexploradas do ser humano. Uma ra硠humana com mais capacidades espirituais altamente desenvolvidas, com consci?ia expandida da sagacidade e da incompreens?l maravilha do ser, teria tamb魠uma maior compreens?e maior considera磯 pelas funda絥s biol穣as e materiais da vida na terra. Sobretudo para a popula磯 ocidental, com a sua racionalidade hipertrofiada, o desenvolvimento e expans?de uma profunda experi?ia emocional da realidade, desobstru? de palavras e conceitos, seria de grande significado para a evolu磯.
 

            Causas da emerg?ia alimentar

Este cap?lo do

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exp堤icas dos Estados Unidos, Jap? Inglaterra e Brasil e a evolu磯 das quest峠relativas a agricultura, alimenta磯, demografia (Malthus or not Malthus), ecologia, fontes de energia e jogo c?co, hip?ta dos pressupostos da Civiliza磯 com pontos de vista do Mundo e enfoque no Brasil de Cabral ? timbalada de Carlinhos Brown - como exemplo. Por exemplo.

Robert Anton Wilson d? mote das premissas de A Fome No Mundo e os Canibais:

         Apesar de tanta gente usar as SMART DRUGS (...) a estupidez humana da maioria das pessoas, pelo menos nos EUA, cresceu cada vez mais. Atribuo o fato a uma pol?ca deliberada de estupidifica磯 da popula磯 que a nossa Elite regente instigou (...).
          Os males do mundo, que envolvem a fome maci硠assim como a eros?das liberdades individuais.
          Duas pessoas eminentemente inteligentes, R. Buckminster Fuller e Werner Ehrard, propuseram que podemos e devemos abolir a fome at頯 final deste s飵lo. [s飵lo XX] Este objetivo 頲acional, pr?co e desej?l, de modo que, naturalmente, foi denunciado como ut?o, fant?ico e absurdo.
        ... se gastaria muito menos dinheiro em tremendas imbecilidades organizadas como a corrida aos armamentos, sobrando bastante mais para investir em projetos fomentadores de vida.
           O dr. Nathan Kline (...) predisse no livro Psychotropic Drugs in the Year 2000 que dentro de 20 anos teremos drogas para estimular ou suprimir qualquer emo磯, drogas para prolongar ou encurtar a inf?ia, drogas para manipular o comportamento materno, etc. (...) [As pessoas] mais inteligentes as usar?de modo mais inteligente, isto 鬠para aumentar a sua pr?a liberdade neurol穣a, desprogramar os seus programas irracionais e em geral expandir a consci?ia e aumentar a intelig?ia.
           [N]? existe raz?para crer que pessoas libert?as e humanas n?possam usar estes conhecimentos [formulados por Walter Bowart no ensaio Operation Mind Control, baseados na premissa de que "Modifica磯 do Comportamento aliada aos neuroqu?cos 頭ais eficaz do que apenas a Modifica磯 do Comportamento", R.A.Wilson] para descondicionar e desprogramar, em vez de unicamente para recondicionar e reprogramar.
          a aboli磯 da pobreza, a economia da abund?ia para todos, o fim da competi磯 territorial por recursos limitados conducente ao ciclo da guerra, atingir a longevidade e eventualmente a imortalidade. Todas estas competi絥s do segundo circuito (como Leary lhes chamaria) resultam das puls峠mam?ras b?cas: paix? status, territ? (propriedade).
            Como resolver ent?os problemas que afligem este planeta? N?atrav鳠da pol?ca, esse ritual mam?ro irrelevante. Resolveremos os nossos problemas atrav鳠de tecnologia melhor, mais barata e mais eficiente; e especialmente atrav鳠da migra磯 para o espa篬 da tecnologia da consci?ia e aumento da intelig?ia, e do prolongamento da vida.
             (...) Ap?stas experi?ias come硲emos a passar gradualmente de rob?otais para autoprogramadores.

              Temos o azar de pertencer a uma esp飩e mam?ra dotada de tecnologia suficiente para tornar estas futricas crescentemente oniletais. Mas isto sucede provavelmente em todos os planetas sustentadores de vida durante a evolu磯 do estado mam?ro para a verdadeira intelig?ia. Encontramo-nos apenas a meio do ciclo evolucion?o da nossa estrela e nos ?os milhares de anos j?ome硲am a surgir formas mais avan硤as em mutantes ocasionais.
              [Ezra Pound torna claro que] n?acredita, como a maioria dos Ut?os, que a reforma do mundo 頭eramente uma quest?de conseguir que suas id驡s pol?co-econ?as ganhem aceita磯 generalizada. A consci?ia superior, a sensibilidade sutil, devem surgir primeiro, antes de poder manifestar-se a "ordem c?ca". 
              Aqueles que pensam que a subordina磯 de Pound ?conomia fascista * significava uma devo磯 ?ol?ca fascista confundem completamente a quest?
* Tratava-se principalmente de uma submiss??d驡 de dinheiro n?gerador de juros cunhado pelo Estado como distinto da pr?ca corrente na qual 72% de todo o "dinheiro" existe apenas em livros de contabilidade e serve como d?da geradora de juros para banqueiros privados.
             (...) Todos os fatos da Ci?ia foram outrora Danados, todas as inven絥s foram consideradas imposs?is. Todas as descobertas foram choques nervosos para alguma ortodoxia. Todas as inova絥s art?icas foram denunciadas como fraudulentas e levianas. Toda a malha da cultura e do "progresso", tudo quanto na terra 頦eito pelo homem e n?nos 頤ado pela natureza, constitui a manifesta磯 concreta de algum homem recusando a submeter-se ?utoridade. Se n?fossem os rebeldes, os recalcitrantes e os intransigentes, n?ter?os mais, saber?os mais e ser?os mais do que os primeiros homin?os. Como disse em verdade Oscar Wilde, "A desobedi?ia foi a virtude original do homem".
             O desemprego n?頵ma doen硬 donde n?ter cura.
             Vejo o jogo do poder como assentado em tr?n?is de for硠e fraude (...) o mais antigo e ainda o mais forte: a extors?praticada pelo governo, o monop? da for硼/i> (militar, policial,  etc.) que permite o grupo governante receber tributo (impostos) das massas escravizadas ou iludidas.
o de segundo n?l: a extors?praticada pelos senhorios, o monop? mam?ro do territ?, o arrendamento 頦ilho do fisco, o segundo grau do mesmo esquema de extors?
O de terceiro n?l, historicamente mais recente: a extors?da usura, o monop? da emiss?de moeda, que permite aos senhores do dinheiro receberem tributo (juros). (...) a maioria das pessoas que se dedicam a estas pr?cas nefastas s?pouqu?imo propensas a reconhecer o que realmente fazem, pois encontram-se viciadas nas mesmas hipocrisias que o resto da humanidade, acho que todos os grupos poderosos acreditam sinceramente que o que est?fazendo 頢om, e que quem os atacar s?de ser um louco revolucion?o.

               

                            CARDPIO DE 2008
 

SECURITIZA?O A LA BELLE MEUNI?E & DERIVATIVOS EX?ICOS

bolhas de irracionalidade financeira

securitiza磯 irrespons?l e a prolifera磯 cancerosa de derivativos ex?os

BLINDAGEM        COURA∥

cr餩tos podres

WaMu

ativos t詣os

instrumentos monet?os ex?os

t?los prime junto com subprime

securitiza磯 com ajuda de derivativos

fundos de investimento criativos

tsunami credit?o

 

Dossi?font> A Fome No Mundo e os Canibais revoluciomnibus.com


Robert Anton Wilson d? bote em The Illuminati Papers:
                        N?existe crise de energia. O que h? uma muito mais terr?l e tr?ca crise de intelig?ia.
 

E Aldous Huxley tamb魮 Como se constata abaixo, em trechos de

          huxley na fome do mundo

                                   

tamb魠composto de trechos de de outro item deste omnibus 

            Mas Antic Hay d?amb魠ar de seriedade ?bordagem pioneira de problemas como o da superpopula磯 do planeta e da crescente influ?ia da propaganda na sociedade moderna, explorando os pontos fracos do consumidor e do eleitor, ou vice-versa, porque dariam no mesmo. Por toda a vida Huxley escrever?obre essas quest峬 dois dos focos centrais de suas preocupa絥s.
            Em carta ao pai diz ter procurado refletir em Antic Hay o 鯬ento despeda硭ento de quase todos os padr峬 conven絥s e valores prevalecentes? at頡 guerra.


...

           ?a Am鲩ca que lhe causa maior impacto, pelo que se depreende de Jesting Pilate: An Intellectual Holiday, t?lo sintom?co tratando-se de um workaholic, onde registra tanto o agrado pela 贲avagante generosidade堍 vitalidade dos americanos como o desencanto com a forma como se comportam em p?o: ?enhum outro lugar, talvez, se conversa t?pouco... Tudo 頍 movimento e barulho, como ?a do banho a escoar ?o ralo. Sim, pelo ralo.?             Aumenta o pessimismo de Huxley em rela磯 ao futuro da Europa com a constata磯 a olho nu de que, com a americaniza磯 do mundo, haver?uma radical altera磯 para pior dos padr峠estabelecidos?eadamente no campo da cultura e da arte, que segundo ele tendem a mediocrizar-se com a progressiva massifica磯 atrav鳠 dos meios de reprodu磯 mec?ca.

            O livro 頰ublicado logo ap? regresso ?uropa, em 1926, quando j?ngendra os pr詭os lan硭entos. Em Proper Studies, colet?a de ensaios publicada no ano seguinte, aborda quest峠de natureza pol?ca de que se ocupa tamb魠em cr?as para jornais e revistas. Fala do impacto da automatiza磯 na sociedade e critica o excessivo investimento em especializa磯 no ensino, baseado na produ磯 em massa de cidad? alienados e frustrados pelo pr?o embrutecimento.
            ?cetismo perdeu o direito de cidadania e a auto-gratifica磯 excessiva tornou-se uma virtude social?clama, aturdido com a desumaniza磯 da sociedade em fun磯 do aumento da competitividade e do consumo.
            Quest峠que desloca para a fic磯 em Point Counter Point (Contraponto), publicado em seguida j?omo obra de mestre, desta vez t?ousado na forma como no conte?ambos de vanguarda. A cr?ca mais conservadora continua a patear o destempero do escritor ao discorrer com o 害amento ?olta?re sexo, pol?ca e organiza磯 social. Mas para ela Huxley agora foi al魠da conta, ao romper tamb魠com o romance tradicional. Ele 頵m dos primeiros romancistas a refletir os efeitos de uma revolu磯 chamada James Joyce.
            Phillip Quarles 頵m escritor que tenta um romance a que pretende dar a estrutura e a flu?ia narrativa da Su? N岯 2 de Bach, com a ? da fuga? a servir de esteira para uma tentativa de ?sformar um distanciado cepticismo intelectual numa vida rodeada de harmonia?m a sua contraparte, Mark Rampion - moldado no aplomb mais espiritual de D. H. Lawrence -, em contraponto, Quarles discute a impossibilidade do amor, da comunica磯 e da arte numa sociedade excessivamente racionalista e materialista. Para o romancista dentro do romance, a humanidade caminha 鲥tamente para o inferno堯 papel dos pol?cos, 勞s, sem exce磯?o de ?levar para o abismo?m o progresso industrial e o homem reduzido ao papel de extens?da m?ina, o problema passa a ser de ?ologia individual?to 鬠de um reencontro do homem com os princ?os da sua natureza, para que ?viva apenas como trabalhador industrializado mas tamb魠como ser humano?mo pondera um romancista pela boca do outro.

            Esqualidez, abismo, inferno...

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            Inspira-se no pref?o de George Bernard Shaw a Back to Methusaleh, de 1921, em que o dramaturgo irland?renega a pr?a trajet? no que chamou de 婯 s飵lo infiel?desacato aos valores do seu tempo de juventude ?nal a mesma longa era vitoriana -, para dizer que, de todo modo, teve fortes ?vos para n?querer que o mundo tivesse um significado?> ?... a filosofia da falta de significado era essencialmente um instrumento de liberta磯 de um certo sistema de moralidade. Faz?os obje絥s ?oralidade porque ela ia interferir na nossa liberdade sexual. Os apoiantes deste sistema diziam que ele incorporava o significado ?ignificado Crist? insistiam ? mundo. Havia um m鴯do admiravelmente simples de contestar essa gente e nos justificarmos na nossa revolta er?a: negar?os que o mundo tivesse algum significado.?>             Huxley defende uma revolu磯 no ensino para que as escolas invistam no potencial humano, deixando de ser f?icas de produ磯 em s鲩e de especialistas despersonalizados e passando a criar cidad? educados para a liberdade, intelig?ia e coopera磯 respons?l e volunt?a e n?para a aceita磯 passiva da tradi磯, tendo apenas como escolha as vias do poder ou da subordina磯. O pensador n?abdica, impl?ta ou explicitamente, do antigo conceito proto-iluminista de poder de uma ?e esclarecida? t?pouco renuncia ao do primado da individualidade sobre a uniformidade do rebanho de aut?os. A aposta no potencial humano, baseada no poder criativo e de imagina磯 de cada indiv?o, 頥 continuar?endo um ponto cardeal da filosofia de Huxley, baseada na necessidade de uma mudan硠profunda na forma磯 dos cidad? para a mudan硠de rumo de toda a sociedade. Uma utopia desmedida que ainda o ir?eixar a bradar como louco no deserto. Ou no manic?.
            No cap?lo A Natureza da Guerra o autor aponta para a maior contradi磯 dos estatutos da Liga das Na絥s, antecessora da Organiza磯 das Na絥s Unidas: a de s?mitir como membros pa?s que tenham ex鲣itos, pressupondo que devem estar preparados para a guerra e n?para a paz. Um claro sinal do verdadeiro esp?to dos governantes, estando-se, como tudo indica em 1937, na imin?ia de um novo conflito b鬩co. Mais uma prova de que o homem nunca se prontificou a encontrar uma alternativa para a guerra, argumenta.
Quanto aos meios de comunica磯 de massa Huxley 頲adical: sua qualidade m餩a 頴?baixa que deveriam ser controlados ou proibidos. A alternativa seria educar as pessoas para terem sentido cr?co em rela磯 ?mensagens que eles transmitem.
            Mas a sua mensagem de fundo 頡 de desprendimento. Para mudar a condi磯 humana 頮ecess?o que, participando intensamente do jogo da vida, o indiv?o aprenda a distanciar-se e a desembara硲-se dos la篳 emocionais e materiais que arru?m a sua exist?ia. Huxley, que assume sem pejo uma nova utopia ?ra positiva, se o quisermos -, declara que, para todos os efeitos, os meios nunca justificam os fins. E que h?utros meios e fins a ser alcan硤os, al魠das malhas das emo絥s baratas e dos bens materiais em que estamos enredados.
...

instrumentos de controle e expans?do poder nas sociedades mais evolu?s do Ocidente na que caracteriza como a Era do Barulho ? Barulho f?co, barulho mental e barulho de desejo, com a tecnologia ao servi篠 de uma campanha de agress?ao sil?io, criando ?ia de lavagens emocionais a cada dia ou mesmo a cada hora.
            E como os novos meios de comunica磯 de massa vivem de publicidade, o barulho 頍 levado do ouvido, pelos dom?os da fantasia, do saber e das sensa絥s, ao ?go da vontade e do desejo.
            Propagada pelo som ou impressa, toda comunica磯 publicit?a tem apenas um objetivo ?bloquear a vontade do sil?io pleno. Falta de desejo 頡 condi磯 b?ca da entrega e ilumina磯. A condi磯 b?ca do sistema de produ磯 em massa em constante expans?e tecnologicamente progressivo 頡 ?ia universal. A publicidade 頯 esfor篠organizado para expandir e intensificar as obras dessa for硠que (como todos os santos e professores das mais altas religi峠sempre ensinaram) 頡 principal causa do sofrimento e do mal-fazer e o grande obst?lo entre a alma humana e o Terreno Divino.

Aldous escreve ao mesmo tempo a apresenta磯 de uma nova edi磯 de Admir?l Mundo Novo, em que diz que, embora tristemente seguro de que no passado a sanidade foi fen?o raro, est?onvencido de que ela pode ser alcan硤a no futuro. E por o ter afirmado em v?os livros, e sobretudo por ter compilado uma antologia do que disseram os s? sobre a sanidade e todos os meios pelos quais ela pode ser alcan硤a, um eminente cr?co acad?co disse consider?o um triste sintoma do desaire da classe intelectual em tempo de crise.
            Implicando isto, suponho, que o professor e os seus colegas s?hilariantes sintomas de sucesso. Vamos ent?erguer um Pante?para os professores. Deveria situar-se entre as ru?s de uma das estripadas cidades da Europa e do Jap? e sobre a entrada para o ossu?o inscrever?os em letras de mais de um metro estas simples palavras:

                               


           
Argumenta que ao escrever Brave New World baseou-se na id驡 de um estado totalit?o eficiente em que os todo-poderosos executivos dos chefes pol?cos e o seu ex鲣ito de gerentes controlariam uma popula磯 de escravos sem precisar de os coagir, porque eles amariam a servid?
            Enumera os m鴯dos revolucion?os pelos quais os cidad? do seu mundo ut?o globalizado foram domesticados e conclui: parece que a Utopia est?ais perto de n?o que ningu魬 h?penas quinze anos, poderia imaginar. Parece-me agora bastante poss?l que o horror que projetei para seis s飵los depois nos caia em cima em apenas um s飵lo.
 

...


 quando 頬an硤o o novo romance de Huxley, Ape and Essence, e explode no mercado editorial o mais recente de George Orwell, seu antigo aluno na escola secund?a de Eton.
            1984 fala de um mundo ?rimeira vista muito mais aterrorizante que o de Brave New World, porque numa esp飩e de ditadura do proletariado stalinista o Grande Irm?tudo v? controla atrav鳠de c?ras e todos os cidad? s?for硤os ? obedi?ia n?atrav鳠de uma droga indutora de apaziguamento mas da for硠 bruta. Mas em carta a Orwell o ex-professor ressalta: Acredito que at頡 pr詭a gera磯 os l?res mundiais ir?descobrir que condicionamento prim?o e narco-hipnose s?mais eficientes como instrumentos de governo que porretes e pris峬 e a lasc?a do poder ser?otalmente saciada pela indu磯 das pessoas a amar a servid?e n?por for硭las a obedecer atrav鳠de a篩tamentos e cacetadas.
 

...

            Em Regresso ao Admir?l Mundo Novo, de 1958, Huxley faz um balan篠em 12 ensaios da evolu磯 do mundo desde a publica磯 do seu romance mais famoso. A conclus?a que chega 頡 de que muito antes do fim do primeiro s飵lo depois de Ford est?inda menos otimista do que no tempo em que o imaginou. O pesadelo da organiza磯 total, que situei no s鴩mo s飵lo d.F., est?os esperando ao virar da esquina.
            Armas nucleares, Guerra Fria e sobrepopula磯 s?novos ou antigos problemas a transformar a vida dos cidad? num pesadelo, acrescidos do cada vez maior poder corporativo no aparelho de Estado e da publicidade e propaganda pol?ca sobre a popula磯, atrav鳠dos meios de comunica磯 de massa, al魠do crescente uso de tranquilizantes. Uns exercendo a fun磯 da hipnop餩a, outros o do soma do Brave New World. Num universo dominado por jingles publicit?os os homens perdem toda a no磯 de liberdade e individualidade e tornam-se presas de prazeres vol?is.
            D?-me hamb絥res e televis?e n?me encham a paci?ia com as responsabilidades da liberdade - eis o lema comum.
            E cita o trecho do epis? de Os Irm? Karamazov, de Dostoievski, em que o Grande Inquisidor sublinha:
            Porque nada jamais foi t?insuport?l para um homem ou uma sociedade humana que a liberdade.
            Ainda assim Huxley insiste em propostas para a melhoria das condi絥s de vida da humanidade, como reformas pol?co-administrativas para uma descentraliza磯 do poder num auto-governo respons?l atrav鳠de grupos de representa磯 pol?ca direta que teriam por princ?os b?cos a n?viol?ia e a resist?ia ? guerra.
 
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     Orwell acertou em cheio na vigil?ia ostensiva dos olhos do Big Brother atrav鳠 das c?ras onipresentes que o rebanho ignaro aceita sem questionar, convencido de que, ao inv鳠de uma invas?de privacidade e cerceamento do direito de ir e vir em liberdade de esp?to, aquilo est?li para proteg?o.

     Falhou apenas (por pouco) no prazo. Huxley, de esperto, esticou o el?ico at頭eio mil?o depois de 1930.  Mas parece ter acertado no ponto em que o que se vive n?頡 ditadura do porrete mas a indu磯 a aceitar-se tudo como 頰orque tem de ser - porque h?uem tenha fortes interesses em que assim seja e tem poder para impor o que quer que os outros vivam e desejem. (A Era do Petr? 頳? dos exemplos evidentes.)  Hipnop餩a, chamou ?飮ica de controle da massa atrav鳠da educa磯.

     Este banco de dados reproduz v?as dicas pelas quais se confirma que uma das leis b?cas de uma economia saud?l pelo atual regime 頡 de que a popula磯 consuma muito mas sem extrapolar porque h?ue fazer como os bisav?poupar, pouco que seja - v?20 por cento do que se ganha.

     N?頩sso ent? - algo em que nem se tem insistindo muito entre os especialistas da casa no Brasil porque a escassez foi t?grande e o atraso 頴anto! Uns 20, vinte e poucos porcentozinhos de taxa m餩a de poupan硠n?seria a lei? Um p魤e-meiazinho para enfrentar poss?is crises - sei l?uma doen确..

     Pois ent?o que faz especialistas dizerem que

"A ?dia tem se mostrado mais aberta ao consumo, mas como a China tem uma taxa de poupan硠muito alta que deveria ser canalizada para o gasto do consumidor, contribuindo assim para o fortalecimento geral da economia"

 N?dou a m?ma para se a mula manca - money makes the world go around e a regra 頡 do fortalecimento geral da economia pouco importando o que e quanto o indiv?o compra ou que exploda na farra do consumo e consumismo a bem dizer a troco de nada para ele e tudo para os sustent?los do regime. Vale aqui tamb魠a met?ra de Marco Ferreri no filme La Grande Bouffe - e que se explodam de gula!

Lembre-se - ou flashback - ou vedi retro:

 27 de agosto, 2008
Ricardo HAUSMANN, professor de Harvard veio ao Brasil apresentar o estudo
IN SEARCH OF CHAINS THAT HOLD BRAZIL BACK
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feito sob encomenda do Centro de Lideran硠P?a e declarou a Veja:

O motivo pelo qual a taxa de c?io chinesa 頣ompetitiva 頱ue a China possui uma taxa de poupan硠elevada.
 

Contradi絥s em termos? Paradoxos?

Paroxismos.

Beckett explica.

Beckett explica. Contradi絥s aos montes e o problema n?est?as contradi絥s mas em que o Sistema, Establishment ou o que seja tem conseguido impor a no磯 de que se baseia em princ?os s鲩os e coerentes quando ao que se constatou mais uma vez de forma talvez mais contundente com a crise dos CR?ITOS PODRES...

e de pensar no que o outro poeta chamou  PODRES PODERES...

uma das leis b?cas de uma economia saud?l pelo atual regime 頡 de que a popula磯 consuma muito mas sem extrapolar porque h?ue fazer como os bisav?poupar, pouco que seja - v? 20, vinte e poucos porcentozinhos de taxa m餩a de poupan硠n?seria a lei? Um p魤e-meiazinho para enfrentar poss?is crises - sei l?uma doen确..

... tempo dos bisav? onde eles ainda estavam at頳erem acordados do sonho milenar embebidos em mantras e preceitos dos seus arca?os de que nem Guerras do ?io os tinham acordado primeiro pelo sonho/pesadelo vermelho anticonfucionista  e agora pelo das bugigangas artesanais s飵la-e-seculares reproduzidas em s鲩e e com materiais mudernos mais as bugigangas pirateadas pelas e para as subculturas de chungaria (coisa vagabunda, ordin?a, segundo Mauro Villar in Dicion?o Contrastivo Luso-Brasileiro, Editora Guanabara, Rio de Janeiro, 1989) tornou-se o c嬯 do hiperkitsch ou muito megabrega e quando (vide o tempo de A Condi磯 Humana, a aurora da sanha nacionalista) viviam se bem, quando bem, de bens essenciais e t?de - s?induzidos a - consumir pela l穣a de mercado e para o bem do capitalismo de consumo.

Pier Paolo Pasolini, 28 de mar篠de 1974, il Mondo: Para os grandes centros capitalistas internacionais Portugal deveria por for硠deixar de ser aquela sociedade severa, parcimoniosa, arcaica e entrar na roda viva do consumismo hedonista. Pier Paolo Pasolini, in Corriere della Sera, 10 de junho de 1974, Gli italiani non sono pi?lli Considero pior o totalitarismo do capitalismo de consumo que o totalitarismo do velho poder.

 

todo beb?abe
tudo o que se faz 頥m fun磯 da comida, que 頯 que nos mant魍 na vertical. O homem dito civilizado nem se toca e vive na ilus?de que 頡 piscina, a Ferrari ou a gostosona do peda篮 O homem dito sapiens sapiens curte tamb魠uma bela comida espiritual - a dita cultura. Inclusive religi? comida, bebida, o p?o-sol.

a prop?o de Lula elogiar governos militares e de Veja o que se fez - matan硠de gente e outras esp飩es animais e esp飩es vegetais, tortura e coisa e tal - 頣inza. pouco importa. a sanha 頡inda e sempre a senha, o homem pisa e repisa, pisoteia tudo, pisa e repisa os mesmos
rerros

IN SEARCH OF CHAINS THAT HOLD BRAZIL BACK
 

em flashback BRASIL como um dos exemplos maiores e mais dram?cos do descalabro na condu磯 das finan硳 p?as e no mundo dos neg?s
 


De acordo com o relat?, apenas 73 por cento de brasileiros t?acesso a ?a pot?l e 44 por cento ao saneamento b?co.
Outros dados revelam que a taxa de mortalidade infantil no Brasil 頤e 60 por 1000 crian硳 nascidas vivas e a de analfabetismo 頤e 17,25. A esperan硠de vida no pa? de 66,4 anos, coloca-o abaixo dos pa?s de desenvolvimento humano m餩o.

PLANO REAL
Institu? a 1?Julho de 1994, ap?m per?o de seis meses de mudan硳 no sistema financeiro, o r?do sucesso do plano 頴ido como o principal respons?l pela elei磯 ?resid?ia da Rep?a do soci?o que por um ano dirigiu o Minist鲩o a Fazenda do governo de Itamar Franco e 頴ido como o "pai do real".
O seu objetivo principal, ap?ete tentativas malogradas entre 1986 e 94, era o de romper um ciclo de tr?d飡das de alta inflacion?a.
Seis meses antes da entrada em vigor da nova moeda, a infla磯 amea硠atingir pela primeira vez a casa dos 5000 por cento.
Dois anos depois foi de apenas 9 por cento.

Contra as queixas dos partidos de oposi磯 de que o real acentuou a crise do desemprego e n?minorou os p鳳imos ?ices s?-econ?os do pa? Bras?a argumenta que ele possibilitou o ingresso de seis dos 30 milh峠de miser?is brasileiros no mercado de consumo.
Mais do que isso, a queda da infla磯 fez com que os brasileiros com menos recursos deixassem de ver o valor da moeda cair e o seu escasso poder de compra extinguir-se em poucos dias, acabando com o que seria um dos principais fatores de agudiza磯 da mis鲩a no pa?
Muitos analistas reclamam da rendi磯 do ex-catedr?co social-democrata ao neo-liberalismo econ?o, que provocou uma "derrama" nos cofres p?os da ordem dos 20 bilh峠de d?es para sanear as contas de bancos privados falidos - entre os quais, o Banco Nacional, da fam?a da sua nora - e pouco ou nada teria feito para diminuir a mis鲩a que assola a grande maioria dos lares brasileiros.
O governo contra-argumenta alegando que o custo de uma crise do mercado financeiro decorrente da fal?ia de algumas das mais importantes institui絥s banc?as do pa?seria muito grande.
Um dos aspectos mais preocupantes do atual quadro econ?o 頯 da subida em flecha dos ?ices de desemprego no pa?

O alto empresariado desloca-se a Bras?a com um misto de esp?to festivo e de apreens?nomeadamente pelos baixos ?ices de crescimento da economia nos tr? anos de Plano Real.
O ?ice de crescimento do pa?foi de 3,5 por cento em 1995 e 2,9 por cento em 1996.

Tudo parecia correr a mil maravilhas, neste aspecto do crescimento, at頯 in?o de 1995, quando o Brasil viveu a amea硠de um eventual desastre em virtude da crise cambial mexicana de dezembro de 1994.
O pa?operava ent?a um ritmo de 10 por cento de crescimento, mas o governo sentiu-se na necessidade de reduzir o cr餩to e provocar uma baixa acentuada na produ磯 e no consumo, levando o Brasil a encarar de novo o espectro da recess? que o assombra desde a crise cambial de 1981.
O governo tem bons motivos para comemorar os tr?anos de real, mas sem muita euforia, porque toda a engenharia do plano poder?esmoronar caso por algum motivo perca condi絥s de prosseguir a sua atual pol?ca de redu磯 moderada das taxas de c?io e de juros .
Necess?a para controlar a infla磯, a pol?ca de juros altos - hoje, com uma taxa real de 10 por cento ao ano - est? provocar um rombo nas contas p?as. A d?da mobili?a cresceu de 59 para 193 bilh峠de d?es nos ?os tr? anos.
Por outro lado a taxa de c?io - que mant魠o valor do real muito pr詭o ao do d? - p?im a d飡das de saldos comerciais positivos, com at頱2 bilh峠de d?es de vendas para o exterior a mais que os produtos importados no per?o de um ano.
A situa磯 nesse campo 頨oje diametralmente oposta, com a antiga "pot?ia exportadora" a debater-se com d馩cits na balan硠comercial da ordem dos 10 bilh峠de d?es/ano, o que segundo o governo n?decorre exclusivamente da sua pol?ca de abertura econ?a do pa?a capitais e produtos estrangeiros, mas em boa parte, da baixa qualidade e do alto custo dos produtos "made in Brazil".
 segundo os t飮icos do governo s?a crise econ?a externa poder? alterar os rumos do real 

SAQUES A SUPERMERCADOS (1991)

RIO DE JANEIRO ?AQUES A SUPERMERCADOS

?MAIO - SEIS SUPERMERCADOS FORAM けUEADOS NA MADRUGAD`DE HOJE NO SUB?BIO DO RIO DE JANEIRO?LEVANDO PARA 22 O NUMERO DE ASSALTOS DO G?ERO REGISTRADOS NO 匔IMO MESTA CIDADE.
A EXEMPLO DOS ANTERIORES?SAQUES OCORRERAM EM BAIRROS DAS ?AS NORTE E OESTE?E VIVE A POPULA?O MAIS POBRE DA CIDADE.
DESSE MODO揉 BATIDO O RECORDE DE ASSALTOS COLETIVOS E ?REDAǖES A SUPERMERCADOS NUMA S?NOITE哔A ?A MAIOR ONDA DE ?HAGENS NO RIO DE JANEIRO DESDE 1987.
?SSOCIA?O BRASILEIRA DE SUPERMERCADOS 厖IOU AO MINISTRO DA JUSTI∥? C?IO BORJA占PEDIDO PARA QUE O GOVERNO FEDERAL TOME MEDIDAS DE COMBATE `ONDA CRESCENTE DE けUES.
EM RESPOSTA?INISTRO DECLAROU QUE A POL?IA FEDERAL S? IR`AGIR CASO SEJA SOLICITADA A SUA INTERVEN?O PELO GOVERNADOR DO 哔ADO?NEL BRIZOLA.
HOUVE TROCA DE TIROS ENTRE SAQUEADORES E SOLDADOS DA ?ICIA MILITAR EM JACAREPAGUl UM DOS BAIRROS PALCO DOS ?TURBIOS NA MADRUGADA DE HOJE?> EM OUTRO ASSALTO揉 USADO UM CAMINH? PARA ROMPER UMA PORTA ?Aǐ DE UM SUPERMERCADO.
SEGUNDO A POLICIA?ASSALTOS S? REALIZADOS POR UMA MEDIA ? DE 15O PESSOAS E OS SUPERMERCADOS SAQUEADOS FICAM PROXIMOS A 恖ELAS.
EM MIAMI EUA?RESIDENTE DA ASSOCIA?O BRASILEIRA DE ?ERMERCADOS? AILTON FORNARI嘐RIMIU A CONVIC?O DE QUE AS ?HAGENS N? S? APENAS DEVIDAS  CAR?CIAS DA POPULA?O げIOCA 汵ot;OS SAQUES S?ACONTECEM NO RIO E ` POBREZ`?GERAL"?SSE.
`POLICIA SUSPEITA QUE OS SAQUES SEJAM ESTIMULADOS POR ?FICANTES OU MEMBROS DE GRUPOS DE EXTERM?IO艐?ESE QUE ?B? VEM SENDO AVENTADA POR SOCI?OGOS? APONTAM PARA ?UESTRAǖES DE BANDOS ARMADOS COMO ELEMENTO COMPLICADOR DA ?EM P?LICA QUADRO DE DESINSER?O DAS FAVELAS DO CONTEXTO 咂ANO ? CONSUMO - E DA RECESS? ECON?ICA PROFUNDA.
O JORNAL "O GLOBO" ㏎SIDERA HOJE占NOTA DE FUNDO? 汵ot;FALACIOSA A ASSOCIA?O DOS SAQUES AO PROBLEMA SOCIAL".
PARA O JORNAL?ESORDEM? "APARENTEMENTE OBEDECE A ? VOZES DE COMANDO"頁PENAS UMA QUEST? DE ORDEM P?LICA E ?ORRE DA OMISS? DAS AUTORIDADES鎔IMIDADAS "COM O PODER DAS ?DRILHAS ENCASTELADAS NAS COMUNIDADES POBRES".

NNNN


julho 2005
crian硳 fazem passeata em Buenos Aires contra a fome e o desemprego e a favor de melhorias no ensino
9 de 15 milh峠de crian硳 argentinas vivem mal

PRA SE VER COM QUANTA SUJEIRA O BRASIL ENTROU NO S?ULO XXI

SANEAMENTO BSICO
Brasil em 1991: s? por cento dos munic?os t?rede de esgotos - obras de saneamento paradas desde 1980
Norte: s?por cento com rede de esgoto; Nordeste: 26 por cento, mas s?por cento com tratamento; CENTRO-oESTE: 11 por cento com sistema de esgoto; Sudeste: 91 por cento, mas s? por cento com tratamento; Sul: 39 por cento, mas s?por cento dos detritos tratados

1993, munic?o do Rio de Janeiro: 470 mil moradias sem ?a pot?l e esgotos sanit?os
6 milh峠de moradias em todo pa?br> seriam necess?os investimentos equivalentes a 1 por cento do PIB ao longo de 16 anos para dotar a totalidade da popula磯 do pa?de ?a pot?l e esgotos sanit?os
O Estado de S?Paulo diz em 1992 que s?necess?os US$ 3,5 bilh峯ano para se chegar a um n?l satisfat? de saneamento

Jornal do Brasil 11 de setembro 1988
Fortaleza - 82 por cento das habita絥s n?s?servidas de rede de esgoto
n岯s assustadores de mortalidade infantil, de que 頯 maior respons?l:
180 a 250 em 1 000 nascidas com vida
Os esgotos v?dar no rio Coco (...), que corta toda a cidade, e em boa parte dos 25 km de praias de Fortaleza v?as delas ostentam placas de proibi磯 de banho de mar
Num lugar com poucas atra絥s culturais, praia 頡 maior atividade de lazer
Cerca de 700 mil pessoas vivem em 400 favelas
s? por cento das vias da cidade s?asfaltadas
Tivemos cinco anos consecutivos de seca, em que a popula磯 cresceu em 300 mil habitantes, que 頡 popula磯 de Natal (Rio Grande do Norte) (...) assustada tamb魠com o ?do rural.
O maior ?ice de analfabetismo do Brasil 頯 do Cear?r> 100 mil crian硳 em idade escolar fora das escolas
col駩os particulares concentram 52,4 por cento dos alunos de 1粡u
metade das crian硳 estuda em escolas comunit?as que n?fazem parte da rede oficial

D?IDA SOCIAL
C?ERA ou "DOEN∥ DA MIS?IA"
primeiro caso registrado em abril de 1991 - 28 mil casos com 34 mortes em 1992

CONCENTRA?O DE RENDA
aumentou entre 1990 e 1995
os 10 por cento mais ricos tinham 45 por cento da renda em 1980 e 48 por cento em 1990
os 10 por cento mais pobres 1 por cento
GASTO SOCIAL
1990: BRASIL, US$ 130 - ARGENTINA, US$ 450 per capita/ano

Am鲩ca Latina, 1990: 192 milh峠abaixo do n?l de pobreza, 46 por cento da popula磯, 5 por cento a mais que em 1980
na d飡da sal?o m餩o teve queda de 17,5 por cento e sal?o m?mo m餩o baixou 35 por cento

1991: 4 bilh峠de pessoas no antigo Terceiro Mundo
com o fim da Guerra Fria continentes (frica) e subcontinentes inteiros (Am鲩ca Latina) s?ignorados
na d飡da de 1980 sudeste asi?co cresceu 6,7 por cento, frica encolheu 2,2 por cento e Am鲩ca Latina 0,6 por cento

CRESCIMENTO DEMOGRFICO PLANEJAMENTO FAMILIAR
1994: taxa de crescimento demogr?co foi de 2,9 por cento na d飡da de 1960 e 頍 de 1,6 por cento em 1990
uma das mais velozes quedas da taxa de crescimento populacional devida ? esteriliza磯 - escolhida por mulheres de mais baixa renda
deveria ser a ?a alternativa
falta de planejamento familiar
Brasil gasta onze vezes mais para tratar problemas causados por aborto que em planejamento

IPEA, ?o vinculado ao Minist鲩o do Planejamento

MIGRA?O
mudou de Nordeste-Sudeste para ?as agr?las Sul-Nordeste/Norte
na d飡da de 1980 3,6 milh峯ano migraram do sul
mecaniza磯 da lavoura = ?do rural

 

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        CRESCIMENTO ECON?ICO                                  
        de 1946 a 1980 Brasil cresceu 7,5 por cento ao ano - foi o pa?que  mais cresceu depois do Jap?nbsp;                                           

1990-91 - a mesma estrat駩a do (Plano) Cruzado:    
pecuarista deixa boi no pasto com carne tabelada      
Z鬩a Cardoso de Melo, ministra da Economia, convida a popula磯 a consumir menos carne                                                     
 

  5 planos 5 em 5 anos  5       
       4 moedas 4 em 5 anos 5   
  Plano Cruzado  1986  Plano Bresser  1987                       
tabelamento de pre篳 = desabastecimento de produtos    

movimento de donas-de-casa de MG nascido no Plano Cruzado "fiscais de Sarney" - Sir Ney, o cruzado                             

Plano Ver?/font>  1989    

Plano  Collor I  1990  Plano Collor II  1991                                       

30 de dezembro 1989 - tr?dias ap?lei磯 de Collor de Melo            O Globo
            Z?IA DESCARTA NOVO CHOQUE CONTRA A INFLA?O                   

1962: infla磯 de 48 por cento


09 de outubro 1991: queda de atividade econ?a combinada com r?da acelera磯 de pre篳 = ESTAGFLA?O ESTAGFLA?O = ESTAGNA?O + INFLA?O         

infla磯 intrat?l desde 1957 - escreve em junho de 1994 Jeffrey Sachs Folha de S?Paulo                                                                                            

 
CIRANDA FINANCEIRA NO OVERNIGHT SENSATION  
                           
ciranda financeira no overnight                                      
1989: do capital dispon?l, 2 por cento 頥m dinheiro vivo, 5 por cento aplicado em contas correntes e 93 por cento na ciranda financeira, no over - overnight, que tem um cash-flow de US$ 60 bilh峯dia - considerado "haveres n? monet?os"                                                           

Dezembro 1989
ROLAGEM ou financiamento da D?IDA P?LICA NO OVER     
como D?IDA P?LICA 頤e curto prazo governo joga dinheiro sem lastro na economia e incentiva consumo e pressiona pre篳                       
D?IDA P?LICA multiplicou-se por 5 nos anos 1980                                 
pol?ca de financiamento no over gera uma brutal transfer?ia de renda do Estado para a iniciativa privada. E isso agrava o problema da infla磯 de m餩o e longo prazos, enquanto os juros altos cont?a infla磯 no curto prazo
compromisso formal de pagar US 1,5 bilh?por dia de juros sobre Letras Financeiras do Tesouro Nacional (LFTs), pagando 2,5 por cento ao dia sobre uma d?da de US$ 60 bilh峦nbsp;                                                  

   
1989 - O ANO DO OVERNIGHT 
o ano do overnight, aplica絥s com prazo de um dia - mercado aberto     (open)                                                                                                                    
t?los p?os (sopa de letras) viram moeda                                                  
頣laro que ningu魠investe em bolsas, vai pro over                                     
atividades especulativas X empreendimentos produtivos                             
Estado n?financia mais desenvolvimento                                                     
estrangulamento de ferrovias, rodovias, educa磯, sa嬠habita磯, telecomunica絥s e energia el鴲ica                                                                
a partir de 1974, capital de risco limitou ingresso - depois (crise da d?da do M鸩co 1982) cortes de empr鳴imos, perda de receita l?ida da Uni?b>: US$ 140,22 bilh峬 quase igual a evolu磯 da d?da l?ida do setor p?o: US$ 149,03 bi                                                                       

tudo se calcula em US$ - valor padr?de refer?ia, como o metro no Bureau Internacional de Pesos e Medidas, Paris                                          

l'unit?Roma, junho 1988
I giornali pubblicano bollettini
quotidiani sull'aumento dei prezzi
cos?ome da noi pubblicano i
listini di Borsa. Il latte, o la
benzina, o l'alcool che viene
usato come carburante per le auto,
costano oggi quasi il doppio
rispetto all'inizio dell'anno.
I prezzi aumentano del 20-22
per cento al mese. Questo vuol
dire vivere in maniera radicalmente
diversa dall'Europa. Non si pu?br> per esempio, comprare a rate,
perch頤opo quattro mesi bisognerebbe
gi?agare il doppio. Gli interessi
bancari vengono pagati a giornata.



de 1989: crescente participa磯 de produtos agr?las e export?is que contam com uma s鲩e de incentivos e subs?os fiscais no PIB                  

queda de investimentos do governo de 2,8 por cento do PIB em 1975 para 0,8 por cento                                                                                               
em 1987 governo estr驡 pr?ca de emitir t?los da d?da p?a para financiar despesas de manuten磯                                                                  
Estatais viram bicho-pap?da economia: inefici?ia, cartorialismo, incapacidade                                                                                                       
endividamento superior a US$ 20 bilh峠- at頳agrada Petrobras pela primeira vez na hist? teve preju?                                                                
Roberto Campos: 頡 fal?ia do Estado empresarial - vingou a filosofia neoliberal                                                                                                             
deputado Osmundo Rebou硳 (PMDB-CE), par contre: "A iniciativa privada ficou mamando nas tetas das estatais e agora quer se apropriar da vaca, quando o certo seria adotar uma pol?ca tarif?a realista para que essas empresas n? precisassem de nenhum tost?do Tesouro."    

Brasil gerou POUPAN∥ anual de 23 por cento do PIB de 1964 a 1979, o que permitiu um crescimento anual de 7 por cento ao ano - gra硳 ao Estado estimulador do desenvolvimento nacional desde a d飡da de 1930                                                                                                                     

           
 Hist? do endividamento externo das estatais:                       
a partir de 1978 governo come硠a ter dificuldades de financiamento no exterior e imp堡 estatais, que desfrutavam de bom conceito junto dos financiadores. que obtenham empr鳴imos acima das suas necessidades - excedentes s?transferidos para o Banco Central e postos ?isposi磯 do governo para acudir a necessidades cambiais    
crise dos setores el鴲ico, sider穣o, petrol?ro e telecomunica絥s se deve em parte a essa pol?ca: de 1980 a 1988 triplicou o seu servi篠de d颩to: de 15 por cento para entre 60 a 70 por cento                                    
por outro lado, sider穣as deixaram de receber US$ 18 bilh峠devido a reajustes abaixo da infla磯 - pol?ca in鬠no combate ao drag?nbsp;         

                   
ASCENS? E FIM DE SUPERMINISTROS                                 
czar da economia - nos governos militares: Delfin Neto, M?o Henrique Simonsen podiam tomar decis峠importantes sem consultar Poder Legislativo, sem consultar a sociedade - excesso de poderes de "rei medieval" (Mailson da N?ga)
'or硭ento monet?o' (abolido por Mailson) abrigava despesas como cr餩to rural e industrial, financiamento aos exportadores, compra de produtos agr?las, subs?os, despesas de com鲣io exterior e muitas outras, tirava transpar?ia dos gastos e aumentava endividamento p?o, substitu? pelo Or硭ento Fiscal - 1988: primeiro or硭ento unificado da hist?
no governo Sarney diminui poderes do ministro - Dilson Funaro disparou processo de organiza磯 institucional das finan硳 p?as ao enfrentar o corporativismo do Banco do Brasil e extinguir a conta-movimento, cord?umbilical por onde flu? os recursos entre o Banco Central e o BB e que na pr?ca permitia ao BB emitir dinheiro

Delfim seguia cartilha do desenvolvimentismo - 1979-1980 ordem era gastar, fazer investimentos p?os de retorno duvidoso                             

Dorothea Werneck 頥sot鲩ca

Obras do
BRASIL GIGANTE, POT?CIA DO AMANHü/span>, tocadas por ministro dos Transportes M?o Andreazza - Transamaz?a, ponte Rio-Niter馮bsp;                                                                                                                 

RECESS?, INFLA?O ZERO E, AGORA, ESTAGNA?O           
INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS          
Funda磯 Get鯠Vargas: m餩a de US$ 400 milh峯ano entre 1980 e 1989        
heterodoxo               
PLANO CRUZADO 1986                      
por alguns meses sonho da distribui磯 de renda e da infla磯 zero
anos 1980: PIB cresceu a uma m餩a de 2,9 por cento ao ano mas popula磯 cresceu 2,2 por cento                                            
anos 1980: 6,1 por cento                                                          
renda per capita diminuiu 0,2 por cento de 1981 a 1989    

Delfim seguia cartilha do desenvolvimentismo - em 1979-1980 ordem era gastar, fazer investimentos p?os de retorno duvidoso                       
em 1980 renda per capita cresceu 9,3 por cento                                           
em 1981 diminui 4,4 por cento                                                                          
em 1983 renda per capita diminui 3,5 por cento - desemprego bate recorde, saques em todo o pa?(supermercados com guardas armados)
surto de desenvolvimento no Brasil coincide com segundo choque do  petr? e consequente disparada da taxa de juros que empurram pa?para o abismo                                                                                                     
no final da d飡da de 1970 reservas cambiais eram de US$ 12 bilh峦nbsp;  
em 1982: US$ 932 milh峦nbsp;                                                                             

PLANOS    DESAFIAM   TEORIAS    ECON?ICAS                                           
Plano Ver?(1989) durou quatro meses - mas conseguiu derrubar todas as teorias econ?as - outras especialidade da economia brasileira - em vez de levarem a brutal recess? juros elevados geraram "efeito riqueza" - bons lucros na ciranda financeira                                                    
1989: moeda em poder das pessoas equivale a 1,8 por cento do dinheiro circulante, enquanto t?los com aplica絥s lastreadas pela LFT, dep?os a prazo e em caderneta de poupan硠equivalem a 92 por cento de todos os haveres financeiros                                                             
NCZ$ (cruzado novo) n?existe - s?ra pagar contas                               

outra m?ca da economia brasileira: para alguns especialistas:
ECONOMIA INFORMAL j?lcan硲ia US$ 176 bilh峠ou 50% por cento do PIB                                                                                                        

          HIST?IA DA
CRISE   AP?   MORAT?IA   DO   M?ICO                   
           epis?s mirabolantes, tragic?os                                                  
entre presidente do BC, Carlos Langoni, negociadora da D?IDA EXTERNA, a chilena Ana Maria Jul, e Delfim Neto, que por tr?meses escondeu crise do FMI e por dois anos (entre 1982 e 1984) assinou sucessivas cartas de inten絥s que n? cumpria                                          
Como um pa?que 10 anos antes tinha uma d?da externa de US$ 11,4 bilh峠e reservas internacionais est?is chegou a 1982 com uma d?da de US$ 85 bilh峠 e com o caixa a zero                                             
por causa dos choques do petr?                                                                 
as taxas de juros no mercado internacional come硲am a disparar, pegando de surpresa o Brasil, que por conta do cr餩to f?l se endividara de forma imprudente desde o primeiro choque, quando o pre篠do barril de petr? triplicou                                                                 
em 1979 a prime rate (taxa b?ca de juros do mercado americano com base em que foi contratada a d?da) chegou a 12,65 por cento, contra 9 por cento no ano anterior                                                                                   
em 1981 a prime chegou aos 18,83 por cento                                               
acordos com o FMI exigem programas econ?os recessivos, com o aumento das taxas de juros, cortes no d馩cit p?o e redu磯 de sal?os                                                                                                                

Jornal do Brasil 24 de junho 1990
O CONTINENTE PERDIDO
RELAT?IO SOBRE O DESENVOLVIMENTO HUMANO IDH ONU
Brasil: 80?ar


Em 1985, 30 por cento do PIB brasileiro foram destinados a melhorar a qualidade de vida da popula磯. A Su飩a, segundo melhor ?ice de bem-estar do mundo, gasta 40 por cento. A diferen硠頱ue um gasta mal e outro bem.
Estrat駩a de desperd?o 頡plicada a todos os setores.
Sa庠investe 78 por cento em medicina curativa
Educa磯, segundo o economista Carlos Lessa: s? por cento dos recursos chegam ?ala de aula.
economista paquistan?Mabul Ul Haq, diretor do Programa de Desenvolvimento da ONU                                                         
O Brasil d?ubs?os ?niversidade 18 vezes superiores aos que destina ? educa磯 prim?a e no ensino superior o n岯 de pessoas economicamente pobres 頤e apenas 1 por cento.
EM MEADOS DA D?ADA DE 1970 EU ERA UM DOS PRINCIPAIS ASSESSORES DE ROBERT McNAMARA, PRESIDENTE DO BANCO MUNDIAL. RECEB?MOS MINISTROS DAS FINAN∥S DE DIVERSOS PA?ES E OS ENCORAJVAMOS A TOMAR EMPRESTADO. COMO HAVIA PETROD?ARES SOBRANDO, O CRESCIMENTO ECON?ICO PODERIA SER INFINITAMENTE FINANCIADO.                                                                                                     
A d?da externa do Brasil, por exemplo, foi toda constru? em cima de acordos de curto prazo, ao inv鳠de buscar negocia絥s menos gulosas, mais seguras e permanentes.                                       
e a crise de liquidez emergiu.                                                                          

se por魠fosse portanto

Hist? do Brasil - Boris Fausto - 1994:

A f?la do "milagre" [econ?o] n? tinha atr?dela o FMI. Por exemplo, em seu relat? de 1971 o FMI criticou-a, entre outros pontos, por facilitar a conviv?ia com a infla磯 no presente mas dificultar a resolu磯 do problema no futuro.

Quais eram os pontos fracos do "milagre"?

(...) O principal ponto vulner?l estava em sua excessiva depend?ia do sistema financeiro e do com鲣io internacional, que eram respons?is pela facilidade dos empr鳴imos externos, pela invers?de capitais estrangeiros, pela expans?das exporta絥s etc. Outro ponto vulner?l era a necessidade cada vez maior de contar com determinados produtos importados, dos quais o mais importante era o petr?. Os aspectos negativos do "milagre" foram principalmente de natureza social. (...) A pol?ca econ?a de Delfim [quem?] tinha o prop?o de fazer crescer o bolo para s?pois pensar em distribu?o. Alegava-se que antes do crescimento pouco ou nada havia para distribuir.


DESPERD?IO
INFLA?O FAZ DINHEIRO VIRAR LIXO DIARIAMENTE Jornal do Brasil 4 de julho 1993
Nem os bancos hesitam em jogar dinheiro fora. O desprezo pelos restos de cruzeiros 頴amanho que o gerente de uma ag?ia banc?a no Centro do Rio confessou ter jogado v?os sacos de pl?ico recheados de moedas de 10 centavos. Fazer o que com elas? - resumiu o gerente   

De fato, quando come硶a a chegar a hora de cortar tr?zeros na moeda ou criar uma nova as cal硤as das ruas tremeluziam como se pejadas de lam?e tanta moeda imprest?l jogada fora pelos transeuntes.                                                                                                         

MODELO EXPORTADOR protege mas prejudica ind?a                        
de 1980 a 1988 exporta絥s aumentaram 67,8 por cento                           
vendas de produtos industrializados tiveram alta de 122 por cento            
importa絥s contidas, entrave ?oderniza磯 do parque industrial          
protecionismo ultrapassado, consumidores obrigados a comprar produtos a pre篳 at頴r?vezes superiores aos do mercado internacional                                                                                                        
ind?a protegida em preju? da sua efici?ia                                          

01-07-1990: financiamento de investimentos produtivos cobra juros de 20 por cento ao ano contra 1,5 a 4,5 por cento em outros pa?s               

cultura inflacion?a:     
quando n?h?emanda aumenta-se em vez de diminuir os pre篳 porque se vai vender menos mesmo, ent?por que perder duas vezes? Sempre pode haver um congelamento e 頰reciso antecipar-se a isso - 1991                                                                                                                     

1990: governo n?consegue vencer "cultura da infla磯" - infla磯 psicol穣a                                                                                                          

primeiro empecilho para desenvolvimento, custo do dinheiro. 1989: taxa de juros de 100%                                                                                                

TAXA DE JUROS                                                                                               
2008: 70 por cento da produ磯 de alimentos no Brasil 頦ruto da agricultura familiar                                                                                               
devido ?lta dos juros ALTA DOS JUROS governo paga quantia recorde de juros sobre a d?da p?a , quantia seis vezes maior que o cr餩to destinado ? agricultura familiar                                                            
o Brasil tem a maior taxa de juros do planeta                                                 

2008: juros do cheque especial s?de mais de 160 por cento ao ano      

SUPER

HIPER

ESTAG

 iNF L A ?àO             
SOPA DE LETRAS no pa?dos ?ices index indexa磯                             
            BTN   LFT   RTN   ORTN  UT UFIR, UFERG, Unif                     

LIVRO MOSTRA COMO ALEMANHA CHEGOU
HIPER                     
setembro de 1989 - tema recorrente ent?br> em 1923 infla磯 chegou a 32 400 por cento ao m?e fazia diferen硠receber sal?o pela manh?u ?arde    
Economia da Infla磯. O fen?o da Hiperinfla磯 Alem?os anos 20  
Constantino Bresciani-Turroni                   
a crise foi a alavanca para a ascens?do nazismo
o financiamento da propaganda nacionalista extremista foi facilitado pela decad?ia dos jornais, vendidos a controladores das ind?as pesadas - detentores do capital que sobrou

juros no Brasil chegaram a 54 por cento ao dia, diz Paulo Francis na Folha - ser?o m? -, que confus?/b>, doce balb?                                  
Washington Lu?disse: "A quest?social 頣aso de pol?a"
, cita Paulo.Francis nos idos de 1989-90.                                                                

PLANO CRUZADO Jornal do Brasil 31 de dezembro 1990
SERIAMENTE GESTADO por Dilson Funaro, nove meses de infla磯 abaixo dos 2 por cento - plano de jovens oposicionistas - em julho come硠a desfazer-se - encontro de Caraj?- elei絥s em outubro s?cruciais para o PMDB, partido do presidente Jos頓arney, que decide abrir a porteira - resultado: PMDB vence elei絥s triunfalmente e em janeiro de 1987 a infla磯 頤e 16,82 por cento                                            
em dez anos: 41 380 490 por cento de infla磯                                             
p?inho de 50 gramas subiu 166 666 567 por cento                                  
d?da interna em 1989: 17 por cento do PIB (d?da interna vira tapa-  buraco)

em 1983 renda per capita diminui 3,5 por cento - desemprego bate recorde, SAQUES EM TODO O PA? saques em todo o pa?(supermercados com guardas armados)                                                        

     O FANTASMA DOS SAQUES DE SUPERMERCADOS EM 1992   
final de mar篠de 1990, dez dias depois do an? do Plano Collor que bloqueou US$ 80 bilh峠das contas banc?as      
em saques no Engenho Novo, RJ, 150 pessoas gritavam:


    ARROZ! FEIJ?! QUEREMOS MACARR?!    


Elites 10% X P鳭descal篳 90%                                                                    
descamisados                                     
Parada de 1990: transformar Brasil de um pa?mercantilista em pa?capitalista                                             

regime mercantilista de sesmaria
cart驳 - oligop?s
das tr?grandes montadores de autom楩s (multinacionais) at頡bertura dos portos de Collor, duas delas consorciadas
s? exemplo: tr?grandes grupos dominam 90 por cento da produ磯 e os pre篳 dos fretes com estrat駩as de dumping

1990? - 2 por cento das empresas controlam 50 por cento da economia, o mercado n?funciona e vale vontade de oligop?s

em 1990 h?3 milh峠de analfabetos e faltam 10 milh峠de moradias

custo da cesta b?ca no ano (0
2 de julho 2008) sobe at頵0 por cento em um ano                                                                                                           
em 2008 subiu 29 por cento - no Rio de Janeiro,  alta de 36 por cento      

Jeffrey Sachs e Mark Sundberg, Universidade Harvard -
1990                    
(Nos anos 70) o Brasil adiou o ajuste necess?o diante dos aumentos do pre篠do petr? atrav鳠de medidas fiscais que salvaram o setor privado da crise. Os pre篳 dos derivados de petr? foram mantidos artificialmente baixos atrav鳠 de subs?os. Isso contribuiu para a eleva磯 dos d馩cits or硭ent?os e queda da poupan硠interna.           
Governos tamb魠nunca enfrentaram o aumento do poder das elites econ?as e sua resist?ia contra a tributa磯 necess?a para reduzir os d馩cits or硭ent?os. (aumento de poder decorrente tamb魠da concentra磯 de renda) Administra絥s populistas preferiram o endividamento externo para financiar d馩cits a uma maior taxa磯 da riqueza. (defendida tamb魠por Celso Furtado)                                            
Enquanto isso a Cor驡 usava cr餩tos externos em investimentos - Por que as pol?cas de ajuste no Brasil foram t?ruins e na Cor驡 t?fortes? Extremas desigualdades de renda tiveram papel fundamental.      

N?foi s2as?a.
No GOVERNO JK o setor p?o fez investimentos pesados nos setores de energia el鴲ica, sider穣o e rodovi?o - mas n?para minorar os problemas sociais como o da sa堰?a e sim (fez de tudo) para atrair investimento estrangeiro e queimou as reservas cambiais                

HABITA?O
Sistema Financeiro de Habita磯 (SFH), as casa do BNH, decreto de 1964 - 4,5 milh峠de casas constru?s - apenas 1/4 para pessoas com renda de 1 a 5 sal?os m?mos

D?IDA EXTERNA
DE 1971 a 1989 Brasil pagou US$ 122 bilh峠de juros, quando estoque da d?da atualizado 頤o montante de US$ 112 bilh峦nbsp;               

empr鳴imos contra?s basicamente na d飡da de 1970
"?preciso dizer por魠que d?da externa sustentou desenvolvimento do pa? durante a crise do petr?" - Delfim Neto, que exibe n岯s: Brasil teria PIB 30 por cento menor se n?se tivesse endividado para comprar petr?

"SOCIALIZA?O DE PREJU?OS"
come篵 com d. Pedro II que em 1864 decretou liquida磯 extra-judicial de um banco e indenizou clientes com recursos p?os - atrelamento de empres?os ao Estado remonta ao tempo da coloniza磯

SOCIALIZA?O DE CUSTOS E PREJU?OS
Gilson Schwartz - Folha de S?Paulo 1989/1990?
A tradi磯 de transferir os custos de um setor econ?o para o resto da sociedade teve origem nas pol?cas de apoio ao caf鬠no final do s飵lo 19.
governo facilita a explora磯 econ?a e cria condi絥s para que ela n?seja interrompida ao longo do tempo
ocorria atrav鳠da socializa磯 dos custo, empregando recursos p?os para estimular uma certa atividade - exemplo: trazer m?de-obra imigrante quando se aproximava o fim da escravid?-, e da socializa磯 dos preju?s.
Quando os pre篳 do caf頣aem no final do s飵lo 19 o governo prefere subir os juros e provocar uma recess?que favoreceria as camadas emergentes dos bancos e da grande burguesia cafeeira em S?Paulo.
nas d飡das seguintes adota pol?cas de valoriza磯 artificial do caf鬠 financiando queima de estoques, redu磯 de cafezais ou retirada do caf頤e circula磯 em 鰯ca de baixa de cota磯 internacional.

IMPOSTOS
1989: s?mil contribuintes com renda acima de 10 sal?os m?mos em tr?milh峠de contribuintes

   
ECONOMIA SUBMERSA - CLANDESTINA - "INFORMAL"   
Betinho, Herbert de Souza, Jornal do Brasil 25 de julho 1989                      
O exemplo mais c?co do uso da economia submersa no discurso do governo 頤ado pela chamada taxa de desemprego apregoada como uma das mais baixas do mundo (3,5 por cento!!!) quando na verdade se trata apenas de taxa de desocupa磯 que inclui obviamente como empregada toda a massa que "atua" na economia submersa.                    

 

         RESERVA DE MERCADO INFORMTICA
a economia coreana, hoje (1990?) exportadora de tecnologia, se desenvolveu apenas porque criou uma reserva de mercado, protegendo a ind?a nacional e permitindo o desenvolvimento de tecnologia pr?a
- foi chamado de o golpe do similar nacional
diferen硠de pre篳 ?vezes de 100 por cento
71 modelos de laptops nos EUA - Toshiba T 1000 custa US$ 999
s?modelo no Brasil - NEC custa US$ 3,695 e pesa 5 kgs.



 
INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA 
queda de investimentos de 2,8 por cento do PIB em 1975 para 0,8 por cento em 1988
governo n?financia investimentos em infraestrutura de transporte, educa磯, sa嬠habita磯, telecomunica絥s, energia el鴲ica = estrangulamento

POL?ICA INDUSTRIAL
1990 E CONCENTRA?O DE RENDA
modelo foi concentrador de renda
Brasil: sal?os representam de 36 a 38 por cento da renda nacional
EUA e Europa: 70 por cento
frota brasileira tinha 10 milh峠de viaturas
EUA: 1 por 1,4 habitante em popula磯 de 150 milh峼br> s? por cento da popula磯 brasileira chega ao mercado - s?consumidores ativos
na d飡da de 70 sal?os correspondiam a 50 por cento da renda no Brasil
 

IND?TRIA
Delmiro Gouveia - (suposto) "m?ir" da luta pela ind?a nacional contra interesse empresa estrangeira: Machine Cotton

M?-DE-OBRA BARATA, MAT?IA-PRIMA ABUNDANTE
o que era tradicionalmente considerado fator de competitividade - m?de-obra barata e mat鲩a-prima abundante - foi completamente ultrapassado

MILAGRE M?ICI PND  Programa Nacional de Desenvolvimento             
1? presidente Garrastazu M?ICI (197074) - "No espa篠de uma gera磯 transformar pa?em na磯 desenvolvida"                           

BANCO MUNDIAL 1990: AUMENTAM POBRES, CAI MORTALIDADE
O relat? classifica a distribui磯 de renda no Brasil "entre as menos equitativas do mundo", atr?da observada em Honduras e Serra Leoa
entre 1981 e 1987 o n岯 de pobres cresceu de 23 para 33 milh峼br> mostra a fal?ia de todas as pol?cas de investimento social no Nordeste, o lugar mais maltratado, onde os investimentos do Estado serviram apenas para alimentar nossa elite mais atrasada, que se aproveita politicamente da mis鲩a da popula磯.
demonstra tamb魠que h?ma rela磯 ?ima entre pobreza e atraso das elites regionais
t飮icos do Banco Mundial subestimaram a participa磯 da economia informal na forma磯 da renda nacional porque nas suas contas s?vam em conta a renda declarada
pobres para o Bird s?pessoas com renda inferior a US$ 370 por ano
considera exagero flagrante dimens?dada ?conomia informal: 20 por cento

LINHA DE POBREZA
2008 - estudo IPEA/FGV baseado no IBGE: desde 2002 3 milh峠sa?m da pobreza, superando a renda de R$ 207 mensais
entre as causas: subida do sal?o m?mo acima da infla磯
MAS ganhos de produtividade n?est?chegando aos trabalhadores porque retidos pelos detentores das unidades de produ磯
3 000 pessoas ganham [declaram ganhar...] mais de 40 sal?os m?mos
90 milh峠de pessoas com algum tipo de ocupa磯 - mais de 50 por cento da popula磯
32 milh峠com emprego formal ("de carteira assinada") - mais de 32 por cento das pessoas empregadas

n岯 de resid?ias com acesso (ligadas) a rede de esgoto: 50 por cento
queda recorde da diferen硠entre pobres e ricos
diferen硠maior ainda 頯nde a economia 頤ominada pela agropecu?a ou seja no campo - e 頡?ue bomba mais
 

 

             O RETRATO DA CRISE         1980 - A D?ADA PERDIDA

  ANO INFLA?O D?ICIT P?LICO D?IDA EXTERNA CRESCIMENTO INVESTIMENTO
  1981         95,19%            8,2% US$ 61,41 BILH?S        - 4,4%      23% DO PIB
  1982         90,72%            7,7%         70,20           0,6%      20%
  1983        223,98%            4,4%         81,32           3,5%      15%
  1984        223,81%            2,9%         91,09           5,1%      16%
  1985        233,98%            4,3%         95,88           8,3%      17%
  1986         58,18%            3,5%        101,7           7,6%      19%
  1987        365,96%            5,5%        107,5           3,6%      18%
  1988        933,62%            3,9%        104,4           0,3%      18%
  1989 *     1.114,50%            5,0%        115,0           3,0%     17,2%

            Fonte jornal O Globo, Rio de Janeiro, 10 dezembro 1989, baseado em dados do Banco Central do Brasil e IBGE -          * 1989: dados at頮ovembro (inclusive)

 

2008: INVESTIMENTO DIRETO estrangeiro 頤e US$ 36 bilh峠- o maior do mundo, segundo a ONU (superior a China, ?dia e R?)

AMERIKA - O CRACK IMOBILIRIO
quando Washington acode Lehman Bros.
a economista Maria da Concei磯 Tavares declara 頯 enterro do neoliberalismo
a economia mais liberal do mundo foi obrigada a estatizar

Lehman Bros. faliu e Merryll Lynch tamb魠sob risco de fal?ia
inadimpl?ia do pagamento de cr餩to imobili?o
16 de setembro 2008: Federal Reserve encampa Merryll Lynch para evitar maior quebradeira maior por US$ 50 bilh峠- a economia mais liberal do mundo
reprise do crack de 1929

OLIGOP?IO
uma empresa ou grupo que se especializa em pr?cas desleais de com鲣io e mant魠o controle artificial de um setor de mercado e impede a competi磯.

Jornal do Brasil 21 de fevereiro de 1991
TASSO JEREISSATI ACUSA SUDENE DE OMISS?
A IMAGEM DA MODERNIDADE NA POL?ICA
derrotou o coronelismo no Cear?m 1988, quando se elegeu governador pelo PMDB
grupo Jereissati, um imp鲩o com dezenas de empresas e ramifica絥s pelo pa? entre ind?as, empresas comerciais, agr?las e de hotelaria.
ADAUTO BEZERRA - UM CORONEL AUT?TICO NA SUDENE
ex-governador cearense, atual superintendente, chegou a ser no final dos anos 1970 o mais poderoso l?r pol?co do Cear?Dono de terras, banqueiro e industrial, descendente de uma das mais antigas fam?as do sul do estado, viu sua estrela apagar-se ao entrar em confronto pol?co com Jereissati nas elei絥s de 1986
(foi um dos derrotados pela avalanche do PMDB)

FOLHA DE S? PAULO 25 de janeiro de 1996
S?Paulo 頡 'locomotiva econ?a do Brasil'
S?Paulo 頲espons?l por 36,1 por cento do PIB. Mas o Estado entra com 50,6 por cento dos impostos arrecadados pelo governo federal, dados da Funda磯 Seade e do IBGE.
Os nordestinos comp孠19,6 por cento da popula磯 paulistana e carregam todos os indicadores da desigualdade social.
Eles ganham pouco mais que a metade do sal?o m餩o pago a um n?nordestino: R$ 286 contra R$ 529, em n岯s de julho de 1994.
Entre os n?nordestinos 34,9 por cento ocupam a faixa de maior escolaridade, mas entre os nordestinos s?5 por cento conseguem chegar l?S?25 por cento dos n?nordestinos s?analfabetos, contra 13,5 por cento dos nordestinos.

Jornal do Brasil 1?julho 1990
COLLOR REABRE OS PORTOS  NAǖES AMIGAS
fim da reserva de mercado
Sem competi磯 ela n?ampliava o mercado. Sem mercado, a solu磯 era aumentar os pre篳 e diminuir a qualidade. O exemplo da ind?a automobil?ica 頍 ilustrativo. O mercado brasileiro de autom楩s 頨oje a metade do que era em 1979 e os pre篳 s?mais elevados.
um pa?que com quase 150 milh峠de habitantes 頨oje a metade do que era em 1979 e os pre篳 s?mais elevados.
Al魠de alertarem para o risco de sucateamento da ind?a nacional, como aconteceu na Argentina, os especialistas lembram que Estados Unidos, Jap? CEE e os Tigres Asi?cos mant?suas defesas contra importa絥s indesej?is.

Jornal do Brasil 1?julho 1990
economista Carlos Lessa
Estima-se que os sal?os representam de 36 a 38 por cento da renda nacional. Nos Estados Unidos e Europa representa 70 por cento da renda.

O GLOBO 23 de dezembro de 2000
PIB DEVE PASSAR DE R$ 1 trilh?br> Censo: Brasil entre os pobres
demonstra que em regi峠de expans?da fronteira agr?la na d飡da de 1990 houve explos?demogr?ca
munic?os de Rond?: 30 por cento
A Am鲩ca Latina 頯 segundo continente [?! subcontinente na melhor das hip?es] que mais cresce no mundo, com taxa m餩a igual ?o Brasil: 1,6 por cento.
frica: 2,6 por cento
Mundo: 1,3 por cento
Europa: 0 h?inco anos
Em 1999 a frica representava 12,8 por cento da popula磯 mundial e deve chegar a 2050 com 19,8 por cento.
Brasil: 168 milh峠de habitantes em 2000

O Globo 31 de janeiro 1999
DESVALORIZA?O VAI AGRAVAR CONCENTRA?O DE RENDA
renda per capita nacional 1997: US$ 5 mil ao ano
deve recuar quase mil d?es e voltar ao n?l de 1994

Folha de S?Paulo 26 de junho 1994
A INFLA?O BRASILEIRA E O PLANO REAL    JEFFREY SACHS E LVARO ZINI JR.
A dura磯 dessa infla磯 elevada 頳em paralelos: superou 50 por cento ao ano todos os anos desde 1979 e tem estado no n?l de dois d?tos desde 1957.
... o Brasil 頭arcado por uma infla磯 inercial particularmente forte, resultado do uso extensivo da indexa磯 de pre篳 e sal?os.
economia brasileira viveu um espetacular surto de crescimento do p?uerra at頍 o final dos anos 1970 de 7 por cento ao ano

O RDUO CAMINHO DA VOLTA AO CRESCIMENTO GILBERTO DUPAS MEMBRO DO INSTITUTO DE ESTUDOS AVAN∥DOS DA USP (Universidade de S?Paulo) Folha de S? Paulo 27 DE JUNHO DE 1993
se o Brasil crescesse 25 por cento at頯 ano 2000 estaria com um PIB per capita IGUAL AO DE 1980. Ou seja, na melhor das hip?es, J`PERDEMOS DUAS D?ADAS.

O GLOBO 10 de agosto de 1997
AUMENTA A CONCENTRA?O DE RENDA
PASSADOS OS PRIMEIROS EFEITOS DO PLANO REAL VOLTOU A CRESCER A DIFEREN∥ ENTRE POBRES E RICOS
Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas)
Maio de 1996: fatia mais rica com renda 11,33 vezes maior que a da mais pobre
1997: 13,23 vezes
S?Paulo, agosto de 1994: renda dos mais ricos 15,7 por cento maior
a popula磯 de baixa renda, que n?tinha como proteger seu dinheiro da infla磯 galopante, teve seu poder de compra preservado
a faixa mais abonada se viu em apuros com o aumento do pre篠dos servi篳
entre 1960 e 1990 a renda da metade da popula磯 mais pobre desceu de 17,7 para 11,9 por cento do total
a partir de 1994, com o fim da infla磯 galopante, as classes C e D aumentaram seu poder de compra e passaram a encontrar ampla oferta de cr餩to. Houve uma percep磯 de que sua renda tinha engordado. Agora, a capacidade de endividamento das pessoas est?hegando ao limite.
estudos de economistas da PUC-Rio (Pontif?a Universidade Cat?a-Rio de Janeiro) tentam mostrar que Brasil teria de crescer 3 por cento ao ano por um per?o de 20 a 30 anos para reduzir ?ice de pobreza aos n?is de Argentina e Uruguai, com os 40 por cento mais pobres apropriando-se de 6 a 7 por cento da renda agregada. Mas estrat駩as de corre磯 das desigualdades sociais teriam efeito mais r?do

JB 16 de setembro de 1997
REAL N? DISTRIBUI MAIS RENDA
acabou o efeito da queda da infla磯 sobre a renda dos mais pobres
(...) o principal fator da m?istribui磯 de renda no Brasil para Pedro Malan (ministro da Fazenda) 頡 falta de acesso da maioria dos brasileiros ?duca磯 b?ca.
Supermercados: euforia consumista fez com que o faturamento no setor subisse de US$ 28,1 bilh峠em 1993 para US$ 50 bilh峠este ano
 

CELSO FURTADO          Forma磯 Econ?a do Brasil
Doutorado em economia pela Universidade de Sorbonne, na Fran硬 autor de cerca de 30 livros, Ministro do Planejamento de Jo?Goulart e Ministro da Cultura do governo de Jos頓arney (entre 1986 e 88)

INDUSTRIA BRASILEIRA
JULHO 2008
O PENSAMENTO PERPLEXO DE CELSO FURTADO
Forma磯 Econ?a do Brasil
A Economia Latino-Americana
Criatividade e Depend?ia na Civiliza磯 Industrial - 1978
filme O Longo Amanhecer - Cinebiografia de Celso Furtado - Jos頍ariani
"Em nenhum momento de nossa hist? foi t?grande a dist?ia entre o que somos e o que esper?mos ser" - 頡 frase que conduz a narrativa
morreu em 2004
Mesmo nos Estados Unidos, ONDE OS AGENTES ECON?ICOS DISP?M DE LIBERDADE SUPERADA EM RAROS PA?ES, aponta-se um futuro de maior controle estatal.
problemas nacionais, como a disparidade entre as regi峬 a desigualdade de classes, para dois professores "a reprimariza磯 da economia brasileira, o aprofundamento da internacionaliza磯 do grande capital no pa? o poder das oligarquias, a dimens?dos latif?s, a aus?ia de planejamento, a falta de um projeto de desenvolvimento capaz de tirar o pa?da letargia e falta de rumo em que vem navegando h?ais de vinte e cinco anos".
estrutura da depend?ia, que ainda 頡 condi磯 dos pa?s perif鲩cos, mesmo num "mundo unificado", em que "a concorr?ia fundada nos pre篳 (diferenciados pela prote磯 aduaneira) cedeu definitivamente lugar ? competi磯 baseada na inova磯 e na compartimentaliza磯 vertical dos mercados, cimentada pela propaganda". (Alfredo Bosi no pref?o de Criatividade e Depend?ia)

por continuar a defender id驡s tidas como de esquerda, como a de que s? Estado poder?er motor de transforma磯 social e do desenvolvimento em pa?s como o Brasil.
Autor de "Forma磯 Econ?a do Brasil", considerada uma das obras fundamentais para o estudo e a compreens?da sociedade brasileira

CELSO FURTADO                   O Estado de S?Paulo 5 DE JUNHO DE 1994
Bras?a foi constru? com que plano de financiamento? Quem discutiu isso? (...) Na 鰯ca do Juscelino ningu魠sabia, nunca tinha sido feito um plano para financiar Bras?a.
O d馩cit fiscal, que est?a raiz da infla磯 brasileira cr?a, hist?a, veio do Imp鲩o. Mas o que houve depois? Veio a constru磯 e opera磯 de Bras?a, que se fez sem um plano financeiro. Que pa? empreende uma coisa t?fant?ica como construir uma cidade a 1.000 km de dist?ia de tudo sem ter um plano financeiro, sem saber qual vai ser a repercuss?sobre a economia, sobre a sociedade, de onde vai tirar os recursos?
?evidente que o mecanismo que se chama no Brasil de socializa磯 de perdas 頣l?ico, vem da 鰯ca que se criava uma infla磯 interna para financiar o caf鮼br> Vemos a televis?no Brasil fazer um barulho t?grande com o futebol. Por que n?faz um barulho t?grande com a mis鲩a, para mobilizar a popula磯 para lutar contra a mis鲩a? ?PRECISO USAR A IMAGINA?O PARA SE ATINGIR UM TIPO DE DESENVOLVIMENTO QUE SEJA CAPAZ DE DESENVOLVER O HOMEM COM SUAS POTENCIALIDADES E FAZER DO HOMEM AQUILO QUE ELE QUER SER, PARTE PRODUTIVA E INTEGRANTE DA COMUNIDADE.
    - Por que no Brasil, toda vez que se fala em reforma agr?a os dois lados sacam o rev?r e armam a guerra?
    - Na minha 鰯ca quem sacava o rev?r eram os latifundi?os. L?o Nordeste, por exemplo, na Zona da Mata 頵m absurdo o que voc?em de terras escassas, 餡s, numa regi?paup鲲ima que necessita produzir alimentos, porque voc??pode manter o Nordeste comendo alimentos vindos do Sul, que s?alimentos muito mais caros e s? classe m餩a pode consumir, ficando na rua os pobres. Voc?em que baixar os pre篳 no Nordeste e veja voc?ue toda essa Zona da Mata, que 頯 fil頍 mignon, est?oda na m?dos a絣areiros.

A ?a grande pol?ca em que se envolveu deu-se no in?o do ano, quando afirmou, numa confer?ia proferida na Sorbonne, que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) - a principal for硠de oposi磯 a Henrique Cardoso - 頯 飯 fen?o social importante surgido no Brasil nos ?os anos.

    Paulo Freire

02 Maio 1997 - Nascido no seio de uma fam?a pobre de Recife, Paulo Freire formou-se em Direito aos 26 anos, tendo custeado os estudos superiores como professor de portugu?em estabelecimentos do ensino secund?o da capital do Estado de Pernambuco.
Ap?ma breve e frustrante experi?ia num escrit? de advocacia, decidiu voltar ao ensino, de cuja pr?ca tirou os ensinamentos sobre o processo de transmiss?da l?ua que lhe serviram de base para a elabora磯 do seu m鴯do de alfabetiza磯 de adultos
Em 1963, assume a dire磯 do Plano Nacional de Educa磯 lan硤o pelo governo do Presidente Jo?Goulart, e que previa a alfabetiza磯 de 16 milh峠de brasileiros em apenas quatro anos.Uma experi?ia arrojada que abortaria com a derrubada de Goulart pelo golpe militar de 31 de Mar篠de 1964.
Freire foi preso e submetido a um processo militar em que era acusado de ser "subversivo e ignorante".
Ao sair da pris? exila-se no Chile, onde seria contratado pela Unesco (?o das Na絥s para a Educa磯 e a Cultura), em 1965, para coordenar um projeto de erradica磯 do analfabetismo naquele pa?lan硤o pelo Presidente democrata-crist?Eduardo Frey.
Com a queda do sucessor de Frei, Salvador Allende, em 1973, o "m鴯do Paulo Freire" 頤e novo banido, para ser retomado, tr?anos depois, na Guin魂issau.
Anos mais tarde, o pedagogo diria sentir "uma felicidade imensa" por na 鰯ca em que era impedido de entrar no Brasil, n?tendo direito sequer a um passaporte brasileiro, ter ajudado "Governos cujos povos se haviam libertado do jugo colonial e come硶am a experimentar a sua independ?ia e identidade cultural com enormes dificuldades", como o da Guin魂issau e outros pa?s africanos que visitou nos ?os tr?anos de ex?o.
De regresso ao Brasil p?constatar que apesar da perman?ia dos militares no poder o seu m鴯do de alfabetiza磯 fora implantado em v?os pontos do pa? como na cintura industrial de S?Paulo, onde participou ativamente no movimento gerado por uma onda de greves que levou ?unda磯 do Partido dos Trabalhadores (PT).
Pr?o Unesco de Educa磯 para a Paz em 1986 e Rei Baldu?, da B鬧ica, para a educa磯 em 1990, doutor "honoris causa" de universidades de v?os pa?s, ap? regresso do ex?o Freire lecionou em per?os alternados na Pontif?a Universidade Cat?a (PUC) de S?Paulo e nas universidades da Calif?a e Harvard, para onde pretendia regressar ainda este ano.
Recusou-se a ocupar cargos pol?cos at頱990, quando aceitou o convite da rec魭eleita Prefeita de S?Paulo, Lu? Erundina, do PT, para assumir o de Secret?o da Educa磯 daquele munic?o, fun磯 de que se demitiria dois anos depois, queixando-se - veladamente embora, para n?prejudicar a correligion?a - de falta de condi絥s para desenvolver os seus projetos.
Entre os seus livros mais conhecidos est?"Pedagogia do Oprimido", editado pela primeira vez no Brasil em 1970, e "Educa磯 Como Pr?ca da Liberdade", de 1983.
Paulo Freire foi estigmatizado pelas suas posi絥s de esquerda ao longo de quase toda a vida, raz?pela qual a sua morte teve grande repercuss?nos principais jornais brasileiros de s?do mas mereceu apenas breves refer?ias nos notici?os de r?o e televis?brasileiros.
A TV Globo, por exemplo, dedicou apenas dois minutos ?ot?a da sua morte no principal jornal da sua emiss?da noite de sexta-feira, anunciando em t?lo o desaparecimento de "um dos principais educadores modernos brasileiros".


SARAMAGO 1997
"A grande palavra que se est? precisar nem 頡 paz, 頧n?", disse o escritor Jos頓aramago em entrevista publicada hoje no suplemento "Prosa & Verso" do jornal "O Globo", do Rio de Janeiro.
"A viol?ia 頣ondi磯 de sobreviv?ia das esp飩es, mas h?ma esp飩e que acrescentou ?iol?ia a crueldade, a nossa esp飩e. O homem 頯 飯 animal cruel que de fato existe."
Saramago prop嬠na entrevista, uma "revolu磯 da bondade" como meio de solucionar os problemas de um mundo que classifica de "terr?l".
"Claro que isto nem 頵ma utopia, 'e um disparate", ressalva, antes de observar que "a consci?ia de que isso n?acontecer??nos deve impedir, cada um consigo mesmo, de fazer o que pode para reger-se por princ?os 鴩cos".

                               CRISE 2008

DE CRACK EM CRACK A COMANDITA ENCHE O PAPO

                         

     CHINA BOX

China: um paradoxo no século XIX

O paradigma do século XXI?

O muro de Berlim caiu faz tempo, mas não o da hipocrisia. Cai a Babilônia, cai a muralha da China, que mais de um século depois das Guerras do Ópio se abre à sociedade de consumo ocidental e a fome e a inguinorança no mundo aumentam em escala.

veja 27 de agosto, 2008
A POUPANÇA DO PRÉ-SAL
Ricardo HAUSMANN, professor de Harvard
Ricardo HAUSMANN, professor de Harvard veio ao Brasil apresentar o estudo
IN SEARCH OF CHAINS THAT HOLD BRAZIL BACK
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feito sob encomenda do Centro de Liderança Pública.

O motivo pelo qual a taxa de câmbio chinesa é competitiva é que a China possui uma taxa de poupança elevada.
 

     Este banco de dados reproduz várias dicas pelas quais se confirma que uma das leis básicas de uma economia saudável pelo atual regime é a de que a população consuma muito mas sem extrapolar porque há que fazer como os bisavós: poupar, pouco que seja - vá, 20 por cento do que se ganha.

     Não é isso então? - algo em que nem se tem insistindo muito entre os especialistas da casa no Brasil porque a escassez foi tão grande e o atraso é tanto! Uns 20, vinte e poucos porcentozinhos de taxa média de poupança não seria a lei? Um pé-de-meiazinho para enfrentar possíveis crises - sei lá, uma doença...

     Pois então o que faz especialistas dizerem que

"A Índia tem se mostrado mais aberta ao consumo, mas como a China tem uma taxa de poupança muito alta que deveria ser canalizada para o gasto do consumidor, contribuindo assim para o fortalecimento geral da economia"

 Ele há poupança e poupança, certo. Nem tanto ao mar nem tanto à terra, pela definição teórica - por quem sois. valor econômico, são paulo, 07 janeiro 2009: Famílias americanas começam a poupar agravando a recessão. Como em teoria poupança equivale à parcela da renda que não é consumida, poupança demais, de mais a mais, equivale a muito menos mais valia, para quem produz e para quem não consome, que some, some, não equivale a nada, não é ninguém, pouco importa, não interessa, não conta, NÃO AJUDA A PRODUZIR RIQUEZA...

 Não dou a mínima para se a mula manca - money makes the world go around e a regra é a do fortalecimento geral da economia pouco importando o que e quanto o indivíduo compra ou que exploda na farra do consumo e consumismo a bem dizer a troco de nada para ele e tudo para os sustentáculos do regime. Vale aqui também a metáfora de Marco Ferreri no filme La Grande Bouffe - e que se explodam de gula!

Lembre-se - ou flashback - ou vedi retro:

 27 de agosto, 2008
Ricardo HAUSMANN, professor de Harvard veio ao Brasil apresentar o estudo
IN SEARCH OF CHAINS THAT HOLD BRAZIL BACK
IN SEARCH OF CHAINS THAT HOLD BRAZIL BACK
IN SEARCH OF CHAINS THAT HOLD BRAZIL BACK

feito sob encomenda do Centro de Liderança Pública e declarou a Veja:

O motivo pelo qual a taxa de câmbio chinesa é competitiva é que a China possui uma taxa de poupança elevada.
 

Contradições em termos? Paradoxos?

Paroxismos.

Beckett explica.

Beckett explica. Contradições aos montes e o problema não está nas contradições mas em que o Sistema, Establishment ou o que seja tem conseguido impor a noção de que se baseia em princípios sérios e coerentes quando ao que se constatou mais uma vez de forma talvez mais contundente com a crise dos CRÉDITOS PODRES...

e de pensar no que o outro poeta chamou  PODRES PODERES...

uma das leis básicas de uma economia saudável pelo atual regime é a de que a população consuma muito mas sem extrapolar porque há que fazer como os bisavós: poupar, pouco que seja - vá, 20, vinte e poucos porcentozinhos de taxa média de poupança não seria a lei? Um pé-de-meiazinho para enfrentar possíveis crises - sei lá, uma doença...

... tempo dos bisavós - onde eles ainda estavam até serem acordados do sonho milenar embebidos em mantras e preceitos dos seus arcaísmos de que nem Guerras do Ópio os tinham acordado primeiro pelo sonho/pesadelo vermelho anticonfucionista  e agora pelo das bugigangas artesanais sécula-e-seculares reproduzidas em série e com materiais mudernos mais as bugigangas pirateadas pelas e para as subculturas de chungaria (coisa vagabunda, ordinária, segundo Mauro Villar in Dicionário Contrastivo Luso-Brasileiro, Editora Guanabara, Rio de Janeiro, 1989) tornou-se o cúmulo do hiperkitsch ou muito megabrega e quando (vide o tempo de A Condição Humana, a aurora da sanha nacionalista) viviam se bem, quando bem, de bens essenciais e têm de - são induzidos a - consumir pela lógica de mercado e para o bem do capitalismo de consumo.

Na China há mão-de-obra abundante e os níveis de qualificação melhoram sempre...

julho 2008
entrevista de Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior:

[no Brasil] nível de investimentos em relação ao PIB era de 16 por cento e passou para 18 por cento  - meta para 2010: 21 por cento - China - nível de investimentos: 30% em relação ao PIB

7 DE JULHO DE 2008

Estimulado pelo apetite dos países asiáticos - a começar pela China - e também pelos programas de etanol e bioenergia dos países desenvolvidos os preços dos alimentos estão superaquecidos
 

A ARQUITETURA DA NOVA CHINA
"CHAI-NA"
HÁ QUEM RESISTA A ESSE AFÃ DE DESTRUIR para construir. "Uma cidade que desrespeita sua história e sua cultura acaba entrando em declínio." Pei Zhu, arquiteto, defensor do patrimônio cultural, é contra a destruição dos
hutongs,
bairros antigos em Pequim que traduzem a maneira de viver, com seus labirintos orgânicos e suas casas de portas abertas. "São a memória desta cidade, a base cultural e arquitetônica da antiga Pequim e por isso precisam ser salvos"
a destruição da velha Pequim
Nos últimos anos 3 milhões de chineses foram expulsos para os subúrbios de Pequim, ganhando indenizações irrisórias. Há histórias terríveis de incêndios criminosos para obrigar moradores relutantes a abandonar suas casas. A discussão se tornou tão comum na cidade que hoje os críticos pronunciam o nome do seu país em inglês "Chai-na", que significa em mandarim "demolir onde?"
"DEMOLIR ONDE?"
XANGAI: no bairro antigo, Nanshi, as casas são conhecidas como shikumen/porta de pedra. Até meados do século passado 80 por cento dos habitantes de Xangai viviam em shikumens. Havia 650 mil delas. Acredita-se que até 2010 não serão mais de 50 mil.
"A Maioria dos chineses ainda não compreendeu plenamente o valor de nossa tradição e a importância da nossa cultura."

A ERA DE OURO DO FERRO
o minério nacional é o melhor do mundo, dispõe de um espetacular sistema de logística e é abundante, assim como subproduto: aço
foi especialmente beneficiado pelo aumento da demanda de China e Índia

veja 6 de agosto, 2008
CHINA - A NOVA REVOLUÇÃO CULTURAL
ânsia popular de romper o isolamento acentuado pelo regime comunista
uma comerciante ao recusar-se a abandonar casa de onde foi despejada foi chamada de egoísta por muita gente. O fato de sua família morar no local há sessenta anos e tirar de lá o seu sustento, vendendo amendoim e castanha torrada, não era motivo para ela "deixar de pensar no país"
com o objetivo de diminuir índices de poluição da cidade 8 000 canteiros de obra foram paralisados e 150 fábricas obrigadas a suspender a atividade.
PIB China: 2,7 trilhões de dólares
desde 2001 o país mais que dobrou seu orçamento para os esportes. Parte do dinheiro foi usada na reforma e equipagem de 3 000 ginásios mantidos pelo governo. A finalidade é transformar 400 000 crianças em futuros campeões olímpicos.
Desde 1992 mais de 3 000 prédios com mais de trinta andares foram construídos em Xangai. O governo teve de conter a fúria dos incorporadores, em 2003, porque o solo da cidade estava afundando sob tanto peso.
Do ponto de vista da logística urbana, arranha-céus prodigiosos são um contra-senso. Concentram trânsito e despendem uma quantidade fabulosa de energia. Mas se está aqui no terreno exclusivo do SÍMBOLO: Eles São as
catedrais do capitalismo.
Arquitetos não desenham caixotes como os que enfeiam São Paulo
Deng Xiao Ping, promotor do tal "socialismo de mercado"
que acordou a China do pesadelo comunista
metrópole do sul, Xangai, a locomotiva do país, "a cabeça do dragão" (Deng Xiao)
monóxido de carbono, o gás do progresso
MONÓXIDO DE CARBONO, O GÁS DO PROGRESSO
ex-prefeito de Pequim, Chen Xitong, preso por corrupção
 

PROSPERIDADE E INSTABILIDADE
a classe média até recentemente estava limitada à tríade Europa-América do Norte-Japão. Nos anos 1970 e 1980 países como a Coréia do Sul, Brasil, México e Argentina desenvolveram também contingentes significativos de consumidores. Hoje o fenômeno ocorre na China e na Índia.
China: maior mercado do mundo para televisores e celulares e o segundo maior para automóveis e computadores pessoais.
classe média indiana passará de 50 milhões para 583 milhões de pessoas nas próximas duas décadas. Ao mesmo tempo o país passará de 12º para 5º mercado consumidor do mundo. A China deverá tornar-se o terceiro maior mercado consumidor até 2025. McKinsey Global prevê que a classe média chinesa será de 612 milhões de pessoas em 2025, passando de 46 por cento da população para 76 por cento.
em fase de transição de um modelo centrado no investimento para outro de consumo generalizado [e olha que são grandes poupadores - Agora!]
A Índia tem se mostrado mais aberta ao consumo, mas como a China tem uma taxa de poupança muito alta que deveria ser canalizada para o gasto do consumidor, contribuindo assim para o fortalecimento geral da economia.
INDIA SONG ou THE RIVER

veja 27 de agosto, 2008
o golpe do século
CHINA
Mário Sabino
Temerosa do mesmo destino dos amigos [??!!] soviéticos
como a China jamais foi pluralista, inexistem anseios democráticos como no Ocidente. Esses são frutos da filosofia iluminista européia e dos ideais da revolução americana, concepções estranhas e alienígenas do ponto de vista chinês. O marxismo, igualmente alienígena, vicejou na China por ter-se casado à perfeição com uma cultura alicerçada [no] absolutismo.
Como há otimistas em qualquer situação há quem entreveja a possibilidade de a China vir a adotar um regime próximo à democracia real.
[1) O que é democracia real?
2) Se não há anseios democráticos na China, que sentido faz otimistas a entrever a adoção de um regime próximo a uma democracia real? - o que quer que isso seja.]
 

BRIC, a sigla que congrega os emergentes de primeira linha Brasil, Rússia, Índia e China.
Bric-à-brac
BRIC-À-BRAC

fase de crescimento, essa mesma bolha, esse mesmo sistema tóxico e demonizado da semana passada, foi o que produziu a liquidez mundial capaz de tirar da miséria centenas de milhões de pessoas na China e no Brasil

veja 1º de outubro, 2008
DEPOIS DO DESASTRE...
Crise global
um leitor:
o absurdo das Bolsas de Mercadorias & Futuros, indexando por pura especulação os alimentos.
CHINA - (A GANÂNCIA: LEITE LETAL)
Internados 13 000 bebês chineses que tomaram leite em pó contaminado por melanina, substância utilizada na fabricação de plástico que, quando ingerida, pode ser letal. A melanina foi adicionada ao produto para que ele parecesse mais rico em proteínas. Quatro crianças morreram e 104 bebês ainda estavam em estado grave (...).

O gasto em investimentos em educação é mal feito - vai muito para as universidades e muito pouco para o ensino básico
no período 1970-1990 a Coréia do Sul gastou em média 3,5 por cento do PIB em educação. A Irlanda, 5,6 por cento. China, 2,3 por cento. Inglaterra, 4,9 por cento

O muro de Berlim caiu faz tempo, mas não o da hipocrisia. Cai a Babilônia, cai a muralha da China, que mais de um século depois das Guerras do Ópio se abre à sociedade de consumo ocidental e a fome e a inguinorança no mundo aumentam em escala.

OPERATING MANUAL FOR SPACESHIP EARTH
R. BUCKMINSTER FULLER 1969
:

Como consequência de séculos de pilhagem da Indochina pelos Grandes Piratas, e subsequente acumulação das suas riquezas na Europa, os milhões de humanos da Índia e do Ceilão ficaram tão abismalmente empobrecidos, subalimentados e fisicamente diminuídos durante tantos séculos que desenvolveram a crença religiosa de que a exclusiva intenção da vida na Terra é ser uma provação infernal e que quanto piores forem as condições com que o indivíduo tiver de se defrontar tanto mais célere será a sua entrada no céu.

escritor John Gray - o insuspeito sobre o óbvio
ÉPOCA 26 DE DEZEMBRO DE 2005

Sou descrente de que será feito algo realmente eficaz para combater o aquecimento global. A demanda de combustível fóssil vem aumentando a um ritmo de 1,9% ao ano. A rápida industrialização da China só agrava esse problema.
 

VEJA 23 DE ABRIL DE 1997

Apenas 13 por cento das terras de resto ruins da China servem para plantar.
Em 1996 a China produziu 430 milhões de toneladas de grãos, cinco vezes mais que o Brasil.

O GLOBO 29 DE ABRIL DE 2008

ESPECIALISTAS: ALTA DE GRÃOS TEM VÁRIOS 'CULPADOS'
ENTRE ELES A DEMANDA POR COMIDA
relatório do Departamento de Pesquisas Econômicas do Bradesco
alta de 25 por cento no índice de commodities alimentícias e químicas no atacado
China: com crescimento de 10 por cento ao ano, mais de 300 milhões de chineses saíram da pobreza nos últimos dez anos

O Globo 25 de abril de 2008
NÍVEIS DE CO2 CONTINUAM A SUBIR
A QUEIMA DE COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS POR PAÍSES RICOS É A PRINCIPAL CAUSA
As emissões de dióxido de carbono, o principal gás associado ao aquecimento global, continuam a subir em ritmo acelerado.
Um dos principais fatores são as crescentes emissões para a geração de energia na China, Estados Unidos e Europa. A Itália, por exemplo, planeja construir uma grande termoelétrica a carvão.

O GLOBO 29 DE ABRIL DE 2008
DRAGÃO FERIDO
LUIZ PAULO HORTA
há cerca de dez anos Pequim (...) era uma cidade destruída (...) à exceção de uma ou outra relíquia do passado.
Templo do Céu exibe uma porcelana azul de beleza extraordinária. Ali, uma vez por ano, o imperador presidia aos ritos de abertura do ano agrícola. Como tudo o que governava a China tradicional, a idéia era manter e desenvolver o equilíbrio entre o Céu e a Terra.
A China atual mostra a mais total desarmonia entre o Céu e a Terra.
Em 2005 já dizia o vice-ministro do Meio Ambiente, Pan Yue: "O milagre econômico vai terminar logo, porque o meio ambiente já não dá conta" (do estrago causado pelo desenvolvimento).
A China já tem 16 das 20 cidades mais poluídas do mundo. Problemas respiratórios na população, a chuva ácida caindo sobre os campos, provocando uma desertificação acelerada, a disponibilidade de água limpa encolhendo assustadoramente,
 

GAZETA MERCANTIL 12 de dezembro 1996
previsões para o ano 2000 conservadoras porque incluem precariamente o consumo na China e na Índia, que consomem menos de um barril per capita ao ano e devem apresentar crescimento na demanda superior aos 2 por cento ao ano computados na pesquisa. Média mundial é de 16 barris per capita/ano.
 

O GLOBO 30 DE JUNHO DE 2008
PETROBRAS SERÁ UMA DAS GIGANTES DO SETOR EM ALGUNS ANOS
está em 10º lugar entre as empresas com maior presença no exterior
Sete primeiras são as tradicionais - Shell, ExxonMobil, Total, BP, Chevron, Eni e StatollHydro - e depois vêm Petronas da Malásia e Petrochina/CNPC
em 95 por cento das companhias nacionais, como a Petrobras, o governo é o acionista controlador
as maiores empresas do mundo ranking do Financial Times - valor de mercado
ExxonMobil US$ 452 bilhões
Petrochina US$ 424 bilhões
General Electric US$ 370 bilhões
Gazprom US$ 300 bilhões
China Mobile US$ 298 bilhões
Banco Industrial e Comercial da China US$ 277 bilhões
12º lugar - vindo da 50ª posição (mas não de uma vez...) Petrobras: US$ 208 bilhões de valor de mercado

Esse fenômeno se repetiu na Índia e no Brasil
Mais dinheiro significa mais comida na mesa.

veja 23 de julho, 2008 ENERGIA NUCLEAR
O QUE ERA MEDO SE TORNOU ESPERANÇA
Duas décadas após o desastre de Chernobyl
uma esperança de energia limpa e barata.

as termelétricas a carvão, que produzem 40 por cento da eletricidade do mundo, continuam a ser produzidas a todo o vapor, principalmente na Rússia e na China.
termelétrica que usa matérias-primas fósseis emite 1 quilo de dióxido de carbono (CO2), o principal gás do efeito estufa, por qulowatt/hora gerado.

   O muro de Berlim caiu faz tempo, mas não o da hipocrisia. Cai a Babilônia, cai a muralha da China, que mais de um século depois das Guerras do Ópio se abre à sociedade de consumo ocidental e a fome e a inguinorança no mundo aumentam em escala.

trecho de

 Breve História das Drogas da Antiguidade a Aldous Huxley

in Rumo às ilhas da Utopia
  Da Teoria à Prática
  Ou Vice-Versa
  
 
  apêndice de
       
 

Ópio e derivados eram de uso comum no século da rainha Vitória. Thomas De Quincey relata em Confissões de um Inglês Comedor de Ópio, publicado em 1821, que o número de comedores de ópio amadores (como os devo chamar) era imenso à época na sede do Império, que moveu duas guerras contra a China para impor-lhe o contrabando do produto, que passou a trocar pelo chá com que se cobriria metade das despesas da corte da rainha.

Ψ

veja, são paulo, 03 dezembro 2008

Maílson da Nóbrega, o ex-Ministro da Fazenda do Plano Verão, o terceiro plano econômico de emergência do governo do presidente José Sarney (1985-1989), que não emplacou o inverno seguinte e talvez tenha ajudado a inflar ainda mais a bolha inflacionária no Brasil, que com ele no poder debatia-se com índices de 80 por cento ao mês: Na China a "desregulação" do comunismo retirou da pobreza 400 milhões de pessoas.

valor econômico, são paulo, 19 janeiro 2009

    A volta do protecionismo: colapso da globalização fase II?

Por Marcilio R. Machado

A China, por exemplo, se transformou na quarta maior economia do mundo. A sua corrente de comércio, soma das importações e exportações, deve ultrapassar US$ 2 trilhões em 2008.

veja, são paulo, 18 março 2009

Barry Eichengreen, economista da Universidade da Califórnia em Berkeley: A crise pode acabar logo. Mal conduzida pode se transformar numa tortura chinesa.

veja, são paulo, 25 março 2009

O ar está mais limpo... mas só porque a crise econômica é devastadora para indústrias ineficientes e poluidoras dos países emergentes

Em Guangdong, de onde sai um terço das exportações chinesas, 60 000 empresas, a maioria pequenas indústrias, já fecharam as portas. O nível de poluição na região caiu 5 por cento

.

 

 

E O BRASIL DA "D?ADA VIRTUOSA" - EM FUN?O TAMB? DOS "CR?ITOS PODRES" - NO MEIO DISSO?  SER`QUE TEM "ESCUDO" OU "COURA∥" PRA AGUENT`O TRANCO E CRESCER CRESCER CRESCER?

   

CRISE 2008

 DE CRACK EM CRACK A COMANDITA ENCHE O PAPO

 

Para o comum dos mortais de outros quadrantes o "milagre" chin?頵ma piada - a que se faz sobre as quinquilharias pirateadas que imp堡os tolos nos centros comerciais mais populares. Para o resto do mundo dos comuns dos mortais seria muito evidente a farsa - venda-se o que h?ara vender, se 頰ara o p?o de baixa renda o que importa a qualidade E A UTILIDADE?
H?uito que os objetos de consumo deixaram de ser tamb魠fetiche.
Hoje s?s?godo.

Hugo Ch?z, da Venezuela, vai de reuni?da Alternativa Bolivariana para a Am鲩ca, a Alba
Alba...

veja 26 de mar篬 2008
FALTAM PESQUISADORES NAS EMPRESAS BRASILEIRAS
A maior parte dos cientistas dos pa?s ricos trabalham em empresas privadas. No Brasil 頯 contr?o. Eles se concentram nas universidades, a maioria delas mantida com dinheiro p?o. Estudo da Universidade de Bras?a concluiu que isso atrapalha a inova磯 e traz preju?s ?ompetitividade das empresas brasileiras
                                   empresas                           universidades                    outros
EUA                              80%                                     13%                                 7%
Alemanha                     61%                                     24%                              15%
Brasil                            27%                                      66%                                7%
 

CRISE AMERICANA
LULA: ESSA CRISE ?TRINTA VEZES MAIS FORTE DO QUE A DA MALSIA, PORQUE ? NA MAIOR ECONOMIA DO MUNDO (...). E at頡gora n?aconteceu nada com nosso querido Brasil.
IRAQUE
Pelas contas oficiais o custo do conflito j?assou de 600 bilh峠de d?es. Valor igual a metade do PIB do Canad?oitavo pa?mais rico do mundo.
(...) quarta-feira, diz do quinto anivers?o da invas?do Iraque, o Departamento de Defesa identificou a 3982歴ima fatal americana do conflito.
SOB O IMPACTO DE 1929
eclos?da crise nos Estados Unidos h?ete meses.
Dezenas de fundos de investimentos j?oram liquidados. A maior queda at頯 momento foi a do Bear Stearns, o quinto maior banco americano de investimento. Fundado em 1923
Exposto at頡 medula aos cr餩tos hipotec?os podres
comprado a toque de caixa pelo JP Morgan ap?obiliza磯 de emerg?ia do Federal Reserve (Fed, o banco central americano)
turbul?ia cujas causas e natureza ainda s?objeto de intenso debate.
Ben Bernanke, presidente do Fed: executando a mais agressiva redu磯 na taxa de juros em duas d飡das. Sob seu comando ela caiu de 5,25 por cento no in?o de setembro para 2,25 por cento ao ano
evitar um colapso do consumo
estendeu suas linhas de financiamento direto para hedge funds (fundos de investimento agressivos) e corretores e financeiras
economistas que n?v?sentido em torrar dinheiro do contribuinte americano para resgatar meia d顠de banqueiros imprevidentes.
op磯 [seria] simplesmente deixar o sistema financeiro ruir, dando origem a uma depress? como os Estados Unidos da d飡da de 30, ou uma prolongada estagna磯 ?aneira do Jap?nos anos 90.

O Globo 25 de abril de 2008
Mirian Leit?TEMPOS INCERTOS
choque agr?la global
choque agr?la global
choque agr?la global
choque agr?la global
sobem o consumo, os sal?os, o cr餩to, as expectativas; e de fora v?choques de pre篳
.
aumento ininterrupto de cr餩to e renda
e, mesmo quando se retira a infla磯 dos alimentos, as taxas mostram alta.
As altas conjunturais s?as dos in natura, ou seja, a feira. Mas as commodities, como seja, milho, trigo e at頡rroz
quanto mais as commodities agr?las t?risco de subir de pre篠mais interesse atraem dos especuladores que querem se garantir contra um d? fraco e contra ativos financeiros vol?is.
h?m choque agr?la global e o petr? disparou.
Mesmo que o mundo diminua muito seu crescimento, a comida 頯 ?o dos gastos que os consumidores cortam.

O Globo 25 de abril de 2008
Crise nos dois lados do Canal
a crise das hipotecas americanas, que se alastrou para a Europa; o euro valorizado; um d? fr?l; e a duplica磯 do pre篠do petr? em um ano.
Sarkozy: ruidoso div?o com a ex-modelo (...) seguido de um casamento rel?ago com outra ex-modelo (...) soou como novela barata, longe do glamour da fam?a Kennedy nos EUA.

O Globo 7 de maio de 2008
presidente Nicolas Sarkozy
Da cr?a pol?ca passou a povoar tamb魠revistas de fofoca, depois que sua vida pessoal virou novela.
ganhou o apelido de "presidente bling-bling", express?que descreve a ostenta磯 dos novos-ricos.

O GLOBO 25 de abril de 2008
Lucro da Vale cai 55,8% no primeiro trimestre
Instabilidade no mercado financeiro e desvaloriza磯 do d? reduziram receita da empresa em 12,5 por cento no ano
Vale do Rio Doce, a segunda maior mineradora do mundo

o globo 29 de abril de 2008
LUCRO DO BRADESCO CRESCE 23%, PARA R$ 2,1 BI
BANCO TEVE MELHOR RESULTADO TRIMESTRAL ENTRE INSTITUIǖES PRIVADAS EM 20 ANOS, MAS AINDA PERDE PARA O BB
Embalado pelos ganhos nas ?as de cr餩to e seguros
Banco do Brasil embolsou no primeiro trimestre de 2006 R$ 2 526 bilh峼br>
O GLOBO 7 de maio de 2008
Grau de investimento: afinal, de quem 頯 "filho"?
pol?ca monet?a e pol?ca fiscal
reservas internacionais de quase US$ 200 bilh峼br> dados fiscais do primeiro trimestre, em que as despesas correntes ca?m 3,7 por cento em rela磯 ao PIB, enquanto os investimentos subiram 21 por cento.
Al魠disso, houve super?t nominal trimestral pela primeira vez na hist?, de 3 bilh峠de reais - ou seja, sobrou troco mesmo ap?agos os juros da d?da p?a no per?o
No BC (Banco Central) a avalia磯 頡 de que a pol?ca fiscal 頥xpansionista e perigosa, pois impede queda mais forte da rela磯 entre d?da e PIB e, pior, ajuda a atear fogo na fogueira da infla磯
an? de p?na inteira da Bovespa Holding e da BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros)
?DO BRASIL.
O GRAU DE INVESTIMENTO ?UMA VIT?IA DO GOVERNO.
DO MERCADO, DAS EMPRESAS E QUE TODO O PA? VAI COMEMORAR.

O Globo 5 de maio de 2008
PERU: EXPANS? DA ECONOMIA N? AJUDA GARC?
Peru al硤o ?ondi磯 de grau de investimento, depois de Chile e M鸩co, pela Fith Ratings.
Considerado um pa?est?l e bom pagador, a percep磯 dos investidores estrangeiros em rela磯 ?conomia peruana 頩nversamente proporcional ?os peruanos.
Peru 頯 pa?com a mais baixa infla磯 da regi?br> mas popula磯 desaprova a pol?ca o governo e culpa-o pela alta generalizada dos pre篳.
Para ela os principais problemas do Peru s?a corrup磯 (43 por cento), o desemprego (38 por cento) e a pobreza (36 por cento).
[Malgr頁lberto Fujimori,] 頡 primeira vez que a corrup磯 ocupa o primeiro lugar entre as preocupa絥s dos peruanos.
Antes a preocupa磯 maior era com a infla磯 e o terrorismo.
Com a derrota do Sendero Luminoso e do Tupac Amaru
Primeiro governo de Garc?foi desastroso, com infla磯 de 7 000 por cento em cinco anos.
o atual modelo de desenvolvimento peruano, baseado na minera磯, setor intensivo em capital mas n?em m?de-obra, 頣riticado por especialista.
O Crescimento sustenta-se no alto pre篠dos metais. A valoriza磯 das commodities minerais
COMMODITIES MINERAIS
ajudou a reduzir o d馩cit fiscal, a rela磯 d?da/PIB, e a alavancar a balan硠comercial
mas isso s?SCARA o fato de 60 por cento dos trabalhadores peruanos estarem na informalidade.
Nada justifica o governo estar se vangloriando de acumular super?ts fiscais enquanto os investimentos sociais em sa嬠educa磯 e saneamento b?co diminuem e a d?da social do Peru 頴?grande

O GLOBO 7 de maio de 2008
323 empresas brasileiras deixaram de exportar em mar篬 n岯 mais alto desde 2006
10 maiores exportadoras
Petrobras, Vale do Rio Doce, Embraer, Sadia
entre as dez, tr?de alimentos, tr?de minera磯 e duas montadoras de autom楩s
10 maiores importadoras
Petrobras, Refap, Embraer, Motorola, Bunge Fertilizantes
entre as dez, duas de telefonia e duas de ve?los (passeio e carga)

O GLOBO 5 DE MAIO DE 2008
BCs PREV?M MAIS INVESTIMENTOS PARA O BRASIL
entrada do pa?para o seleto grupo dos pa?s com grau de investimento, isto 鬠 seguro para se investir, na avalia磯 da ag?ia Standard & Poor's, surpreende principais bancos centrais do mundo.
E um dos fatores que teria contribu? para isso n?foi o alto pre篠das commodities, que favoreceram as exporta絥s, mas a disciplina monet?a: combate ?nfla磯.
ESTES MESMOS BANQUEIROS COLOCARAM EM D?IDA A CREDIBILIDADE DE AG?CIAS DE CLASSIFICA?O DE RISCO, QUE N? PREVIRAM O PROBLEMA QUE EST`CAUSANDO BOA PARTE DA CRISE MUNDIAL: A CRISE DAS HIPOTECAS AMERICANAS.
O que est?contecendo com o Brasil aconteceu com o M鸩co: maior demanda de pap驳 da d?da.
            - Sempre nos contentamos com algumas migalhas - alfinetou o presidente do BC da Argentina, que luta pela mesma classifica磯.
FALA-SE HOJE MAIS EM INFLA?O E AUMENTO DE PREǐS DOS ALIMENTOS DO QUE EM POSS?EL RECESS? DOS ESTADOS UNIDOS

[Quatro meses depois: FALA-SE HOJE MAIS EM RECESS? NOS ESTADOS UNIDOS DO QUE EM INFLA?O E AUMENTO DE PREǐS DOS ALIMENTOS]
No front europeu Sarkozy e outros l?res de pa?s que amargam baixo crescimento pressionam para que o BC Europeu relaxe e permita que o continente cres硬 mas o BCE se recusa a seguir o Federal Reserve, Fed, na redu磯 dos juros b?cos para estimular a economia a crescer. O BCE vai manter a coisa como est?4 por cento.
pa?s emergentes como China, ?dia e Brasil assumem import?ia capital na reuni?dos BCs em Basil驡: os ricos contam com eles para puxar a economia para cima e impedir que a cess?americana vire recess?global.
proje磯 de crescimento da Europa: vai cair de um crescimento de 2,6 por cento em 2007 para 1,7 por cento em 2008 e 1,5 por cento em 2009. 

EDUCA?O LADEIRA ABAIXO
OPINI? DE O GLOBO 5 DE MAIO DE 2008
53,8 por cento das crian硳 brasileiras matriculadas conseguem concluir o ensino fundamental (oitava s鲩e), revelou relat? da Unesco reportando-se a dados de 2005.
A situa磯 piorou em rela磯 a 1999, quando 61 por cento dos alunos conclu? o primeiro grau.
Brasil fica assim em 76?ar no ranking da Unesco, atr?de oito pa?s da Am鲩ca do Sul
J?alta m?de-obra qualificada para empregos que exigem o m?mo de qualifica磯
Na China h??de-obra abundante e os n?is de qualifica磯 melhoram sempre...
Obcecado com as universidades, o governo adota uma atitude quase ol?ica: fala-se em aumentar os recursos para a educa磯, mas nem sinal da campanha de salva磯 p?a necess?a.
Falta ao ensino uma no磯 de urg?ia de melhoria na motiva磯 de escolas e professores.
NOVOS CAMINHOS - diz outra
Estado do Rio de Janeiro: ?ices alarmantes de defasagem escolar e uma alta porcentagem de jovens fora da escola evidenciam situa磯 muitas vezes pior do que a m餩a nacional.
Cerca de 30 por cento dos adolescentes entre os 15 e os 17 anos est?fora da escola em bairros como
Complexo do Alem?br> Ilha do Governador e Rocinha
e chegam a 36 por cento na Mar鼢r> muito al魠da m餩a municipal de 15 por cento
45 POR CENTO DOS JOVENS ENTRE 18 E 24 ANOS DE Botafogo e Copacabana, completaram o ensino m餩o e s?por cento no
Complexo do Alem?br> Mar鼢r> Santa Cruz
Jacarezinho
Cidade de Deus
e Rocinha

O GLOBO 6 DE MAIO DE 2008
"NINGU? SEGURA ESTE PA?", DIZ LULA
Depois dos elogios a Geisel e M餩ci, o presidente Lula recorreu ontem em Teresina a um bord?do regime militar para comemorar o grau de investimento dado por uma ag?ia de classifica磯 de risco na semana passada.
Bolsa de S?Paulo bateu recorde de neg?s.


O Globo 7 de maio de 2008
Ita? lucro l?ido de R$ 2043 bilh峠no primeiro trimestre - alta de 7,5 por cento em rela磯 ao mesmo per?o de 2007 gra硳 ?xpans?do cr餩to
Bradesco, lucro l?ido de R$ 2101 bilh峼br> ambos, 14,9 por cento a mais que nos tr?primeiros meses de 2007.
em 2007 o lucro do Ita?se dobrou e foi de R$ 8,47 bilh峬 maior que o do Bradesco, que 頯 maior do ranking

O GLOBO 10 de junho de 2008
VALE NEGOCIA COMPRA DE MINERADORA AMERICANA
estaria em conversa絥s para comprar a s鴩ma maior do mundo por US$ 45 BIlh峼br> a terceira maior mineradora do mundo com valor de mercado de US$ 170 BIlh峼br> as duas primeiras s?grupos anglo-australianos
Vale forte em min鲩o de ferro e n?el
se aproximaria em valor de mercado ?duas primeiras

O GLOBO 10 DE JUNHO DE 2008
ARGENTINA: EXPORTA?O BANCA OBRA SOCIAL
Programa Nacional de Redistribui磯 Social, que destinar?arte dos recursos obtidos pela tributa磯 das exporta絥s de gr? ?onstru磯 de hospitais, estradas e casas populares. Depois de criticar, mais uma vez, a atitude dos produtores rurais, que h?r?meses est?em guerra com a Casa Rosada
agropecu?a
produtores argumentam que est?pedindo solu絥s aos governo h?ais de quatro anos e nunca receberam uma resposta ?ltura dos problemas do setor.
Antes da pol?ca resolu磯 a al?ota do imposto sobre as exporta絥s de soja e girassol era de 35 por cento. Com o novo sistema passou a ser m楬 e nas ?as semanas superou os 40 por cento.
            - As medidas foram adotadas para garantir a SOBERANIA ALIMENTAR dos argentinos. Basta observar o mundo para perceber que este 頵m problema social. - Cristina Kirchner

O GLOBO 10 DE JUNHO DE 2008
LEHMAN BROTHERS TENTA ARRECADAR US$ 6 BILH?S
Afetado pela crise financeira banco anunciou venda de ativos e a絥s abaixo do pre篼br> perdas de US$ 2,77 bilh峬 sua primeira perda desde 1994.
O an? tamb魠representa uma virada radical na postura do banco, que vinha garantindo a seus acionistas ter os riscos sob controle. Muitos investidores passaram a se preocupar com a sa堤a empresa depois do colapso do Bear Stearns e das expectativas sobre se o Lehman, um dos menores bancos de Wall Street, conseguiria sobreviver ?rise como uma institui磯 independente.
o Lehman agora se une ao Merryll Lynch e ao Citigroup, que sofreram bilh峠de d?es em perdas e se viram obrigados a elevar capital.

O GLOBO 10 DE JUNHO DE 2008
PIB DO PRIMEIRO TRIMESTRE DEVE FICAR ENTRE 5,5% E 5,8%
ALIMENTA?O CONTINUA PRESSIONANDO INFLA?O
DI = DISPONIBILIDADE INTERNA
PIB EM 2007: + 5,4%
quarto trimestre de 2007: + 6,2%
enorme apetite para importados que tem deteriorado as contas externas do pa?
chamada absor磯 interna, que 頯 crescimento da economia sem contar o com鲣io externo, deve ter expans?de 9 por cento no primeiro trimestre
O BC teme que a demanda interna aquecida pressiona ainda mais a infla磯 e por isso desde abril tem subido os juros b?cos da economia.
A contrapartida da demanda interna em ascens?頯 fraco resultado das exporta絥s, com queda estimada de 3,6 por cento no primeiro trimestre enquanto as importa絥s cresceram 18,4 por cento.
o consumo das fam?as dever?er crescido 7,7 por cento no primeiro trimestre
no ?o trimestre de 2007 cresceu 8,6 por cento
IGP-DI DE MAIO ?O MAIS ALTO DESDE JANEIRO DE 2003, quando a infla磯 no per?o p?eal refletia a forte desvaloriza磯 da moeda brasileira ocorrida em 2002.
aumentos no atacado do ? diesel, materiais de constru磯 para ind?a e do min鲩o de ferro. O ?dice de Pre篳 no Atacado subiu de 1,30 por cento em abril para 2,22 por cento em maio, a maior taxa desde dezembro de 2002.
No varejo a alta dos alimentos  foi de 2,33 por cento
(ministro da Fazenda Guido) MANTEGA DIZ QUE INFLA?O PARA BAIXA RENDA ?MAIS SEVERA E ACUMULA 8 por cento
Lula quer ampliar produ磯 de fertilizantes para elevar oferta de gr?
para os trabalhadores com renda entre um e 2,5 sal?os m?mos a infla磯 nos ?os 12 meses a infla磯 est?cumulada em 8 por cento, contra 5,04 por cento do IPCA.
Mais de 70 por cento dos fertilizantes usados no Brasil s?importados.
investir nas jazidas de nitrato e fosfato, muitas delas nas m? da Petrobras e da Vale.
em dois meses, com a safra agr?la, os pre篳 dos alimentos cair?no mundo, com reflexos no Brasil.
Lula afirmou que as petrol?ras acusam injustamente o Brasil de devastar a Amaz?:
            - Dizer que a cana-de-a纣ar est?nvadindo a Amaz? 頵m absurdo.

O GLOBO 10 DE JUNHO DE 2008
Pela primeira vez desde 1981 em 2008 os manufaturados dever?ter participa磯 inferior a 50 por cento nas exporta絥s.
O c?io e a alta das commodities explicam.
(Darcy Ribeiro dizia e repetia que o Brasil n?d?omida para o pr?o povo e produz soja para alimentar porcos no Jap?

13 DE JUNHO DE 2008
PF PRENDE 17 ACUSADOS DE SONEGA?O
OPERA?O CANA BRAVA DESMONTA FRAUDES NO SETOR ALCOOLEIRO
desmontaram um dos maiores esquemas de sonega磯 fiscal do setor sucroalcooleiro. Em cinco anos o desvio pode ter chegado a pelo menos R$ 2 bilh峠em contribui絥s previdenci?as n?recolhidas por 160 empresas do setor, entre elas duas usinas de a纣ar e ?ool do interior de S?Paulo.
esquema montado para desviar recursos previdenci?os que iam para contas da fam?a no exterior.

24 DE JUNHO DE 2008
DESIGUALDADE NO BRASIL CAI 7%
os aumentos do sal?o m?mo e os programas de transfer?ia de renda foram os principais respons?is por uma redu磯 da desigualdade entre a renda dos trabalhadores assalariados nos ?os seis anos nas seis maiores regi峠 metropolitanas do pa? segundo o Ipea
ganhos dos mais pobres 4,5 vez maiores do que os dos mais ricos.
O Ipea calculou a varia磯 com base no ?ice Gini, que caiu de 0,540 em 2002 para 0,502 nos primeiros tr?meses de 2008 numa escala de 0 a 1. Quanto mais perto do 1 maior a desigualdade.
resultado se deve principalmente aos ganhos dos trabalhadores com o reajuste do sal?o m?mo, que passou de R$ 200 para R$ 380 no per?o (hoje est?m R$ 420) e a programas de transfer?ia de renda como o Loas (para idosos acima de 65 anos e portadores de defici?ia sem condi絥s de subsistir).
at頯 fim do ano o ?ice deve chegar a 0,4, o menor desde 1960.
Aqueles que estavam entre os 10 por cento mais ricos em 2004 ganhavam 27,4 vezes mais que os que estavam entre os 10 por cento mais pobres. Essa rela磯 caiu para 25,1 vezes em 2006 e para 23,5 vezes em 2007.
Em 2007 os trabalhadores mais pobres ganhavam em m餩a R$ 206,38 e os 10 por cento mais ricos R$ 4 835,03.
Os trabalhadores com menores rendimentos tiveram ganhos de 22 por cento entre 2003 e 2007
J?s com maiores sal?os ganharam 4,9 por cento.
LULA: BRASIL MELHOR DO QUE NOS ANOS 50
no Brasil de hoje, apesar da crise mundial, temos a infla磯 sob controle, somos credores internacionais e conquistamos o cobi硤o grau de investimento.

2008: INVESTIMENTO DIRETO estrangeiro 頤e US$ 36 bilh峠- o maior do mundo, segundo a ONU (superior a China, ?dia e R?)

AMERIKA - O CRACK IMOBILIRIO
quando Washington acode Lehman Bros.
a economista Maria da Concei磯 Tavares declara 頯 enterro do neoliberalismo
a economia mais liberal do mundo foi obrigada a estatizar

Lehman Bros. faliu e Merryll Lynch tamb魠sob risco de fal?ia
inadimpl?ia do pagamento de cr餩to imobili?o
16 de setembro 2008: Federal Reserve encampa Merryll Lynch para evitar maior quebradeira maior por US$ 50 bilh峠- a economia mais liberal do mundo
reprise do crack de 1929

IND?TRIA BRASILEIRA
julho 2008
entrevista de Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento, Ind?a e Com鲣io Exterior:
carga tribut?a no Brasil: 36 por cento do PIB
meta de exporta絥s 2008: US$ 180 bilh峬 1,15 por cento do mercado internacional - meta 2010: 2,15 por cento
n?l de investimentos em rela磯 ao PIB era de 16 por cento e passou para 18 por cento  - meta para 2010: 21 por cento - China - n?l de investimentos: 30% em rela磯 ao PIB
cr餩to ao investimento: 36 por cento do PIB
90 por cento das exporta絥s da ind?a automobil?ica s?para a pr?a ind?a - estrat駩a global das empresas multinacionais, que est?em 80, 90 pa?s
IBGE: ind?a cresceu 6,8 por cento em rela磯 ao ?o trimestre de 2007
Montadoras e ind?as de autope硳 anunciam US$ 20 bilh峠de investimento em aumento de capacidade produtiva para um per?o de tr?anos. A siderurgia fala em US$ 30 bilh峠de d?es de investimento at頲010.
boa parte da nossa infla磯 頩mportada. Temos pouco a fazer, a n?ser aumentar a taxa de juros para reduzir um pouco a demanda. Metade da infla磯 hoje est? concentrada nos alimentos.
EMPREGO FORMAL CRESCE MAIS QUE O PIB
Novas vagas s?oferecidas a quem tem mais de oito anos de escolaridade e experi?ia profissional. Para jovens e adultos sem escolaridade as contrata絥s diminuem.
Nos ?os 12 meses foram criados 922 mil empregos para as pessoas com 11 ou mais anos de estudo
foram cortados 109 mil empregos de pessoas sem instru磯 e at頴r?anos de estudo e 20 mil para pessoas com quatro a sete anos de estudo
EDUCA?O
JO? BATISTA ARA?O E OLIVEIRA
Pol?ca de Ensino M餩o 頴otalmente equivocada - elitista, excludente, bacharelesca e ineficiente.
nos pa?s desenvolvidos s?diversificadas e contemplam prioritariamente a prepara磯 para a vida e para o mercado de trabalho e n?para o vestibular, como no Brasil.
O Brasil quer colocar todo mundo no Ensino Superior. Tamb魠aqui o Brasil vai na contram?
jovens de 15 a 20 anos. As estat?icas s?aterradoras. Metade encontra-se represada no Ensino Fundamental, apenas 40 por cento chegaram ao Ensino M餩o. Mais de metade n?concluiu o Ensino Fundamental.
agenda que o pa?n?discute mas da qual depende o seu futuro.
acertar uma pol?ca de qualidade do ensino fundamental
O pa?vive na ilus?de que j?ontou uma equa磯 que vai nos permitir chegar aonde precisamos.

Infla磯 tem maior alta em 5 anos
comida fora de casa 頡 vil?ficou 7,94 por cento mais caro comer fora em 2008
11 de julho de 2008
O GLOBO

ligeira desacelera磯 frente a maio (0,79 por cento),
IPCA em junho: 0,74 por cento
semestre: 3,64 por cento
maior varia磯 desde novembro de 2005
deve fechar ano em de 4,5 a 6,5 por cento
acima do centro da meta
CENTRO DA META
"a alta dos alimentos 頧eneralizada e n?h?inal de revers?quot; - aumentaram 8,64 por cento em 2008 - feij?font size="4">:
57,73 por cento; arroz: 38,21 por cento
taxa b?ca de juros: 12,25 por cento
taxa m餩a de juros para pessoa f?ca: 7,39 por cento ao m?e 133,70 por cento ao ano
taxa m餩a de juros para empresas: 4,21 por cento ao m?e 64,03 por cento ao ano
EDUCA?O E PRECONCEITO
coordenador do curso de gradua磯 da Faculdade de Medicina da Bahia disse que baianos t?QI baixo e que tocam berimbau porque tem uma corda; se tivesse duas n?conseguiriam.
a faculdade, que completa 200 anos, ficou entre as 17 piores do pa?com conceito 2 no Enade.
ALUNO ?CONDENADO POR CRITICAR COORDENADORA
aluno de 28 anos da Faculdade de Artes, Ci?ias e Tecnologia (Facet) da Bahia foi condenado a 80 dias de pris?e multa de R$ 12 360 por inj顠e difama磯 ao criticar a coordenadora do curso: Voc? uma p鳳ima coordenadora - acusou o aluno, que preside o diret? acad?co do curso.
            - Isso tudo s?rque contesto essa mercantiliza磯 do ensino que existe l?a Facet? - reclamou.

?OCA 7 DE JULHO DE 2008
A LUTA DE MEIRELLES CONTRA A NOVA INFLA?O
nos ?os tr?meses Henrique Meirelles foi colocado diante da primeira amea硠 grave que a economia globalizada oferece ao Brasil desde a posse do presidente Lula
Encerrando uma temporada de ventos favor?is, mercado em alta e eleva磯 no poder de consumo, a economia mundial enfrenta uma mudan硠ampla e radical que j? produz reflexos no Brasil.
53 pa?s onde vivem 3 bilh峠de pessoas pa?s convivem com infla磯 na casa de dois d?tos
Envolvida por um p?ano de cr餩tos artificiais e balan篳 de fic磯
(no Brasil Sadia exemplo? EUA n?s?uma ilha...)
a economia americana
Estimulado pelo apetite dos pa?s asi?cos - a come硲 pela China - e tamb魠 pelos programas de etanol e bioenergia dos pa?s desenvolvidos os pre篳 dos alimentos est?superaquecidos
"a maior alta de pre篳 da hist? do capitalismo", diz um professor da USP
Em Natal, no Rio Grande do Norte, a cesta b?ca j?ubiu 51,82 por cento em um ano. Em Belo Horizonte, 42,34 por cento. No Rio de Janeiro 36,25 por cento e em S?Paulo 30,38 por cento
sal?o m?mo chegou a R$ 415 em 1?maio, alta de 9,21 por cento
pre篳 da exporta磯 passam a ser mais vantajosos, reduzindo a oferta no mercado interno
alta dos pre篳 do primeiro semestre foi superior aos principais investimentos do mercado financeiro
Ao reajustar as presta絥s do programa Bolsa-Fam?a em 8 por cento
o governo trouxe de volta um fantasma perigos?imo: a indexa磯, pr?ca de atrelar aumento de sal?os a aumentos de pre篳.
No ?o semestre do ano passado mais de 80 por cento das categorias de trabalhadores tiveram aumentos acima da infla磯
chegou a hora de o governo contribuir para reduzir a velocidade da economia. "Est?correndo uma histeria diante da situa磯 real do pa?quot;, diz Luiz Gonzaga Belluzo, conselheiro de Lula.
reduzir as facilidades para o cr餩to, uma das alavancas do consumo criadas pelo governo Lula
Meirelles enfrenta cr?cas no governo desde que, depois da posse, os juros subiram 26,5 por cento
a cr?ca ideol穣a ao "neoliberalismo" do presidente do BC
den?s de corrup磯 do mensal?br> A grita elevou-se em abril, quando os juros subiram de 11,25 por cento para 11,75 por cento.
Quanto ao c?io, o real tamb魠nunca esteve t?valorizado. Por isso estamos hoje mais protegidos contra a alta global dos pre篳. O maior problema do pa?頍 a alta dos gastos p?os, problema conhecido entre os especialistas como desajuste fiscal.
Em 1974, no primeiro choque do petr?, o pa?endividou-se para importar combust?l - e gerou uma imensa d?da externa. Em 1980, quando os EUA entraram em recess? o pa?optou por seguir crescendo. Quando a recess?chegou, o general-presidente Jo?Figueiredo n?podia sair de casa. No fim dos anos 90 uma sucess?de crises internacionais drenou nossas reservas e o pa?amargou dois anos de recess?
A CONTA DA FARRA CHEGOU PARA TODOS: ?A INFLA?O PAULO GUEDES
Ou seria uma infla磯 de demanda, causada pelo forte ritmo de crescimento global no per?o de 2003 a 2007?
(e BRasil com demanda altamente reprimida h?飡das)
excesso de demanda, pelo crescimento global acelerado dos ?os cinco anos. ? certamente um fen?o sist?co, resultante de uma perversa simbiose monet?a entre o Fed e os bancos centrais asi?cos.
Nas ra?s do fen?o est?os excessos da expans?da moeda e do cr餩to da era Alan Greenspan, ex-presidente do Fed. A manuten磯 de juros extraordinariamente baixos por um longo per?o de tempo tornou demasiadamente el?ico o mercado global de cr餩to.
pelo mergulho de 3 bilh峠de eurasianos nos mercados de trabalho globais, pelas redu絥s de custos trazidas pelas inova絥s tecnol穣as e pela derrubada competitiva de pre篳 resultante da globaliza磯
sustentar artificialmente um clima de euforia e prosperidade por meio da expans?excessiva da moeda e do cr餩to.
formigas asi?cas, respons?is por elevadas taxas de poupan硬 financiando as cigarras americanas, not?s por exageradas taxas de consumo.
o enorme d馩cit em transa絥s correntes das cigarras
os asi?cos optaram pelo acoplamento mercantilista, bancando a farra dos americanos pelo ac嬯 de reservas, amplificando a expans?do cr餩to e manipulando as taxas de c?io para estimular artificialmente seu crescimento, roubando empregos em todo o mundo.. Trilh峠de d?es nos bancos centrais asi?cos, a ascens?do euro, as bolhas dos im楩s e das Bolsas
...
em 1993 a hiperinfla磯 chegou a 2 500 por cento
O BRASIL NO G-12
THe Economist defende reforma na composi磯 de institui絥s globais sob o risco de suas decis峠n?terem validade. "O que adiantar?iscutir o pre篠do petr? sem a Ar?a Saudita ou falar do Zimb?e ignorando os pa?s africanos?" - defende que G-8 se transforme logo em G-12, abrigando novas pot?ias econ?as: China, ?dia, Espanha e Brasil.
PROCURA-SE M?-DE-OBRA QUALIFICADA
Previs?de crescimento da economia brasileira em torno de 5 por cento a partir deste ano at頲010 est?mea硤a por falta de pessoal qualificado em setores-chave para The New York Times:
"Companhias como Vale, Petrobras e Embraer gastam milh峠de d?es em programas de treinamento interno."
empresas do setor petrol?ro chegam a contratar estrangeiros por n?achar m?de-obra nacional que atenda a seus requisitos. O jornal diz que isso 頍 reflexo de um sistema educacional "em crise".
 

A ARQUITETURA DA NOVA CHINA
"CHAI-NA"
H`QUEM RESISTA A ESSE AFàDE DESTRUIR para construir. "Uma cidade que desrespeita sua hist? e sua cultura acaba entrando em decl?o." Pei Zhu, arquiteto, defensor do patrim? cultural, 頣ontra a destrui磯 dos
hutongs,
bairros antigos em Pequim que traduzem a maneira de viver, com seus labirintos org?cos e suas casas de portas abertas. "S?a mem? desta cidade, a base cultural e arquitet?a da antiga Pequim e por isso precisam ser salvos"
a destrui磯 da velha Pequim
Nos ?os anos 3 milh峠de chineses foram expulsos para os sub?s de Pequim, ganhando indeniza絥s irris?s. H?ist?s terr?is de inc?ios criminosos para obrigar moradores relutantes a abandonar suas casas. A discuss? se tornou t?comum na cidade que hoje os cr?cos pronunciam o nome do seu pa?em ingl?"Chai-na", que significa em mandarim "demolir onde?"
"DEMOLIR ONDE?"
XANGAI: no bairro antigo, Nanshi, as casas s?conhecidas como shikumen/porta de pedra. At頭eados do s飵lo passado 80 por cento dos habitantes de Xangai viviam em shikumens. Havia 650 mil delas. Acredita-se que at頲010 n?ser?mais de 50 mil.
"A Maioria dos chineses ainda n?compreendeu plenamente o valor de nossa tradi磯 e a import?ia da nossa cultura."

"O C?IGO "NEVES"
esquema de propinas do grupo franc?Alstom para autoridades brasileiras em 1997 avan篵 bastante desde a chegada ao Brasil dos pap驳 apreendidos pelo Minist鲩o P?o da Su?. A empresa teria interesses na obten磯 de contratos com o governo de S?Paulo

REVISTA IBEF INSTITUTO BRASILEIRO DE EXECUTIVOS EM FINAN∥S ESPECIAL PEQUIM 2008
projetos de reurbaniza磯 literalmente moveram montanhas, cerca de 300 mil casas foram demolidas e 1,5 milh?de pessoas despejadas apenas nos limites da capital chinesa. Para a constru磯 de centros comerciais e pr餩os residenciais modernos foram varridos quarteir峠inteiros de ruelas com moradias e pequenas lojas comerciais.
Para melhorar a qualidade do ar 212 f?icas foram transferidas para outra regi峠do pa? 700 delas foram fechadas e 28 milh峠de ?ores foram plantadas. A limpeza de rios e lagos do per?tro urbano e a procura de novas fontes de energia mais limpas do que o carv?mineral tamb魠fizeram parte do projeto que custou 20 bilh峠de d?es em a絥s ambientais. A cidade tamb魠 ganhou uma nova ?a verde: Forest Park, com quase 1 700 acres de madeiras e plantas.

veja 9 de julho, 2008
A BOLSA ?A VIDA
6 milh峠de brasileiros investem em a絥s
nos ?os quatro anos 161 companhias lan硲am a絥s na Bolsa, captando mais de 130 bilh峠de reais
falta de rigor na fiscaliza磯 das empresas que entram na Bolsa
N? ?S?O "FEIJ?ZINHO"
"A culpa 頤e chuchu". A frase, que entrou para a hist?, foi dita em 1977 pelo ent?ministro da Fazenda M?o Henrique Simonsen.
o Banco Central elevou a taxa b?ca de juros duas vezes no ano, passando de 11,25 por cento para 12,25 por cento.
O BC pretende refrear o crescimento do cr餩to no pa?e conter o consumo. O governo tamb魠anunciou um pacote de amplia磯 dos empr鳴imos agr?las destinado a elevar a produ磯 de gr? dos 143 milh峠da atual colheita para 150 milh峠de toneladas para reduzir o pre篠dos alimentos por meio de um aumento de oferta.
o governo far?m super?t prim?o adicional, reduzindo em 13 bilh峠de reais seu cronograma de novos gastos, falta acelerar o corte das despesas j? existentes. Os gastos p?os subiram 4 por cento neste ano em termos reais (acima da infla磯)
aquecimento do consumo privado (o maior em tr?d飡das)
Enquanto a infla磯 brasileira medida pelo IPCA (?ice oficial) se aproxima dos 6 por cento
A infla磯 s?o 頭aior no Brasil, entre outros motivos, porque a desvaloriza磯 do d? diante do real compensou em parte o avan篠nas cota絥s internacionais das commodities.
DE PAIS E PROFESSORES    GUSTAVO IOSCHPE
Segundo o ?o Inaf, 72 por cento de nossa popula磯 n?頰lenamente alfabetizada. O Saeb revela que a qualidade do ensino vem caindo desde a primeira edi磯 do exame, em 1995.
O Pisa mostra que, entre 57 pa?s testados, o Brasil fica em 53?ar em matem?ca e 52孠ci?ias.
gasta em torno de 4 por cento do seu PIB com a educa磯 p?a.
pais:
O dado mais importante a notar 頱ue 58 por cento t?o ensino fundamental incompleto. S?por cento t?diploma universit?o. Tr?quartos l? jornais e livros nunca ou raramente. Apenas 7 por cento acessam a internet. S?pessoas de baix?ima forma磯 acad?ca e pouco grau de informa磯.
inverter a percep磯 filos橣a de grande parte da nossa popula磯 a respeito do estado brasileiro, que deve parar de ser visto como o provedor generoso que concede benef?os e passar a ser encarado como o prestador de servi篳 que est? a?ara atender ?ontade do cidad? financiado pelo imposto que n?agamos.
Precisamos que os bachar驳 que colocam os filhos em escolas particulares ajudem seus concidad? menos afortunados a clamar por uma escola p?a melhor.

veja 16 de julho, 2008
UM CHEQUE DE 3,4 BILH?S DE D?ARES
A opera磯 de busca e apreens?de documentos que a Pol?a Federal fez na casa de Eike Batista azedou uma semana que tinha tudo para ser especial
recebeu um cheque de 3,4 bilh峠de d?es, cash? (((contradi磯, meu)))
pagamento da Anglo American pela compra de parte da MMX
Desse total Eike pagar?50 milh峠de reais de impostos
WAL-MART
?a maior empresa do planeta, com faturamento de 379 milh峠de d?es (?!)
FINANCIAL TIMES
o pa?"est?urfando em uma grande onda de confian硦quot; gra硳 ?reformas realizadas nos ?os quinze anos.
"N?頵m exagero dizer que o Brasil est? beira do status de superpot?ia."
UM MOMENTO DE OURO
O ano de 2007 coroou a fase dourada da economia brasileira.
As vendas totais das 500 maiores empresas do pa?atingiram 1 trilh?de reais, num crescimento real de 7,5 por cento em rela磯 a 2006.
resultados se transformaram em pregos (400 000 vagas foram por elas abertas em um ano) e mais impostos (145 bilh峠de d?es em tributos)
Nem mesmo a crise internacional foi suficiente para afetar
porque o crescimento do pa?tem sido puxado pela atividade interna.
Catapultados pela estabilidade econ?a, que deslanchou o cr餩to e aumentou o poder de compra dos trabalhadores, os fabricantes de ve?los vivem os melhores dias da sua hist? no pa?
Cledorvino Bellini, presidente da Fiat: Mais do que a estabilidade econ?a, precisamos assegurar as reformas estruturais do estado brasileiro, bem como o rigoroso controle das contas p?as, o investimento na diminui磯 dos gargalos de infra-estrutura e na preven磯 dos males futuros.
Roberto Civita:
Precisamos passar a ser impiedosos com a corrup磯, combatendo sem tr駵a a praga da impunidade que tanto contribui para aliment?a.

Veja 23 de julho de 2008
A NOVA FRONTEIRA DOS BILH?S
O Brasil passou por um ajuste profundo - e por vezes doloroso - em sua economia nos ?os quinze anos.
Abriu-se ?conomia internacional, equilibrou as contas p?as, privatizou estatais e, acima de tudo, debelou a infla磯
Resultado:
enfrenta hoje a euforia de crescer no ritmo mais acelerado desde o "milagre econ?o" dos anos 70 - e crescer de maneira sustent?l.
lista oito grandes neg?s internacionais realizados por mega-corpora絥s brasileiras - e o seu significado estrat駩co
empresas que se tornaram l?res globais em sua ?a de atua磯 - em geral na chamada "velha economia", setores industriais tradicionais, sobretudo ligados aos recursos naturais.
Na compra da Anheuser-Busch/Budweiser pela InBev estrat駩a e algumas negocia絥s especiais por conta do trio Lemann, Telles e Sicupira, apresentados por Veja como
os primeiros e mais bem-sucedidos empreendedores globais produzidos pelo capitalismo brasileiro. S??nes de vanguarda de um per?o glorioso da economia do Brasil
...
A fluminense Quissam?plica em educa磯 os royalties que recebe do petr?. Em Itacoatiara, no Amazonas, crian硳 v?de barco para as noventa escolas constru?s nos ?os dois anos fora da ?a urbana. Nas franjas da floresta, o dinheiro da soja constr頯s primeiros arranha-c鵳 da regi?
oito motores da economia brasileira:
soja, cana-de-a纣ar, carnes, petr?, extra磯 mineral, obras de infra-estrutura e ind?as t?il e automobil?ica
catorze munic?os n?transferiram sua riqueza para as comunidades. Alguns desperdi硲am dinheiro em obras in婳. Outros em programas populistas.
H?inda aqueles em que empres?os e empresas transferiram os lucros para cidades distantes
Marab?no Par?um dos maiores rebanhos de gado do pa?- como moram em Bel魠 ou no Sudeste os pecuaristas n?mant?o dinheiro l?r> processo de interioriza磯 que a economia brasileira atravessa
PIB do interior cresceu nesta d飡da 49 por cento
o das metr?es 39 por cento
ind?as das metr?es cortaram 5 por cento dos postos de trabalho nos ?os 10 anos
nas cidades menores o emprego industrial cresceu 30 por cento
a popula磯 do Norte e Centro-Oeste cresceu duas vezes mais que a das outras regi峼br> desenvolvimento r?do da educa磯 no Norte e no Centro-Oeste. Ensino b?co de Tocantins j? o sexto melhor do pa?
Caruaru, no interior de Pernambuco, sedia um dos melhores cursos de odontologia do pa?br> muitas sementes do progresso foram plantadas nos anos 60
algumas remontam a iniciativas de Bras?a de cultivar o cerrado e ocupar a Amaz? para defend?a de eventuais invasores
variedades de soja adaptadas ?condi絥s do cerrado, que se disseminou de forma complementar ou em substitui磯 ?ecu?a.
amplas extens峠de terra e vantagens naturais do pa?foram decisivas.
encontrar uma ra硠de gado adapt?l ao Brasil, o zebu indiano, e melhor?a geneticamente.
Paulistas redescobriram o potencial da cana no Centro-Sul
Devastado pela concorr?ia dos asi?cos nos anos 90, o setor t?il conseguiu se reeguer em v?as regi峠gra硳 ?fici?ia de alguns empres?os.
como essas,
a explora磯 de petr?, ind?a do ferro e do a篠e a pr?a infra-estrutura de portos se desenvolveram ao largo das metr?es
"A popula磯 brasileira nunca esteve t?bem distribu? no territ? como hoje" - avalia um ge粡fo
A PROTE?A DO CAMPO
Brasil s?me篵 a produzir soja em escala industrial nos anos 60
No in?o semeou o gr?no Rio Grande do Sul.
o maior exportador e o segundo maior produtor - cobre 27 por cento do mercado global
Um quinto da exporta磯 do agroneg? brasileiro vem do COMPLEXO SOJA
enriquecendo o solo onde 頣ultivada ressuscitou as lavouras de milho e algod? que a substituem no per?o de descanso da terra.
Seu farelo 頵m dos principais ingredientes da ra磯 de animais.
?eo, b?co na cozinha e tamb魠mat鲩a-prima do biodiesel
21 milh峠de hectares em 1 877 munic?os de vinte estados.
economia e popula磯 das cidades do Norte e Nordeste que plantam soja crescem 10 por cento ao ano (ritmo chin?
?a coberta por lavouras de soja nas duas regi峠cresceu 125 por cento e gerou 60 000 empregos diretos e indiretos
em tr?anos a renda per capita desses munic?os dobrou
a produtividade de suas fazendas tamb魠頡 maior do mundo: 55 sacas por hectare
SORRISO, MATO GROSSO
sol abundante, chuvas regulares e terreno plano, perfeito para lavouras mecanizadas: fazendas produzem o ano inteiro
a economia local cresceu 64 por cento nesta d飡da
?a tratada e energia el鴲ica em 100% das resid?ias. Quase todas as ruas pavimentadas. 19 escolas da rede municipal t?laborat? de inform?ca com internet de banda larga
em 12?ar no ranking Veja entre as que melhor mesclaram crescimento com desenvolvimento em sa嬠educa磯 e tecnologia
mas a criminalidade aumentou e 頭aior que a m餩a brasileira
pretende reduzir sua depend?ia da soja
O NOVO CICLO DA CANA
reencontrou a prosperidade do s飵lo XVII, quando era a for硠motriz da economia nacional.
expandem-se para atender ?emanda por ?ool combust?l.
A disparada do pre篠do petr? criou um novo mercado para o produto.
carros bicombust?is deram mais incentivo ?rodu磯
usineiros foram obrigados a mecanizar o processo produtivo e a modernizar suas rela絥s trabalhistas.
Sudeste, o maior produtor, e Centro-Oeste, a nova fronteira do produto
S?Paulo e Paran?roduzem 70 por cento da cana brasileira
13,5 por cento j? produzida no cerrado (Goi? MG, MGS)
Nordeste: 12 por cento
Concei磯 das Alagoas, Minas Gerais:
maior usineiro do seu estado, Carlos Lyra escolheu a cidade pelas terras f鲴eis, boa oferta de ?a e localiza磯: 35 por cento dos impostos e 40 por cento dos empregos s?gerados pelo grupo
DOLCE VITA EM VOLTA DE UMA USINA DE AǚCAR
Prad?is, noroeste de SP: 15 000 habitantes
criminalidade desprez?l
mortalidade infantil 頳0 por cento menor que a do estado
taxa de analfabetismo 頵m ter篠do ?ice nacional
todas as crian硳 matriculadas em escolas p?as, boa parte delas em tempo integral
setor sucroalcooleiro viveu espetacular crescimento nesta d飡da
uma esp飩e de feudo da fam?a Ometto.
Eles s?primos do empres?o Rubens Ometto, dono da Corsan, a l?r mundial em ?ool.
foi o combust?l da expans?econ?a de 20 das 500 cidades brasileiras que mais cresceram nesta d飡da
85 por cento da colheita j? mecanizada.
colheitadeiras
a maioria dos b顳-frias foi requalificada com programas de estudos e cursos t飮icos profissionalizantes
desemprego tornou-se marginal
para proteger o meio ambiente aboliu a pr?ca secular da queima dos canaviais em tempo de safra e com o baga篠da cana produz toda a energia que consome e vende um excedente capaz de abastecer uma cidade de 30 000 habitantes.
ECONOMIA COM TRA?O BOVINA
espa篠do rebanho dos pa?s ricos, contaminado pela vaca louca
nesta d飡da o rebanho brasileiro cresceu 32 por cento e j??font size="6"> mais bois que pessoas: 207 milh峠contra 190

grupos brasileiros respondem hoje por 70 por cento da carne uruguaia\ia, 60 por cento da argentina e 57 por cento da australiana
o maior deles, o goiano JBS-Friboi, det魠34 por cento da capacidade de abate dos Estados Unidos
produ磯 de carne bovina aumentou 40 por cento
l?r mundial em exporta磯
frango: l?r do ranking desde 2007 ocupando o mercado asi?co, cuja produ磯 foi destru? pela gripe avi?a
VILHENA, sul de ROND?IA
eldorado amaz?o
no meio da Rodovia BR-364, que liga Porto Velho a Cuiab?r> povoada por agricultores do Sul e do Sudeste, atra?s por loteamentos feitos por Bras?a e slogans como
  INTEGRAR PARA N? ENTREGAR
        TERRAS SEM HOMENS PARA HOMENS SEM TERRAS
a conquista do Oeste brasileira - ou do Noroeste
estrada s?i asfaltada em 1982
cortada diariamente por 700 caminh峠de soja, rumo a Porto Velho, onde embarcam em barca硳 que descem o rio Madeira
PIB do munic?o cresceu 73 por cento nesta d飡da e a popula磯 25 por cento
uma Su? rondoniense
um cl?omina a pol?ca, os Donadon
a 飡 destas regi峠entre as vinte primeiras do ranking veja (ver acima): Bras?a pretende conect?a ?osta baiana por meio de uma ferrovia
mais avan硤o est? projeto de lig?a ao Pac?co pelo Peru
A ERA DE OURO DO FERRO
o min鲩o nacional 頯 melhor do mundo, disp堤e um espetacular sistema de log?ica e 頡bundante, assim como subproduto: a篼br> foi especialmente beneficiado pelo aumento da demanda de China e ?dia
entre os maiores produtores de bauxita, mangan? grafita e t?alo
tem 95 por cento das reservas de ni?
exporta n?el, caulim e magn鳩o e 頡lto suficiente em
calc?o, tit?o, ouro, tungst?o e diamante
頣omum que o PIB das cidades mineradoras disparem e a popula磯 continuar na mis鲩a
Cana?os Carij?Par?em 2000 Vale anunciou abertura de mina de cobre, a popula磯 dobrou, a cidade virou um favel?
royalties pagos multiplicou arrecada磯 municipal por vinte e a situa磯 est?e revertendo
29 por cento do ferro brasileiro 頥xtra? no Par?r> 70 por cento do ferro brasileiro 頥xtra? em Minas Gerais
a participa磯 da minera磯 no PIB do Par?ubiu de 12 para 32 por cento desde 2000
300 minas est?sendo exploradas em 250 munic?os do estado
empresas de minera磯 e siderurgia est?entre as beneficiadas pelo crescimento das exporta絥s para a sia. Seu faturamento dobrou nesta d飡da e hoje exporta 1,3 bilh?de toneladas
OURO BRANCO, QUADRILTERO FERR?ERO DE MINAS GERAIS
NO S?ULO XVII os bandeirantes paulistas descobriram l? ouro branco
em sexto lugar no ranking veja
COMBUST?EL DE 1 000 CIDADES
o pre篠do barril de petr? subiu 350 por cento em cinco anos
quase 1 000 dos 5 564 munic?os brasileiros receberam 3 bilh峠de d?es de royalties pela explora磯 de petr?
Bacia de Campos responde por 84 por cento da produ磯 nacional de petr?
e Maca鬠base na regi? j?resceu 600 por cento nesta d飡da
hordas de migrantes amontoam-se em bols峠de mis鲩a
2000: 1,26 milh?de barris de petr?/dia
2007: 1,83 + 45 por cento
participa磯 do petr? no PIB
2000: 4,8 por cento
2007: 12 por cento - + 150 por cento
pauta de exporta絥s
2000: 3,4 por cento
2007: 10 por cento
a literatura econ?a 頰r?a em estudos que mostram como o dinheiro das jazidas de ? pode atrair m?orte para uma comunidade
O PA? DAS MONTADORAS
s鴩mo maior fabricante de ve?los do mundo
e o pa?que produz o maior n岯 de marcas: onze
25 por cento para exporta磯
produ磯:
2000: 1,69 milh峼br> 2007: 2,98 milh峼br> participa磯 no mercado mundial:
2000: 2,8 por cento
2007: 4 por cento
produ磯 por funcion?o:
2000: 18,9
2007: 28,9
em 1990 74,8 por cento da ind?a automobil?ica estava concentrada em S? Paulo
hoje: 43,7 por cento
Cama硲i, Bahia, 200 000 habitantes
Ford: PIB da cidade ultrapassou o de Salvador em 2007
s?por cento das suas casas estavam conectadas ?ede de esgoto
A REABERTURA DOS PORTOS
Em Pernambuco, investimentos associados ao porto de Suape, inaugurado em 1984, em Ipojuca, a 40 km de Recife: 190 000 empregos at頲013
portos respons?is por 95 por cento das exporta絥s brasileiras
o Brasil tem 82 portos, 45 controlados por empresas privadas, que movimentam 65 por cento da carga mar?ma
Porto de Suape
est?azendo em Pernambuco uma revolu磯 compar?l ?a cana-de-a纣ar no s飵lo XVII
est?e convertendo em escoadouro de seja. Ferrovia Transnordestina o conectar? ?regi峠produtoras do gr?no Nordeste e segundo um economista "mudar? matriz econ?a de Pernambuco"
a arrecada磯 municipal subiu esta d飡da 1 000%
UM NOVO TECIDO SOCIAL
as malharias do Sul: nos anos 90 uma pe硠de roupa custava em m餩a 10 d?es; hoje custa 3
cortou os custos e orientou sua produ磯 para a baixa renda
incentivos fiscais na base do crescimento de 73 por cento na produ磯 de tecidos e roupas no Nordeste
Tri?ulo da Sulanca, em Pernambuco: helanca, um tecido de poli鳴er, com Sul, onde ele era fabricado
o segundo maior p?produtor de jeans
a concorr?ia dos sint鴩cos chineses devastou a Sulanca nos anos 90 e foi substitu? pelo brim.
CIDADES N?r> Qualidade de vida
Maring?criminalidade - ?ices iguais aos de Amsterd?m餩a de 7,9 por 1 000; m餩a do pa? 35,5 por 1 000
Sustentabilidade
Os?, RS: 75 cata-ventos formam o maior parque e?o da Am鲩ca Latina, fornecem energia aos seus 40 000 habitantes e a mais 650 000 em Porto Alegre
O Brasil 頯 pa?que mais recicla alum?o no mundo: 1 milh?de latinhas por hora, 70 por cento das quais em Pindamonhangaba, no leste paulista, que tem a maior empresa de reciclagem do mundo, a Novelis
O maior exportador de peixes
nos rios da Floresta Amaz?a vivem 2 000 esp飩es de peixes ornamentais
Barcelos captura e exporta 20 milh峠de peixes/ano
suco de laranja:
It?lis, interior de SP: 710 000 toneladas de laranja do mundo
sede da Cutrale, que domina o mercado mundial do produto
alfabetiza磯
s?por cento da popula磯 com mais de 15 anos de S?Jo?do Oeste, no oeste de Santa Catarina, 頡nalfabeta
m餩a de livros lidos por ano por habitante: 2
mortalidade infantil: 25 por 1 000 no Brasil

veja 6 de agosto, 2008
MEDIR PARA AVAN∥R RPIDO EDUCA?O
ANDREAS SCHLEICHER, f?co alem?br> Pisa, sigla em ingl?para programa internacional de aferi磯 de estudantes, o alem?頲espons?l pela aplica磯 da prova, uma iniciativa da OCDE (organiza磯 que re堯s 30 pa?s mais desenvolvidos do mundo) (ou nada disso? - Organiza磯 para a Coopera磯 e Desenvolvimento, com sede em Genebra)
Em um momento em que se valoriza a capacidade de an?se e s?ese, os brasileiros s?ensinados na escola a reproduzir conte?quilom鴲icos sem muita utilidade pr?ca.
A Cor驡 do Sul investe 7 por cento do PIB na educa磯 e o Brasil 5 por cento [a?m cima diz que 頴 por cento]
as verbas dispon?is s?muito mal gastas. Com o atual or硭ento os brasileiros poderiam estar num patamar melhor.
POBREZA EM QUEDA 1
A pobreza diminuiu e, ritmo mais acelerado entre abril de 2007 e abril de 2008 nas seis principais regi峠metropolitanas do Brasil: 13,5 por cento, a maior queda dos ?os seis anos, segundo um estudo da FGV sobre o surgimento (?!) da classe m餩a
2005 e 2006: 12,3 por cento
Agora a pesquisa parte de uma base de compara磯 mais alta: pobre, na defini磯 da FGV, 頡quele que tem uma renda domiciliar per capita de 135 reais por m?
DEUS QUEIRA QUE N? SEJA PRECISO UM OUTRO 11 DE SETEMBRO
Celso Amorim, ministro das Rela絥s Exteriores, sobre o fracasso da Rodada de Doha.

Depois do DesAcordo Geral de Tarifas e Com鲣io (DesGATT), um dos prestidigitadores da li硠nos ?os anos sobretaxa磯 de importa絥s (a篬 suco de laranja, tudo no mesmo saco, salvo seja) e subs?os ?rodu磯 e porventura exporta磯 disso e daquilo, ou ent???produ磯 (o que tamb魠faz algum sentido)

O ministro brasileiro das Rela絥s Exteriores Celso Amorim viu bem:

  DEUS QUEIRA QUE N? SEJA PRECISO UM OUTRO 11 DE SETEMBRO
Celso Amorim, ministro das Rela絥s Exteriores, sobre o fracasso da Rodada de Doha dias antes da abertura dos Jogos Ol?icos de Pequim, a coisa de um m? do ?o grande crash e catracrack..
O ministro foi muito criticado. Escarrapachou Veja:

               AMORIM, PEDE PRA SAIR

Mas sem ou com raz?de invocar o nome em v?ou por motivos s?dos o ministro acertou em cheio. Basta ver as declara絥s dos mandat?os dos Grandes Piratas logo depois do... novo 11 de setembro:

Vamos reconstituir juntos um capitalismo regulamentado, em que os bancos fa硭 o seu trabalho, que 頦inanciar o desenvolvimento econ?o, em vez de especular. Um mercado todo-poderoso operando sem regras e sem nenhuma interven磯 pol?ca 頵ma loucura. Os tempos de auto-regula磯 do mercado, do laissez-faire, chegaram ao fim. Acabou o mercado que est?empre certo. - Nicolas Sarkozy.
Nicolas Sarkozy, presidente da Fran硬 em discurso na Assembl驡 Geral da ONU

Contradi絥s aos montes, n?em termos - qual 頯 trabalho dos bancos: financiar o desenvolvimento econ?o? Especular? Do que 頱ue estamos falando afinal?

Eis do que se falava deles antes do "novo 11 de setembro" (salvos sejamos)

O Globo 25 de abril de 2008
Crise nos dois lados do Canal
a crise das hipotecas americanas, que se alastrou para a Europa; o euro valorizado; um d? fr?l; e a duplica磯 do pre篠do petr? em um ano.
Sarkozy: ruidoso div?o com a ex-modelo (...) seguido de um casamento rel?ago com outra ex-modelo (...) soou como novela barata, longe do glamour da fam?a Kennedy nos EUA.

O Globo 7 de maio de 2008
presidente Nicolas Sarkozy
Da cr?a pol?ca, passou a povoar tamb魠revistas de fofoca, depois que sua vida pessoal virou novela.
ganhou o apelido de "presidente bling-bling", express?que descreve a ostenta磯 dos novos-ricos.

Do que 頱ue estamos falando afinal?

INDIA SONG ou THE RIVER
"A ?dia tem se mostrado mais aberta ao consumo, mas como a China tem uma taxa de poupan硠muito alta que deveria ser canalizada para o gasto do consumidor, contribuindo assim para o fortalecimento geral da economia."

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VEJA 27 DE AGOSTO, 2008
AGRONEG?IO SEM EDUCA?O?
Cl?io de Moura e Castro
Repetem-se as proezas, o pa?faz bonito
na soja
nos sucos
no frango
e em outros produtos resultantes do feliz encontro do
sol
?a
inova磯 tecnol穣a
capacidade empresarial
Na tecnologia bem conhecemos a lideran硠da Embrapa, que traz a reboque muita pesquisa universit?a
O empresariado rural foi uma surpresa.
Persiste a imagem do coronel do interior, herdeiro de um feudalismo atrasado.
Era um empres?o ausente do campo e presente nas grandes capitais, onde esbanjava suas riquezas.
De onde veio essa nova classe empresarial moderna, arrojada e pragm?ca?
educa磯
tomei os n?is do Ideb (um indicador do MEC que combina a velocidade de avan篠 do aluno no sistema com pontua磯 obtida na Prova Brasil).
Ao migrar para os cerrados do Centro-Oeste, essa gente reproduziu l?eu estilo de vida.
os ga诳 tamb魠carregam para l?s escolas e a infra-estrutura de ?a e esgoto tratados. O mapa contudo mostra algumas bolinhas avan确do sobre estados educacionalmente mais pobres do Norte e Nordeste. Mas s?microrregi峠 colonizadas pelos fluxos migrat?s sulinos, avan确do no territ? do oeste da Bahia, sul do Piau? do Par?br>

TEMPORADA DE PESCA
veja 6 de agosto, 2008
A Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca existe h?inco anos e meio, j? consumiu 1,3 bilh?de reais em recursos de custeio e investimento, mas n? conseguiu aumentar a produ磯 brasileira em uma m?ra sardinha. O Brasil, embora tenha os maiores rios do mundo e uma das mais extensas ?as litor?as do planeta, ocupa a vig鳩ma posi磯 no ranking mundial de produtores, atr?de pa?s como Chile e Peru.
durante o per?o de proibi磯 da pesca 400 000 pescadores recebem atualmente um sal?o m?mo por m? benef?o que vai custar cerca de 650 milh峠de reais at頯 fim do ano
com uma estrutura maior e um or硭ento mais dilatado a produ磯 pesqueira deve crescer 40 por cento nos pr詭os tr?anos.

outras fontes garantem entretanto que 70 por cento dos recursos j?st?sendo (mal?) explorados


N?
Rodada de Doha, projeto ambicioso de abertura econ?a envolvendo os 153 integrantes da Organiza磯 Mundial do Com鲣io.
Brasil congelou negocia絥s com os dois p? econ?os mais ricos do planeta, a UE e os EUA.
a prioridade deveria ser o estreitamento das rela絥s com os pa?s em vias de desenvolvimento que, unidos, teriam mais for硠para combater o protecionismo dos ricos.
a diplomacia do governo Lula sofreu a maior derrota at頡qui.
fracasso deveu-se ironicamente a um dos supostos aliados do Brasil, a ?dia, que se negou a abrir m?de um dispositivo que protegeria ainda mais o seu fechado mercado interno
A rodada de negocia絥s foi lan硤a na capital do Catar, Doha, h?ete anos.
a principal meta era fazer com que os pa?s ricos diminu?em os subs?os milion?os que eles concedem a seus agricultores, prejudicando os produtores de na絥s pobres. S? americanos gastaram perto de 200 bilh峠de d?es em ajuda a seus produtores rurais entre 1995 e 2007.
UE e EUA buscavam, em compensa磯, maior acesso de seus produtos industrializados aos mercados emergentes, reduzindo as tarifas de importa磯.
se houvesse acordo o mercado mundial seria ampliado em 150 bilh峠de d?es. O Brasil poderia aumentar suas exporta絥s, sobretudo etanol, em mais de 15 bilh峠de d?es.
?dia: salvaguardas poderiam ser usadas quando importa絥s subissem meros 10 por cento
China endossou proposta indiana
Protagonista: Kamal Nath, ministro do Com鲣io da ?dia, que tem pretens峠de se tornar primeiro-ministro em 2009
Temos um mundo globalizado em que o interesse local 頍 preponderante.
Paralelamente ?negocia絥s da OMC o Brasil deveria ter tentado acordos bilaterais
O Brasil e a ?dia, que ainda oferecem grandes barreiras ?importa絥s, teriam muito a ganhar em termos de aumento de produtividade.
no fim de contas o crescimento mundial demandar?ais alimentos e o Brasil certamente ganhar?uito com isso, a despeito dos obst?los existentes.
Aproximadamente 40 por cento de todo o com鲣io de manufaturados vai para o mercado americano.
        AMORIM, PEDE PRA SAIR
CHINA - A NOVA REVOLU?O CULTURAL
?ia popular de romper o isolamento acentuado pelo regime comunista
uma comerciante ao recusar-se a abandonar casa de onde foi despejada foi chamada de ego?a por muita gente. O fato de sua fam?a morar no local h?essenta anos e tirar de l? seu sustento, vendendo amendoim e castanha torrada, n?era motivo para ela "deixar de pensar no pa?quot;
com o objetivo de diminuir ?ices de polui磯 da cidade 8 000 canteiros de obra foram paralisados e 150 f?icas obrigadas a suspender a atividade.
PIB China: 2,7 trilh峠de d?es
desde 2001 o pa?mais que dobrou seu or硭ento para os esportes. Parte do dinheiro foi usada na reforma e equipagem de 3 000 gin?os mantidos pelo governo. A finalidade 頴ransformar 400 000 crian硳 em futuros campe峠 ol?icos.
Desde 1992 mais de 3 000 pr餩os com mais de trinta andares foram constru?s em Xangai. O governo teve de conter a f顠dos incorporadores, em 2003, porque o solo da cidade estava afundando sob tanto peso.
Do ponto de vista da log?ica urbana, arranha-c鵳 prodigiosos s?um contra-senso. Concentram tr?ito e despendem uma quantidade fabulosa de energia. Mas se est?qui no terreno exclusivo do S?BOLO: Eles S?as catedrais do capitalismo.
Arquitetos n?desenham caixotes como os que enfeiam S?Paulo
Deng Xiao Ping, promotor do tal "socialismo de mercado"
que acordou a China do pesadelo comunista
metr?e do sul, Xangai, a locomotiva do pa? "a cabe硠do drag?quot; (Deng Xiao)
mon詤o de carbono, o g?do progresso
MON?IDO DE CARBONO, O GS DO PROGRESSO
ex-prefeito de Pequim, Chen Xitong, preso por corrup磯

IND?TRIA BRASILEIRA
SETEMBRO 2008
JUROS AMEA∥M INVESTIMENTOS
ARMANDO MONTEIRO NETO
As aten絥s de voltam para o Conselho de Pol?ca Monet?a do BC
repeti磯 do cen?o de 2004, em que o encarecimento do cr餩to reduziu de forma sens?l o fluxo de capital direcionado ?rodu磯, dificultando ganhos de escala e de produtividade.
Ao inv鳠de diminuir o ritmo de crescimento da demanda, a autoridade reduzir? mais rapidamente a expans?da oferta.
PROSPERIDADE E INSTABILIDADE
a classe m餩a at頲ecentemente estava limitada ?r?e Europa-Am鲩ca do Norte-Jap? Nos anos 1970 e 1980 pa?s como a Cor驡 do Sul, Brasil, M鸩co e Argentina desenvolveram tamb魠contingentes significativos de consumidores. Hoje o fen?o ocorre na China e na ?dia.
China: maior mercado do mundo para televisores e celulares e o segundo maior para autom楩s e computadores pessoais.
classe m餩a indiana passar?e 50 milh峠para 583 milh峠de pessoas nas pr詭as duas d飡das. Ao mesmo tempo o pa?passar?e 12?a 5?cado consumidor do mundo. A China dever?ornar-se o terceiro maior mercado consumidor at頲025. McKinsey Global prev?ue a classe m餩a chinesa ser?e 612 milh峠de pessoas em 2025, passando de 46 por cento da popula磯 para 76 por cento.
em fase de transi磯 de um modelo centrado no investimento para outro de consumo generalizado [e olha que s?grandes poupadores - Agora!]
A ?dia tem se mostrado mais aberta ao consumo, mas como a China tem uma taxa de poupan硠muito alta que deveria ser canalizada para o gasto do consumidor, contribuindo assim para o fortalecimento geral da economia.
INDIA SONG ou THE RIVER
A ?dia tem se mostrado mais aberta ao consumo, mas como a China tem uma taxa de poupan硠muito alta que deveria ser canalizada para o gasto do consumidor, contribuindo assim para o fortalecimento geral da economia.
A ?dia tem se mostrado mais aberta ao consumo, mas como a China tem uma taxa de poupan硠muito alta que deveria ser canalizada para o gasto do consumidor, contribuindo assim para o fortalecimento geral da economia.
Uma caracter?ica essencial da classe m餩a 頡 capacidade de comprar mais do que tem necessidade.
As estradas e aeroportos s?pouco desenvolvidos, particularmente na ?dia.
Se voc?bservar os ?os cinco a dez anos ver?ue Estados Unidos, Europa e Jap?t?um ciclo que est?e desconectando do ciclo econ?o do mundo em desenvolvimento.
Isso significa que se houver uma crise nos Estados Unidos ou em outro pa?rico, n?haver?ecessariamente consequ?ias negativas para os emergentes
O ORCULO DE DELFOS DA NOVA CRISE MUNDIAL
IND?TRIA BRASILEIRA
SETEMBRO 2008
hoje h?ma nova integra磯 Sul-Sul. As empresas chinesas, por exemplo, est? investindo na Am鲩ca Latina e na frica, n?s?ra ter acesso
(o que para eles deve ser a mesma coisa)
?commodities desses pa?s mas tamb魠para obter uma posi磯 que lhe permita lucrar com as vendas para a classe m餩a emergente. [quinquilharia, pirataria, etc.]
O problema 頯 petr? e os g?ros aliment?os. Grande impulsionador dos aumentos dos pre篳 desses produtos tem sido a demanda da China e da ?dia.
O n?l elevado de desperd?o de recursos dos pa?s em desenvolvimento contribui tamb魠para a eleva磯 dos pre篳.
as pol?cas protecionistas de pa?s que se sentem amea硤os pelo crescimento externo
TR?UA NOS PREǐS
revers?em julho e em agosto. O barril de petr? tipo WT1 recuou mais de US$ 30, de US$ 145 para pouco mais de US$ 110
A queda do pre篠das commodities agr?las refletiu-se entre os ?ices de infla磯 no Brasil.
Dentro os pa?s que praticam o regime de metas de infla磯 o Brasil 頵m dos poucos em que a infla磯 n?ultrapassou o teto da meta.
os pre篳 das commodities t?apresentado forte volatilidade nos ?os meses
o cont?o crescimento do emprego, do cr餩to e da renda tem mantido a demanda interna em expans?
intensidade da eleva磯 da taxa b?ca de juros da ?a reuni?do Copon. A eleva磯 de 0,75 por cento na reuni?de setembro seria um movimento exacerbado.
poder?bortar o processo de crescimento econ?o via redu磯 dos investimentos na produ磯
[oras, tudo o que Lula n?vai querer fazer no ?o bi?o ser?esfazer o que FHC fez]
[aquela ladainha do Armando sobre dificuldades de ganhos de escala e aumento de produtividade]
mais rapidamente o ritmo de expans?da oferta, com impactos negativos sobre a pr?a din?ca da infla磯.
CONTE?O LOCAL NA IND?TRIA DO PETR?EO
ind?a brasileira
A TENTA?O DA COMPLAC?CIA
NO QUINTO ANO de um crescimento m餩o acima de 4,5 por cento a.a.
apesar dos males nacionais continuarem a ser os mesmos de sempre, o pa?tem tido um desempenho econ?o satisfat?.
P?uerra, de Tony Judt, editora Objetiva, Rio de Janeiro, pp. 268/269:
NA ITLIA DO P?-GUERRA, A POL?ICA REPRESENTAVA ACIMA DE TUDO A LUTA PARA OCUPAR O ESTADO E OBTER ACESSO AOS MECANISMOS DE PRIVIL?IO E DA PROTE?O ESTATAL. UM PREFEITO DEMOCRATA-CRIST? NUMA PREFEITURA DO SUL OU UM DEPUTADO NO PARLAMENTO NACIONAL ERA ELEITO E REELEITO COM BASE EM PROMESSAS DE OFERTA DE ELETRICIDADE, ENCANAMENTO INTERNO, FINANCIAMENTO PARA COMPRA DE TERRAS, BEM COMO EMPREGO. COM O TEMPO O SISTEMA CLIENTELISTA DE PROTE?O E BENESSES PASSOU A CARACTERIZAR A POL?ICA NACIONAL ITALIANA COMO UM TODO. SOB O PONTO DE VISTA DO HOMEM ECON?ICO, O SISTEMA ERA TOTALMENTE PERDULRIO E INIMIGO DA INICIATIVA PRIVADA E DA EFICI?CIA FISCAL. O MILAGRE ECON?O ITALIANO ACONTECEU APESAR DESSES SISTEMA, N? POR CAUSA DELE.
...
sistema tribut?o disfuncional, leis trabalhistas arcaicas, etc.
medidas que em outras circunst?ias seriam imprescind?is poder?continuar sem ser adotadas
...
veja 27 de agosto, 2008
A POUPAN∥ DO PR?SAL
Ricardo HAUSMANN, professor de Harvard
efeitos negativos que a riqueza do petr?, se mal utilizada, pode causar a um pa?br> Venezuela, um exemplo
?uma ilus?acreditar que o dinheiro do petr? poder?er utilizado em projetos sociais, como em educa磯. Esses recursos devem ser poupados ao pre篠 de trazerem instabilidade para a economia.
IN SEARCH OF CHAIN THAT HOLD BRAZIL BACK
IN SEARCH OF CHAIN THAT HOLD BRAZIL BACK
IN SEARCH OF CHAIN THAT HOLD BRAZIL BACK
estudo feito sob encomenda do Centro de Lideran硠P?a.
o 飯 impacto imediato dos d?es do petr? 頰ermitir que um pa?importe mais. Importa絥s maiores elevam o d馩cit externo e ainda submetem a taxa de c?io ao vaiv魠das cota絥s do petr?, afugentando investimentos privados.
o ideal 頱ue 100% das receitas com petr? sejam depositadas num fundo soberano no exterior. Isso impede que os d?es inundem a economia, produzam infla磯 e volatilidade cambial.
entrevistador: O Brasil possui problemas sociais grav?imos...
Venezuela antes criou empresas sider穣as estatais pessimamente administradas e pouco eficientes e quando o pre篠do petr? subiu o c?io tamb魠subiu e elas n?conseguiram manter-se competitivas.
Agora Hugo Ch?z simplesmente torra cada centavo, ningu魠sabe para onde o dinheiro vai, e n?tem havido investimentos e a produ磯 come硠a cair.
V?os pa?s ainda procuram maneiras de se integrar ao mercado global.
O Brasil inova em v?as tecnologias de ponta na agricultura, no setor energ鴩co, na avia磯, na minera磯 e no setor automobil?ico.
Os indicadores sociais, como educa磯 e sa嬠registraram avan篳 significativos.
[O Brasil precisa a]celerar o crescimento, que ainda 頴?do.
Descontado o aumento da popula磯 economicamente ativa, o crescimento real tem sido de 1 por cento, um dos piores resultados de toda a Am鲩ca Latina.
Principal entrave: falta de poupan硠do setor p?o. O Estado deveria gastar menos do que arrecada.
O Brasil possui hoje a maior carga tribut?a entre todos os pa?s emergentes e mesmo assim as contas p?as s?deficit?as.
O motivo pelo qual a taxa de c?io chinesa 頣ompetitiva 頱ue a China possui uma taxa de poupan硠elevada.
AGRONEG?IO SEM EDUCA?O?
Cl?io de Moura e Castro
Repetem-se as proezas, o pa?faz bonito
na soja
nos sucos
no frango
e em outros produtos resultantes do feliz encontro do
sol
?a
inova磯 tecnol穣a
capacidade empresarial
Na tecnologia bem conhecemos a lideran硠da Embrapa, que traz a reboque muita pesquisa universit?a
O empresariado rural foi uma surpresa.
Persiste a imagem do coronel do interior, herdeiro de um feudalismo atrasado.
Era um empres?o ausente do campo e presente nas grandes capitais, onde esbanjava suas riquezas.
De onde veio essa nova classe empresarial moderna, arrojada e pragm?ca?
educa磯
tomei os n?is do Ideb (um indicador do MEC que combina a velocidade de avan篠 do aluno no sistema com pontua磯 obtida na Prova Brasil).
Ao migrar para os cerrados do Centro-Oeste, essa gente reproduziu l?eu estilo de vida.
os ga诳 tamb魠carregam para l?s escolas e a infra-estrutura de ?a e esgoto tratados. O mapa contudo mostra algumas bolinhas avan确do sobre estados educacionalmente mais pobres do Norte e Nordeste. Mas s?microrregi峠 colonizadas pelos fluxos migrat?s sulinos, avan确do no territ? do oeste da Bahia, sul do Piau? do Par?br> LEITORA:
EDUCA?O N? ?CARTEIRA, N? ?GIZ NEM SOPA DE FUBn ?INFORMA?O DADA COM RESPONSABILIDADE E CONHECIMENTO DE CAUSA.
Sissi Filassi
Uberaba, MG
outro:
discuss?sobre aumento da viol?ia e rela磯 com desemprego (n.m. e com a falta de educa磯 que tamb魠gera o desemprego). a modernidade tecnol穣a colocou ?argem do mundo do trabalho um grande n岯 de pessoas despreparadas para enfrentar a nova realidade.
JOS?WILKER
AS MAIORES CIDADES BRASILEIRAS S? GRANDES FERIDAS SEM CURA PROVVEL A M?IO OU LONGO PRAZO. EM TODAS ELAS INSTALOU-SE O CAOS, UMA DESORDEM QUE NEM DE LONGE ? SEMENTE QUE VENHA A PRODUZIR UM BOM FRUTO. SEGURAN∥ P?LICA, SANEAMENTO BSICO, SA?E, TR?SITO, TUDO ?UMA IMENSA SUCATA. TEMO QUE OS PR?IMOS QUARENTA ANOS APENAS AGRAVEM A ATUAL SITUA?O.
...
o golpe do s飵lo
CHINA
M?o Sabino
Temerosa do mesmo destino dos amigos [??!!] sovi鴩cos
como a China jamais foi pluralista, inexistem anseios democr?cos como no Ocidente. Esses s?frutos da filosofia iluminista europ驡 e dos ideais da revolu磯 americana, concep絥s estranhas e alien?nas do ponto de vista chin? O marxismo, igualmente alien?na, vicejou na China por ter-se casado ? perfei磯 com uma cultura alicer硤a [no] absolutismo.
Como h?timistas em qualquer situa磯 h?uem entreveja a possibilidade de a China vir a adotar um regime pr詭o ?emocracia real.
[1) O que 頤emocracia real?
2) Se n?h?nseios democr?cos na China, que sentido faz otimistas a entrever a ado磯 de um regime pr詭o a uma democracia real? - o que quer que isso seja.]
TEMPERAMENTO DE REBANHO
DIOGO MAINARDI
O Brasil fracassa no esporte pelo mesmo motivo por que fracassa como pa? temos uma sociedade acovardada, fujona, avessa ?uta. Tudo aqui 頦eito para desestimular a disputa, para reprimir o desafio pessoal, para amolecer o car?r: o parasitismo estatal, a pol?ca fundada no conchavo, a repulsa por id驡s discordantes. Esse nosso temperamento de rebanho inibe qualquer forma de atrito, qualquer tipo de inconformismo, qualquer esp飩e de enfrentamento.
Por isso aprovamos uma escola que produz analfabetos.
...
QUATTOR, INSPIRADO NA ALQUIMIA, REMETE AOS QUATRO ELEMENTOS DA NATUREZA
GUA TERRA FOGO AR
...
investment grade
...
bmf-bovespa, a terceira maior bolsa do mundo em valor de mercado
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embraer, quarta maior fabricante de jatos do mundo
 

  ETICA, AMBI?O E ECONOMIA - DINHEIRO, GAN?CIA, TECNOLOGIA bolhas de irracionalidade financeira
 

REVISTA DO IBEF INSTITUTO BRASILEIRO DE EXECUTIVOS DE FINAN∥S
N?ERO 17 2008
?ica, ambi磯 e economia
O respeito ?regras tem se tornado cada vez mais distante pelos indiv?os, permitindo que a ambi磯 ultrapasse a conex?entre a 鴩ca e a economia.
Por gan?ia, o plantio e a industrializa磯 dos alimentos se mant?impregnados dos mais t詣os componentes qu?cos, provocando entre outras coisas um alarmante avan篠dos casos de c?er, Alzheimer e outros males. Por gan?ia os projetos de energia solar, e?a e outras renov?is e limpas permanecem em banho-maria enquanto os lobbies da ind?a f?l fervilham pelos congressos.
 

bolhas de irracionalidade financeira
"Dinheiro, gan?ia, tecnologia", Norman Gall, diretor executivo do Instituto Fernand Braudel in Braudel Papers
 

Nessas horas - o "novo 11 de setembro", "a maior crise econ?a dos ?os 80 anos" -, quando como soe dizer-se a porca torce o rabo, finge-se uma ca? em si
e brada-se ao primarismo mam?ro em que se baseia o Sistema, como se a raz?de ser de tudo n?fosse o que makes the world go around e o resto s?favas contadas e cantadas em prosa e verso. Vai ser dif?l descondicionar o paladar...


veja 3 de setembro, 2008
POR UMA ECONOMIA LIVRE
economista James Roberts, Heritage Foundation
As pessoas n?nascem iguais. Elas possuem habilidades e talentos pr?os. Cada uma deve decidir sozinha o que quer fazer da vida: se prefere trabalhar duro ou levar uma exist?ia mansa e tranquila. O principal papel de um governo n?頩r contra essa realidade e for硲 algo que n?existe nem existir?br> a liberdade econ?a 頢oa para todos. Quando esse conceito 頩mplementado a elite pol?ca fica impossibilitada de usar a m?ina estatal para ganhar vantagens econ?as, o que sempre ocorre em preju? dos mais fracos. Essa situa磯 terr?l 頯 que chamamos de "capitalismo de comparsas".
sobrecarregam a popula磯 com burocracia e pesados impostos com o objetivo de massacrar os empreendedores.
Como est? Brasil no ranking da liberdade econ?a?
Em 2003, o primeiro ano do governo do presidente Lula, o pa?alcan篵 a sua melhor posi磯 no ranking. Ficou em 58?ar. No ranking deste ano caiu para a 101?i磯. Hoje o Brasil est?o lado de pa?s como Z?ia, Arg鬩a, Camboja e Burkina Faso. Com isso o Brasil mudou de categoria. Saiu do que chamamos de "moderadamente livre" para uma economia "majoritariamente n?livre".
Os dois fatores que empurram o pa?para baixo s?a corrup磯 e a falta de liberdade financeira. No ?o ranking da Transpar?ia Internacional, que mede o grau de corrup磯 dos pa?s, o Brasil aparece em 72?ar numa lista de 179 na絥s.
concorr?ias p?as
muitas empresas participantes desses leil峠afirmam ter encontrado corrup磯 em alguma parte do processo. As leis brasileiras s?pouco receptivas aos investimentos estrangeiros. O pa?precisa melhorar as leis de investimento, reduzir as restri絥s ?oeda estrangeira e facilitar a vida dos empres?os estrangeiros que queiram operar no pa?
o capitalismo de comparsas
Isso acontece mais claramente no M鸩co, na Argentina e na Venezuela.
Eu destacaria Botsuana, Est?, Irlanda e Mong?. O padr?de vida nesses pa?s melhorou muito na ?a d飡da. Desde 1995 todos tiveram um aumento m餩o anual do PIB superior a 5 por cento.
Dos dez pa?s no topo do ranking sete foram col?s inglesas.
Chile aparece em oitavo lugar no ranking mundial.
A Venezuela est?ntre os dez pa?s mais repressivos, ?rente apenas de not?is ditaduras como a de Robert Mugabe no Zimb?e, ou de Kim Jong II, na Cor驡 do Norte.
O SONHO BRASILEIRO
O brasileiro est?speran篳o em rela磯 ao futuro pr詭o - mais do que qualquer outro povo do mundo.
pesquisa mundial coordenada pelo economista Marcelo Neri, da FGV
Instituto Gallup, 132 pa?s
brasileiro 頡quele que apresenta a maior expectativa de felicidade para os pr詭os cinco anos
nota m餩a 頤e 8,4
superou a Dinamarca, l?r mundial de felicidade presente, mas terceira colocada no ?ice de "felicidade futura"
"FELICIDADE FUTURA"
No geral, a cada vez que a renda das pessoas dobra a satisfa磯 com a pr?a vida sobe 15%.
PREPARADOS PARA PERDER
GUSTAVO IOSCHPE
Olimp?a
23?i磯
Brasil 頨oje a d飩ma economia do mundo
raz?comumente apontada 頯 pouco investimento no esporte no pa?
apenas o governo federal investiu 1,2 bilh?de reais em esportes ol?icos desde Atenas.
[e esporte de massa?! esporte nas escolas, "comunidades" - multiplica chances, cai tens?e aten磯 sobre UM s?r> temos uma cultura que abomina a competitividade, desconfia dos vitoriosos e simpatiza com os fracassados
As desigualdades que se acentuaram ao longo dos governos autorit?os
DERROTA DA CRIATIVIDADE
Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), ?o que controla as patentes no pa? ainda leva em m餩a 7,2 anos para aprovar um pedido, enquanto no resto do mundo a demora 頤e 2,4 anos.

VEJA 17 DE SETEMBRO DE 2008
capa: PROVA DE CRISE?
POR QUE O BRASIL RESISTE
crise financeira se aprofundou no mundo e que o PIB brasileiro cresceu 6,1 por cento no segundo trimestre
A relativa imunidade atual do Brasil ?pidemia de pessimismo
O Brasil que pegava pneumonia a cada gripe dos centros financeiros mundiais n?existe mais.
defesas mais fortes do que tivemos no passado.
estabilidade como patrim? nacional. Modernizamos o campo. Consertamos o telhado enquanto o sol brilhava ao acumular reservas de mais de 200 bilh峠de d?es.
Lula em preservar a autonomia daquela institui磯 (BC - mas n?deu independ?ia), descritas na semana passada como uma das mais respeitadas atualmente no mundo por Jim O'Neill, economista ingl?economista-chefe do Goldman Sachs, criador da express?Bric
BRIC
BRIC
BRIC
, sigla que agrupa os emergentes de primeira linha Brasil, R?, ?dia e China.
Bric-?rac
BRIC--BRAC

Com o controle da infla磯, as pol?cas sociais do governo e a oferta de cr餩to, tiramos da pobreza mais de 20 milh峠de pessoas, fortalecendo o mercado interno, esse cl?ico amortecedor de crises externas.
EDUCAR ?DINHEIRO
Eric Hanushek, americano, professor da Universidade de Stanford e doutor em Economia pelo MIT
MASSACHUSETTS
Com o Brasil nas ?as coloca絥s em rankings internacionais de ensino, o que se pode dizer sobre a economia? Com esse desempenho as chances de o Brasil crescer em ritmo chin?e se tornar mais competitivo no cen?o internacional s?m?mas.
Vale observar que o que impulsiona a economia 頡 qualidade da educa磯, e n?a quantidade de alunos na escola.
AS DEFESAS DA SUPERECONOMIA
Escudo 1
Pol?ca econ?a Previs?l
Escudo 2
Reservas internacionais de 200 bilh峠de d?es
Escudo 3
Recursos naturais e agricultura moderna
Escudo 4
20 milh峠de novos consumidores
Amea硠1
Infla磯 alta no mundo
Amea硠2
Queda no pre篠das commodities
Amea硠3
Crise financeira mundial
20 milh峠de novos consumidores no Brasil, contingente que veio das classes D e E e atingiu os n?is de consumo de classe m餩a, MESMO QUE AINDA NOS PRIMEIROS DEGRAUS.
bancos e fundos de investimento europeus e americanos t?registrado perdas bilion?as.
essas institui絥s financeiras vendem parte dos ativos lucrativos de que disp孠 - inclusive a絥s das empresas brasileiras.
commodities haviam se valorizado excessivamente, o que inflou o pre篠das a絥s de empresas brasileiras do setor.
expectativa 頱ue a partir de 2012 o pa?passe a ser grande exportador de petr? e derivados. Isso 頩mportante porque refor硲?inda mais as reservas em moeda forte do pa? ao mesmo tempo em que atrair?ma nova onda de investimentos
acelerar as reformas, como a melhora na educa磯 e a racionaliza磯 do sistema tribut?o.
SINAIS TROCADOS
Alexandre Schwarstman, economista chefe para Am鲩ca Latina do Banco Santander
uma economia relativamente fechada como a brasileira, na qual as exporta絥s representam apenas 14 por cento do PIB.
Existem canais pelos quais a crise internacional pode afetar. T?peso relativamente pequeno para uma economia fechada como a brasileira mas s?fator crucial para o desempenho do setor exportador. O crescimento das exporta絥s, amparado quase que integralmente pelo aumento dos pre篳 das commodities, permite que o pa?possa importar quantidades crescentes de bens sem que haja maiores desequil?ios nas contas externas.
ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA
s?ste ano onze bancos quebraram em raz?dos abalos financeiros iniciados em agosto do ano passado.
Na Grande Depress?a taxa de desemprego nos Estados Unidos saltou para 25 por cento. Metade dos bancos fechou as portas e 90 000 empresas desapareceram.
No per?o posterior ?I Guerra Mundial a popula磯 europ驡, 10 por cento maior, alimentava-se com apenas quatro quintos da comida dispon?l na d飡da de 30.
OS CHOQUES DO PETR?EO DE 1973 E 1979 PROVOCARAM UMA RETRA?O DE 13 POR CENTO NO COM?CIO INTERNACIONAL E FIZERAM O desemprego na Europa quase triplicar
(...)
O Jap?passou a d飡da de 90 arrastando a vergonhosa taxa de crescimento do PIB a 1 por cento ao ano, em m餩a, por causa do estouro da bolha que havia se formado nos mercados imobili?o e financeiro.
a economia real, que envolve a ind?a, o consumo e as exporta絥s, estar indo bem, como se houvesse isolado a amea硠do setor financeiro.
a bolha no pre篠dos im楩s.
CHILE - DATA MARCADA PARA SER RICO
Mantendo o ritmo atual de crescimento, faltam apenas doze anos para o pa? atingir 21 000 d?es de renda per capita, patamar - o triplo do brasileiro - m?mo exigido para pa?ser considerado de Primeiro Mundo.
d飡das em que a economia chilena cresceu a uma m餩a anual de 5,2 por cento superior ao ?ice regional de 2,6 por cento.
taxas de criminalidade e de pobreza tornaram-se as mais baixas da Am鲩ca do Sul. Calcula-se que em 2020 seus indicadores sociais estejam iguais aos da Nova Zel?ia, um dos melhores do mundo.
Desde 1990 os ?ices de pobreza no Chile despencaram de 38,6 por cento para 13,7 por cento da popula磯 e a indig?ia est?r詭a de ser erradicada.
(...)
A classe C, considerada a porta de entrada para a sociedade de consumo, representa 51% da popula磯, contra 46 por cento no Brasil. Se morasse aqui essa parcela de chilenos seria contada como classe A ou B, pois sua renda m餩a familiar 頱uatro vezes a brasileira (2500 d?es contra apenas 620).
Os jovens chilenos dos bairros pobres t?2,5 vezes mais anos de estudo que seus av? 50 por cento mais que seus pais.
um ranking do F? Econ?o Mundial: Chile tem uma economia mais competitiva do que a de pa?s como Espanha e It?a.
Chile desfruta h?ais de uma d飡da do grau de investimento que o Brasil tanto comemorou este ano.
pequeno mercado interno - 16 milh峠de habitantes -
o Chile livrou-se de sua depend?ia em rela磯 ao cobre, cuja participa磯 nas exporta絥s passou de 70 por cento para 45 por cento
Entre 1990 e 2002 o n岯 de produtos na pauta de exporta絥s aumentou 63 por cento
acordos bilaterais com 57 pa?s.
isso significa poder vender com tarifas reduzidas a 85 por cento por cento do PIB mundial.

veja 24 de setembro de 2008
EU SALVEI VOC?
leitor reage:
EU FERREI VOC?
O TREM MINEIRO
A economia de Minas Gerais cresceu 9,6 por cento no segundo trimestre.O porcentual chin?/font> foi o maior do pa?no per?o.
...
?PRECISO PERGUNTAR O SEGUINTE: isso vai afetar o consumidor chin? O fato de o Lehman n?existir mais vai ter um impacto negativo nas vendas do com鲣io chin? - Jim O'Neill, economista-chefe do Goldman Sachs, relativizando a crise financeira e destacando a import?ia da economia chinesa para o mundo.
EDUCA?O - RECURSOS HUMANOS
O Brasil 頡 d飩ma pot?ia econ?a mundial, precisa ter como objetivo ser tamb魠a d飩ma pot?ia quanto a seus recursos humanos. Hoje est?uito distante disso. - Nils Kastberg, diretor da Unicef na Am鲩ca Latina
A BOL?IA QUER SER PRIMITIVA
A nacionaliza磯 do setor energ鴩co em 2006 levou ao cancelamento de novos investimentos internacionais. A produ磯 de petr? e de gasolina caiu 4,6 por cento com Evo Morales. A de g?natural, 2 por cento.
Soja,
Com medo de perderem a terra para os partid?os de Morales, sem diesel para os tratores e acuados por bloqueios de estradas, fazendeiros de Santa Cruz deixaram de semear. A produ磯 de gr? caiu 55 por cento.
A CAVALARIA SALVOU O DIA
um dos mais tradicionais bancos de investimento de Wall Street, o Lehman Brothers
outro banco tradicional, o Merryll Lynch, acabou debaixo das asas do Bank of America, vendido por 50 bilh峠de d?es, dois ter篳 do seu valor de mercado.
opera磯 de salvamento pelo governo americano da maior seguradora do mundo, a AIG,
O sistema voltou a acreditar em si mesmo. O capitalismo est? salvo. Fim do primeiro cap?lo.
a euforia do fim da semana passada, que deu ?bolsas a maior valoriza磯 da hist? na sexta-feira, 頡penas o reverso do p?co.
ATIVOS FINANCEIROS
1980: 12 TRILH?S DE D?ARES
2006: 170 TRILH?S DE D?ARES (CRESCIMENTO DE 1300 por cento)
PIB MUNDIAL
1980 10 TRILH?S DE D?ARES
2006 48 TRILH?S DE D?ARES (CRESCIMENTO DE 380 por cento)
investidores ignoram fundamentos e correm em busca das a絥s que eles acreditam terem se desvalorizado demais. Para vend?as no dia seguinte, n?mudam a cara. Recuperar a confian硠no sistema 頯utra hist?.
segunda-feira negra da semana passada. Sendo o melhor, o mais s?o e o mais reputado banco de investimento, o Goldman Sachs
alavancagem, entendida como a produ磯 de riqueza financeira a partir da riqueza real ou a partir at頤e d?das. A produ磯 de riqueza financeira sobre d?das, a securitiza磯, est?a base de toda a quest?sobre a credibilidade do sistema e ajuda a explicar a crise de confian硠da semana passada.
brilhantes mentes de Wall Street encontraram um meio de transformar d?das, principalmente imobili?as, em investimentos.
Ninja
NINJA - no income, no job, no assets
sem renda, sem emprego, sem patrim?
os ativos de 170 trilh峠de d?es - a maior parte fabricada com aquela mistura de d?das boas e d?das ruins
"desintoxicar" os balan篳 dos bancos: d?das ruins cheias de gases t詣os
CARDPIO DO ANO
SECURITIZA?O A LA BELLE MEUNI?E & DERIVATIVOS EX?ICOS
fase de crescimento, essa mesma bolha, esse mesmo sistema t詣o e demonizado da semana passada, foi o que produziu a liquidez mundial capaz de tirar da mis鲩a centenas de milh峠de pessoas na China e no Brasil
O aumento do n?l e da qualidade de consumo no Brasil, a economia pujante
Limpar a bagun硠vai custar cerca de 1 a 2 trilh峠de d?es - o mesmo custo de cinco a dez anos de guerra no Iraque.
bolhas de irracionalidade financeira
"Dinheiro, gan?ia, tecnologia", Norman Gall, diretor executivo do Instituto Fernand Braudel Braudel Papers
securitiza磯 irrespons?l e a prolifera磯 cancerosa de derivativos ex?os
CAD?A CONFIAN∥ QUE ESTAVA AQUI
semana teve in?o sanguinolento, com o temor de que os bancos americanos ca?em um ap? outro, como num domins a絥s tiveram o seu pior dia desde os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.
pulveriza磯 dos instrumentos financeiros ex?os que inflaram a bolha financeira mundial.
Lehman Brothers, o quarto maior banco de investimentos dos EUA
Merryll Lynch, o terceiro
O TESTE DA RESIST?CIA
BLINDAGEM DO PA?
COURA∥
ap? crise asi?ca de 1997 o Brasil permaneceu estagnado por dois anos seguidos.
Or硭ento para 2009 que acaba de ser conclu?. O documento prev?ais um ano de incremento brutal de despesas.
alta real (j?escontada a infla磯) de 8 por cento em rela磯 a 2008.
A sa?, mais uma vez, dever?er o caminho f?l, mas tr?co para o pa? de reduzir os gastos com infra-estrutura.
NO DIA EM QUE A TERRA TREMEU
Foi constru? para abrigar a sede do Morgan Stanley, gigante financeiro que ganhou fortunas com a bolha tecnol穣a dos anos 90 e agora, com a crise, j? pensa em se fundir com outro banco.

24/25 de setembro 2008
observat? da imprensa
nova classe m餩a nascida das pol?cas sociais que a imprensa adorava criticar
maior vigil?ia fiscaliza磯 das opera絥s financeiras
US$ 700 bilh峠de Washington para acudir bancos em plano de emerg?ia
especuladores que passaram dos limites
deve prejudicar certas medidas mas melhorar outras
meio ambiente, por exemplo
como redu磯 de 20 por cento de emiss?de g?carb?o pela ind?a europ驡
crise pode levar a preju? de US$ 1,300 trilh? .............................................................................................................................................
previs?do d馩cit de contas correntes 2008 subiu de US$ 21 bilh峠para US$ 29 bilh峼br> d?da p?a de 40 por cento em rela磯 ao PIB em agosto
ano passado investimentos diretos US$ 33 bilh峬 este ano se prev?S$ 34 bilh峼br>
26 de setembro 2008
plano de Washington deve custar US$ 2,3 mil a cada contribuinte
maior au?or conta da explora磯 desenfreada de recursos naturais
e falta de um planejamento projeto pol?co e econ?o

29 de setembro 2008
O mercado internacional est?stressado por conta da crise americana, diz secret?o de Tesouro norte-americano

30 de setembro 2008
L`COMO C|/font>
o temor da perda de votos nas elei絥s de novembro levou muitos republicanos a rejeitar plano de ajuda de emerg?ia ao sistema financeiro - depois, tiram as benesses aos gestores de "cr餩tos podres", os especuladores que passaram dos limites e que acabaram por sair no lucro

1?outubro 2008
convocada por Lula Confer?ia Mundial Sobre Biocombust?is - promo磯 do etanol combust?l e discuss?de consequ?ias na produ磯 de alimentos - com presen硠de Bush
AGENDA 2009 - Confer?ia de Copenhague Sobre Aquecimento Global - buscar? suced?o do Protocolo de Kioto sobre efeito-estufa
1/3 dos autom楩s Sal?do Autom楬 de Paris el鴲icos ou biflex

veja 1?outubro, 2008
DEPOIS DO DESASTRE...
Crise global
um leitor:
o absurdo das Bolsas de Mercadorias & Futuros, indexando por pura especula磯 os alimentos.
CHINA - (A GAN?CIA: LEITE LETAL)
Internados 13 000 beb?chineses que tomaram leite em p?ntaminado por melanina, subst?ia utilizada na fabrica磯 de pl?ico que, quando ingerida, pode ser letal. A melanina foi adicionada ao produto para que ele parecesse mais rico em prote?s. Quatro crian硳 morreram e 104 beb?ainda estavam em estado grave (...).
...
Vamos reconstituir juntos um capitalismo regulamentado, em que os bancos fa硭 o seu trabalho, que 頦inanciar o desenvolvimento econ?o, em vez de especular.
um mercado todo-poderoso operando sem regras e sem nenhuma interven磯 pol?ca 頵ma loucura. Os tempos de auto-regula磯 do mercado, do laissez-faire, chegaram ao fim. Acabou o mercado que est?empre certo. - Nicolas Sarkozy.
Nicolas Sarkozy, presidente da Fran硬 em discurso na Assembl驡 Geral da ONU
...
HENRY E BEN NO ESCURO
os 700 bilh峠de d?es de ajuda aos bancos
supera em 200 bilh峠de d?es a soma de todos os empr鳴imos feitos pelo Fundo Monet?o Internacional (FMI) desde a sua cria磯, em 1944
j?igante d馩cit fiscal americano de 500 bilh峠de d?es
O Washington Mutual, a sexta maior institui磯 financeira dos Estados Unidos, foi fechado pelo governo na maior fal?ia de um banco na hist?. Depois de perder 16,7 bilh峠de d?es em retiradas feitas por clientes em p?co, o WaMu, foi vendido ao JP Morgan Chase por 1,9 bilh?de d?es. O JP tornou-se o maior banco americano.
Os emergentes responder?por at頷7 por cento do crescimento global, acima dos 65 por cento dos ?os anos.
A expans?do mercado financeiro superou em muito o crescimento da economia real nas ?as d飡das
Mais de quatro trilh峠de d?es j?vaporaram das bolsas de valores em todo o mundo.
No auge de 2003 os servi篳 financeiros representavam 40 por cento de todos os lucros corporativos americanos. Essa propor磯 j?aiu para 20 por cento no ano passado e em 2008 dever?icar abaixo dos 10 por cento
"limpeza" dos seus balan篳.
conter os lobistas econ?os que hoje dominam Washington.
n?l de alavancagem dos bancos de investimento chegou a trinta vezes o valor do patrim?. Foi com a alavancagem feita com "ativos t詣os" que Wall Street conseguiu criar a megacrise das ?as semanas. Com 1 trilh?de d?es em hipotecas, foram criados 40 trilh峠em investimentos complexos em que d?das eram dadas em garantia de outras d?das cada vez mais fluidas, maiores e mais distantes do valor original do im楬 que, em tese, garantia todo o sistema.
controlar n?s? excessos do mercado financeiro mas tamb魠regular e at頍 diminuir o pr?o fluxo de capitais entre os pa?s - um dos principais motores de prosperidade mundial nas ?as tr?d飡das.
Argumenta-se que os Estados Unidos, com seu enorme d馩cit, s?obrigados a atrair 3 bilh峠de d?es por dia de investidores estrangeiros para fechar suas contas. Estaria a? motiva磯 para a fabula磯 de tantos instrumentos monet?os ex?os criados em Wall Street, vendidos aos chineses, brasileiros e europeus.
(CARDPIO - Subprime 頯 contr?o. A malandragem que deu a confus?toda foi justamente empacotar t?los prime junto com subprime e us?os no processo de securitiza磯 com ajuda de derivativos. - j? l鸩co em si...)
(EU FERREI VOC?UMA SEMANA DEPOIS)
PROCURA-SE UM ESTADISTA
cujo objetivo 頣onter a crise mas nem de longe tocam na sua raiz?
Obama n?vai al魠disso
McCain desorientou-se.
AAA... AH,BOM!
fundos de investimento criativos
Aproximadamente 80 por cento dos papeis derivados (por isso, derivativos) de hipotecas tinham a classifica磯 AAA
intoxicaram o balan篠dos bancos
veja 1?outubro, 2008
EDUCA?O
DINHEIRO N? COMPRA EDUCA?O DE QUALIDADE GUSTAVO IOSCHPE
gest?FHC - Fundef - Fundo de Desenvolvimento do Ensino Fundamental
governo Lula - Fundeb - Fundo de Desenvolvimento do Ensino B?co
O gasto em investimentos em educa磯 頭al feito - vai muito para as universidades e muito pouco para o ensino b?co
no per?o 1970-1990 a Cor驡 do Sul gastou em m餩a 3,5 por cento do PIB em educa磯. A Irlanda, 5,6 por cento. China, 2,3 por cento. Inglaterra, 4,9 por cento .....................................................
melhorar a infra-estrutura das escolas que est?caindo aos peda篳 e dot?as de bibliotecas e laborat?s
O problema principal dos funcion?os de nossas escolas n?頭otiva磯: 頤e preparo.
O pa?hoje gasta 70 por cento dos seus recursos educacionais com sal?o de professor.
fica dif?l acreditar que tenhamos uma educa磯 virtuosa enquanto os bilh峠de reais que gastarmos forem investidos em um sistema ineficiente, muitas vezes corrupto e composto por pessoas que n?t?o preparo necess?o para exercer suas fun絥s.
50 milh峠de alunos que povoam nossas escolas.
PODE BATER QUE O GIGANTE ?MANSO
"O Brasil est?agando o pre篠de ter uma economia saud?l, em crescimento e aberta ao mundo", disse a Veja o advogado americano Allen Weiner, professor da Universidade de Stanford e ex-diplomata. "Pa?s vizinhos que n?gozam do mesmo sucesso naturalmente pensam que isso ocorre porque os brasileiros est?tirando vantagens. A tend?ia 頩sso aumentar cada vez mais."
(o mesmo que dizem dos invejosos do sucesso no Brasil)
Desde que Evo Morales ocupou impunemente com tropas duas refinarias da Petrobras, em 2006

13 de outubro 2008
Europa: inje磯 de dinheiro para salva磯 dos bancos: US$ 300 bilh峠 estimados
Odebrecht e Furnas expulsas do Equador

14 de outubro 2008
Os buracos da supereconomia, superhist, superaquilo e gigante que desperta: 20 milh峠de "classe m餩a" (relativo j?m si - ver dados Chile) - e quanto o pa?cresceu? - 4,5 - na verdade, 1 por cento, quase nada - porque quanto a popula磯 cresceu nesse entrementes mentes - 20 milh峿 E em que regi峠a taxa de natalidade 頭aior? Ecco. Onde tem mais pobreza. Ent? enquanto 20 milh峠 ascendem, digamos que fossem s? milh峠que nascem para a mis鲩a - sim, porque l?e nos arautos do superhist e superbacanas ..............................................................................................................................................
Ent?20 milh峠de pessoas s?dem ter sa? da mis鲩a absoluta com 180 reais per capita/m? mas a pobreza, mis鲩a, chame-lhe o que se quiser (180 reais t? bom para quem elabora as estat?icas?), continua.
...
ONU: No Brasil o problema da fome (problemas alimentares) deixou de ser grave para ser baixo. Reduziu o problema da fome em 45 por cento desde 2000
...
p?unto daquela daquele cara que diz - Economia Dados 2008 - dos que pensam no Estado (governo) como provedor de benesses como para essa em cima:
n?fazem mais do que a sua obriga磯
...
Money makes the world go around
Tudo est?qui dito. A vida 頵ma concep磯 humana. Se o dinheiro acaba o mundo deixa de girar, porque deixamos de existir e n?o vemos. Se deixamos de existir nada mais existir?Que sentido faz que todo o resto exista?

As coisas est?no mundo s?e eu preciso aprender.
Paulinho da Viola

 

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Carolina Pires da Silva e James Anhanguera

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