ciberzine & narrativas de james anhanguera 

   destrincha o pato ࠂeijing, ou xadrez, ou laqueado

                               

          2008 d.C. O Mundo

          finalmente acorda 

         para a emergꮣia

         alimentar. Mas 

     Que mundo?

          Que emergꮣia

         Que alimento?

Do caviar ao feij㯠com arroz (branco? preto?

integral?) ou feij㯠com farinha de mandioca

um universo de inguinor㧡 e hipocrisia separa 

a humanidade carente.               De comida? 

 Sथ comida? 

Ou tamb魠 de sapiꮣia e vergonha na cara? 

                                                                                                                                                                                          

    

   banco de dados revoluciomnibus.com do dossiꦮbsp; A Fome no Mundo e os Canibais

                              e                  ANHANGUERA         PAPERS
                                                                               

A FOME NO MUNDO E OS CANIBAIS

 

                      

                                                           

                    

                     Afirma uma firma que o Brasil confirma:

                           羚nt>Vamos substituir o Caf頰elo A篔.

                Vai ser dur�imo descondicionar o paladar.

                                                                         Cacaso

                                                                                                                                                                                                           

                                                                                                                     Este Admirᶥl Mundo Louco - Ruth Rocha, 22魰ress㯬 ...   ilustra絥s Walter Ono

       

 

 20 MILHՅS DE BRASILEIROS ESTAVAM - ABAIXO DA LINHA DA MISɒIA -, OU SEJA - EM SITUAǃO ALIMENTAR GRAVE -, EM OUTRAS PALAVRAS - PASSANDO FOME - EM 2007 - SEIS MILHՅS A MAIS QUE EM 2004, SEGUNDO UM ESTUDO DO IPEA (INSTITUTO DE PESQUISAS ECONԍICAS APLICADAS) BASEADO NUMA PNAD (PESQUISA NACIONAL DE AMOSTRAS AO DOMIC͌IO)  DO IBGE (INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTAT͓TICA). TAIS CIFRAS CORRESPONDIAM A QUASE UM DɃIMO DA POPULAǃO DO BRASIL E A POUCO MAIS OU MENOS DOIS POR CENTO DO CONTINGENTE DE UM BILHÏ DE PESSOAS QUE PASSAM FOME NO MUNDO. ERAM OUTROSSIM POUCO MAIS OU MENOS EQUIVALENTES AO PORCENTUAL DA CONTRIBUIǃO DO BRASIL PARA O COMɒCIO MUNDIAL, EM QUE OS ALIMENTOS Tʍ PESO CONSIDERVEL. OS ESFOMEADOS SÏ 11 MILHՅS, DIZ UM ESTUDO DO IBASE (INSTITUTO BRASILEIRO DE ANALISES SOCIAIS E ESTATISTICAS) CITADO NO FILME GARAPA, DE JOSɠPADILHA.  20 OU 11 MILHՅS ɠDE TODO MODO GENTE DEMAIS PASSANDO FOME EM UM PA͓ EM QUE 

Brasileiro
passa fome
sem raz㯼/span>

Jornal do Brasil 22 de julho 1993
A fome n㯠se explica pela falta de alimentos, constatou o Tribunal de Contas da Uni㯠baseado numa auditoria feita aos
Programas de Suplementa磯 Alimentar do governo envolvendo
Funda磯 de Assistꮣia ao Estudante (FAE)
Instituto Nacional de Alimenta磯 e Nutri磯 (Inan)
Legi㯠Brasileira de Assistꮣia (LBA) e
Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)
EM CADA PROGRAMA FORAM OBSERVADAS IRREGULARIDADES E FALHAS GRAVES
Com uma m餩a de 59 milh峠de toneladas de gr㯳 (arroz, feij㯬 trigo, milho, soja) e a disponibilidade interna desses produtos e dos demais produtos tradicionalmente consumidos no pa�頳uperior ೠnecessidades diᲩas de calorias e prote�s da popula磯.
Disp孳e de 3 280 calorias e 87 gramas de prote�s per capita/dia para uma necessidade de 2 242 calorias e 53 gramas de prote�s.

 

 

Aqui no Rio me esperavam surpresas incr�is. A primeira delas foi ver a beleza da ra硠brasileira em Ipanema. ɠa ra硠dos que comeram. Depois fui ver Caxias, fui ver Madureira; lᠩ outra ra硬 a dos que n㯠comeram. A figura dos que n㯠comeram, do pov㯬 de um lado, e a beleza de Ipanema, do outro, 頵m tremendo contraste. A beleza de Ipanema estᠭuito mais bela, as meninas e os rapazinhos, as tribos, s㯠uma beleza. E as subtribos de Caxias, do M驥r, est㯠mais terr�is ainda.

Darcy Ribeiro em debate promovido pelo Jornal do Brasil do Rio de Janeiro com Ferreira Gullar, Glauber Rocha e Mario Pedrosa em 1977, quando os quatro regressavam do ex�o imposto a eles pela ditadura militar

                                                                      foto Vilma Lobo Abreu - reprodu磯 do Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 1993/setembro/12

                                      

       A FOME  NO MUNDO E OS CANIBAIS

 

                   

    AFriCa AM鲩CA EuROPa                                                                     

nossos enviados reportam de tr고continentes as causas e consequꮣias de duas emergꮣias previstas para nostro domus Terra hᠭilhares de luas, baseados no que vꥭ e no banco de dados revoluciomnibus

     em

 

          A FOME  NO MUNDO E OS CANIBAIS

                   

          huxley na fome do mundo

                                       

     

   CRISE 2008

DE CRACK EM CRACK A COMANDITA ENCHE O PAPO

 

                                           

         ALIMENTAǃO      ENERGIA

  

      GUERRA      E      PAZ

  Come sono buoni i bianchi

  

  A INDړTRIA DA SECA

                   

     

Dossi꼯font> A Fome No Mundo e os Canibais
revoluciomnibus.com


Robert Anton Wilson dᠯ bote em The Illuminati Papers:
                        N㯠existe crise de energia. O que hᠩ uma muito mais terr�l e tr᧩ca crise de inteligꮣia.
 

                                       CRISE 2008

    DE CRACK EM CRACK ENCHE A COMANDITA O PAPO

travelog da crise .............. última atualização: abril 2009

quando os  GRANDES ANTAGONISTAS  da atual fase da eterna luta entre "Predadores" e "Largadores"  ou   "Neo-Liberal, Não. Liberal" X "anticapitalistas"  ou  "fundamentalistas" X "relativistas" - avançam para o proscênio

CRISE 2008 E 9... E TEMPO AFORA ....................................................................................COMO PROPOSTA DE TRABALHO

CRISE(S) REGULADORA(S)...

& PALPITES PALPITANTES

1929 º 2009

   80 ANOS DE crackrises E FORROBODÓ

 

           pra mãe natureza o templo do pai

                  pra mãe natureza o templo do pai

                   é tudo mentira, é tudo figura               Péricles Cavalcanti

 

  

Robert Anton Wilson dá o bote em The Illuminati Papers:
                    Não existe crise de energia. O que há é uma muito mais terrível e trágica crise de inteligência.

Seja:         Não existe crise econômica. O que há é uma muito mais terrível e trágica crise de inteligência.

Os EUA estão se esfrangalhando rapidamente. Deu-lhe finalmente o amok a essa em tempos orgulhosa nação de desordeiros e putas e do  American Way que está efetivamente Fora de Controle e não irá se recuperar. A pilhagem, a batota, o roubo e o fracasso tiraram o país dos eixos, do seu orgulho, do seu sucesso e de sua segurança. Os fundos do Tesouro acabaram-se e o mercado de ações nunca irá se recuperar, as nossas tropas no Iraque nunca mais voltarão. Você não vai arranjar emprego, nunca mais. Os seus filhos irão beber água suja até ao fim da vida. Você irá perder sua casa e toda sua poupança. Nunca irá conseguir aposentar-se e até mesmo deixar de trabalhar, e será um servo, mais um serviçal de uma dessas enormes e anônimas e eternamente beligerantes corporações globais que irão governar o mundo por motivos e lucros próprios. Hunter S. Thompson, 2004

CRISE(S) REGULADORA(S)...

ma non troppo... ou: para nada. Logo a máquina é de novo oleada and the beat goes on and on and on and on

ISHMAEL Como o Mundo Veio a Ser o Que É   DANIEL QUINN 1992
[ a história do homem é a de Pegadores e Largadores, uma encenação]
Alguns pensadores pessimistas do século 19, como Robert Wallace e Thomas Robert Malthus, olharam para baixo. Mil anos antes, até mesmo quinhentos anos antes, provavelmente nada teriam notado. Mas o que eles vêem agora assusta-os. Era como se o solo se precipitasse ao seu encontro - como se estivessem a despenhar-se. Pensam um pouco e concluem: "Se assim continuarmos depararemos com grandes problemas num futuro não muito distante." Os outros Pegadores ignoraram as suas previsões.
"A intensificação da produção no sentido de alimentar uma população aumentada causa um aumento ainda maior na população." Os Pegadores respondem: "Tudo bem, só precisamos de colocar gente a pedalar na criação de um método fiável de controle de nascimentos. Então a Águia Pegadora voará para sempre."
 ... mas não enquanto as pessoas da tua cultura estiverem a encenar esta história.    

Ou talvez sim. Porque faz parte da encenação o recurso a guerras para o  controle de natalidade, a eliminação dos excedentes pelo extermínio em massa e como etapa crucial indispensável de transição de uma etapa para a outra dos processos de civilizações. Como são exemplos cabais as duas guerras mundiais do século XX., a  primeira para eliminar os excedentes de mão-de-obra que a emigração para o novo mundo não debelou, tentar pôr nova ordem na Europa com o esclerosamento do poder prussiano e austro-húngaro e testar tecnologias de ponta na fase final de transição da primeira para a segunda revolução industrial, a segunda para debelar a instabilidade político-econômica gerada com a primeira (o pleno emprego nos EUA só retornou com os gastos da II Guerra) encaminhar a instalação de uma nova (des)ordem político-econômica na transição para a terceira revolução industrial, a era atômica e cósmica, que perdurou por meio século.

                                                          crackrises

                RECESSION PROOF TRAFFIC

março 2008

Lula, presidente: E até agora não aconteceu nada com nosso querido Brasil

03 outubro 2008

relatório da ONU

o chamado crime organizado movimenta US$ 3 trilhões/ano.

US$ 1,4 trilhão passa pelo sistema financeiro para lavagem

US$ 1 trilhão é lavado em corrupção

crime corporativo - talvez crack 2008 se deva mais a isso que a crise do setor imobiliário

e ele se deve à complacência com que governos tratam gigantes conglomerados

ex-ministro da Fazenda e da Agricultura e atual deputado Delfim Neto garante que economia brasileira crescerá 4 por cento em 2009

comentário de observador bem educado: isso não é previsão, é propaganda enganosa

revoluciomnibus dixit: é palpite - chute

incoerência, desfaçatez, incompetência da "ciência" econômica - e o que mais?

falta de pudor (porque não incons/ciência) dos "especialistas" porque sempre se assumem como reis do otimismo no GRAN CIRCO RODA VIVA em que a massa é só freguês (de tudo, inclusive dos artilheiros e malabaristas do economês) e mal o sabe, em nome da salvaguarda de suas carreiras de idas e vindas da entronização de cargos públicos para o de conselheiros e/ou advisors de instituições privadas, entre elas órgãos de comunicação - oráculos de meia tigela que a todos procuram acontentar pintando sempre róseas perspectivas - e o que é incrível é que descrédito após descrédito nunca caem do cavalo - appunto: artilheiros e malabaristas do GRAN CIRCO RODA VIVA que como a mídia em geral afinal só estão dando notícias pros anunciantes

John Maynard Keynes: Quando as circunstâncias mudam eu mudo. E o senhor?

outubro 2008

relatório da ONU

desde 2000 Brasil reduziu problema da fome em 45 por cento. O problema da fome no Brasil deixou de ser grave e passou a ser considerado baixo.

indústria da seca global

ONU: FAO, PNUD / UNDP, PAM / WFP

busca-se novo padrão de consumo

O Globo, Rio de Janeiro: depois da crise, nada será como antes

busca-se novo modelo de tudo

busca-se novo modelo econômico: capitalismo social? social-liberalismo? que tal?

há no entanto entre os oráculos de meia tigela quem diz que o melhor é não procurar nada, que não vale a pena porque não vai encontrar nada de melhor: o bom e velho capitalismo liberal é o que distribui mais riqueza ("qual?" "de que tipo?") e mantenha como grande e única referência antagônica (tipo espantalho) o bom e velho - a grande burla do - "socialismo real"

"SERÁ QUE O QUE VIVEMOS É O PORTAL DE UMA NOVA ERA OU NOVO CAPÍTULO DA VELHA BURLA?"

novembro 2008

não há concorrente de peso para ocupar posição militar e econômica dos Estados Unidos

Edward Prescott, Premio Nobel de Economia de 2004: Crises financeiras não são importantes, a menos que conduzam a políticas ruins, como aconteceu no Japão em 1991 e no México entre 1980 e 1981.

Bruce Scott, professor da Universidade Harvard: E os americanos são avessos a controle porque seus negócios são livres, sem governo. Acho que a tentativa de impor uma supervisão global no setor financeiro será um fracasso.

veja, são paulo, 12 novembro 2008

 

Millôr Fernandes

A Crise. Com a benção de Deus

Claro que o crime compensa, pessoal.

..................................................

Como aliás ficou mais uma vez demonstrado nessa quebradeira global em que os primeiros limpos foram os donos dos grandes conglomerados financeiros, perto dos quais os escândalos do Vaticano são pé de página.

 

Obama, o salvador da pátria global, o redentor da sustentabilidade moral

veja, são paulo, 19 novembro 2008

fala da falta de previsões econômicas confiáveis e em 3 cenários possíveis. No de crescimento do PIB do Brasil de 2,5 por cento em 2009 tem a legenda: a crise se instala

veja, são paulo, 03 dezembro 2008

Maílson da Nóbrega, o ex-Ministro da Fazenda do Plano Verão, o terceiro plano econômico de emergência do governo do presidente José Sarney (1985-1989), que não emplacou o inverno seguinte e talvez tenha ajudado a inflar ainda mais a bolha inflacionária no Brasil, que com ele no poder debatia-se com índices de 80 por cento ao mês: Na China a "desregulação" do comunismo retirou da pobreza 400 milhões de pessoas.

o globo, rio de janeiro, 04 dezembro 2008

A crise econômica no Brasil chegou de repente, por vários canais

o globo, rio de janeiro, 05 dezembro 2008

previsão de crescimento da economia brasileira em 2009: 2,8 por cento

um milhão de empregos não serão criados no Brasil em 2009 apenas com a queda do ritmo de crescimento. Nesse período 2 milhões e 400 mil jovens estarão entrando no mercado de trabalho

- Em outros países 7 por cento de desemprego é considerado alto e lá a informalidade é mínima. Aqui é motivo de comemoração a queda de 13 por cento em 2003 para 7,5 por cento hoje.

08 dezembro 2008

produto interno bruto global é de US$ 54 trilhões

África: um terço da população da região subsaariana sofre de desnutrição crônica

236 milhões de pessoas sofriam de desnutrição crônica na região em 2007

relatório da ONU nos 60 anos da Declaração dos Direitos Humanos

936 milhões de pessoas passam fome em parte porque o preço dos alimentos não para de crescer

INDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO IDH DO PNUD / UNDP DA ONU 2008: BRASIL EM 80º LUGAR

DIEESE (Departamento Intersindical de Estudos Econômicos e Sociais; São Paulo): para cada cidadão suprir suas necessidades básicas são necessários R$ 2100 e o salário mínimo é sete vezes inferior a esse montante

o globo, rio de janeiro, 09 dezembro 2008

leitor:

O presidente Lula declara que o brasileiro tem que acreditar na economia do país e continuar consumindo; mas consumir como, se a população recebe salário de fome, que mal paga o aluguel da casa em que mora?

um "novo Bretton Wood", diferente da conferência original do pós-guerra (1944-45)

     2009 moldará o destino do mundo

O BAM-BAM-BAM DA FEBRABAN CHAMA-SE 

           SARDEN-BAM-BAM-BERG

                                                                                                             FEBRABAN - Federação Brasileira de Bancos

"Neo-Liberal, Não. Liberal" - Carlos Alberto Sardenberg: "O momento mais brilhante da economia mundial moderna ocorreu no início deste século XXI, no auge da globalização."

com o financiamento do trade baseado em grana do chamado crime organizado, créditos podres, balanços falseados... com quanto? US$ 50, US$ 70 trilhões disso? - sobretudo muito brilhante, de fato.

e que moral se pregaria a nossas crianças...

Global World À parte,

muito pragmatismo e muita cara-de-pau. a estratégia é a mesma de sempre - uma das que mais se prega no futebol: a melhor defesa é o ataque. mas pela primeira vez em meio século até revista brasileira de grande informação (e como tal supostamente imparcial) assume em artigos posição de parte/bandeira descaradamente pró ou contra "alguma coisa". Que Time, Newsweek, Le Point o façam ou tenham feito a seu modo - agora, macaquices no quintal dos fundos?!

reinventa-se em visão rasteira, estreita ou straight o fantasma do comunismo ou "socialismo real" que todo mundo sabe muito bem que nunca foi socialismo de nada

antes era só (e até) o "humanismo" ou a utopia, que sem outra melhor se diz que só levam ao Pol Pot (exemplo abstruso. por que não então a Coreia do Norte, que trocando em miúdos è lo stesso?)

sobretudo muito brilhante

Água. levantamento da ONG Global Peace divulgado pela ONU

um terço da população mundial tem problema de acesso a água

até 2030 metade da população mundial terá problema de acesso ou mesmo falta de água

23 março 2009

segundo técnicos do Banco Central previsão do crescimento da economia brasileira em 2009 é de 0,01 por cento; para 2010, de 3,5 por cento

Brasil perdeu 750 mil postos de trabalho em três meses

RECESSION PROOF TRAFFIC

RECESSION PROOF TRAFFIC

RECESSION PROOF TRAFFIC

            RECESSION PROOF TRAFFIC

RECESSION PROOF TRAFFIC

Brics

Brics-à-brac

Pigs:

Portugal, Irlanda, Espanha, Grécia

os celtas e greco-latinos que pegaram o tsunami de proa

veja, são paulo, 25 março 2009

O ar está mais limpo... mas só porque a crise econômica é devastadora para indústrias ineficientes e poluidoras dos países emergentes

ritmo do desmatamento da Amazônia caiu 32 por cento no último semestre e o Brasil deixou de emitir 18 milhões de toneladas de dióxido de carbono na atmosfera

Em Guangdong, de onde sai um terço das exportações chinesas, 60 000 empresas, a maioria pequenas indústrias, já fecharam as portas. O nível de poluição na região caiu 5 por cento

emissão global de gases de efeito estufa deve diminuir 3 por cento em 2009

segundo a FAO (Organização das Nações Unidas Para a Agricultura e Alimentação) também haverá menos dinheiro para investimentos em manejo florestal e estratégias de exploração de longo prazo

Maílson da Nóbrega, o ex-Ministro da Fazenda do Plano Verão, o terceiro plano econômico de emergência do governo do presidente José Sarney (1985-1989), que não emplacou o inverno seguinte e talvez tenha ajudado a inflar ainda mais a bolha inflacionária no Brasil, que com ele no poder debatia-se com índices de 80 por cento ao mês: Não há alternativa ao sistema capitalista. Nenhum outro libera tanto as energias produtivas da sociedade nem o supera na geração de renda, emprego e bem-estar.

[ Nenhum outro libera tanto as energias poluentes     e... só bem-estar?... ]

depois de ter recebido US$ 180 bilhões do governo para não quebrar seguradora norte-americana AIG pagou US$ 165 milhões de bônus a executivos de acordo com a tradição americana de respeito aos contratos

Em 2008 os americanos descobriram que parte da exuberância financeira da sua economia na última década era de fato irracional, baseada em uma mentira criada pela falta de regulação adequada, pela irresponsabilidade de Wall Street e pelo estelionato puro e simples perpetrado por um grupo de escroques

26 março 2009

caem governos da Hungria, República Checa pela instabilidade política gerada pelo casino social com a crise econômica

e a Bulgária, a mais pobre das ex-irmazinhas da Cortina de Ferro, também não vai muito bem de saúde.

                      Have you seen the little pigs crawling in the dirt?

28 março 2009

racionalismo e irracionalismo

revivalismo saudosismo nostalgia

fundamentalismo versus relativismo

Nietzsche: corrosiva crítica à razão e à verdade

que depois dele é como se todos

tivessem medo de cair em

algum tipo de dogmatismo

ou de serem acusados

de acreditar em verdades absolutas

e para ver e ler algo mais a propósito ir para

                 POR AQUI          

renda per capita cresceu 53 por cento no Brasil nos últimos 13 anos

renda per capita cresceu 68 por cento na América Latina nos últimos 13 anos

31 março 2009

BIRD (Banco Interamericano do Desenvolvimento) prevê crescimento da economia do Brasil de 0,5 por cento em 2009; de 2,5 por cento em 2010; e de 3 por cento em 2011

popularidade do presidente do Brasil, antes nos píncaros, caiu 10 por cento nos últimos dois meses, estando agora em 61 por cento

36 anos de grandes crackrises internacionais: outubro de 1973, 1979, 1986, 1994, 1999, 2001

01 abril 2009 crise de mercado e de afeto

01 abril 2009 crise de mercado e de afeto

           As marcas e as coisas      

Mythologias semi óticas                                                    

Da  Inútil Paisagem  do moderno Tom Jobim à  Paisagem Útil  do “pós-moderno” Caetano Veloso  

    Ford . GM . Chrysler – Que Hollywood seja made in Japan e Rover e Rolls Royce ou Kenwood made aqui e acolá, sem saber onde, com a globalização não existe mais pertencimento nacional ou transnacional de parte. O Japão era suposto ser e como se viu não era o próximo Império. O Oriente irá alguma vez dominar o Ocidente – tudo de olho rasgado (metaforicamente falando)? Lá para o Ano 2525, quando já não existirá há muito no mundo nem uma coisa nem outra. Crise de mercado e de afeto: desaparecem com as marcas vestígios da “nossa” era. A primeira BOAC, depois BEA. TWA. O desaparecimento da Panair do Brasil deu até música: Saudade dos Aviões (Milton Nascimento-Fernando Brant). Agora também a Varig – que foi um dos primeiros (e melhores) simbolos de Brasil no mundo. E Que Queria Dizer O Quê Mesmo antes do desaparecimento da Panair e de a substituir nas rotas internacionais? Viação Aérea Rio-Grandense. Do regional ao universal e fim.

Mais que símbolos são imagens – layouts do capitalismo da segunda revolução industrial da segunda metade do século  XX – e tempo um pouco atrás e adiante  Ah sim, “a lua oval da Esso” da Paisagem Útil também se esfoi. Não são as marcas, são os modelos-padrões de épocas de aviões e carrões em que, meninos, se enfiava a fuça nos assentos e se inalava o intenso cheiro (perfume) de couro de boi do Iowa e das tintas que os coloriam com as cores mais imprevistas.

Dallas já não tinha mais disso –  carrões. E era uma vez Detroit a Motortown. Tamla MOTOWN. Wellcome to the Seattle era – Boeing, Hendrix, grunge, Microsoft, Toyota be wellcome. Iconografias, iconologias e iconoclastia da evolução dos tempos, da revolução dos meios, dos hábitos de consumo e das políticas de mercado.

Alô alô Terezinha.

        D   E   S   C O D  I    F  I    C A   D O 

PESADELO BRANDO COM TOQUE BLADE RUNNER UM MODIÉ ENTRA EM CASA COM UM MEIO QUILO DE COCA – ENFARINHARA ATÉ A ENTRADA DIZENDO QUE ALGUÉM QUE ESTAVA NA OMBREIRA LHE TINHA DADO AÍ ME CHAMAM COMO SE O CENÁRIO FOSSE UMA CASA DO ANDAR DE CIMA E UM LOFT Um grupo de seis a oito como se quisessem encomendar alguma coisa – o que também parece não ter ficado muito claro até que uma mulheraça mas de mãos muito pequenas a quem abraço e beijo de trás num elevador me acompanha até um ponto em que me vejo na rua com um que seria javanês que a        

   

   

dado ponto me dá uma série de uns seis tiros na cara e que visualizo como de uma tela em uma caixa instalada virtualmente em frente das vista na forma de um dois quatro seis pontos pintando em seqüência enquanto ele dispara – e pergunto por quê está me matando e ele não diz nada e ao que parece talvez tenha só me d e s co d i f i c a d o porque acordei às 05.30h. e aqui estou assim.  Movimento dos Barcos: 900 navios de contêineres ou  dez por cento  da  frota parados. Ford tem prejuízo de  bilhões de dólares no primeiro trimestre de 2009. GM anuncia encerramento de 13 das 47 fábricas até final de 2010. Deve ser próxima montadora americana a pedir concordata. Vendas da Toyota caíram 49 por cento no primeiro trimestre de 2009. E S C A L A S   D E   M E R C A D O   E   D E   A F E T O  

Marcas, qualquer marcas igual a mercadoria fetiche. De bom ou mau gosto. E também Vício. Símbolos (simbologias). Símbolos de Vício Inconsciente. Consumismo consumista uma droga. De tudo. Fetiche modernista. Modismos, promoções publicitárias, espetáculos vazios, visões fragmentárias. De marcas na paisagem. Inúteis. Esmaecimento do afeto. Países inteiros moldados a partir de estradas de rodagem. Highway 101 Revisited. Bahn. Bahn. Autobahn. Autostrada del Sole, Ferrari a 300 a hora. Pastiches. Alusão consciente ou inconsciente a estilos, técnicas e dispositivos. Conceito marxista de mercadoria como fetiche. Conceito marxista de reificação: transformação dos bens em bens criados pelo homem que se tornam independentes dele e governam sua vida. Marcas = grafismosimagens de marcaslayouts laying about

                                                                                                                       Barbara Kruger

 

PONDO OS OLHOS PRIMEYRAMENTE NA SUA

CIDADE CONHECE QUE OS MERCADORES SÃO        

O PRIMEIRO MÓVEL DA RUÍNA, EM QUE ARDE        

PELAS MERCADORIAS INÚTEIS E ENGANOSAS

         GREGÓRIO DE MATOS – SÉCULO XVII

         Triste Bahia, oh quão dessemelhante estais estou de nosso antigo estado

Paisagem útil – do valor utilitário da sociedade de consumo, emergente. Ou sociedade afluente

como a decantou Gilberto Gil cinco anos mais tarde em Duplo Sentido:

dessa esquina pelo menos posso ver o duplo sentido de tudo

que na ausência de unanimidade uns veem as coisas como eu

e outros voltam ao lar.

Inútil paisagem de Tom Jobim e Aloysio de Oliveira: mas pra quê tanto céu pra quê tanto mar de que servem as flores que crescem pelos caminhos se o meu caminho sozinho é nada. Na paisagem útil(otária) do mesmo Rio de Janeiro já não se destaca mais a luz da “mesma lua a furar nosso zinco”, como a de Chão de Estrelas de Orestes Barbosa uns trinta a quarenta anos antes nem a da “lua oval da Esso”, que estava quase ao lado, bem mais altaneira que o também extinto Palácio Monroe e quase de frente para a da Mesbla, que também se foi mais o repique de seu relógio que dependendo do vento se ouvia lá no alto em Santa Teresa.  Adeus Hotel Avenida, vai curtir no outro plano os desatinos desta vida, só Drummond, só  Drummond porque se não deixa eu ver deixa eu ver chover chover chover chover, Ao Poeta Novos Baianos.

Iconologias.                                                   A UTOPIA DE UMA ONU DAS FINANÇAS – título de veja, São Paulo. É a mais difícil empreitada internacional desde o fim da II Guerra – aqui lata. Vale a pergunta: utopia no “bom” ou no “mau” sentido, sendo hoje em dia definição por si mesma tão demonizada?

  Corsários... paraísos fiscais, santuários para esconderem o tesouro

Paisagem utilitária urbana brasileira em 1960: Volkswagen Sedan ou Fusca, Renault Dauphine, Renault Gordini, AeroWillis, Simca Chambord, DKW Vemag e os carrões americanos: Chevrolet Impala, rabo-de-peixe, boca de cigana semiaberta. Quem vai querer comprar a Chrysler que houve tempo em que se apossou da Lamborghini. Do Ford T ao Sinergy 2010. E   D E   A F E T O . Uns morrem porque querem outros morrem sem querer. Por que não esperou um pouco mais para ouvirmos Toots outra vez?

As três irmãs de Detroit. Simbologias.

Fiat compra Chrysler que nos bons tempos velhos tempos comprara Lamborghini. A jogada tem o simbolismo de um roque e dez quilos de tuíste. Lee Iacocca, um tremendo sucesso de marketing de si mesmo (Uma Autobiografia vendeu 6,5 milhões de cópias em três anos), na seqüência ao ataque ao autosport piccolo è bello made in Italy lançou seu segundo livro, Talking Straight. Chairman de sucesso beija o solo quando é demitido da bigger sister Ford. Dá a volta por cima de esportivo de luxo italiano que mantém em circulação... nas estradas americanas.  Ganhava US$ 1,7 milhão de salário mensal em 1990 como presidente da Chrysler. É um dos maiores símbolos do capitalismo industrial americano setor automóveis na corte do Papa Ford e de par com a própria marca da menor das Três Irmãs.

E como era bom ser americano – escreveu ao recordar o tempo em que aos seis e onze anos de idade seu pai levou toda a família num Fordinho bem castigado de sua casa em Allentown, Pensilvânia, à Estátua da Liberdade em Nova York.

A versatilidade. Dos carrões, as banheiras americanas que na Europa do Plano Marshall só tiveram vez em Pierrot Le Fou (O Demônio das Onze Horas) de Godard, aos ultra-compactos  e utilitários europeus, do Fiat 500 (o primeiro carro da maioria dos motoristas italianos) aos Citroën 2 e 4 cavalos, Rover 100 e depois os Peugeot 404 e 204,  o Morris e o Austin, Morris e Austin Cooper, idem-idem Cooper S, o Jeep, o Rover, o Land Rover, o Range Rover hoje Land Rover - carro utilitário ou De Luxe eram a expressão do estilo do feliz proprietário, + ou menos bizarros (até no estofamento) ou funcionais. Tempos de mídia média  mediania. Quase tudo segue o mesmo modelo para uma ou outra e outra modalidade. Marcas vem e voam em alta velozidade. Pronto a vestir e a deletar. Ponto. A aceleração do consumo produziu também o principal efeito secundário do usa e joga fora: fidelidade a produto ou marca só em fast food.  GM, símbolo do capitalismo do século 20, é estatizada por Obama para não falir. Fez muito bacana colecionar Chevys, Cadillacs, Buicks e Oldsmobiles do ano a cada ano que saiam da garagem em dias alternados.

by Robert Crumb       

(recuperado de uma enchente)veja toda a estória em America Crumb a partir DAQUI

02 abril 2009 clima de dia D

I got tired of D-days

Cansei de dias D Frank O'Hara Action Poetry

Bretton Woods em Londres 55 anos depois Bosques Bretões em Londres      

Britain Woods 55 anos depois

"anticapitalistas" manifestam-se

os protagonistas assomam o proscênio

Greenpeace promove manifestação na ponte Rio-Niterói, Rio de Janeiro, por maior atenção ao ambiente e às pessoas e não só ao dinheiro - crise de mercado e de afeto

mas a onda agora é o flash

G-20 (espécie de Governo Mundial do admirável mundo novo) decide investir US$ 5 trilhões na luta contra a recessão até 2010

os primeiros comentários sublinham o anúncio do fim do Consenso de Washington pelo primeiro-ministro britânico Gordon Brown

combate firme contra a rolagem e lavagem da grana do malvado crime organizado, fraudes E corrupção

enfim, fim do modelo de capitalismo que impera desde Bretton Woods (1944-45) e da desregulação da paridade dólar-ouro pela Administração Nixon (1971) breve,

"fundamentalismo de mercado vai para o lixo da História"    será mesmo?

autoridades suíças protestam contra inclusão pela OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento, com sede em Genebra, sobre o lago) de seu país na lista dos paraísos fiscais que o G-20 decidiu exterminar

Chile figura na lista cinza, a da segunda pior graduação entre os paraísos que lavam mais branco

Brasil é o sétimo produtor mundial de automóveis, oitavo produtor mundial de alimentos, maior produtor mundial de biocombustíveis

lucro da Petrobras em 2008, de US$ 33 bilhões, supera em US$ 3 bilhões o das 28 maiores instituições financeiras brasileiras; em terceiro lugar no volume de lucros está o setor de mineração

              CARDÁPIO 2009                regulação bleue

 

                

ERA UMA VEZ A REFORMA AGRRIA QUE NUNCA EXISTIU

 

Os invernos n㯠estiaram no semi-Ჩdo at頍 aqui na primeira d飡da de 2001 e 2 e tempo afora. Sorte do presidente-ex-retirante Lu�Inᣩo Lula da Silva, at頡qui um estadista com muita sorte, porque tudo tem jogado a favor em termos de conjuntura interna e internacional. At頡qui, ao crack das hipotecas imobiliᲩas. E a quest㯠em 2008 e 9 (e tempo afora?) agora 麼br> BLINDAGEM
tem o tatujeca blindagem suficiente para resistir ࠴empestade de t�los podres que o Tio Sam jogou no ventilador?
 

Teve Sorte o Presidente do Brasil, Lula, Que Assumiu em 2002 para pegar vento de popa da conjuntura econ�a internacional bafejada pelos "cr餩tos podres", e se o seu pa�n㯠cresceu em "ritmo chin곦quot;, isso pouco importa para a m�a: teve um quinquꮩo de ouro, o de maior crescimento econ�o desde o "milagre" hᠳ0 anos, antes de pela primeira vez na hist⩡ do s飵lo XX deixar de crescer. Por mais de vinte anos ..

Teve sorte talvez tamb魠por a Rede Globo de Televis㯠ter feito tudo para que n㯠fosse eleito em 1989, empurrando o seu adversᲩo, o ca硤or de maraj᳠das Alagoa Fernando Collor de Mello para assumir o tim㯠e promover a segunda ABERTURA DOS PORTOS e, antes do impeachment, olhar de soslaio a que seria uma das mais graves estiagens da sua regi㯠- uma seca que durou de 1990 a 1997 em algumas paragens do Nordeste, pra que quase n㯠ligou. O seu sucessor, sim. Bem ao seu estilo Itamar Franco esbravejou, esperneou, jᠥm final de mandato prometeu mundos e fundos mas a economia brasileira estava de rastos e o mais que conseguiu foi implementar os tais aux�os de emergꮣia para mais uma vez enganar o pato enquanto a embarca磯 n㯠estabilizasse com o Plano Real que mandou implementar e promulgou.

Teve sorte tamb魠o ex-retirante da Zona da Mata pernambucana de - segundo uma corrente cient�ca - os ciclos de estiagem no Nordeste serem de 13 anos e por essa 䩣a sଡ para 2010, quando jᠴer᠍ deixado o poder, poder ocorrer uma nova seca das braba. Sempre foi menos um empecilho para o seu "espetᣵlo do desenvolvimento", o pa�e o mundo n㯠 serem incomodados com as clᳳicas imagens de meninos zambudos e saques de armaz鮳 por flagelados da seca em instant⮥os de matizes africanos. Que ia atrapalhar, ia. Com uma estiagenzinha 頱ue se veria o quanto o Brasil do novo milagre de Lula, um ex-retirante, deixou a frica pelas bandas lᠤa sua regi㯠e se aproximou de S㯠Paulo e Belo Horizonte, as duas loucomotivas nacionais, ou se ao contrᲩo, no que tange ao matuto, pouco ou nada melhorou  quase-quase. Ter�os novos programas de aux�o de emergꮣia, finalmente se tocaria pra frente a transposi磯 do Rio S㯠Francisco - ou o qu꿠

O GLOBO JOSɠSARNEY - EX-PRESIDENTE DA REPڂLICA E DUAS VEZES PRESIDENTE DO SENADO FEDERAL DE BRAS͌IA   NORDESTE, A ESPERANǁ QUE MORRE
HISTӒIA DA SUDENE
A grande seca de 1958 colocou aos olhos do pa�problemas sociais.
A seca n㯠era um problema s࣬imᴩco.
No Saara n㯠chove e n㯠existe ali o que existe no Nordeste: o homem.
O relat⩯ Ramagem, do nome do general encarregado de levantar a trag餩a daqueles anos, era um relato objetivo e chocante.
O Brasil n㯠tomava conhecimento dessa desigualdade.
Juscelino, que at頥nt㯠n㯠colocara o Nordeste entre as suas preocupa絥s de governo, despertou para o assunto e em 1959, jᠮo fim [do seu governo], criava a Opera磯 Nordeste.
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Econ�o, jᠮos estertores do governo JK, recomendou a cria磯 de um ⧣o que veio a ser a Sudene.
Por tr᳠de tudo estava o paraibano Celso Furtado, membro do estafe do BNDE.
 

ADAM WERBACH  VEJA 27 DE AGOSTO, 2008
ex-presidente do Sierra Club, a maior organiza磯 ambientalista dos Estados Unidos:

Mais do que o fim das esp飩es, 頡 nossa civiliza磯 que estᠡmea硤a
(e hᠡlgo a opor a isso, ora pois?)

JULHO 2008 OS BARՅS DO PETRӌEO
m�a apela IMPLORA por medidas para limpar o mercado petrol�ro
Os bar峠do petr쥯 e a especula磯 financeira
m�a clama IMPLORA por medidas para limpar o mercado petrol�ro
 

banco de dados: as not�as falam por si. eis um elenco do alt�imo pre篠pago para Brasil e brasileiros chegarem a 2008 famintos de ordem e progresso. Mas a pergunta que n㯠descola deste dossi꠭ como exposto nas premissas de Roberto Anton Wilson, R. Buckminster Fuller, Peter Singer e Masanobu Fukuoka - 鼢>: que progresso? que futuro com este progresso? serᠱue n㯠existe mais nada na vida al魠de consumo e posse e mais consumo e mais posse e... ?...

 

REVISTA DO IBEF INSTITUTO BRASILEIRO DE EXECUTIVOS DE FINANǁS
NڍERO 17 2008
ɴica, ambi磯 e economia
"Por gan⮣ia, a especula磯 tomou conta dos mercados de capitais provocando efeitos devastadores [e] mesmo nos Estados Unidos cresce neste momento a legi㯠 dos famintos, dos marginais, dos loucos e desesperados. (...) Por gan⮣ia, o plantio e a industrializa磯 de alimentos [Os] mantꭠimpregnados dos mais t詣os componentes qu�cos (...). Por gan⮣ia, os projetos de energia solar, e쩣a e outras renovᶥis e limpas permanecem em banho-maria enquanto os lobbies da ind䲩a f㳩l fervilham pelos congressos. {...} Fomos educados para o ego�o, para a mensura磯 de nosso potencial atrav鳠do sucesso individual. Essa perspectiva nos coloca um cabresto na consciꮣia, limitando nossa vis㯠e emburrecendo nossas possibilidades de contribuir com o todo. Quem ultrapassa os limites do que 頪usto estᠡpenas vitimado por essa s�rome do n㯭ver. Precisa e merece ser despertado, libertado desse medo do fracasso, dessa ilus㯠de que 頰oss�l ser feliz sozinho." (Christina Carvalho Pinto, presidente do Grupo Full Jazz de Comunica磯 e l�r da plataforma multim�a Mercado ɴico).

Contradi絥s aos montes, n㯠em termos - qual 頯 trabalho dos bancos: financiar o desenvolvimento econ�o? Especular? Do que 頱ue estamos falando afinal? Na hora H todos demonstram saber a li磯 de cor e a palavra m᧩ca do pecado capital - gan⮣ia, como se a quest㯠de base n㯠fosse justamente essa, e como se em neg㩯s como em pol�ca ainda fosse poss�l algu魠ter sucesso sendo honesto, como demonstram as not�as, que falam por si, neste dossiꮼ/font>

Jean Baudrillard, 1990: N㯠hᠣat᳴rofe. Vivemos em suspense. Ficamos negociando essa cat᳴rofe.
 

ROBERTO POMPEU DE TOLEDO   VEJA 10 DE NOVEMBRO DE 2004
O AVANǏ DA NAU DOS INSENSATOS NAVILOUCA

                                                                               SHIP OF FOOLS
MENTIR A RESPEITO de armas de destrui磯 em massa para justificar a guerra contra o Iraque, isso n㯠頩moral. Produzir 100 000 mortos no Iraque, na maioria mulheres e crian硳, (...), isso n㯠頩moral.
Oitenta e tr고por cento dos americanos, segundo sondagem do ano passado, acreditam que Jesus nasceu de uma virgem e 28% crꥭ na teoria da evolu磯. Cinquenta e oito por cento acham que sࣲendo em Deus se pode ter senso moral. No entanto... A Maioria 頴amb魠a favor da pena de morte e do direito a portar uma arma.

SARAMAGO 1997
"A grande palavra que se estᠡ precisar nem 頡 paz, 頧n㯧", disse o escritor Jos頓aramago em entrevista publicada hoje no suplemento "Prosa & Verso" do jornal "O Globo", do Rio de Janeiro.

"A violꮣia 頣ondi磯 de sobrevivꮣia das esp飩es, mas hᠵma esp飩e que acrescentou ࠶iolꮣia a crueldade, a nossa esp飩e. O homem 頯 飯 animal cruel que de fato existe."
...

Saramago prop堮a entrevista uma "revolu磯 da bondade" como forma de resolu磯 dos problemas de um mundo "terr�l".
"Claro que isto nem 頵ma utopia, 'e um disparate", assinala, antes de observar que "a consciꮣia de que isso n㯠acontecerᠮ㯠nos deve impedir, cada um consigo mesmo, de fazer o que pode para reger-se por princ�os 鴩cos".
 

Jornal do Brasil 14 de mar篠1993
PADRÏ DE VIDA ɠO PIOR EM 20 ANOS
FALTA DE INVESTIMENTOS E DE CRESCIMENTO AFETA A QUALIDADE DE VIDA E FAZ PA͓ VIVER COMO SE TIVESSE ACABADO DE SAIR DE UMA GUERRA
S஡ 䩭a d飡da deixaram de ser investidos no Brasil US$ 600 bilh峠em fun磯 da recess㯬 infla磯 alta e da instabilidade pol�ca e econ�a.
O n岯 de empregos 頱3,8 por cento menor que o de 1985, segundo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat�ica)
Renda per capita em 1991, de US$ 1912, era cerca de um ter篠menor que a de argentinos e chilenos.

Jornal do Brasil 30 de maio 1993
GOVERNO DESPERDIǁ US$ 33 BILHՅS
Levantamento do Minist鲩o da Fazenda
apenas 40 por cento de recursos liberados pelo governo chegam a seu destino - o restante 頤esviado "ou se perde no meio do caminho" [o que parece querer dizer o mesmo].
O problema 頡tribu� ao desmantelamento promovido pela reforma administrativa do governo Collor dos ⧣os de controle interno do governo responsᶥis pela fiscaliza磯 e avalia磯 dos gastos.
O MINISTɒIO DA FAZENDA RECONHECE QUE A MUDANǁ FACILITOU A ATUAǃO DO ESQUEMA DE CORRUPǃO MONTADO POR PAULO CɓAR FARIAS, O PC, QUE CONTROLOU, SEGUNDO DADOS DO ESTUDO, 30% DO ORǁMENTO PڂLICO.
 

ɐOCA 7 DE JULHO DE 2008
O pre篠do diesel aumentou 17 por cento na ͮdia em 2008
Estima-se que 70 por cento da economia indiana dependa dos caminh峮
A VOLTA DA GUERRA FRIA
Enriquecida por conta da alta do petr쥯, a R㩡 n㯠pᲡ de investir no aumento de seu poderio militar. Os gastos com defesa no ano passado chegaram a US$ 35,4 bilh峮

veja 27 de agosto, 2008
A POUPANǁ DO PRɭSAL
Ricardo HAUSMANN, professor de Harvard
Ricardo HAUSMANN, professor de Harvard veio ao Brasil apresentar o estudo
IN SEARCH OF CHAINS THAT HOLD BRAZIL BACK
IN SEARCH OF CHAINS THAT HOLD BRAZIL BACK
IN SEARCH OF CHAINS THAT HOLD BRAZIL BACK

feito sob encomenda do Centro de Lideran硠P쩣a.

[Brasil precisa de] Acelerar o crescimento, que ainda 頴�do.
Descontado o aumento da popula磯 economicamente ativa, o crescimento real tem sido de 1 por cento, um dos piores resultados de toda a Am鲩ca Latina.
Principal entrave: falta de poupan硠do setor p쩣o. O Estado deveria gastar menos do que arrecada.
O Brasil possui hoje a maior carga tributᲩa entre todos os pa�s emergentes e mesmo assim as contas p쩣as s㯠deficitᲩas.
[todo mundo fala o mesmo - juntar]
O motivo pelo qual a taxa de c⭢io chinesa 頣ompetitiva 頱ue a China possui uma taxa de poupan硠elevada.
 

                      

Money makes the world go around.
Tudo 頵ma quest㯠disso mesmo: 
GS  ALIMENTAǃO ENERGIA 

GUERRA  OU  PAZ.

b a n c o  de  d a d o s :    os   fatos   falam   por   si

                                     CRISE 2008

   DE CRACK EM CRACK ENCHE A COMANDITA O PAPO

                     

b a n c o  de  d a d o s :    os  fatos  falam   por   si

Dossi꼯font> A Fome No Mundo e os Canibais
revoluciomnibus.com


Robert Anton Wilson dᠯ bote em The Illuminati Papers:
                        N㯠existe crise de energia. O que hᠩ uma muito mais terr�l e tr᧩ca crise de inteligꮣia.
 

Michael Douglas 頯 nome do homem. O pai, Kirk Douglas,  foi o nome nos anos de maior consagra磯 do cinema.

Estᠥm Paths of Glory e Two Weeks in Another Town. Era o cara. Era a cara. A cara de autꮴico tough guy. 

Seu filho tamb魮 O t�co cafajeste anos 1980, du c䨠de chez Wall Street, com muito speed e tes㯠ou vice-versa.

E 頡ssim que se faz a hist⩡. A dinastia Douglas. Kirk foi ao cume do pesadelo em Duas Semanas Noutra Cidade. O artista faz sua 䩭a viagem cinematogrᦩca em Cinecittଠou seja,  Kirk Douglas filma seu auto-retrato, um diretor em crise que precisa voltar ao sucesso a todo o custo e se estrepa.

Tulio Kesich pintou o quadro da dolce vita em Roma cidade aberta porque uma das duas grandes capitais do cinema em que a maior delas mant魠uma sucursal: Kirk filma ali filmes em s鲩e, a culminar com Spartacus, outro path of glory de Stanley Kubrick.

Nos tempos da dolce vita, Cinecittࠤava trabalho a meia Roma. Foi o per�o  ᵲeo da Hollywood sul Tevere, quando nos est鯳 falava-se predominantemente ingl고e nos restaurantes da cidade via-se com frequꮣia divos de Hollywood, 㠶ezes com muitas garrafas vazias em frente - uma imagem t�ca dos anos 50༯span>

 Vincente Minelli capta Kirk Douglas assim allora: o cineasta Minelli-Douglas em crise porque tem de vencer a todo o custo e se estrepa.  Algu魠a�e lembra de algum grande filme de Kirk Douglas em que ele tenha feito o cara de sucesso? Detective Story, de William Wyler: Douglas pai, dur㯠cheio de moral, acaba dur㯠sem moral nenhuma.

Fracasse.  Fracasse outra vez.   Fracasse melhor.                          Samuel Beckett

Kirk uma das caras do cinema americano 1950. O filho a cara de 1980.  Ou ao menos ao estilo papa-tudo de Wall Streets  em Duas semanas e 1/2 semanas de amor. 

Edgar Lessa, narrador de outro item deste omnibus  em bookman old style:

Em verdade, mal passada uma d飡da parecia que os anos 60 tinham acontecido ࠍ 鰯ca do nascimento de Huxley. De drogas psicod鬩cas, por exemplo, nem p Mas pਡvia aos montes. Cada vez mais hero� e coca�, a droga da eficiꮣia que ajudou a polir as pujantes bolsas de valores interligadas por computadores na era de Thatcher e Reagan e do FIM DA HISTӒIA de Francis Fukuyama.

No para� materialista neoliberal n㯠hᠣᠰano para sonhos e o lema 麠quem busca a utopia traz consigo a barbᲩe. Os yippies foram substitu�s pelos yuppies, com Jerry Rubin de terno e gravata como consultor de investimentos na mesma Bolsa de Valores de Nova York em que nos anos 60 queimara uma nota de d졲 simbolizando a brusca transi磯 da inocꮣia para um pesadelo de Wall Streets em sess㯠dupla que abria com um filme s鲩e B do tempo em que Huxley chegou a Hollywood: Nancy e Ronald Reagan como atra絥s num bangue-bangue em que a dada altura surge um misto de presidente de rep쩣a de bananas e poderoso traficante de coca� ao servi篠dos cart驳 de Cali e Medellin colaborando com a CIA na luta anticomunista na Am鲩ca Central. Como nos anos 60, quando aeronaves militares americanas transportavam hero� do Tri⮧ulo Dourado para o Laos em troca da ajuda dos narcotraficantes locais na luta contra os vietcongs e os khmers vermelhos do Camboja.

                                    

O simulacro instalou-se nos anos 80 e s㯠sua caricatura Reagan, Thatcher, M. Jackson, Cindy Lauper, Madonna e a r鰬ica de Umberto Eco que produziu romances simulacros de semiologias. Mass-m餩atisation ab괩sante/renovada f頣ega coletiva na ideologia do mercado.

 

ENQUANTO ISSO... revistas de grande informa磯 em papel cuchꍍ que s㯠como que o ੯ das classes m餩as supostamente esclarecidas escarrapacham o SHOW. O BRASIL D`SHOW no futebol, na F1, no v쥩 e tamb魠no agrobusiness, nas reservas de petr쥯 e Sol e solo f鲴il - na base do em se lan确do ࠴erra, dᠭ e na siderurgia e minera磯. Ap㠵m quarto de s飵lo de secura elas andam em palpos de aranha para extravasar a sua VONTADE DE POTʎCIA, de se sentir GRANDE - GIGANTE, eis a�nfim o GIGANTE DO AMANHàpara disputar pau a pau com R㩡s, Indias, Chinas e o que vier a supremacia global.

Tudo resum�l reduz�l ࠥxpress㯠mais simples - equa磯 鍍 t㯠simples, t㯠fᣩl, que quando se quer falar disso p孳e seres sencientes como um macaco a dar li絥s de como tudo se apresenta. 

     Talvez Porque somente com a no磯 da sua Essꮣia o homem pode deixar de ser muitos macacos - versos de P.B.Shelley que Aldous Huxley p堮a boca de Alfred Poole, professor de Ciꮣias Naturais em O Macaco e a Essꮣia.

     Mas o pensamento 頳ervo da vida e a vida um joguete do tempo/ E o tempo que 頳enhor do mundo deve parar. Depois de Milton e Tennyson, Shakespeare 頯 inspirador do t�lo-tema do novo romance em que Huxley reflete sobre passado, presente e o futuro, para ele seriamente comprometido pelo cont�o repisar de erros do passado por um sistema pol�co-religioso que faz com que a raz㯬 o respeito pelos outros, os valores do esp�to estejam nas f�rias da vontade coletiva, que tem o vigor f�co de uma divindade mas mentalidade de um delinquente de 14 anos.

Albert Hofmann acompanhou a participa磯 de Huxley numa conferꮣia sobre superpopula磯, recursos naturais e escassez de alimentos que se realizou em Estocolmo dois meses antes da sua morte e recordou-a da seguinte forma:
Huxley prop㠡 explora磯 e aplica磯 das capacidades ocultas e ainda inexploradas do ser humano. Uma ra硠humana com mais capacidades espirituais altamente desenvolvidas, com consciꮣia expandida da sagacidade e da incompreens�l maravilha do ser, teria tamb魠uma maior compreens㯠e maior considera磯 pelas funda絥s biol穣as e materiais da vida na terra. Sobretudo para a popula磯 ocidental, com a sua racionalidade hipertrofiada, o desenvolvimento e expans㯠de uma profunda experiꮣia emocional da realidade, desobstru� de palavras e conceitos, seria de grande significado para a evolu磯.
 

            Causas da emergꮣia alimentar

Este cap�lo do

Dossi꼯font> A Fome No Mundo e os Canibais
revoluciomnibus.com

exp堤icas dos Estados Unidos, Jap㯬 Inglaterra e Brasil e a evolu磯 das quest峠relativas a agricultura, alimenta磯, demografia (Malthus or not Malthus), ecologia, fontes de energia e jogo c�co, hip㲩ta dos pressupostos da Civiliza磯 com pontos de vista do Mundo e enfoque no Brasil de Cabral ࠍ timbalada de Carlinhos Brown - como exemplo. Por exemplo.

Robert Anton Wilson dᠯ mote das premissas de A Fome No Mundo e os Canibais:

         Apesar de tanta gente usar as SMART DRUGS (...) a estupidez humana da maioria das pessoas, pelo menos nos EUA, cresceu cada vez mais. Atribuo o fato a uma pol�ca deliberada de estupidifica磯 da popula磯 que a nossa Elite regente instigou (...).
          Os males do mundo, que envolvem a fome maci硠assim como a eros㯠das liberdades individuais.
          Duas pessoas eminentemente inteligentes, R. Buckminster Fuller e Werner Ehrard, propuseram que podemos e devemos abolir a fome at頯 final deste s飵lo. [s飵lo XX] Este objetivo 頲acional, prᴩco e desejᶥl, de modo que, naturalmente, foi denunciado como ut੣o, fant᳴ico e absurdo.
        ... se gastaria muito menos dinheiro em tremendas imbecilidades organizadas como a corrida aos armamentos, sobrando bastante mais para investir em projetos fomentadores de vida.
           O dr. Nathan Kline (...) predisse no livro Psychotropic Drugs in the Year 2000 que dentro de 20 anos teremos drogas para estimular ou suprimir qualquer emo磯, drogas para prolongar ou encurtar a inf⮣ia, drogas para manipular o comportamento materno, etc. (...) [As pessoas] mais inteligentes as usar㯠de modo mais inteligente, isto 鬠para aumentar a sua pr಩a liberdade neurol穣a, desprogramar os seus programas irracionais e em geral expandir a consciꮣia e aumentar a inteligꮣia.
           [N]㯠 existe raz㯠para crer que pessoas libertᲩas e humanas n㯠possam usar estes conhecimentos [formulados por Walter Bowart no ensaio Operation Mind Control, baseados na premissa de que "Modifica磯 do Comportamento aliada aos neuroqu�cos 頭ais eficaz do que apenas a Modifica磯 do Comportamento", R.A.Wilson] para descondicionar e desprogramar, em vez de unicamente para recondicionar e reprogramar.
          a aboli磯 da pobreza, a economia da abund⮣ia para todos, o fim da competi磯 territorial por recursos limitados conducente ao ciclo da guerra, atingir a longevidade e eventualmente a imortalidade. Todas estas competi絥s do segundo circuito (como Leary lhes chamaria) resultam das puls峠mam�ras bᳩcas: paix㯬 status, territ⩯ (propriedade).
            Como resolver ent㯠os problemas que afligem este planeta? N㯠atrav鳠da pol�ca, esse ritual mam�ro irrelevante. Resolveremos os nossos problemas atrav鳠de tecnologia melhor, mais barata e mais eficiente; e especialmente atrav鳠da migra磯 para o espa篬 da tecnologia da consciꮣia e aumento da inteligꮣia, e do prolongamento da vida.
             (...) Ap㠥stas experiꮣias come硲emos a passar gradualmente de rob㠴otais para autoprogramadores.

              Temos o azar de pertencer a uma esp飩e mam�ra dotada de tecnologia suficiente para tornar estas futricas crescentemente oniletais. Mas isto sucede provavelmente em todos os planetas sustentadores de vida durante a evolu磯 do estado mam�ro para a verdadeira inteligꮣia. Encontramo-nos apenas a meio do ciclo evolucionᲩo da nossa estrela e nos 䩭os milhares de anos jᠣome硲am a surgir formas mais avan硤as em mutantes ocasionais.
              [Ezra Pound torna claro que] n㯠acredita, como a maioria dos Ut੣os, que a reforma do mundo 頭eramente uma quest㯠de conseguir que suas id驡s pol�co-econ�as ganhem aceita磯 generalizada. A consciꮣia superior, a sensibilidade sutil, devem surgir primeiro, antes de poder manifestar-se a "ordem c�ca". 
              Aqueles que pensam que a subordina磯 de Pound ࠥconomia fascista * significava uma devo磯 ࠰ol�ca fascista confundem completamente a quest㯮
* Tratava-se principalmente de uma submiss㯠ࠩd驡 de dinheiro n㯠gerador de juros cunhado pelo Estado como distinto da prᴩca corrente na qual 72% de todo o "dinheiro" existe apenas em livros de contabilidade e serve como d�da geradora de juros para banqueiros privados.
             (...) Todos os fatos da Ciꮣia foram outrora Danados, todas as inven絥s foram consideradas imposs�is. Todas as descobertas foram choques nervosos para alguma ortodoxia. Todas as inova絥s art�icas foram denunciadas como fraudulentas e levianas. Toda a malha da cultura e do "progresso", tudo quanto na terra 頦eito pelo homem e n㯠nos 頤ado pela natureza, constitui a manifesta磯 concreta de algum homem recusando a submeter-se ࠁutoridade. Se n㯠fossem os rebeldes, os recalcitrantes e os intransigentes, n㯠ter�os mais, saber�os mais e ser�os mais do que os primeiros homin�os. Como disse em verdade Oscar Wilde, "A desobediꮣia foi a virtude original do homem".
             O desemprego n㯠頵ma doen硬 donde n㯠ter cura.
             Vejo o jogo do poder como assentado em tr고n�is de for硠e fraude (...) o mais antigo e ainda o mais forte: a extors㯠praticada pelo governo, o monop쩯 da for硼/i> (militar, policial,  etc.) que permite o grupo governante receber tributo (impostos) das massas escravizadas ou iludidas.
o de segundo n�l: a extors㯠praticada pelos senhorios, o monop쩯 mam�ro do territ⩯, o arrendamento 頦ilho do fisco, o segundo grau do mesmo esquema de extors㯮
O de terceiro n�l, historicamente mais recente: a extors㯠da usura, o monop쩯 da emiss㯠de moeda, que permite aos senhores do dinheiro receberem tributo (juros). (...) a maioria das pessoas que se dedicam a estas prᴩcas nefastas s㯠pouqu�imo propensas a reconhecer o que realmente fazem, pois encontram-se viciadas nas mesmas hipocrisias que o resto da humanidade, acho que todos os grupos poderosos acreditam sinceramente que o que est㯠fazendo 頢om, e que quem os atacar sయde ser um louco revolucionᲩo.

               

                            CARDPIO DE 2008
 

SECURITIZAǃO A LA BELLE MEUNIȒE & DERIVATIVOS EXӔICOS

bolhas de irracionalidade financeira

securitiza磯 irresponsᶥl e a prolifera磯 cancerosa de derivativos ex䩣os

BLINDAGEM        COURAǁ

cr餩tos podres

WaMu

ativos t詣os

instrumentos monetᲩos ex䩣os

t�los prime junto com subprime

securitiza磯 com ajuda de derivativos

fundos de investimento criativos

tsunami credit�o

 

Dossi꼯font> A Fome No Mundo e os Canibais revoluciomnibus.com


Robert Anton Wilson dᠯ bote em The Illuminati Papers:
                        N㯠existe crise de energia. O que hᠩ uma muito mais terr�l e tr᧩ca crise de inteligꮣia.
 

E Aldous Huxley tamb魮 Como se constata abaixo, em trechos de

          huxley na fome do mundo

                                   

tamb魠composto de trechos de de outro item deste omnibus 

            Mas Antic Hay dᠴamb魠ar de seriedade ࠡbordagem pioneira de problemas como o da superpopula磯 do planeta e da crescente influꮣia da propaganda na sociedade moderna, explorando os pontos fracos do consumidor e do eleitor, ou vice-versa, porque dariam no mesmo. Por toda a vida Huxley escreverᠳobre essas quest峬 dois dos focos centrais de suas preocupa絥s.
            Em carta ao pai diz ter procurado refletir em Antic Hay o 鯬ento despeda硭ento de quase todos os padr峬 conven絥s e valores prevalecentes퍊 at頡 guerra.


...

           ɠa Am鲩ca que lhe causa maior impacto, pelo que se depreende de Jesting Pilate: An Intellectual Holiday, t�lo sintomᴩco tratando-se de um workaholic, onde registra tanto o agrado pela 贲avagante generosidade堍 vitalidade dos americanos como o desencanto com a forma como se comportam em p쩣o: �enhum outro lugar, talvez, se conversa t㯠pouco... Tudo 頍 movimento e barulho, como ᧵a do banho a escoar ६o ralo. Sim, pelo ralo.Ⲿ             Aumenta o pessimismo de Huxley em rela磯 ao futuro da Europa com a constata磯 a olho nu de que, com a americaniza磯 do mundo, haver᠑uma radical altera磯 para pior dos padr峠estabelecidoseadamente no campo da cultura e da arte, que segundo ele tendem a mediocrizar-se com a progressiva massifica磯 atrav鳠 dos meios de reprodu磯 mec⮩ca.

            O livro 頰ublicado logo ap㠯 regresso ࠅuropa, em 1926, quando jᠥngendra os pr詭os lan硭entos. Em Proper Studies, colet⮥a de ensaios publicada no ano seguinte, aborda quest峠de natureza pol�ca de que se ocupa tamb魠em cras para jornais e revistas. Fala do impacto da automatiza磯 na sociedade e critica o excessivo investimento em especializa磯 no ensino, baseado na produ磯 em massa de cidad㯳 alienados e frustrados pelo pr಩o embrutecimento.
            ࡳcetismo perdeu o direito de cidadania e a auto-gratifica磯 excessiva tornou-se uma virtude socialಥclama, aturdido com a desumaniza磯 da sociedade em fun磯 do aumento da competitividade e do consumo.
            Quest峠que desloca para a fic磯 em Point Counter Point (Contraponto), publicado em seguida jᠣomo obra de mestre, desta vez t㯠ousado na forma como no conteﬠambos de vanguarda. A cr�ca mais conservadora continua a patear o destempero do escritor ao discorrer com o 害amento ࠳olta㯢re sexo, pol�ca e organiza磯 social. Mas para ela Huxley agora foi al魠da conta, ao romper tamb魠com o romance tradicional. Ele 頵m dos primeiros romancistas a refletir os efeitos de uma revolu磯 chamada James Joyce.
            Phillip Quarles 頵m escritor que tenta um romance a que pretende dar a estrutura e a fluꮣia narrativa da Su� N岯 2 de Bach, com a ⴥ da fuga퍊 a servir de esteira para uma tentativa de ⡮sformar um distanciado cepticismo intelectual numa vida rodeada de harmoniaïm a sua contraparte, Mark Rampion - moldado no aplomb mais espiritual de D. H. Lawrence -, em contraponto, Quarles discute a impossibilidade do amor, da comunica磯 e da arte numa sociedade excessivamente racionalista e materialista. Para o romancista dentro do romance, a humanidade caminha 鲥tamente para o inferno堯 papel dos pol�cos, 勞s, sem exce磯੠o de ﳠlevar para o abismoïm o progresso industrial e o homem reduzido ao papel de extens㯠da mᱵina, o problema passa a ser de 㩣ologia individualੳto 鬠de um reencontro do homem com os princ�os da sua natureza, para que 㯠viva apenas como trabalhador industrializado mas tamb魠como ser humano࣯mo pondera um romancista pela boca do outro.

            Esqualidez, abismo, inferno...

...

 

            Inspira-se no prefᣩo de George Bernard Shaw a Back to Methusaleh, de 1921, em que o dramaturgo irland고renega a pr಩a trajet⩡ no que chamou de 婯 s飵lo infiel䥠desacato aos valores do seu tempo de juventude ᦩnal a mesma longa era vitoriana -, para dizer que, de todo modo, teve fortes ﴩvos para n㯠querer que o mundo tivesse um significado좲> 좾... a filosofia da falta de significado era essencialmente um instrumento de liberta磯 de um certo sistema de moralidade. Faz�os obje絥s ࠭oralidade porque ela ia interferir na nossa liberdade sexual. Os apoiantes deste sistema diziam que ele incorporava o significado ignificado Crist㯬 insistiam 䯠 mundo. Havia um m鴯do admiravelmente simples de contestar essa gente e nos justificarmos na nossa revolta er䩣a: negar�os que o mundo tivesse algum significado.좲>             Huxley defende uma revolu磯 no ensino para que as escolas invistam no potencial humano, deixando de ser fᢲicas de produ磯 em s鲩e de especialistas despersonalizados e passando a criar cidad㯳 educados para a liberdade, inteligꮣia e coopera磯 responsᶥl e voluntᲩa e n㯠para a aceita磯 passiva da tradi磯, tendo apenas como escolha as vias do poder ou da subordina磯. O pensador n㯠abdica, impl�ta ou explicitamente, do antigo conceito proto-iluminista de poder de uma 쩴e esclarecida� t㯠pouco renuncia ao do primado da individualidade sobre a uniformidade do rebanho de aut�os. A aposta no potencial humano, baseada no poder criativo e de imagina磯 de cada indiv�o, 頥 continuarᠳendo um ponto cardeal da filosofia de Huxley, baseada na necessidade de uma mudan硠profunda na forma磯 dos cidad㯳 para a mudan硠de rumo de toda a sociedade. Uma utopia desmedida que ainda o irᠤeixar a bradar como louco no deserto. Ou no manic�.
            No cap�lo A Natureza da Guerra o autor aponta para a maior contradi磯 dos estatutos da Liga das Na絥s, antecessora da Organiza磯 das Na絥s Unidas: a de sࡤmitir como membros pa�s que tenham ex鲣itos, pressupondo que devem estar preparados para a guerra e n㯠para a paz. Um claro sinal do verdadeiro esp�to dos governantes, estando-se, como tudo indica em 1937, na iminꮣia de um novo conflito b鬩co. Mais uma prova de que o homem nunca se prontificou a encontrar uma alternativa para a guerra, argumenta.
Quanto aos meios de comunica磯 de massa Huxley 頲adical: sua qualidade m餩a 頴㯠baixa que deveriam ser controlados ou proibidos. A alternativa seria educar as pessoas para terem sentido cr�co em rela磯 ೠmensagens que eles transmitem.
            Mas a sua mensagem de fundo 頡 de desprendimento. Para mudar a condi磯 humana 頮ecessᲩo que, participando intensamente do jogo da vida, o indiv�o aprenda a distanciar-se e a desembara硲-se dos la篳 emocionais e materiais que arru�m a sua existꮣia. Huxley, que assume sem pejo uma nova utopia ᧯ra positiva, se o quisermos -, declara que, para todos os efeitos, os meios nunca justificam os fins. E que hᠯutros meios e fins a ser alcan硤os, al魠das malhas das emo絥s baratas e dos bens materiais em que estamos enredados.
...

instrumentos de controle e expans㯠do poder nas sociedades mais evolu�s do Ocidente na que caracteriza como a Era do Barulho 퍊 Barulho f�co, barulho mental e barulho de desejo, com a tecnologia ao servi篠 de uma campanha de agress㯠ao silꮣio, criando ⮳ia de lavagens emocionais a cada dia ou mesmo a cada hora.
            E como os novos meios de comunica磯 de massa vivem de publicidade, o barulho 頍 levado do ouvido, pelos dom�os da fantasia, do saber e das sensa絥s, ao ⭡go da vontade e do desejo.
            Propagada pelo som ou impressa, toda comunica磯 publicitᲩa tem apenas um objetivo 좾bloquear a vontade do silꮣio pleno. Falta de desejo 頡 condi磯 bᳩca da entrega e ilumina磯. A condi磯 bᳩca do sistema de produ磯 em massa em constante expans㯠e tecnologicamente progressivo 頡 ⮳ia universal. A publicidade 頯 esfor篠organizado para expandir e intensificar as obras dessa for硠que (como todos os santos e professores das mais altas religi峠sempre ensinaram) 頡 principal causa do sofrimento e do mal-fazer e o grande obstᣵlo entre a alma humana e o Terreno Divino.

Aldous escreve ao mesmo tempo a apresenta磯 de uma nova edi磯 de Admirᶥl Mundo Novo, em que diz que, embora tristemente seguro de que no passado a sanidade foi fen�o raro, estᠣonvencido de que ela pode ser alcan硤a no futuro. E por o ter afirmado em vᲩos livros, e sobretudo por ter compilado uma antologia do que disseram os s㯳 sobre a sanidade e todos os meios pelos quais ela pode ser alcan硤a, um eminente cr�co acadꭩco disse consider᭬o um triste sintoma do desaire da classe intelectual em tempo de crise.
            Implicando isto, suponho, que o professor e os seus colegas s㯠hilariantes sintomas de sucesso. Vamos ent㯠erguer um Pante㯠para os professores. Deveria situar-se entre as ru�s de uma das estripadas cidades da Europa e do Jap㯬 e sobre a entrada para o ossuᲩo inscrever�os em letras de mais de um metro estas simples palavras:

                               


           
Argumenta que ao escrever Brave New World baseou-se na id驡 de um estado totalitᲩo eficiente em que os todo-poderosos executivos dos chefes pol�cos e o seu ex鲣ito de gerentes controlariam uma popula磯 de escravos sem precisar de os coagir, porque eles amariam a servid㯮
            Enumera os m鴯dos revolucionᲩos pelos quais os cidad㯳 do seu mundo ut੣o globalizado foram domesticados e conclui: parece que a Utopia estᠭais perto de n㠤o que ningu魬 hᠡpenas quinze anos, poderia imaginar. Parece-me agora bastante poss�l que o horror que projetei para seis s飵los depois nos caia em cima em apenas um s飵lo.
 

...


 quando 頬an硤o o novo romance de Huxley, Ape and Essence, e explode no mercado editorial o mais recente de George Orwell, seu antigo aluno na escola secundᲩa de Eton.
            1984 fala de um mundo ࠰rimeira vista muito mais aterrorizante que o de Brave New World, porque numa esp飩e de ditadura do proletariado stalinista o Grande Irm㯠tudo vꠥ controla atrav鳠de c⭥ras e todos os cidad㯳 s㯠for硤os ࠍ obediꮣia n㯠atrav鳠de uma droga indutora de apaziguamento mas da for硠 bruta. Mas em carta a Orwell o ex-professor ressalta: Acredito que at頡 pr詭a gera磯 os l�res mundiais ir㯠descobrir que condicionamento primᲩo e narco-hipnose s㯠mais eficientes como instrumentos de governo que porretes e pris峬 e a lasc�a do poder serᠴotalmente saciada pela indu磯 das pessoas a amar a servid㯠e n㯠por for硭las a obedecer atrav鳠de a篩tamentos e cacetadas.
 

...

            Em Regresso ao Admirᶥl Mundo Novo, de 1958, Huxley faz um balan篠em 12 ensaios da evolu磯 do mundo desde a publica磯 do seu romance mais famoso. A conclus㯠a que chega 頡 de que muito antes do fim do primeiro s飵lo depois de Ford estᠡinda menos otimista do que no tempo em que o imaginou. O pesadelo da organiza磯 total, que situei no s鴩mo s飵lo d.F., estᠮos esperando ao virar da esquina.
            Armas nucleares, Guerra Fria e sobrepopula磯 s㯠novos ou antigos problemas a transformar a vida dos cidad㯳 num pesadelo, acrescidos do cada vez maior poder corporativo no aparelho de Estado e da publicidade e propaganda pol�ca sobre a popula磯, atrav鳠dos meios de comunica磯 de massa, al魠do crescente uso de tranquilizantes. Uns exercendo a fun磯 da hipnop餩a, outros o do soma do Brave New World. Num universo dominado por jingles publicitᲩos os homens perdem toda a no磯 de liberdade e individualidade e tornam-se presas de prazeres volᴥis.
            Dꥭ-me hamb絥res e televis㯠e n㯠me encham a paciꮣia com as responsabilidades da liberdade - eis o lema comum.
            E cita o trecho do epis䩯 de Os Irm㯳 Karamazov, de Dostoievski, em que o Grande Inquisidor sublinha:
            Porque nada jamais foi t㯠insuportᶥl para um homem ou uma sociedade humana que a liberdade.
            Ainda assim Huxley insiste em propostas para a melhoria das condi絥s de vida da humanidade, como reformas pol�co-administrativas para uma descentraliza磯 do poder num auto-governo responsᶥl atrav鳠de grupos de representa磯 pol�ca direta que teriam por princ�os bᳩcos a n㯭violꮣia e a resistꮣia ࠍ guerra.
 
................................................................................

     Orwell acertou em cheio na vigil⮣ia ostensiva dos olhos do Big Brother atrav鳠 das c⭥ras onipresentes que o rebanho ignaro aceita sem questionar, convencido de que, ao inv鳠de uma invas㯠de privacidade e cerceamento do direito de ir e vir em liberdade de esp�to, aquilo estᠡli para proteg꭬o.

     Falhou apenas (por pouco) no prazo. Huxley, de esperto, esticou o el᳴ico at頭eio milꮩo depois de 1930.  Mas parece ter acertado no ponto em que o que se vive n㯠頡 ditadura do porrete mas a indu磯 a aceitar-se tudo como 頰orque tem de ser - porque hᠱuem tenha fortes interesses em que assim seja e tem poder para impor o que quer que os outros vivam e desejem. (A Era do Petr쥯 頳൭ dos exemplos evidentes.)  Hipnop餩a, chamou ࠴飮ica de controle da massa atrav鳠da educa磯.

     Este banco de dados reproduz vᲩas dicas pelas quais se confirma que uma das leis bᳩcas de uma economia saudᶥl pelo atual regime 頡 de que a popula磯 consuma muito mas sem extrapolar porque hᠱue fazer como os bisav㺠poupar, pouco que seja - vᬠ20 por cento do que se ganha.

     N㯠頩sso ent㯿 - algo em que nem se tem insistindo muito entre os especialistas da casa no Brasil porque a escassez foi t㯠grande e o atraso 頴anto! Uns 20, vinte e poucos porcentozinhos de taxa m餩a de poupan硠n㯠seria a lei? Um p魤e-meiazinho para enfrentar poss�is crises - sei lᬠuma doen确..

     Pois ent㯠o que faz especialistas dizerem que

"A ͮdia tem se mostrado mais aberta ao consumo, mas como a China tem uma taxa de poupan硠muito alta que deveria ser canalizada para o gasto do consumidor, contribuindo assim para o fortalecimento geral da economia"

 N㯠dou a m�ma para se a mula manca - money makes the world go around e a regra 頡 do fortalecimento geral da economia pouco importando o que e quanto o indiv�o compra ou que exploda na farra do consumo e consumismo a bem dizer a troco de nada para ele e tudo para os sustentᣵlos do regime. Vale aqui tamb魠a met᦯ra de Marco Ferreri no filme La Grande Bouffe - e que se explodam de gula!

Lembre-se - ou flashback - ou vedi retro:

 27 de agosto, 2008
Ricardo HAUSMANN, professor de Harvard veio ao Brasil apresentar o estudo
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feito sob encomenda do Centro de Lideran硠P쩣a e declarou a Veja:

O motivo pelo qual a taxa de c⭢io chinesa 頣ompetitiva 頱ue a China possui uma taxa de poupan硠elevada.
 

Contradi絥s em termos? Paradoxos?

Paroxismos.

Beckett explica.

Beckett explica. Contradi絥s aos montes e o problema n㯠estᠮas contradi絥s mas em que o Sistema, Establishment ou o que seja tem conseguido impor a no磯 de que se baseia em princ�os s鲩os e coerentes quando ao que se constatou mais uma vez de forma talvez mais contundente com a crise dos CRɄITOS PODRES...

e de pensar no que o outro poeta chamou  PODRES PODERES...

uma das leis bᳩcas de uma economia saudᶥl pelo atual regime 頡 de que a popula磯 consuma muito mas sem extrapolar porque hᠱue fazer como os bisav㺠poupar, pouco que seja - vᬠ 20, vinte e poucos porcentozinhos de taxa m餩a de poupan硠n㯠seria a lei? Um p魤e-meiazinho para enfrentar poss�is crises - sei lᬠuma doen确..

... tempo dos bisav㠭 onde eles ainda estavam at頳erem acordados do sonho milenar embebidos em mantras e preceitos dos seus arca�os de que nem Guerras do Ӱio os tinham acordado primeiro pelo sonho/pesadelo vermelho anticonfucionista  e agora pelo das bugigangas artesanais s飵la-e-seculares reproduzidas em s鲩e e com materiais mudernos mais as bugigangas pirateadas pelas e para as subculturas de chungaria (coisa vagabunda, ordinᲩa, segundo Mauro Villar in DicionᲩo Contrastivo Luso-Brasileiro, Editora Guanabara, Rio de Janeiro, 1989) tornou-se o c嬯 do hiperkitsch ou muito megabrega e quando (vide o tempo de A Condi磯 Humana, a aurora da sanha nacionalista) viviam se bem, quando bem, de bens essenciais e tꭠde - s㯠induzidos a - consumir pela l穣a de mercado e para o bem do capitalismo de consumo.

Pier Paolo Pasolini, 28 de mar篠de 1974, il Mondo: Para os grandes centros capitalistas internacionais Portugal deveria por for硠deixar de ser aquela sociedade severa, parcimoniosa, arcaica e entrar na roda viva do consumismo hedonista. Pier Paolo Pasolini, in Corriere della Sera, 10 de junho de 1974, Gli italiani non sono piᵥlli Considero pior o totalitarismo do capitalismo de consumo que o totalitarismo do velho poder.

 

todo beb꠳abe
tudo o que se faz 頥m fun磯 da comida, que 頯 que nos mant魍 na vertical. O homem dito civilizado nem se toca e vive na ilus㯠de que 頡 piscina, a Ferrari ou a gostosona do peda篮 O homem dito sapiens sapiens curte tamb魠uma bela comida espiritual - a dita cultura. Inclusive religi㯬 comida, bebida, o p⭤o-sol.

a prop㩴o de Lula elogiar governos militares e de Veja o que se fez - matan硠de gente e outras esp飩es animais e esp飩es vegetais, tortura e coisa e tal - 頣inza. pouco importa. a sanha 頡inda e sempre a senha, o homem pisa e repisa, pisoteia tudo, pisa e repisa os mesmos
rerros

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em flashback BRASIL como um dos exemplos maiores e mais dramᴩcos do descalabro na condu磯 das finan硳 p쩣as e no mundo dos neg㩯s
 


De acordo com o relat⩯, apenas 73 por cento de brasileiros tꭠacesso a ᧵a potᶥl e 44 por cento ao saneamento bᳩco.
Outros dados revelam que a taxa de mortalidade infantil no Brasil 頤e 60 por 1000 crian硳 nascidas vivas e a de analfabetismo 頤e 17,25. A esperan硠de vida no pa� de 66,4 anos, coloca-o abaixo dos pa�s de desenvolvimento humano m餩o.

PLANO REAL
Institu� a 1䥠Julho de 1994, ap㠵m per�o de seis meses de mudan硳 no sistema financeiro, o rᰩdo sucesso do plano 頴ido como o principal responsᶥl pela elei磯 ࠐresidꮣia da Rep쩣a do soci쯧o que por um ano dirigiu o Minist鲩o a Fazenda do governo de Itamar Franco e 頴ido como o "pai do real".
O seu objetivo principal, ap㠳ete tentativas malogradas entre 1986 e 94, era o de romper um ciclo de tr고d飡das de alta inflacionᲩa.
Seis meses antes da entrada em vigor da nova moeda, a infla磯 amea硠atingir pela primeira vez a casa dos 5000 por cento.
Dois anos depois foi de apenas 9 por cento.

Contra as queixas dos partidos de oposi磯 de que o real acentuou a crise do desemprego e n㯠minorou os p鳳imos �ices s㩯-econ�os do pa� Bras�a argumenta que ele possibilitou o ingresso de seis dos 30 milh峠de miserᶥis brasileiros no mercado de consumo.
Mais do que isso, a queda da infla磯 fez com que os brasileiros com menos recursos deixassem de ver o valor da moeda cair e o seu escasso poder de compra extinguir-se em poucos dias, acabando com o que seria um dos principais fatores de agudiza磯 da mis鲩a no pa�
Muitos analistas reclamam da rendi磯 do ex-catedrᴩco social-democrata ao neo-liberalismo econ�o, que provocou uma "derrama" nos cofres p쩣os da ordem dos 20 bilh峠de d졲es para sanear as contas de bancos privados falidos - entre os quais, o Banco Nacional, da fam�a da sua nora - e pouco ou nada teria feito para diminuir a mis鲩a que assola a grande maioria dos lares brasileiros.
O governo contra-argumenta alegando que o custo de uma crise do mercado financeiro decorrente da falꮣia de algumas das mais importantes institui絥s bancᲩas do pa�seria muito grande.
Um dos aspectos mais preocupantes do atual quadro econ�o 頯 da subida em flecha dos �ices de desemprego no pa�

O alto empresariado desloca-se a Bras�a com um misto de esp�to festivo e de apreens㯠nomeadamente pelos baixos �ices de crescimento da economia nos tr고 anos de Plano Real.
O �ice de crescimento do pa�foi de 3,5 por cento em 1995 e 2,9 por cento em 1996.

Tudo parecia correr a mil maravilhas, neste aspecto do crescimento, at頯 in�o de 1995, quando o Brasil viveu a amea硠de um eventual desastre em virtude da crise cambial mexicana de dezembro de 1994.
O pa�operava ent㯠a um ritmo de 10 por cento de crescimento, mas o governo sentiu-se na necessidade de reduzir o cr餩to e provocar uma baixa acentuada na produ磯 e no consumo, levando o Brasil a encarar de novo o espectro da recess㯠 que o assombra desde a crise cambial de 1981.
O governo tem bons motivos para comemorar os tr고anos de real, mas sem muita euforia, porque toda a engenharia do plano poderᠤesmoronar caso por algum motivo perca condi絥s de prosseguir a sua atual pol�ca de redu磯 moderada das taxas de c⭢io e de juros .
NecessᲩa para controlar a infla磯, a pol�ca de juros altos - hoje, com uma taxa real de 10 por cento ao ano - estᠡ provocar um rombo nas contas p쩣as. A d�da mobiliᲩa cresceu de 59 para 193 bilh峠de d졲es nos 䩭os tr고 anos.
Por outro lado a taxa de c⭢io - que mant魠o valor do real muito pr詭o ao do d졲 - p㠦im a d飡das de saldos comerciais positivos, com at頱2 bilh峠de d졲es de vendas para o exterior a mais que os produtos importados no per�o de um ano.
A situa磯 nesse campo 頨oje diametralmente oposta, com a antiga "potꮣia exportadora" a debater-se com d馩cits na balan硠comercial da ordem dos 10 bilh峠de d졲es/ano, o que segundo o governo n㯠decorre exclusivamente da sua pol�ca de abertura econ�a do pa�a capitais e produtos estrangeiros, mas em boa parte, da baixa qualidade e do alto custo dos produtos "made in Brazil".
 segundo os t飮icos do governo s൭a crise econ�a externa poder᠍ alterar os rumos do real 

SAQUES A SUPERMERCADOS (1991)

RIO DE JANEIRO ꠓAQUES A SUPERMERCADOS

෠MAIO - SEIS SUPERMERCADOS FORAM けUEADOS NA MADRUGAD`DE HOJE NO SUBڒBIO DO RIO DE JANEIRO�LEVANDO PARA 22 O NUMERO DE ASSALTOS DO GʎERO REGISTRADOS NO 匔IMO MESTA CIDADE.
A EXEMPLO DOS ANTERIORESSAQUES OCORRERAM EM BAIRROS DAS ꏎAS NORTE E OESTEE VIVE A POPULAǃO MAIS POBRE DA CIDADE.
DESSE MODO揉 BATIDO O RECORDE DE ASSALTOS COLETIVOS E 䅐REDAǕES A SUPERMERCADOS NUMA SӠNOITE哔A ɠA MAIOR ONDA DE ɌHAGENS NO RIO DE JANEIRO DESDE 1987.
᠁SSOCIAǃO BRASILEIRA DE SUPERMERCADOS 厖IOU AO MINISTRO DA JUSTIǁ퍊 CɌIO BORJA占PEDIDO PARA QUE O GOVERNO FEDERAL TOME MEDIDAS DE COMBATE `ONDA CRESCENTE DE けUES.
EM RESPOSTAINISTRO DECLAROU QUE A POL̓IA FEDERAL SӍ IR`AGIR CASO SEJA SOLICITADA A SUA INTERVENǃO PELO GOVERNADOR DO 哔ADO셏NEL BRIZOLA.
HOUVE TROCA DE TIROS ENTRE SAQUEADORES E SOLDADOS DA όICIA MILITAR EM JACAREPAGUl UM DOS BAIRROS PALCO DOS 䉓TURBIOS NA MADRUGADA DE HOJE좲> EM OUTRO ASSALTO揉 USADO UM CAMINHÏ PARA ROMPER UMA PORTA 䅠AǏ DE UM SUPERMERCADO.
SEGUNDO A POLICIAASSALTOS SÏ REALIZADOS POR UMA MEDIA Ⲿ DE 15O PESSOAS E OS SUPERMERCADOS SAQUEADOS FICAM PROXIMOS A 恖ELAS.
EM MIAMI EUARESIDENTE DA ASSOCIAǃO BRASILEIRA DE 㕐ERMERCADOS퍊 AILTON FORNARI嘐RIMIU A CONVICǃO DE QUE AS ɌHAGENS NÏ SÏ APENAS DEVIDAS  CARʎCIAS DA POPULAǃO げIOCA 汵ot;OS SAQUES SӠACONTECEM NO RIO E ` POBREZ`ɠGERAL"턉SSE.
`POLICIA SUSPEITA QUE OS SAQUES SEJAM ESTIMULADOS POR 䒁FICANTES OU MEMBROS DE GRUPOS DE EXTERM͎IO艐ӔESE QUE 䁍Bɍ VEM SENDO AVENTADA POR SOCIӌOGOSᕅ APONTAM PARA UESTRAǕES DE BANDOS ARMADOS COMO ELEMENTO COMPLICADOR DA EM PڂLICA QUADRO DE DESINSERǃO DAS FAVELAS DO CONTEXTO 咂ANO ď CONSUMO - E DA RECESSÏ ECONԍICA PROFUNDA.
O JORNAL "O GLOBO" ㏎SIDERA HOJE占NOTA DE FUNDOㅒ 汵ot;FALACIOSA A ASSOCIAǃO DOS SAQUES AO PROBLEMA SOCIAL".
PARA O JORNAL᠄ESORDEMᕅ "APARENTEMENTE OBEDECE A Ⲿ VOZES DE COMANDO"頁PENAS UMA QUESTÏ DE ORDEM PڂLICA E 䅃ORRE DA OMISSÏ DAS AUTORIDADES鎔IMIDADAS "COM O PODER DAS ᕁDRILHAS ENCASTELADAS NAS COMUNIDADES POBRES".

NNNN


julho 2005
crian硳 fazem passeata em Buenos Aires contra a fome e o desemprego e a favor de melhorias no ensino
9 de 15 milh峠de crian硳 argentinas vivem mal

PRA SE VER COM QUANTA SUJEIRA O BRASIL ENTROU NO SɃULO XXI

SANEAMENTO BSICO
Brasil em 1991: sഷ por cento dos munic�os tꭠrede de esgotos - obras de saneamento paradas desde 1980
Norte: sภpor cento com rede de esgoto; Nordeste: 26 por cento, mas sഠpor cento com tratamento; CENTRO-oESTE: 11 por cento com sistema de esgoto; Sudeste: 91 por cento, mas s౵ por cento com tratamento; Sul: 39 por cento, mas sචpor cento dos detritos tratados

1993, munic�o do Rio de Janeiro: 470 mil moradias sem ᧵a potᶥl e esgotos sanitᲩos
6 milh峠de moradias em todo pa�br> seriam necessᲩos investimentos equivalentes a 1 por cento do PIB ao longo de 16 anos para dotar a totalidade da popula磯 do pa�de ᧵a potᶥl e esgotos sanitᲩos
O Estado de S㯠Paulo diz em 1992 que s㯠necessᲩos US$ 3,5 bilh峯ano para se chegar a um n�l satisfat⩯ de saneamento

Jornal do Brasil 11 de setembro 1988
Fortaleza - 82 por cento das habita絥s n㯠s㯠servidas de rede de esgoto
n岯s assustadores de mortalidade infantil, de que 頯 maior responsᶥl:
180 a 250 em 1 000 nascidas com vida
Os esgotos v㯠dar no rio Coco (...), que corta toda a cidade, e em boa parte dos 25 km de praias de Fortaleza vᲩas delas ostentam placas de proibi磯 de banho de mar
Num lugar com poucas atra絥s culturais, praia 頡 maior atividade de lazer
Cerca de 700 mil pessoas vivem em 400 favelas
s೰ por cento das vias da cidade s㯠asfaltadas
Tivemos cinco anos consecutivos de seca, em que a popula磯 cresceu em 300 mil habitantes, que 頡 popula磯 de Natal (Rio Grande do Norte) (...) assustada tamb魠com o 긯do rural.
O maior �ice de analfabetismo do Brasil 頯 do Cearἢr> 100 mil crian硳 em idade escolar fora das escolas
col駩os particulares concentram 52,4 por cento dos alunos de 1粡u
metade das crian硳 estuda em escolas comunitᲩas que n㯠fazem parte da rede oficial

D͖IDA SOCIAL
CӌERA ou "DOENǁ DA MISɒIA"
primeiro caso registrado em abril de 1991 - 28 mil casos com 34 mortes em 1992

CONCENTRAǃO DE RENDA
aumentou entre 1990 e 1995
os 10 por cento mais ricos tinham 45 por cento da renda em 1980 e 48 por cento em 1990
os 10 por cento mais pobres 1 por cento
GASTO SOCIAL
1990: BRASIL, US$ 130 - ARGENTINA, US$ 450 per capita/ano

Am鲩ca Latina, 1990: 192 milh峠abaixo do n�l de pobreza, 46 por cento da popula磯, 5 por cento a mais que em 1980
na d飡da salᲩo m餩o teve queda de 17,5 por cento e salᲩo m�mo m餩o baixou 35 por cento

1991: 4 bilh峠de pessoas no antigo Terceiro Mundo
com o fim da Guerra Fria continentes (frica) e subcontinentes inteiros (Am鲩ca Latina) s㯠ignorados
na d飡da de 1980 sudeste asiᴩco cresceu 6,7 por cento, frica encolheu 2,2 por cento e Am鲩ca Latina 0,6 por cento

CRESCIMENTO DEMOGRFICO PLANEJAMENTO FAMILIAR
1994: taxa de crescimento demogrᦩco foi de 2,9 por cento na d飡da de 1960 e 頍 de 1,6 por cento em 1990
uma das mais velozes quedas da taxa de crescimento populacional devida ࠍ esteriliza磯 - escolhida por mulheres de mais baixa renda
deveria ser a 䩭a alternativa
falta de planejamento familiar
Brasil gasta onze vezes mais para tratar problemas causados por aborto que em planejamento

IPEA, ⧣o vinculado ao Minist鲩o do Planejamento

MIGRAǃO
mudou de Nordeste-Sudeste para Ქas agr�las Sul-Nordeste/Norte
na d飡da de 1980 3,6 milh峯ano migraram do sul
mecaniza磯 da lavoura = 긯do rural

 

        CRESCIMENTO ECONԍICO                                  
        de 1946 a 1980 Brasil cresceu 7,5 por cento ao ano - foi o pa�que  mais cresceu depois do Jap㯦nbsp;                                           

1990-91 - a mesma estrat駩a do (Plano) Cruzado:    
pecuarista deixa boi no pasto com carne tabelada      
Z鬩a Cardoso de Melo, ministra da Economia, convida a popula磯 a consumir menos carne                                                     
 

  5 planos 5 em 5 anos  5       
       4 moedas 4 em 5 anos 5   
  Plano Cruzado  1986  Plano Bresser  1987                       
tabelamento de pre篳 = desabastecimento de produtos    

movimento de donas-de-casa de MG nascido no Plano Cruzado "fiscais de Sarney" - Sir Ney, o cruzado                             

Plano Ver㯼/font>  1989    

Plano  Collor I  1990  Plano Collor II  1991                                       

30 de dezembro 1989 - tr고dias ap㠥lei磯 de Collor de Melo            O Globo
            ZɌIA DESCARTA NOVO CHOQUE CONTRA A INFLAǃO                   

1962: infla磯 de 48 por cento


09 de outubro 1991: queda de atividade econ�a combinada com rᰩda acelera磯 de pre篳 = ESTAGFLAǃO ESTAGFLAǃO = ESTAGNAǃO + INFLAǃO         

infla磯 intratᶥl desde 1957 - escreve em junho de 1994 Jeffrey Sachs Folha de S㯠Paulo                                                                                            

 
CIRANDA FINANCEIRA NO OVERNIGHT SENSATION  
                           
ciranda financeira no overnight                                      
1989: do capital dispon�l, 2 por cento 頥m dinheiro vivo, 5 por cento aplicado em contas correntes e 93 por cento na ciranda financeira, no over - overnight, que tem um cash-flow de US$ 60 bilh峯dia - considerado "haveres n㯠 monetᲩos"                                                           

Dezembro 1989
ROLAGEM ou financiamento da D͖IDA PڂLICA NO OVER     
como D͖IDA PڂLICA 頤e curto prazo governo joga dinheiro sem lastro na economia e incentiva consumo e pressiona pre篳                       
D͖IDA PڂLICA multiplicou-se por 5 nos anos 1980                                 
pol�ca de financiamento no over gera uma brutal transferꮣia de renda do Estado para a iniciativa privada. E isso agrava o problema da infla磯 de m餩o e longo prazos, enquanto os juros altos contꭠa infla磯 no curto prazo
compromisso formal de pagar US 1,5 bilh㯠por dia de juros sobre Letras Financeiras do Tesouro Nacional (LFTs), pagando 2,5 por cento ao dia sobre uma d�da de US$ 60 bilh峦nbsp;                                                  

   
1989 - O ANO DO OVERNIGHT 
o ano do overnight, aplica絥s com prazo de um dia - mercado aberto     (open)                                                                                                                    
t�los p쩣os (sopa de letras) viram moeda                                                  
頣laro que ningu魠investe em bolsas, vai pro over                                     
atividades especulativas X empreendimentos produtivos                             
Estado n㯠financia mais desenvolvimento                                                     
estrangulamento de ferrovias, rodovias, educa磯, sa嬠habita磯, telecomunica絥s e energia el鴲ica                                                                
a partir de 1974, capital de risco limitou ingresso - depois (crise da d�da do M鸩co 1982) cortes de empr鳴imos, perda de receita l�ida da Uni㯼b>: US$ 140,22 bilh峬 quase igual a evolu磯 da d�da l�ida do setor p쩣o: US$ 149,03 bi                                                                       

tudo se calcula em US$ - valor padr㯠de referꮣia, como o metro no Bureau Internacional de Pesos e Medidas, Paris                                          

l'unitଠRoma, junho 1988
I giornali pubblicano bollettini
quotidiani sull'aumento dei prezzi
cos젣ome da noi pubblicano i
listini di Borsa. Il latte, o la
benzina, o l'alcool che viene
usato come carburante per le auto,
costano oggi quasi il doppio
rispetto all'inizio dell'anno.
I prezzi aumentano del 20-22
per cento al mese. Questo vuol
dire vivere in maniera radicalmente
diversa dall'Europa. Non si pu젼br> per esempio, comprare a rate,
perch頤opo quattro mesi bisognerebbe
gi࠰agare il doppio. Gli interessi
bancari vengono pagati a giornata.



de 1989: crescente participa磯 de produtos agr�las e exportᶥis que contam com uma s鲩e de incentivos e subs�os fiscais no PIB                  

queda de investimentos do governo de 2,8 por cento do PIB em 1975 para 0,8 por cento                                                                                               
em 1987 governo estr驡 prᴩca de emitir t�los da d�da p쩣a para financiar despesas de manuten磯                                                                  
Estatais viram bicho-pap㯠da economia: ineficiꮣia, cartorialismo, incapacidade                                                                                                       
endividamento superior a US$ 20 bilh峠- at頳agrada Petrobras pela primeira vez na hist⩡ teve preju�                                                                
Roberto Campos: 頡 falꮣia do Estado empresarial - vingou a filosofia neoliberal                                                                                                             
deputado Osmundo Rebou硳 (PMDB-CE), par contre: "A iniciativa privada ficou mamando nas tetas das estatais e agora quer se apropriar da vaca, quando o certo seria adotar uma pol�ca tarifᲩa realista para que essas empresas n㯠 precisassem de nenhum tost㯠do Tesouro."    

Brasil gerou POUPANǁ anual de 23 por cento do PIB de 1964 a 1979, o que permitiu um crescimento anual de 7 por cento ao ano - gra硳 ao Estado estimulador do desenvolvimento nacional desde a d飡da de 1930                                                                                                                     

           
 Hist⩡ do endividamento externo das estatais:                       
a partir de 1978 governo come硠a ter dificuldades de financiamento no exterior e imp堡 estatais, que desfrutavam de bom conceito junto dos financiadores. que obtenham empr鳴imos acima das suas necessidades - excedentes s㯠transferidos para o Banco Central e postos ࠤisposi磯 do governo para acudir a necessidades cambiais    
crise dos setores el鴲ico, sider穣o, petrol�ro e telecomunica絥s se deve em parte a essa pol�ca: de 1980 a 1988 triplicou o seu servi篠de d颩to: de 15 por cento para entre 60 a 70 por cento                                    
por outro lado, sider穣as deixaram de receber US$ 18 bilh峠devido a reajustes abaixo da infla磯 - pol�ca in鬠no combate ao drag㯦nbsp;         

                   
ASCENSÏ E FIM DE SUPERMINISTROS                                 
czar da economia - nos governos militares: Delfin Neto, MᲩo Henrique Simonsen podiam tomar decis峠importantes sem consultar Poder Legislativo, sem consultar a sociedade - excesso de poderes de "rei medieval" (Mailson da Nⲥga)
'or硭ento monetᲩo' (abolido por Mailson) abrigava despesas como cr餩to rural e industrial, financiamento aos exportadores, compra de produtos agr�las, subs�os, despesas de com鲣io exterior e muitas outras, tirava transparꮣia dos gastos e aumentava endividamento p쩣o, substitu� pelo Or硭ento Fiscal - 1988: primeiro or硭ento unificado da hist⩡
no governo Sarney diminui poderes do ministro - Dilson Funaro disparou processo de organiza磯 institucional das finan硳 p쩣as ao enfrentar o corporativismo do Banco do Brasil e extinguir a conta-movimento, cord㯠umbilical por onde flu� os recursos entre o Banco Central e o BB e que na prᴩca permitia ao BB emitir dinheiro

Delfim seguia cartilha do desenvolvimentismo - 1979-1980 ordem era gastar, fazer investimentos p쩣os de retorno duvidoso                             

Dorothea Werneck 頥sot鲩ca

Obras do
BRASIL GIGANTE, POTʎCIA DO AMANHü/span>, tocadas por ministro dos Transportes MᲩo Andreazza - Transamaza, ponte Rio-Niter馮bsp;                                                                                                                 

RECESSÏ, INFLAǃO ZERO E, AGORA, ESTAGNAǃO           
INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS          
Funda磯 Get鯠Vargas: m餩a de US$ 400 milh峯ano entre 1980 e 1989        
heterodoxo               
PLANO CRUZADO 1986                      
por alguns meses sonho da distribui磯 de renda e da infla磯 zero
anos 1980: PIB cresceu a uma m餩a de 2,9 por cento ao ano mas popula磯 cresceu 2,2 por cento                                            
anos 1980: 6,1 por cento                                                          
renda per capita diminuiu 0,2 por cento de 1981 a 1989    

Delfim seguia cartilha do desenvolvimentismo - em 1979-1980 ordem era gastar, fazer investimentos p쩣os de retorno duvidoso                       
em 1980 renda per capita cresceu 9,3 por cento                                           
em 1981 diminui 4,4 por cento                                                                          
em 1983 renda per capita diminui 3,5 por cento - desemprego bate recorde, saques em todo o pa�(supermercados com guardas armados)
surto de desenvolvimento no Brasil coincide com segundo choque do  petr쥯 e consequente disparada da taxa de juros que empurram pa�para o abismo                                                                                                     
no final da d飡da de 1970 reservas cambiais eram de US$ 12 bilh峦nbsp;  
em 1982: US$ 932 milh峦nbsp;                                                                             

PLANOS    DESAFIAM   TEORIAS    ECONԍICAS                                           
Plano Ver㯠(1989) durou quatro meses - mas conseguiu derrubar todas as teorias econ�as - outras especialidade da economia brasileira - em vez de levarem a brutal recess㯬 juros elevados geraram "efeito riqueza" - bons lucros na ciranda financeira                                                    
1989: moeda em poder das pessoas equivale a 1,8 por cento do dinheiro circulante, enquanto t�los com aplica絥s lastreadas pela LFT, dep㩴os a prazo e em caderneta de poupan硠equivalem a 92 por cento de todos os haveres financeiros                                                             
NCZ$ (cruzado novo) n㯠existe - sడra pagar contas                               

outra m᧩ca da economia brasileira: para alguns especialistas:
ECONOMIA INFORMAL jᠡlcan硲ia US$ 176 bilh峠ou 50% por cento do PIB                                                                                                        

          HISTӒIA DA
CRISE   APӓ   MORATӒIA   DO   MɘICO                   
           epis䩯s mirabolantes, tragic�os                                                  
entre presidente do BC, Carlos Langoni, negociadora da D͖IDA EXTERNA, a chilena Ana Maria Jul, e Delfim Neto, que por tr고meses escondeu crise do FMI e por dois anos (entre 1982 e 1984) assinou sucessivas cartas de inten絥s que n㯠 cumpria                                          
Como um pa�que 10 anos antes tinha uma d�da externa de US$ 11,4 bilh峠e reservas internacionais estᶥis chegou a 1982 com uma d�da de US$ 85 bilh峠 e com o caixa a zero                                             
por causa dos choques do petr쥯                                                                 
as taxas de juros no mercado internacional come硲am a disparar, pegando de surpresa o Brasil, que por conta do cr餩to fᣩl se endividara de forma imprudente desde o primeiro choque, quando o pre篠do barril de petr쥯 triplicou                                                                 
em 1979 a prime rate (taxa bᳩca de juros do mercado americano com base em que foi contratada a d�da) chegou a 12,65 por cento, contra 9 por cento no ano anterior                                                                                   
em 1981 a prime chegou aos 18,83 por cento                                               
acordos com o FMI exigem programas econ�os recessivos, com o aumento das taxas de juros, cortes no d馩cit p쩣o e redu磯 de salᲩos                                                                                                                

Jornal do Brasil 24 de junho 1990
O CONTINENTE PERDIDO
RELATӒIO SOBRE O DESENVOLVIMENTO HUMANO IDH ONU
Brasil: 80쵧ar


Em 1985, 30 por cento do PIB brasileiro foram destinados a melhorar a qualidade de vida da popula磯. A Su飩a, segundo melhor �ice de bem-estar do mundo, gasta 40 por cento. A diferen硠頱ue um gasta mal e outro bem.
Estrat駩a de desperd�o 頡plicada a todos os setores.
Sa庠investe 78 por cento em medicina curativa
Educa磯, segundo o economista Carlos Lessa: s൲ por cento dos recursos chegam ࠳ala de aula.
economista paquistan고Mabul Ul Haq, diretor do Programa de Desenvolvimento da ONU                                                         
O Brasil dᠳubs�os ࠕniversidade 18 vezes superiores aos que destina ࠍ educa磯 primᲩa e no ensino superior o n岯 de pessoas economicamente pobres 頤e apenas 1 por cento.
EM MEADOS DA DɃADA DE 1970 EU ERA UM DOS PRINCIPAIS ASSESSORES DE ROBERT McNAMARA, PRESIDENTE DO BANCO MUNDIAL. RECEB́MOS MINISTROS DAS FINANǁS DE DIVERSOS PA͓ES E OS ENCORAJVAMOS A TOMAR EMPRESTADO. COMO HAVIA PETRODӌARES SOBRANDO, O CRESCIMENTO ECONԍICO PODERIA SER INFINITAMENTE FINANCIADO.                                                                                                     
A d�da externa do Brasil, por exemplo, foi toda constru� em cima de acordos de curto prazo, ao inv鳠de buscar negocia絥s menos gulosas, mais seguras e permanentes.                                       
e a crise de liquidez emergiu.                                                                          

se por魠fosse portanto

Hist⩡ do Brasil - Boris Fausto - 1994:

A f⭵la do "milagre" [econ�o] n㯍 tinha atr᳠dela o FMI. Por exemplo, em seu relat⩯ de 1971 o FMI criticou-a, entre outros pontos, por facilitar a convivꮣia com a infla磯 no presente mas dificultar a resolu磯 do problema no futuro.

Quais eram os pontos fracos do "milagre"?

(...) O principal ponto vulnerᶥl estava em sua excessiva dependꮣia do sistema financeiro e do com鲣io internacional, que eram responsᶥis pela facilidade dos empr鳴imos externos, pela invers㯠de capitais estrangeiros, pela expans㯠das exporta絥s etc. Outro ponto vulnerᶥl era a necessidade cada vez maior de contar com determinados produtos importados, dos quais o mais importante era o petr쥯. Os aspectos negativos do "milagre" foram principalmente de natureza social. (...) A pol�ca econ�a de Delfim [quem?] tinha o prop㩴o de fazer crescer o bolo para sथpois pensar em distribu�o. Alegava-se que antes do crescimento pouco ou nada havia para distribuir.


DESPERD̓IO
INFLAǃO FAZ DINHEIRO VIRAR LIXO DIARIAMENTE Jornal do Brasil 4 de julho 1993
Nem os bancos hesitam em jogar dinheiro fora. O desprezo pelos restos de cruzeiros 頴amanho que o gerente de uma agꮣia bancᲩa no Centro do Rio confessou ter jogado vᲩos sacos de pl᳴ico recheados de moedas de 10 centavos. Fazer o que com elas? - resumiu o gerente   

De fato, quando come硶a a chegar a hora de cortar tr고zeros na moeda ou criar uma nova as cal硤as das ruas tremeluziam como se pejadas de lamꠤe tanta moeda imprestᶥl jogada fora pelos transeuntes.                                                                                                         

MODELO EXPORTADOR protege mas prejudica ind䲩a                        
de 1980 a 1988 exporta絥s aumentaram 67,8 por cento                           
vendas de produtos industrializados tiveram alta de 122 por cento            
importa絥s contidas, entrave ࠭oderniza磯 do parque industrial          
protecionismo ultrapassado, consumidores obrigados a comprar produtos a pre篳 at頴r고vezes superiores aos do mercado internacional                                                                                                        
ind䲩a protegida em preju� da sua eficiꮣia                                          

01-07-1990: financiamento de investimentos produtivos cobra juros de 20 por cento ao ano contra 1,5 a 4,5 por cento em outros pa�s               

cultura inflacionᲩa:     
quando n㯠hᠤemanda aumenta-se em vez de diminuir os pre篳 porque se vai vender menos mesmo, ent㯠por que perder duas vezes? Sempre pode haver um congelamento e 頰reciso antecipar-se a isso - 1991                                                                                                                     

1990: governo n㯠consegue vencer "cultura da infla磯" - infla磯 psicol穣a                                                                                                          

primeiro empecilho para desenvolvimento, custo do dinheiro. 1989: taxa de juros de 100%                                                                                                

TAXA DE JUROS                                                                                               
2008: 70 por cento da produ磯 de alimentos no Brasil 頦ruto da agricultura familiar                                                                                               
devido ࠡlta dos juros ALTA DOS JUROS governo paga quantia recorde de juros sobre a d�da p쩣a , quantia seis vezes maior que o cr餩to destinado ࠍ agricultura familiar                                                            
o Brasil tem a maior taxa de juros do planeta                                                 

2008: juros do cheque especial s㯠de mais de 160 por cento ao ano      

SUPER

HIPER

ESTAG

 iNF L A ǠàO             
SOPA DE LETRAS no pa�dos �ices index indexa磯                             
            BTN   LFT   RTN   ORTN  UT UFIR, UFERG, Unif                     

LIVRO MOSTRA COMO ALEMANHA CHEGOU
HIPER                     
setembro de 1989 - tema recorrente ent㯼br> em 1923 infla磯 chegou a 32 400 por cento ao m고e fazia diferen硠receber salᲩo pela manh㠯u ࠴arde    
Economia da Infla磯. O fen�o da Hiperinfla磯 Alem㠮os anos 20  
Constantino Bresciani-Turroni                   
a crise foi a alavanca para a ascens㯠do nazismo
o financiamento da propaganda nacionalista extremista foi facilitado pela decadꮣia dos jornais, vendidos a controladores das ind䲩as pesadas - detentores do capital que sobrou

juros no Brasil chegaram a 54 por cento ao dia, diz Paulo Francis na Folha - serᠡo m곿 -, que confus㯼/b>, doce balb䩡                                  
Washington Lu�disse: "A quest㯠social 頣aso de pol�a"
, cita Paulo.Francis nos idos de 1989-90.                                                                

PLANO CRUZADO Jornal do Brasil 31 de dezembro 1990
SERIAMENTE GESTADO por Dilson Funaro, nove meses de infla磯 abaixo dos 2 por cento - plano de jovens oposicionistas - em julho come硠a desfazer-se - encontro de Caraj᳠- elei絥s em outubro s㯠cruciais para o PMDB, partido do presidente Jos頓arney, que decide abrir a porteira - resultado: PMDB vence elei絥s triunfalmente e em janeiro de 1987 a infla磯 頤e 16,82 por cento                                            
em dez anos: 41 380 490 por cento de infla磯                                             
p㯺inho de 50 gramas subiu 166 666 567 por cento                                  
d�da interna em 1989: 17 por cento do PIB (d�da interna vira tapa-  buraco)

em 1983 renda per capita diminui 3,5 por cento - desemprego bate recorde, SAQUES EM TODO O PA͓ saques em todo o pa�(supermercados com guardas armados)                                                        

     O FANTASMA DOS SAQUES DE SUPERMERCADOS EM 1992   
final de mar篠de 1990, dez dias depois do an㩯 do Plano Collor que bloqueou US$ 80 bilh峠das contas bancᲩas      
em saques no Engenho Novo, RJ, 150 pessoas gritavam:


    ARROZ! FEIJÏ! QUEREMOS MACARRÏ!    


Elites 10% X P鳭descal篳 90%                                                                    
descamisados                                     
Parada de 1990: transformar Brasil de um pa�mercantilista em pa�capitalista                                             

regime mercantilista de sesmaria
cart驳 - oligop쩯s
das tr고grandes montadores de autom楩s (multinacionais) at頡bertura dos portos de Collor, duas delas consorciadas
s൭ exemplo: tr고grandes grupos dominam 90 por cento da produ磯 e os pre篳 dos fretes com estrat駩as de dumping

1990? - 2 por cento das empresas controlam 50 por cento da economia, o mercado n㯠funciona e vale vontade de oligop쩯s

em 1990 hᠳ3 milh峠de analfabetos e faltam 10 milh峠de moradias

custo da cesta bᳩca no ano (0
2 de julho 2008) sobe at頵0 por cento em um ano                                                                                                           
em 2008 subiu 29 por cento - no Rio de Janeiro,  alta de 36 por cento      

Jeffrey Sachs e Mark Sundberg, Universidade Harvard -
1990                    
(Nos anos 70) o Brasil adiou o ajuste necessᲩo diante dos aumentos do pre篠do petr쥯 atrav鳠de medidas fiscais que salvaram o setor privado da crise. Os pre篳 dos derivados de petr쥯 foram mantidos artificialmente baixos atrav鳠 de subs�os. Isso contribuiu para a eleva磯 dos d馩cits or硭entᲩos e queda da poupan硠interna.           
Governos tamb魠nunca enfrentaram o aumento do poder das elites econ�as e sua resistꮣia contra a tributa磯 necessᲩa para reduzir os d馩cits or硭entᲩos. (aumento de poder decorrente tamb魠da concentra磯 de renda) Administra絥s populistas preferiram o endividamento externo para financiar d馩cits a uma maior taxa磯 da riqueza. (defendida tamb魠por Celso Furtado)                                            
Enquanto isso a Cor驡 usava cr餩tos externos em investimentos - Por que as pol�cas de ajuste no Brasil foram t㯠ruins e na Cor驡 t㯠fortes? Extremas desigualdades de renda tiveram papel fundamental.      

N㯠foi s²as�a.
No GOVERNO JK o setor p쩣o fez investimentos pesados nos setores de energia el鴲ica, sider穣o e rodoviᲩo - mas n㯠para minorar os problemas sociais como o da sa堰쩣a e sim (fez de tudo) para atrair investimento estrangeiro e queimou as reservas cambiais                

HABITAǃO
Sistema Financeiro de Habita磯 (SFH), as casa do BNH, decreto de 1964 - 4,5 milh峠de casas constru�s - apenas 1/4 para pessoas com renda de 1 a 5 salᲩos m�mos

D͖IDA EXTERNA
DE 1971 a 1989 Brasil pagou US$ 122 bilh峠de juros, quando estoque da d�da atualizado 頤o montante de US$ 112 bilh峦nbsp;               

empr鳴imos contra�s basicamente na d飡da de 1970
"ɠpreciso dizer por魠que d�da externa sustentou desenvolvimento do pa� durante a crise do petr쥯" - Delfim Neto, que exibe n岯s: Brasil teria PIB 30 por cento menor se n㯠se tivesse endividado para comprar petr쥯

"SOCIALIZAǃO DE PREJU͚OS"
come篵 com d. Pedro II que em 1864 decretou liquida磯 extra-judicial de um banco e indenizou clientes com recursos p쩣os - atrelamento de empresᲩos ao Estado remonta ao tempo da coloniza磯

SOCIALIZAǃO DE CUSTOS E PREJU͚OS
Gilson Schwartz - Folha de S㯠Paulo 1989/1990?
A tradi磯 de transferir os custos de um setor econ�o para o resto da sociedade teve origem nas pol�cas de apoio ao caf鬠no final do s飵lo 19.
governo facilita a explora磯 econ�a e cria condi絥s para que ela n㯠seja interrompida ao longo do tempo
ocorria atrav鳠da socializa磯 dos custo, empregando recursos p쩣os para estimular uma certa atividade - exemplo: trazer m㯭de-obra imigrante quando se aproximava o fim da escravid㯠-, e da socializa磯 dos preju�s.
Quando os pre篳 do caf頣aem no final do s飵lo 19 o governo prefere subir os juros e provocar uma recess㯠que favoreceria as camadas emergentes dos bancos e da grande burguesia cafeeira em S㯠Paulo.
nas d飡das seguintes adota pol�cas de valoriza磯 artificial do caf鬠 financiando queima de estoques, redu磯 de cafezais ou retirada do caf頤e circula磯 em 鰯ca de baixa de cota磯 internacional.

IMPOSTOS
1989: s๠mil contribuintes com renda acima de 10 salᲩos m�mos em tr고milh峠de contribuintes

   
ECONOMIA SUBMERSA - CLANDESTINA - "INFORMAL"   
Betinho, Herbert de Souza, Jornal do Brasil 25 de julho 1989                      
O exemplo mais c�co do uso da economia submersa no discurso do governo 頤ado pela chamada taxa de desemprego apregoada como uma das mais baixas do mundo (3,5 por cento!!!) quando na verdade se trata apenas de taxa de desocupa磯 que inclui obviamente como empregada toda a massa que "atua" na economia submersa.                    

 

         RESERVA DE MERCADO INFORMTICA
a economia coreana, hoje (1990?) exportadora de tecnologia, se desenvolveu apenas porque criou uma reserva de mercado, protegendo a ind䲩a nacional e permitindo o desenvolvimento de tecnologia pr಩a
- foi chamado de o golpe do similar nacional
diferen硠de pre篳 ೠvezes de 100 por cento
71 modelos de laptops nos EUA - Toshiba T 1000 custa US$ 999
sౠmodelo no Brasil - NEC custa US$ 3,695 e pesa 5 kgs.



 
INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA 
queda de investimentos de 2,8 por cento do PIB em 1975 para 0,8 por cento em 1988
governo n㯠financia investimentos em infraestrutura de transporte, educa磯, sa嬠habita磯, telecomunica絥s, energia el鴲ica = estrangulamento

POL͔ICA INDUSTRIAL
1990 E CONCENTRAǃO DE RENDA
modelo foi concentrador de renda
Brasil: salᲩos representam de 36 a 38 por cento da renda nacional
EUA e Europa: 70 por cento
frota brasileira tinha 10 milh峠de viaturas
EUA: 1 por 1,4 habitante em popula磯 de 150 milh峼br> s೰ por cento da popula磯 brasileira chega ao mercado - s㯠consumidores ativos
na d飡da de 70 salᲩos correspondiam a 50 por cento da renda no Brasil
 

INDړTRIA
Delmiro Gouveia - (suposto) "mᲴir" da luta pela ind䲩a nacional contra interesse empresa estrangeira: Machine Cotton

MÏ-DE-OBRA BARATA, MATɒIA-PRIMA ABUNDANTE
o que era tradicionalmente considerado fator de competitividade - m㯭de-obra barata e mat鲩a-prima abundante - foi completamente ultrapassado

MILAGRE MɄICI PND  Programa Nacional de Desenvolvimento             
1΄ presidente Garrastazu MɄICI (197074) - "No espa篠de uma gera磯 transformar pa�em na磯 desenvolvida"                           

BANCO MUNDIAL 1990: AUMENTAM POBRES, CAI MORTALIDADE
O relat⩯ classifica a distribui磯 de renda no Brasil "entre as menos equitativas do mundo", atr᳠da observada em Honduras e Serra Leoa
entre 1981 e 1987 o n岯 de pobres cresceu de 23 para 33 milh峼br> mostra a falꮣia de todas as pol�cas de investimento social no Nordeste, o lugar mais maltratado, onde os investimentos do Estado serviram apenas para alimentar nossa elite mais atrasada, que se aproveita politicamente da mis鲩a da popula磯.
demonstra tamb魠que hᠵma rela磯 �ima entre pobreza e atraso das elites regionais
t飮icos do Banco Mundial subestimaram a participa磯 da economia informal na forma磯 da renda nacional porque nas suas contas sଥvam em conta a renda declarada
pobres para o Bird s㯠pessoas com renda inferior a US$ 370 por ano
considera exagero flagrante dimens㯠dada ࠥconomia informal: 20 por cento

LINHA DE POBREZA
2008 - estudo IPEA/FGV baseado no IBGE: desde 2002 3 milh峠sa�m da pobreza, superando a renda de R$ 207 mensais
entre as causas: subida do salᲩo m�mo acima da infla磯
MAS ganhos de produtividade n㯠est㯠chegando aos trabalhadores porque retidos pelos detentores das unidades de produ磯
3 000 pessoas ganham [declaram ganhar...] mais de 40 salᲩos m�mos
90 milh峠de pessoas com algum tipo de ocupa磯 - mais de 50 por cento da popula磯
32 milh峠com emprego formal ("de carteira assinada") - mais de 32 por cento das pessoas empregadas

n岯 de residꮣias com acesso (ligadas) a rede de esgoto: 50 por cento
queda recorde da diferen硠entre pobres e ricos
diferen硠maior ainda 頯nde a economia 頤ominada pela agropecuᲩa ou seja no campo - e 頡�ue bomba mais
 

 

             O RETRATO DA CRISE         1980 - A DɃADA PERDIDA

  ANO INFLAǃO DɆICIT PڂLICO D͖IDA EXTERNA CRESCIMENTO INVESTIMENTO
  1981         95,19%            8,2% US$ 61,41 BILHՅS        - 4,4%      23% DO PIB
  1982         90,72%            7,7%         70,20           0,6%      20%
  1983        223,98%            4,4%         81,32           3,5%      15%
  1984        223,81%            2,9%         91,09           5,1%      16%
  1985        233,98%            4,3%         95,88           8,3%      17%
  1986         58,18%            3,5%        101,7           7,6%      19%
  1987        365,96%            5,5%        107,5           3,6%      18%
  1988        933,62%            3,9%        104,4           0,3%      18%
  1989 *     1.114,50%            5,0%        115,0           3,0%     17,2%

            Fonte jornal O Globo, Rio de Janeiro, 10 dezembro 1989, baseado em dados do Banco Central do Brasil e IBGE -          * 1989: dados at頮ovembro (inclusive)

 

2008: INVESTIMENTO DIRETO estrangeiro 頤e US$ 36 bilh峠- o maior do mundo, segundo a ONU (superior a China, ͮdia e R㩡)

AMERIKA - O CRACK IMOBILIRIO
quando Washington acode Lehman Bros.
a economista Maria da Concei磯 Tavares declara 頯 enterro do neoliberalismo
a economia mais liberal do mundo foi obrigada a estatizar

Lehman Bros. faliu e Merryll Lynch tamb魠sob risco de falꮣia
inadimplꮣia do pagamento de cr餩to imobiliᲩo
16 de setembro 2008: Federal Reserve encampa Merryll Lynch para evitar maior quebradeira maior por US$ 50 bilh峠- a economia mais liberal do mundo
reprise do crack de 1929

OLIGOPӌIO
uma empresa ou grupo que se especializa em prᴩcas desleais de com鲣io e mant魠o controle artificial de um setor de mercado e impede a competi磯.

Jornal do Brasil 21 de fevereiro de 1991
TASSO JEREISSATI ACUSA SUDENE DE OMISSÏ
A IMAGEM DA MODERNIDADE NA POL͔ICA
derrotou o coronelismo no Cearᠥm 1988, quando se elegeu governador pelo PMDB
grupo Jereissati, um imp鲩o com dezenas de empresas e ramifica絥s pelo pa� entre ind䲩as, empresas comerciais, agr�las e de hotelaria.
ADAUTO BEZERRA - UM CORONEL AUTʎTICO NA SUDENE
ex-governador cearense, atual superintendente, chegou a ser no final dos anos 1970 o mais poderoso l�r pol�co do CearᮠDono de terras, banqueiro e industrial, descendente de uma das mais antigas fam�as do sul do estado, viu sua estrela apagar-se ao entrar em confronto pol�co com Jereissati nas elei絥s de 1986
(foi um dos derrotados pela avalanche do PMDB)

FOLHA DE SÏ PAULO 25 de janeiro de 1996
S㯠Paulo 頡 'locomotiva econ�a do Brasil'
S㯠Paulo 頲esponsᶥl por 36,1 por cento do PIB. Mas o Estado entra com 50,6 por cento dos impostos arrecadados pelo governo federal, dados da Funda磯 Seade e do IBGE.
Os nordestinos comp孠19,6 por cento da popula磯 paulistana e carregam todos os indicadores da desigualdade social.
Eles ganham pouco mais que a metade do salᲩo m餩o pago a um n㯠nordestino: R$ 286 contra R$ 529, em n岯s de julho de 1994.
Entre os n㯠nordestinos 34,9 por cento ocupam a faixa de maior escolaridade, mas entre os nordestinos s෬5 por cento conseguem chegar lᮠS೬25 por cento dos n㯭nordestinos s㯠analfabetos, contra 13,5 por cento dos nordestinos.

Jornal do Brasil 1䥠julho 1990
COLLOR REABRE OS PORTOS  NAǕES AMIGAS
fim da reserva de mercado
Sem competi磯 ela n㯠ampliava o mercado. Sem mercado, a solu磯 era aumentar os pre篳 e diminuir a qualidade. O exemplo da ind䲩a automobil�ica 頍 ilustrativo. O mercado brasileiro de autom楩s 頨oje a metade do que era em 1979 e os pre篳 s㯠mais elevados.
um pa�que com quase 150 milh峠de habitantes 頨oje a metade do que era em 1979 e os pre篳 s㯠mais elevados.
Al魠de alertarem para o risco de sucateamento da ind䲩a nacional, como aconteceu na Argentina, os especialistas lembram que Estados Unidos, Jap㯬 CEE e os Tigres Asiᴩcos mantꭠsuas defesas contra importa絥s indesejᶥis.

Jornal do Brasil 1䥠julho 1990
economista Carlos Lessa
Estima-se que os salᲩos representam de 36 a 38 por cento da renda nacional. Nos Estados Unidos e Europa representa 70 por cento da renda.

O GLOBO 23 de dezembro de 2000
PIB DEVE PASSAR DE R$ 1 trilh㯼br> Censo: Brasil entre os pobres
demonstra que em regi峠de expans㯠da fronteira agr�la na d飡da de 1990 houve explos㯠demogrᦩca
munic�os de Rond: 30 por cento
A Am鲩ca Latina 頯 segundo continente [?! subcontinente na melhor das hip䥳es] que mais cresce no mundo, com taxa m餩a igual ࠤo Brasil: 1,6 por cento.
frica: 2,6 por cento
Mundo: 1,3 por cento
Europa: 0 hᠣinco anos
Em 1999 a frica representava 12,8 por cento da popula磯 mundial e deve chegar a 2050 com 19,8 por cento.
Brasil: 168 milh峠de habitantes em 2000

O Globo 31 de janeiro 1999
DESVALORIZAǃO VAI AGRAVAR CONCENTRAǃO DE RENDA
renda per capita nacional 1997: US$ 5 mil ao ano
deve recuar quase mil d졲es e voltar ao n�l de 1994

Folha de S㯠Paulo 26 de junho 1994
A INFLAǃO BRASILEIRA E O PLANO REAL    JEFFREY SACHS E LVARO ZINI JR.
A dura磯 dessa infla磯 elevada 頳em paralelos: superou 50 por cento ao ano todos os anos desde 1979 e tem estado no n�l de dois d�tos desde 1957.
... o Brasil 頭arcado por uma infla磯 inercial particularmente forte, resultado do uso extensivo da indexa磯 de pre篳 e salᲩos.
economia brasileira viveu um espetacular surto de crescimento do p㭧uerra at頍 o final dos anos 1970 de 7 por cento ao ano

O RDUO CAMINHO DA VOLTA AO CRESCIMENTO GILBERTO DUPAS MEMBRO DO INSTITUTO DE ESTUDOS AVANǁDOS DA USP (Universidade de S㯠Paulo) Folha de S㯠 Paulo 27 DE JUNHO DE 1993
se o Brasil crescesse 25 por cento at頯 ano 2000 estaria com um PIB per capita IGUAL AO DE 1980. Ou seja, na melhor das hip䥳es, J`PERDEMOS DUAS DɃADAS.

O GLOBO 10 de agosto de 1997
AUMENTA A CONCENTRAǃO DE RENDA
PASSADOS OS PRIMEIROS EFEITOS DO PLANO REAL VOLTOU A CRESCER A DIFERENǁ ENTRE POBRES E RICOS
Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas)
Maio de 1996: fatia mais rica com renda 11,33 vezes maior que a da mais pobre
1997: 13,23 vezes
S㯠Paulo, agosto de 1994: renda dos mais ricos 15,7 por cento maior
a popula磯 de baixa renda, que n㯠tinha como proteger seu dinheiro da infla磯 galopante, teve seu poder de compra preservado
a faixa mais abonada se viu em apuros com o aumento do pre篠dos servi篳
entre 1960 e 1990 a renda da metade da popula磯 mais pobre desceu de 17,7 para 11,9 por cento do total
a partir de 1994, com o fim da infla磯 galopante, as classes C e D aumentaram seu poder de compra e passaram a encontrar ampla oferta de cr餩to. Houve uma percep磯 de que sua renda tinha engordado. Agora, a capacidade de endividamento das pessoas estᠣhegando ao limite.
estudos de economistas da PUC-Rio (Pontif�a Universidade Cat쩣a-Rio de Janeiro) tentam mostrar que Brasil teria de crescer 3 por cento ao ano por um per�o de 20 a 30 anos para reduzir �ice de pobreza aos n�is de Argentina e Uruguai, com os 40 por cento mais pobres apropriando-se de 6 a 7 por cento da renda agregada. Mas estrat駩as de corre磯 das desigualdades sociais teriam efeito mais rᰩdo

JB 16 de setembro de 1997
REAL NÏ DISTRIBUI MAIS RENDA
acabou o efeito da queda da infla磯 sobre a renda dos mais pobres
(...) o principal fator da mᠤistribui磯 de renda no Brasil para Pedro Malan (ministro da Fazenda) 頡 falta de acesso da maioria dos brasileiros ࠥduca磯 bᳩca.
Supermercados: euforia consumista fez com que o faturamento no setor subisse de US$ 28,1 bilh峠em 1993 para US$ 50 bilh峠este ano
 

CELSO FURTADO          Forma磯 Econ�a do Brasil
Doutorado em economia pela Universidade de Sorbonne, na Fran硬 autor de cerca de 30 livros, Ministro do Planejamento de Jo㯠Goulart e Ministro da Cultura do governo de Jos頓arney (entre 1986 e 88)

INDUSTRIA BRASILEIRA
JULHO 2008
O PENSAMENTO PERPLEXO DE CELSO FURTADO
Forma磯 Econ�a do Brasil
A Economia Latino-Americana
Criatividade e Dependꮣia na Civiliza磯 Industrial - 1978
filme O Longo Amanhecer - Cinebiografia de Celso Furtado - Jos頍ariani
"Em nenhum momento de nossa hist⩡ foi t㯠grande a dist⮣ia entre o que somos e o que esperᶡmos ser" - 頡 frase que conduz a narrativa
morreu em 2004
Mesmo nos Estados Unidos, ONDE OS AGENTES ECONԍICOS DISPՅM DE LIBERDADE SUPERADA EM RAROS PA͓ES, aponta-se um futuro de maior controle estatal.
problemas nacionais, como a disparidade entre as regi峬 a desigualdade de classes, para dois professores "a reprimariza磯 da economia brasileira, o aprofundamento da internacionaliza磯 do grande capital no pa� o poder das oligarquias, a dimens㯠dos latif䩯s, a ausꮣia de planejamento, a falta de um projeto de desenvolvimento capaz de tirar o pa�da letargia e falta de rumo em que vem navegando hᠭais de vinte e cinco anos".
estrutura da dependꮣia, que ainda 頡 condi磯 dos pa�s perif鲩cos, mesmo num "mundo unificado", em que "a concorrꮣia fundada nos pre篳 (diferenciados pela prote磯 aduaneira) cedeu definitivamente lugar ࠍ competi磯 baseada na inova磯 e na compartimentaliza磯 vertical dos mercados, cimentada pela propaganda". (Alfredo Bosi no prefᣩo de Criatividade e Dependꮣia)

por continuar a defender id驡s tidas como de esquerda, como a de que s௠ Estado poderᠳer motor de transforma磯 social e do desenvolvimento em pa�s como o Brasil.
Autor de "Forma磯 Econ�a do Brasil", considerada uma das obras fundamentais para o estudo e a compreens㯠da sociedade brasileira

CELSO FURTADO                   O Estado de S㯠Paulo 5 DE JUNHO DE 1994
Bras�a foi constru� com que plano de financiamento? Quem discutiu isso? (...) Na 鰯ca do Juscelino ningu魠sabia, nunca tinha sido feito um plano para financiar Bras�a.
O d馩cit fiscal, que estᠮa raiz da infla磯 brasileira cra, hist⩣a, veio do Imp鲩o. Mas o que houve depois? Veio a constru磯 e opera磯 de Bras�a, que se fez sem um plano financeiro. Que pa� empreende uma coisa t㯠fant᳴ica como construir uma cidade a 1.000 km de dist⮣ia de tudo sem ter um plano financeiro, sem saber qual vai ser a repercuss㯠sobre a economia, sobre a sociedade, de onde vai tirar os recursos?
ɠevidente que o mecanismo que se chama no Brasil de socializa磯 de perdas 頣lᳳico, vem da 鰯ca que se criava uma infla磯 interna para financiar o caf鮼br> Vemos a televis㯠no Brasil fazer um barulho t㯠grande com o futebol. Por que n㯠faz um barulho t㯠grande com a mis鲩a, para mobilizar a popula磯 para lutar contra a mis鲩a? ɠPRECISO USAR A IMAGINAǃO PARA SE ATINGIR UM TIPO DE DESENVOLVIMENTO QUE SEJA CAPAZ DE DESENVOLVER O HOMEM COM SUAS POTENCIALIDADES E FAZER DO HOMEM AQUILO QUE ELE QUER SER, PARTE PRODUTIVA E INTEGRANTE DA COMUNIDADE.
    - Por que no Brasil, toda vez que se fala em reforma agrᲩa os dois lados sacam o rev춥r e armam a guerra?
    - Na minha 鰯ca quem sacava o rev춥r eram os latifundiᲩos. Lᠮo Nordeste, por exemplo, na Zona da Mata 頵m absurdo o que voc꠴em de terras escassas, 餡s, numa regi㯠paup鲲ima que necessita produzir alimentos, porque voc꠮㯠pode manter o Nordeste comendo alimentos vindos do Sul, que s㯠alimentos muito mais caros e sࡠ classe m餩a pode consumir, ficando na rua os pobres. Voc꠴em que baixar os pre篳 no Nordeste e veja voc꠱ue toda essa Zona da Mata, que 頯 fil頍 mignon, estᠴoda na m㯠dos a絣areiros.

A 䩭a grande polꭩca em que se envolveu deu-se no in�o do ano, quando afirmou, numa conferꮣia proferida na Sorbonne, que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) - a principal for硠de oposi磯 a Henrique Cardoso - 頯 飯 fen�o social importante surgido no Brasil nos 䩭os anos.

    Paulo Freire

02 Maio 1997 - Nascido no seio de uma fam�a pobre de Recife, Paulo Freire formou-se em Direito aos 26 anos, tendo custeado os estudos superiores como professor de portugu고em estabelecimentos do ensino secundᲩo da capital do Estado de Pernambuco.
Ap㠵ma breve e frustrante experiꮣia num escrit⩯ de advocacia, decidiu voltar ao ensino, de cuja prᴩca tirou os ensinamentos sobre o processo de transmiss㯠da l�ua que lhe serviram de base para a elabora磯 do seu m鴯do de alfabetiza磯 de adultos
Em 1963, assume a dire磯 do Plano Nacional de Educa磯 lan硤o pelo governo do Presidente Jo㯠Goulart, e que previa a alfabetiza磯 de 16 milh峠de brasileiros em apenas quatro anos.Uma experiꮣia arrojada que abortaria com a derrubada de Goulart pelo golpe militar de 31 de Mar篠de 1964.
Freire foi preso e submetido a um processo militar em que era acusado de ser "subversivo e ignorante".
Ao sair da pris㯬 exila-se no Chile, onde seria contratado pela Unesco (⧣o das Na絥s para a Educa磯 e a Cultura), em 1965, para coordenar um projeto de erradica磯 do analfabetismo naquele pa�lan硤o pelo Presidente democrata-crist㯠Eduardo Frey.
Com a queda do sucessor de Frei, Salvador Allende, em 1973, o "m鴯do Paulo Freire" 頤e novo banido, para ser retomado, tr고anos depois, na Guin魂issau.
Anos mais tarde, o pedagogo diria sentir "uma felicidade imensa" por na 鰯ca em que era impedido de entrar no Brasil, n㯠tendo direito sequer a um passaporte brasileiro, ter ajudado "Governos cujos povos se haviam libertado do jugo colonial e come硶am a experimentar a sua independꮣia e identidade cultural com enormes dificuldades", como o da Guin魂issau e outros pa�s africanos que visitou nos 䩭os tr고anos de ex�o.
De regresso ao Brasil p䥠constatar que apesar da permanꮣia dos militares no poder o seu m鴯do de alfabetiza磯 fora implantado em vᲩos pontos do pa� como na cintura industrial de S㯠Paulo, onde participou ativamente no movimento gerado por uma onda de greves que levou ࠦunda磯 do Partido dos Trabalhadores (PT).
Prꭩo Unesco de Educa磯 para a Paz em 1986 e Rei Baldu�, da B鬧ica, para a educa磯 em 1990, doutor "honoris causa" de universidades de vᲩos pa�s, ap㠯 regresso do ex�o Freire lecionou em per�os alternados na Pontif�a Universidade Cat쩣a (PUC) de S㯠Paulo e nas universidades da Calif⮩a e Harvard, para onde pretendia regressar ainda este ano.
Recusou-se a ocupar cargos pol�cos at頱990, quando aceitou o convite da rec魭eleita Prefeita de S㯠Paulo, Lu� Erundina, do PT, para assumir o de SecretᲩo da Educa磯 daquele munic�o, fun磯 de que se demitiria dois anos depois, queixando-se - veladamente embora, para n㯠prejudicar a correligionᲩa - de falta de condi絥s para desenvolver os seus projetos.
Entre os seus livros mais conhecidos est㯠"Pedagogia do Oprimido", editado pela primeira vez no Brasil em 1970, e "Educa磯 Como Prᴩca da Liberdade", de 1983.
Paulo Freire foi estigmatizado pelas suas posi絥s de esquerda ao longo de quase toda a vida, raz㯠pela qual a sua morte teve grande repercuss㯠nos principais jornais brasileiros de sᢡdo mas mereceu apenas breves referꮣias nos noticiᲩos de rᤩo e televis㯠brasileiros.
A TV Globo, por exemplo, dedicou apenas dois minutos ࠮ot�a da sua morte no principal jornal da sua emiss㯠da noite de sexta-feira, anunciando em t�lo o desaparecimento de "um dos principais educadores modernos brasileiros".


SARAMAGO 1997
"A grande palavra que se estᠡ precisar nem 頡 paz, 頧n㯧", disse o escritor Jos頓aramago em entrevista publicada hoje no suplemento "Prosa & Verso" do jornal "O Globo", do Rio de Janeiro.
"A violꮣia 頣ondi磯 de sobrevivꮣia das esp飩es, mas hᠵma esp飩e que acrescentou ࠶iolꮣia a crueldade, a nossa esp飩e. O homem 頯 飯 animal cruel que de fato existe."
Saramago prop嬠na entrevista, uma "revolu磯 da bondade" como meio de solucionar os problemas de um mundo que classifica de "terr�l".
"Claro que isto nem 頵ma utopia, 'e um disparate", ressalva, antes de observar que "a consciꮣia de que isso n㯠acontecerᠮ㯠nos deve impedir, cada um consigo mesmo, de fazer o que pode para reger-se por princ�os 鴩cos".

                               CRISE 2008

DE CRACK EM CRACK A COMANDITA ENCHE O PAPO

                         

     CHINA BOX

China: um paradoxo no século XIX

O paradigma do século XXI?

O muro de Berlim caiu faz tempo, mas não o da hipocrisia. Cai a Babilônia, cai a muralha da China, que mais de um século depois das Guerras do Ópio se abre à sociedade de consumo ocidental e a fome e a inguinorança no mundo aumentam em escala.

veja 27 de agosto, 2008
A POUPANÇA DO PRÉ-SAL
Ricardo HAUSMANN, professor de Harvard
Ricardo HAUSMANN, professor de Harvard veio ao Brasil apresentar o estudo
IN SEARCH OF CHAINS THAT HOLD BRAZIL BACK
IN SEARCH OF CHAINS THAT HOLD BRAZIL BACK
IN SEARCH OF CHAINS THAT HOLD BRAZIL BACK

feito sob encomenda do Centro de Liderança Pública.

O motivo pelo qual a taxa de câmbio chinesa é competitiva é que a China possui uma taxa de poupança elevada.
 

     Este banco de dados reproduz várias dicas pelas quais se confirma que uma das leis básicas de uma economia saudável pelo atual regime é a de que a população consuma muito mas sem extrapolar porque há que fazer como os bisavós: poupar, pouco que seja - vá, 20 por cento do que se ganha.

     Não é isso então? - algo em que nem se tem insistindo muito entre os especialistas da casa no Brasil porque a escassez foi tão grande e o atraso é tanto! Uns 20, vinte e poucos porcentozinhos de taxa média de poupança não seria a lei? Um pé-de-meiazinho para enfrentar possíveis crises - sei lá, uma doença...

     Pois então o que faz especialistas dizerem que

"A Índia tem se mostrado mais aberta ao consumo, mas como a China tem uma taxa de poupança muito alta que deveria ser canalizada para o gasto do consumidor, contribuindo assim para o fortalecimento geral da economia"

 Ele há poupança e poupança, certo. Nem tanto ao mar nem tanto à terra, pela definição teórica - por quem sois. valor econômico, são paulo, 07 janeiro 2009: Famílias americanas começam a poupar agravando a recessão. Como em teoria poupança equivale à parcela da renda que não é consumida, poupança demais, de mais a mais, equivale a muito menos mais valia, para quem produz e para quem não consome, que some, some, não equivale a nada, não é ninguém, pouco importa, não interessa, não conta, NÃO AJUDA A PRODUZIR RIQUEZA...

 Não dou a mínima para se a mula manca - money makes the world go around e a regra é a do fortalecimento geral da economia pouco importando o que e quanto o indivíduo compra ou que exploda na farra do consumo e consumismo a bem dizer a troco de nada para ele e tudo para os sustentáculos do regime. Vale aqui também a metáfora de Marco Ferreri no filme La Grande Bouffe - e que se explodam de gula!

Lembre-se - ou flashback - ou vedi retro:

 27 de agosto, 2008
Ricardo HAUSMANN, professor de Harvard veio ao Brasil apresentar o estudo
IN SEARCH OF CHAINS THAT HOLD BRAZIL BACK
IN SEARCH OF CHAINS THAT HOLD BRAZIL BACK
IN SEARCH OF CHAINS THAT HOLD BRAZIL BACK

feito sob encomenda do Centro de Liderança Pública e declarou a Veja:

O motivo pelo qual a taxa de câmbio chinesa é competitiva é que a China possui uma taxa de poupança elevada.
 

Contradições em termos? Paradoxos?

Paroxismos.

Beckett explica.

Beckett explica. Contradições aos montes e o problema não está nas contradições mas em que o Sistema, Establishment ou o que seja tem conseguido impor a noção de que se baseia em princípios sérios e coerentes quando ao que se constatou mais uma vez de forma talvez mais contundente com a crise dos CRÉDITOS PODRES...

e de pensar no que o outro poeta chamou  PODRES PODERES...

uma das leis básicas de uma economia saudável pelo atual regime é a de que a população consuma muito mas sem extrapolar porque há que fazer como os bisavós: poupar, pouco que seja - vá, 20, vinte e poucos porcentozinhos de taxa média de poupança não seria a lei? Um pé-de-meiazinho para enfrentar possíveis crises - sei lá, uma doença...

... tempo dos bisavós - onde eles ainda estavam até serem acordados do sonho milenar embebidos em mantras e preceitos dos seus arcaísmos de que nem Guerras do Ópio os tinham acordado primeiro pelo sonho/pesadelo vermelho anticonfucionista  e agora pelo das bugigangas artesanais sécula-e-seculares reproduzidas em série e com materiais mudernos mais as bugigangas pirateadas pelas e para as subculturas de chungaria (coisa vagabunda, ordinária, segundo Mauro Villar in Dicionário Contrastivo Luso-Brasileiro, Editora Guanabara, Rio de Janeiro, 1989) tornou-se o cúmulo do hiperkitsch ou muito megabrega e quando (vide o tempo de A Condição Humana, a aurora da sanha nacionalista) viviam se bem, quando bem, de bens essenciais e têm de - são induzidos a - consumir pela lógica de mercado e para o bem do capitalismo de consumo.

Na China há mão-de-obra abundante e os níveis de qualificação melhoram sempre...

julho 2008
entrevista de Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior:

[no Brasil] nível de investimentos em relação ao PIB era de 16 por cento e passou para 18 por cento  - meta para 2010: 21 por cento - China - nível de investimentos: 30% em relação ao PIB

7 DE JULHO DE 2008

Estimulado pelo apetite dos países asiáticos - a começar pela China - e também pelos programas de etanol e bioenergia dos países desenvolvidos os preços dos alimentos estão superaquecidos
 

A ARQUITETURA DA NOVA CHINA
"CHAI-NA"
HÁ QUEM RESISTA A ESSE AFÃ DE DESTRUIR para construir. "Uma cidade que desrespeita sua história e sua cultura acaba entrando em declínio." Pei Zhu, arquiteto, defensor do patrimônio cultural, é contra a destruição dos
hutongs,
bairros antigos em Pequim que traduzem a maneira de viver, com seus labirintos orgânicos e suas casas de portas abertas. "São a memória desta cidade, a base cultural e arquitetônica da antiga Pequim e por isso precisam ser salvos"
a destruição da velha Pequim
Nos últimos anos 3 milhões de chineses foram expulsos para os subúrbios de Pequim, ganhando indenizações irrisórias. Há histórias terríveis de incêndios criminosos para obrigar moradores relutantes a abandonar suas casas. A discussão se tornou tão comum na cidade que hoje os críticos pronunciam o nome do seu país em inglês "Chai-na", que significa em mandarim "demolir onde?"
"DEMOLIR ONDE?"
XANGAI: no bairro antigo, Nanshi, as casas são conhecidas como shikumen/porta de pedra. Até meados do século passado 80 por cento dos habitantes de Xangai viviam em shikumens. Havia 650 mil delas. Acredita-se que até 2010 não serão mais de 50 mil.
"A Maioria dos chineses ainda não compreendeu plenamente o valor de nossa tradição e a importância da nossa cultura."

A ERA DE OURO DO FERRO
o minério nacional é o melhor do mundo, dispõe de um espetacular sistema de logística e é abundante, assim como subproduto: aço
foi especialmente beneficiado pelo aumento da demanda de China e Índia

veja 6 de agosto, 2008
CHINA - A NOVA REVOLUÇÃO CULTURAL
ânsia popular de romper o isolamento acentuado pelo regime comunista
uma comerciante ao recusar-se a abandonar casa de onde foi despejada foi chamada de egoísta por muita gente. O fato de sua família morar no local há sessenta anos e tirar de lá o seu sustento, vendendo amendoim e castanha torrada, não era motivo para ela "deixar de pensar no país"
com o objetivo de diminuir índices de poluição da cidade 8 000 canteiros de obra foram paralisados e 150 fábricas obrigadas a suspender a atividade.
PIB China: 2,7 trilhões de dólares
desde 2001 o país mais que dobrou seu orçamento para os esportes. Parte do dinheiro foi usada na reforma e equipagem de 3 000 ginásios mantidos pelo governo. A finalidade é transformar 400 000 crianças em futuros campeões olímpicos.
Desde 1992 mais de 3 000 prédios com mais de trinta andares foram construídos em Xangai. O governo teve de conter a fúria dos incorporadores, em 2003, porque o solo da cidade estava afundando sob tanto peso.
Do ponto de vista da logística urbana, arranha-céus prodigiosos são um contra-senso. Concentram trânsito e despendem uma quantidade fabulosa de energia. Mas se está aqui no terreno exclusivo do SÍMBOLO: Eles São as
catedrais do capitalismo.
Arquitetos não desenham caixotes como os que enfeiam São Paulo
Deng Xiao Ping, promotor do tal "socialismo de mercado"
que acordou a China do pesadelo comunista
metrópole do sul, Xangai, a locomotiva do país, "a cabeça do dragão" (Deng Xiao)
monóxido de carbono, o gás do progresso
MONÓXIDO DE CARBONO, O GÁS DO PROGRESSO
ex-prefeito de Pequim, Chen Xitong, preso por corrupção
 

PROSPERIDADE E INSTABILIDADE
a classe média até recentemente estava limitada à tríade Europa-América do Norte-Japão. Nos anos 1970 e 1980 países como a Coréia do Sul, Brasil, México e Argentina desenvolveram também contingentes significativos de consumidores. Hoje o fenômeno ocorre na China e na Índia.
China: maior mercado do mundo para televisores e celulares e o segundo maior para automóveis e computadores pessoais.
classe média indiana passará de 50 milhões para 583 milhões de pessoas nas próximas duas décadas. Ao mesmo tempo o país passará de 12º para 5º mercado consumidor do mundo. A China deverá tornar-se o terceiro maior mercado consumidor até 2025. McKinsey Global prevê que a classe média chinesa será de 612 milhões de pessoas em 2025, passando de 46 por cento da população para 76 por cento.
em fase de transição de um modelo centrado no investimento para outro de consumo generalizado [e olha que são grandes poupadores - Agora!]
A Índia tem se mostrado mais aberta ao consumo, mas como a China tem uma taxa de poupança muito alta que deveria ser canalizada para o gasto do consumidor, contribuindo assim para o fortalecimento geral da economia.
INDIA SONG ou THE RIVER

veja 27 de agosto, 2008
o golpe do século
CHINA
Mário Sabino
Temerosa do mesmo destino dos amigos [??!!] soviéticos
como a China jamais foi pluralista, inexistem anseios democráticos como no Ocidente. Esses são frutos da filosofia iluminista européia e dos ideais da revolução americana, concepções estranhas e alienígenas do ponto de vista chinês. O marxismo, igualmente alienígena, vicejou na China por ter-se casado à perfeição com uma cultura alicerçada [no] absolutismo.
Como há otimistas em qualquer situação há quem entreveja a possibilidade de a China vir a adotar um regime próximo à democracia real.
[1) O que é democracia real?
2) Se não há anseios democráticos na China, que sentido faz otimistas a entrever a adoção de um regime próximo a uma democracia real? - o que quer que isso seja.]
 

BRIC, a sigla que congrega os emergentes de primeira linha Brasil, Rússia, Índia e China.
Bric-à-brac
BRIC-À-BRAC

fase de crescimento, essa mesma bolha, esse mesmo sistema tóxico e demonizado da semana passada, foi o que produziu a liquidez mundial capaz de tirar da miséria centenas de milhões de pessoas na China e no Brasil

veja 1º de outubro, 2008
DEPOIS DO DESASTRE...
Crise global
um leitor:
o absurdo das Bolsas de Mercadorias & Futuros, indexando por pura especulação os alimentos.
CHINA - (A GANÂNCIA: LEITE LETAL)
Internados 13 000 bebês chineses que tomaram leite em pó contaminado por melanina, substância utilizada na fabricação de plástico que, quando ingerida, pode ser letal. A melanina foi adicionada ao produto para que ele parecesse mais rico em proteínas. Quatro crianças morreram e 104 bebês ainda estavam em estado grave (...).

O gasto em investimentos em educação é mal feito - vai muito para as universidades e muito pouco para o ensino básico
no período 1970-1990 a Coréia do Sul gastou em média 3,5 por cento do PIB em educação. A Irlanda, 5,6 por cento. China, 2,3 por cento. Inglaterra, 4,9 por cento

O muro de Berlim caiu faz tempo, mas não o da hipocrisia. Cai a Babilônia, cai a muralha da China, que mais de um século depois das Guerras do Ópio se abre à sociedade de consumo ocidental e a fome e a inguinorança no mundo aumentam em escala.

OPERATING MANUAL FOR SPACESHIP EARTH
R. BUCKMINSTER FULLER 1969
:

Como consequência de séculos de pilhagem da Indochina pelos Grandes Piratas, e subsequente acumulação das suas riquezas na Europa, os milhões de humanos da Índia e do Ceilão ficaram tão abismalmente empobrecidos, subalimentados e fisicamente diminuídos durante tantos séculos que desenvolveram a crença religiosa de que a exclusiva intenção da vida na Terra é ser uma provação infernal e que quanto piores forem as condições com que o indivíduo tiver de se defrontar tanto mais célere será a sua entrada no céu.

escritor John Gray - o insuspeito sobre o óbvio
ÉPOCA 26 DE DEZEMBRO DE 2005

Sou descrente de que será feito algo realmente eficaz para combater o aquecimento global. A demanda de combustível fóssil vem aumentando a um ritmo de 1,9% ao ano. A rápida industrialização da China só agrava esse problema.
 

VEJA 23 DE ABRIL DE 1997

Apenas 13 por cento das terras de resto ruins da China servem para plantar.
Em 1996 a China produziu 430 milhões de toneladas de grãos, cinco vezes mais que o Brasil.

O GLOBO 29 DE ABRIL DE 2008

ESPECIALISTAS: ALTA DE GRÃOS TEM VÁRIOS 'CULPADOS'
ENTRE ELES A DEMANDA POR COMIDA
relatório do Departamento de Pesquisas Econômicas do Bradesco
alta de 25 por cento no índice de commodities alimentícias e químicas no atacado
China: com crescimento de 10 por cento ao ano, mais de 300 milhões de chineses saíram da pobreza nos últimos dez anos

O Globo 25 de abril de 2008
NÍVEIS DE CO2 CONTINUAM A SUBIR
A QUEIMA DE COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS POR PAÍSES RICOS É A PRINCIPAL CAUSA
As emissões de dióxido de carbono, o principal gás associado ao aquecimento global, continuam a subir em ritmo acelerado.
Um dos principais fatores são as crescentes emissões para a geração de energia na China, Estados Unidos e Europa. A Itália, por exemplo, planeja construir uma grande termoelétrica a carvão.

O GLOBO 29 DE ABRIL DE 2008
DRAGÃO FERIDO
LUIZ PAULO HORTA
há cerca de dez anos Pequim (...) era uma cidade destruída (...) à exceção de uma ou outra relíquia do passado.
Templo do Céu exibe uma porcelana azul de beleza extraordinária. Ali, uma vez por ano, o imperador presidia aos ritos de abertura do ano agrícola. Como tudo o que governava a China tradicional, a idéia era manter e desenvolver o equilíbrio entre o Céu e a Terra.
A China atual mostra a mais total desarmonia entre o Céu e a Terra.
Em 2005 já dizia o vice-ministro do Meio Ambiente, Pan Yue: "O milagre econômico vai terminar logo, porque o meio ambiente já não dá conta" (do estrago causado pelo desenvolvimento).
A China já tem 16 das 20 cidades mais poluídas do mundo. Problemas respiratórios na população, a chuva ácida caindo sobre os campos, provocando uma desertificação acelerada, a disponibilidade de água limpa encolhendo assustadoramente,
 

GAZETA MERCANTIL 12 de dezembro 1996
previsões para o ano 2000 conservadoras porque incluem precariamente o consumo na China e na Índia, que consomem menos de um barril per capita ao ano e devem apresentar crescimento na demanda superior aos 2 por cento ao ano computados na pesquisa. Média mundial é de 16 barris per capita/ano.
 

O GLOBO 30 DE JUNHO DE 2008
PETROBRAS SERÁ UMA DAS GIGANTES DO SETOR EM ALGUNS ANOS
está em 10º lugar entre as empresas com maior presença no exterior
Sete primeiras são as tradicionais - Shell, ExxonMobil, Total, BP, Chevron, Eni e StatollHydro - e depois vêm Petronas da Malásia e Petrochina/CNPC
em 95 por cento das companhias nacionais, como a Petrobras, o governo é o acionista controlador
as maiores empresas do mundo ranking do Financial Times - valor de mercado
ExxonMobil US$ 452 bilhões
Petrochina US$ 424 bilhões
General Electric US$ 370 bilhões
Gazprom US$ 300 bilhões
China Mobile US$ 298 bilhões
Banco Industrial e Comercial da China US$ 277 bilhões
12º lugar - vindo da 50ª posição (mas não de uma vez...) Petrobras: US$ 208 bilhões de valor de mercado

Esse fenômeno se repetiu na Índia e no Brasil
Mais dinheiro significa mais comida na mesa.

veja 23 de julho, 2008 ENERGIA NUCLEAR
O QUE ERA MEDO SE TORNOU ESPERANÇA
Duas décadas após o desastre de Chernobyl
uma esperança de energia limpa e barata.

as termelétricas a carvão, que produzem 40 por cento da eletricidade do mundo, continuam a ser produzidas a todo o vapor, principalmente na Rússia e na China.
termelétrica que usa matérias-primas fósseis emite 1 quilo de dióxido de carbono (CO2), o principal gás do efeito estufa, por qulowatt/hora gerado.

   O muro de Berlim caiu faz tempo, mas não o da hipocrisia. Cai a Babilônia, cai a muralha da China, que mais de um século depois das Guerras do Ópio se abre à sociedade de consumo ocidental e a fome e a inguinorança no mundo aumentam em escala.

trecho de

 Breve História das Drogas da Antiguidade a Aldous Huxley

in Rumo às ilhas da Utopia
  Da Teoria à Prática
  Ou Vice-Versa
  
 
  apêndice de
       
 

Ópio e derivados eram de uso comum no século da rainha Vitória. Thomas De Quincey relata em Confissões de um Inglês Comedor de Ópio, publicado em 1821, que o número de comedores de ópio amadores (como os devo chamar) era imenso à época na sede do Império, que moveu duas guerras contra a China para impor-lhe o contrabando do produto, que passou a trocar pelo chá com que se cobriria metade das despesas da corte da rainha.

Ψ

veja, são paulo, 03 dezembro 2008

Maílson da Nóbrega, o ex-Ministro da Fazenda do Plano Verão, o terceiro plano econômico de emergência do governo do presidente José Sarney (1985-1989), que não emplacou o inverno seguinte e talvez tenha ajudado a inflar ainda mais a bolha inflacionária no Brasil, que com ele no poder debatia-se com índices de 80 por cento ao mês: Na China a "desregulação" do comunismo retirou da pobreza 400 milhões de pessoas.

valor econômico, são paulo, 19 janeiro 2009

    A volta do protecionismo: colapso da globalização fase II?

Por Marcilio R. Machado

A China, por exemplo, se transformou na quarta maior economia do mundo. A sua corrente de comércio, soma das importações e exportações, deve ultrapassar US$ 2 trilhões em 2008.

veja, são paulo, 18 março 2009

Barry Eichengreen, economista da Universidade da Califórnia em Berkeley: A crise pode acabar logo. Mal conduzida pode se transformar numa tortura chinesa.

veja, são paulo, 25 março 2009

O ar está mais limpo... mas só porque a crise econômica é devastadora para indústrias ineficientes e poluidoras dos países emergentes

Em Guangdong, de onde sai um terço das exportações chinesas, 60 000 empresas, a maioria pequenas indústrias, já fecharam as portas. O nível de poluição na região caiu 5 por cento

.

 

 

E O BRASIL DA "DɃADA VIRTUOSA" - EM FUNǃO TAMBɍ DOS "CRɄITOS PODRES" - NO MEIO DISSO?  SER`QUE TEM "ESCUDO" OU "COURAǁ" PRA AGUENT`O TRANCO E CRESCER CRESCER CRESCER?

   

CRISE 2008

 DE CRACK EM CRACK A COMANDITA ENCHE O PAPO

 

Para o comum dos mortais de outros quadrantes o "milagre" chin고頵ma piada - a que se faz sobre as quinquilharias pirateadas que imp堡os tolos nos centros comerciais mais populares. Para o resto do mundo dos comuns dos mortais seria muito evidente a farsa - venda-se o que hᠰara vender, se 頰ara o p쩣o de baixa renda o que importa a qualidade E A UTILIDADE?
Hᠭuito que os objetos de consumo deixaram de ser tamb魠fetiche.
Hoje s㯠s८godo.

Hugo Chᶥz, da Venezuela, vai de reuni㯠da Alternativa Bolivariana para a Am鲩ca, a Alba
Alba...

veja 26 de mar篬 2008
FALTAM PESQUISADORES NAS EMPRESAS BRASILEIRAS
A maior parte dos cientistas dos pa�s ricos trabalham em empresas privadas. No Brasil 頯 contrᲩo. Eles se concentram nas universidades, a maioria delas mantida com dinheiro p쩣o. Estudo da Universidade de Bras�a concluiu que isso atrapalha a inova磯 e traz preju�s ࠣompetitividade das empresas brasileiras
                                   empresas                           universidades                    outros
EUA                              80%                                     13%                                 7%
Alemanha                     61%                                     24%                              15%
Brasil                            27%                                      66%                                7%
 

CRISE AMERICANA
LULA: ESSA CRISE ɠTRINTA VEZES MAIS FORTE DO QUE A DA MALSIA, PORQUE ɠ NA MAIOR ECONOMIA DO MUNDO (...). E at頡gora n㯠aconteceu nada com nosso querido Brasil.
IRAQUE
Pelas contas oficiais o custo do conflito jᠰassou de 600 bilh峠de d졲es. Valor igual a metade do PIB do Canadᬠoitavo pa�mais rico do mundo.
(...) quarta-feira, diz do quinto aniversᲩo da invas㯠do Iraque, o Departamento de Defesa identificou a 3982歴ima fatal americana do conflito.
SOB O IMPACTO DE 1929
eclos㯠da crise nos Estados Unidos hᠳete meses.
Dezenas de fundos de investimentos jᠦoram liquidados. A maior queda at頯 momento foi a do Bear Stearns, o quinto maior banco americano de investimento. Fundado em 1923
Exposto at頡 medula aos cr餩tos hipotecᲩos podres
comprado a toque de caixa pelo JP Morgan ap㠭obiliza磯 de emergꮣia do Federal Reserve (Fed, o banco central americano)
turbulꮣia cujas causas e natureza ainda s㯠objeto de intenso debate.
Ben Bernanke, presidente do Fed: executando a mais agressiva redu磯 na taxa de juros em duas d飡das. Sob seu comando ela caiu de 5,25 por cento no in�o de setembro para 2,25 por cento ao ano
evitar um colapso do consumo
estendeu suas linhas de financiamento direto para hedge funds (fundos de investimento agressivos) e corretores e financeiras
economistas que n㯠vꭠsentido em torrar dinheiro do contribuinte americano para resgatar meia d顠de banqueiros imprevidentes.
op磯 [seria] simplesmente deixar o sistema financeiro ruir, dando origem a uma depress㯬 como os Estados Unidos da d飡da de 30, ou uma prolongada estagna磯 ࠭aneira do Jap㯠nos anos 90.

O Globo 25 de abril de 2008
Mirian Leit㯠TEMPOS INCERTOS
choque agr�la global
choque agr�la global
choque agr�la global
choque agr�la global
sobem o consumo, os salᲩos, o cr餩to, as expectativas; e de fora vꭠchoques de pre篳
.
aumento ininterrupto de cr餩to e renda
e, mesmo quando se retira a infla磯 dos alimentos, as taxas mostram alta.
As altas conjunturais s㯠as dos in natura, ou seja, a feira. Mas as commodities, como seja, milho, trigo e at頡rroz
quanto mais as commodities agr�las tꭠrisco de subir de pre篠mais interesse atraem dos especuladores que querem se garantir contra um d졲 fraco e contra ativos financeiros volᴥis.
hᠵm choque agr�la global e o petr쥯 disparou.
Mesmo que o mundo diminua muito seu crescimento, a comida 頯 䩭o dos gastos que os consumidores cortam.

O Globo 25 de abril de 2008
Crise nos dois lados do Canal
a crise das hipotecas americanas, que se alastrou para a Europa; o euro valorizado; um d졲 fr᧩l; e a duplica磯 do pre篠do petr쥯 em um ano.
Sarkozy: ruidoso div⣩o com a ex-modelo (...) seguido de um casamento rel⭰ago com outra ex-modelo (...) soou como novela barata, longe do glamour da fam�a Kennedy nos EUA.

O Globo 7 de maio de 2008
presidente Nicolas Sarkozy
Da cra pol�ca passou a povoar tamb魠revistas de fofoca, depois que sua vida pessoal virou novela.
ganhou o apelido de "presidente bling-bling", express㯠que descreve a ostenta磯 dos novos-ricos.

O GLOBO 25 de abril de 2008
Lucro da Vale cai 55,8% no primeiro trimestre
Instabilidade no mercado financeiro e desvaloriza磯 do d졲 reduziram receita da empresa em 12,5 por cento no ano
Vale do Rio Doce, a segunda maior mineradora do mundo

o globo 29 de abril de 2008
LUCRO DO BRADESCO CRESCE 23%, PARA R$ 2,1 BI
BANCO TEVE MELHOR RESULTADO TRIMESTRAL ENTRE INSTITUIǕES PRIVADAS EM 20 ANOS, MAS AINDA PERDE PARA O BB
Embalado pelos ganhos nas Ქas de cr餩to e seguros
Banco do Brasil embolsou no primeiro trimestre de 2006 R$ 2 526 bilh峼br>
O GLOBO 7 de maio de 2008
Grau de investimento: afinal, de quem 頯 "filho"?
pol�ca monetᲩa e pol�ca fiscal
reservas internacionais de quase US$ 200 bilh峼br> dados fiscais do primeiro trimestre, em que as despesas correntes ca�m 3,7 por cento em rela磯 ao PIB, enquanto os investimentos subiram 21 por cento.
Al魠disso, houve superᶩt nominal trimestral pela primeira vez na hist⩡, de 3 bilh峠de reais - ou seja, sobrou troco mesmo ap㠰agos os juros da d�da p쩣a no per�o
No BC (Banco Central) a avalia磯 頡 de que a pol�ca fiscal 頥xpansionista e perigosa, pois impede queda mais forte da rela磯 entre d�da e PIB e, pior, ajuda a atear fogo na fogueira da infla磯
an㩯 de p᧩na inteira da Bovespa Holding e da BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros)
ɠDO BRASIL.
O GRAU DE INVESTIMENTO ɠUMA VITӒIA DO GOVERNO.
DO MERCADO, DAS EMPRESAS E QUE TODO O PA͓ VAI COMEMORAR.

O Globo 5 de maio de 2008
PERU: EXPANSÏ DA ECONOMIA NÏ AJUDA GARĆ
Peru al硤o ࠣondi磯 de grau de investimento, depois de Chile e M鸩co, pela Fith Ratings.
Considerado um pa�estᶥl e bom pagador, a percep磯 dos investidores estrangeiros em rela磯 ࠥconomia peruana 頩nversamente proporcional ࠤos peruanos.
Peru 頯 pa�com a mais baixa infla磯 da regi㯼br> mas popula磯 desaprova a pol�ca o governo e culpa-o pela alta generalizada dos pre篳.
Para ela os principais problemas do Peru s㯠a corrup磯 (43 por cento), o desemprego (38 por cento) e a pobreza (36 por cento).
[Malgr頁lberto Fujimori,] 頡 primeira vez que a corrup磯 ocupa o primeiro lugar entre as preocupa絥s dos peruanos.
Antes a preocupa磯 maior era com a infla磯 e o terrorismo.
Com a derrota do Sendero Luminoso e do Tupac Amaru
Primeiro governo de Garc�foi desastroso, com infla磯 de 7 000 por cento em cinco anos.
o atual modelo de desenvolvimento peruano, baseado na minera磯, setor intensivo em capital mas n㯠em m㯭de-obra, 頣riticado por especialista.
O Crescimento sustenta-se no alto pre篠dos metais. A valoriza磯 das commodities minerais
COMMODITIES MINERAIS
ajudou a reduzir o d馩cit fiscal, a rela磯 d�da/PIB, e a alavancar a balan硠comercial
mas isso śSCARA o fato de 60 por cento dos trabalhadores peruanos estarem na informalidade.
Nada justifica o governo estar se vangloriando de acumular superᶩts fiscais enquanto os investimentos sociais em sa嬠educa磯 e saneamento bᳩco diminuem e a d�da social do Peru 頴㯠grande

O GLOBO 7 de maio de 2008
323 empresas brasileiras deixaram de exportar em mar篬 n岯 mais alto desde 2006
10 maiores exportadoras
Petrobras, Vale do Rio Doce, Embraer, Sadia
entre as dez, tr고de alimentos, tr고de minera磯 e duas montadoras de autom楩s
10 maiores importadoras
Petrobras, Refap, Embraer, Motorola, Bunge Fertilizantes
entre as dez, duas de telefonia e duas de ve�los (passeio e carga)

O GLOBO 5 DE MAIO DE 2008
BCs PREVʅM MAIS INVESTIMENTOS PARA O BRASIL
entrada do pa�para o seleto grupo dos pa�s com grau de investimento, isto 鬠 seguro para se investir, na avalia磯 da agꮣia Standard & Poor's, surpreende principais bancos centrais do mundo.
E um dos fatores que teria contribu� para isso n㯠foi o alto pre篠das commodities, que favoreceram as exporta絥s, mas a disciplina monetᲩa: combate ࠩnfla磯.
ESTES MESMOS BANQUEIROS COLOCARAM EM DږIDA A CREDIBILIDADE DE AGʎCIAS DE CLASSIFICAǃO DE RISCO, QUE NÏ PREVIRAM O PROBLEMA QUE EST`CAUSANDO BOA PARTE DA CRISE MUNDIAL: A CRISE DAS HIPOTECAS AMERICANAS.
O que estᠡcontecendo com o Brasil aconteceu com o M鸩co: maior demanda de pap驳 da d�da.
            - Sempre nos contentamos com algumas migalhas - alfinetou o presidente do BC da Argentina, que luta pela mesma classifica磯.
FALA-SE HOJE MAIS EM INFLAǃO E AUMENTO DE PREǏS DOS ALIMENTOS DO QUE EM POSS͖EL RECESSÏ DOS ESTADOS UNIDOS

[Quatro meses depois: FALA-SE HOJE MAIS EM RECESSÏ NOS ESTADOS UNIDOS DO QUE EM INFLAǃO E AUMENTO DE PREǏS DOS ALIMENTOS]
No front europeu Sarkozy e outros l�res de pa�s que amargam baixo crescimento pressionam para que o BC Europeu relaxe e permita que o continente cres硬 mas o BCE se recusa a seguir o Federal Reserve, Fed, na redu磯 dos juros bᳩcos para estimular a economia a crescer. O BCE vai manter a coisa como estẠ4 por cento.
pa�s emergentes como China, ͮdia e Brasil assumem import⮣ia capital na reuni㯠dos BCs em Basil驡: os ricos contam com eles para puxar a economia para cima e impedir que a cess㯠americana vire recess㯠global.
proje磯 de crescimento da Europa: vai cair de um crescimento de 2,6 por cento em 2007 para 1,7 por cento em 2008 e 1,5 por cento em 2009. 

EDUCAǃO LADEIRA ABAIXO
OPINIÏ DE O GLOBO 5 DE MAIO DE 2008
53,8 por cento das crian硳 brasileiras matriculadas conseguem concluir o ensino fundamental (oitava s鲩e), revelou relat⩯ da Unesco reportando-se a dados de 2005.
A situa磯 piorou em rela磯 a 1999, quando 61 por cento dos alunos conclu� o primeiro grau.
Brasil fica assim em 76쵧ar no ranking da Unesco, atr᳠de oito pa�s da Am鲩ca do Sul
Jᠦalta m㯭de-obra qualificada para empregos que exigem o m�mo de qualifica磯
Na China hᠭ㯭de-obra abundante e os n�is de qualifica磯 melhoram sempre...
Obcecado com as universidades, o governo adota uma atitude quase ol�ica: fala-se em aumentar os recursos para a educa磯, mas nem sinal da campanha de salva磯 p쩣a necessᲩa.
Falta ao ensino uma no磯 de urgꮣia de melhoria na motiva磯 de escolas e professores.
NOVOS CAMINHOS - diz outra
Estado do Rio de Janeiro: �ices alarmantes de defasagem escolar e uma alta porcentagem de jovens fora da escola evidenciam situa磯 muitas vezes pior do que a m餩a nacional.
Cerca de 30 por cento dos adolescentes entre os 15 e os 17 anos est㯠fora da escola em bairros como
Complexo do Alem㯼br> Ilha do Governador e Rocinha
e chegam a 36 por cento na Mar鼢r> muito al魠da m餩a municipal de 15 por cento
45 POR CENTO DOS JOVENS ENTRE 18 E 24 ANOS DE Botafogo e Copacabana, completaram o ensino m餩o e sൠpor cento no
Complexo do Alem㯼br> Mar鼢r> Santa Cruz
Jacarezinho
Cidade de Deus
e Rocinha

O GLOBO 6 DE MAIO DE 2008
"NINGUɍ SEGURA ESTE PA͓", DIZ LULA
Depois dos elogios a Geisel e M餩ci, o presidente Lula recorreu ontem em Teresina a um bord㯠do regime militar para comemorar o grau de investimento dado por uma agꮣia de classifica磯 de risco na semana passada.
Bolsa de S㯠Paulo bateu recorde de neg㩯s.


O Globo 7 de maio de 2008
Ita䥭 lucro l�ido de R$ 2043 bilh峠no primeiro trimestre - alta de 7,5 por cento em rela磯 ao mesmo per�o de 2007 gra硳 ࠥxpans㯠do cr餩to
Bradesco, lucro l�ido de R$ 2101 bilh峼br> ambos, 14,9 por cento a mais que nos tr고primeiros meses de 2007.
em 2007 o lucro do Itaᵡse dobrou e foi de R$ 8,47 bilh峬 maior que o do Bradesco, que 頯 maior do ranking

O GLOBO 10 de junho de 2008
VALE NEGOCIA COMPRA DE MINERADORA AMERICANA
estaria em conversa絥s para comprar a s鴩ma maior do mundo por US$ 45 BIlh峼br> a terceira maior mineradora do mundo com valor de mercado de US$ 170 BIlh峼br> as duas primeiras s㯠grupos anglo-australianos
Vale forte em min鲩o de ferro e n�el
se aproximaria em valor de mercado ೠduas primeiras

O GLOBO 10 DE JUNHO DE 2008
ARGENTINA: EXPORTAǃO BANCA OBRA SOCIAL
Programa Nacional de Redistribui磯 Social, que destinarᠰarte dos recursos obtidos pela tributa磯 das exporta絥s de gr㯳 ࠣonstru磯 de hospitais, estradas e casas populares. Depois de criticar, mais uma vez, a atitude dos produtores rurais, que hᠴr고meses est㯠em guerra com a Casa Rosada
agropecuᲩa
produtores argumentam que est㯠pedindo solu絥s aos governo hᠭais de quatro anos e nunca receberam uma resposta ࠡltura dos problemas do setor.
Antes da polꭩca resolu磯 a al�ota do imposto sobre as exporta絥s de soja e girassol era de 35 por cento. Com o novo sistema passou a ser m楬 e nas 䩭as semanas superou os 40 por cento.
            - As medidas foram adotadas para garantir a SOBERANIA ALIMENTAR dos argentinos. Basta observar o mundo para perceber que este 頵m problema social. - Cristina Kirchner

O GLOBO 10 DE JUNHO DE 2008
LEHMAN BROTHERS TENTA ARRECADAR US$ 6 BILHՅS
Afetado pela crise financeira banco anunciou venda de ativos e a絥s abaixo do pre篼br> perdas de US$ 2,77 bilh峬 sua primeira perda desde 1994.
O an㩯 tamb魠representa uma virada radical na postura do banco, que vinha garantindo a seus acionistas ter os riscos sob controle. Muitos investidores passaram a se preocupar com a sa堤a empresa depois do colapso do Bear Stearns e das expectativas sobre se o Lehman, um dos menores bancos de Wall Street, conseguiria sobreviver ࠣrise como uma institui磯 independente.
o Lehman agora se une ao Merryll Lynch e ao Citigroup, que sofreram bilh峠de d졲es em perdas e se viram obrigados a elevar capital.

O GLOBO 10 DE JUNHO DE 2008
PIB DO PRIMEIRO TRIMESTRE DEVE FICAR ENTRE 5,5% E 5,8%
ALIMENTAǃO CONTINUA PRESSIONANDO INFLAǃO
DI = DISPONIBILIDADE INTERNA
PIB EM 2007: + 5,4%
quarto trimestre de 2007: + 6,2%
enorme apetite para importados que tem deteriorado as contas externas do pa�
chamada absor磯 interna, que 頯 crescimento da economia sem contar o com鲣io externo, deve ter expans㯠de 9 por cento no primeiro trimestre
O BC teme que a demanda interna aquecida pressiona ainda mais a infla磯 e por isso desde abril tem subido os juros bᳩcos da economia.
A contrapartida da demanda interna em ascens㯠頯 fraco resultado das exporta絥s, com queda estimada de 3,6 por cento no primeiro trimestre enquanto as importa絥s cresceram 18,4 por cento.
o consumo das fam�as deverᠴer crescido 7,7 por cento no primeiro trimestre
no 䩭o trimestre de 2007 cresceu 8,6 por cento
IGP-DI DE MAIO ɠO MAIS ALTO DESDE JANEIRO DE 2003, quando a infla磯 no per�o p㭒eal refletia a forte desvaloriza磯 da moeda brasileira ocorrida em 2002.
aumentos no atacado do 쥯 diesel, materiais de constru磯 para ind䲩a e do min鲩o de ferro. O ͮdice de Pre篳 no Atacado subiu de 1,30 por cento em abril para 2,22 por cento em maio, a maior taxa desde dezembro de 2002.
No varejo a alta dos alimentos  foi de 2,33 por cento
(ministro da Fazenda Guido) MANTEGA DIZ QUE INFLAǃO PARA BAIXA RENDA ɠMAIS SEVERA E ACUMULA 8 por cento
Lula quer ampliar produ磯 de fertilizantes para elevar oferta de gr㯳
para os trabalhadores com renda entre um e 2,5 salᲩos m�mos a infla磯 nos 䩭os 12 meses a infla磯 estᠡcumulada em 8 por cento, contra 5,04 por cento do IPCA.
Mais de 70 por cento dos fertilizantes usados no Brasil s㯠importados.
investir nas jazidas de nitrato e fosfato, muitas delas nas m㯳 da Petrobras e da Vale.
em dois meses, com a safra agr�la, os pre篳 dos alimentos cair㯠no mundo, com reflexos no Brasil.
Lula afirmou que as petrol�ras acusam injustamente o Brasil de devastar a Amaz:
            - Dizer que a cana-de-a纣ar estᠩnvadindo a Amaz 頵m absurdo.

O GLOBO 10 DE JUNHO DE 2008
Pela primeira vez desde 1981 em 2008 os manufaturados dever㯠ter participa磯 inferior a 50 por cento nas exporta絥s.
O c⭢io e a alta das commodities explicam.
(Darcy Ribeiro dizia e repetia que o Brasil n㯠dᠣomida para o pr಩o povo e produz soja para alimentar porcos no Jap㯩

13 DE JUNHO DE 2008
PF PRENDE 17 ACUSADOS DE SONEGAǃO
OPERAǃO CANA BRAVA DESMONTA FRAUDES NO SETOR ALCOOLEIRO
desmontaram um dos maiores esquemas de sonega磯 fiscal do setor sucroalcooleiro. Em cinco anos o desvio pode ter chegado a pelo menos R$ 2 bilh峠em contribui絥s previdenciᲩas n㯠recolhidas por 160 empresas do setor, entre elas duas usinas de a纣ar e ᬣool do interior de S㯠Paulo.
esquema montado para desviar recursos previdenciᲩos que iam para contas da fam�a no exterior.

24 DE JUNHO DE 2008
DESIGUALDADE NO BRASIL CAI 7%
os aumentos do salᲩo m�mo e os programas de transferꮣia de renda foram os principais responsᶥis por uma redu磯 da desigualdade entre a renda dos trabalhadores assalariados nos 䩭os seis anos nas seis maiores regi峠 metropolitanas do pa� segundo o Ipea
ganhos dos mais pobres 4,5 vez maiores do que os dos mais ricos.
O Ipea calculou a varia磯 com base no �ice Gini, que caiu de 0,540 em 2002 para 0,502 nos primeiros tr고meses de 2008 numa escala de 0 a 1. Quanto mais perto do 1 maior a desigualdade.
resultado se deve principalmente aos ganhos dos trabalhadores com o reajuste do salᲩo m�mo, que passou de R$ 200 para R$ 380 no per�o (hoje estᠥm R$ 420) e a programas de transferꮣia de renda como o Loas (para idosos acima de 65 anos e portadores de deficiꮣia sem condi絥s de subsistir).
at頯 fim do ano o �ice deve chegar a 0,4, o menor desde 1960.
Aqueles que estavam entre os 10 por cento mais ricos em 2004 ganhavam 27,4 vezes mais que os que estavam entre os 10 por cento mais pobres. Essa rela磯 caiu para 25,1 vezes em 2006 e para 23,5 vezes em 2007.
Em 2007 os trabalhadores mais pobres ganhavam em m餩a R$ 206,38 e os 10 por cento mais ricos R$ 4 835,03.
Os trabalhadores com menores rendimentos tiveram ganhos de 22 por cento entre 2003 e 2007
Jᠯs com maiores salᲩos ganharam 4,9 por cento.
LULA: BRASIL MELHOR DO QUE NOS ANOS 50
no Brasil de hoje, apesar da crise mundial, temos a infla磯 sob controle, somos credores internacionais e conquistamos o cobi硤o grau de investimento.

2008: INVESTIMENTO DIRETO estrangeiro 頤e US$ 36 bilh峠- o maior do mundo, segundo a ONU (superior a China, ͮdia e R㩡)

AMERIKA - O CRACK IMOBILIRIO
quando Washington acode Lehman Bros.
a economista Maria da Concei磯 Tavares declara 頯 enterro do neoliberalismo
a economia mais liberal do mundo foi obrigada a estatizar

Lehman Bros. faliu e Merryll Lynch tamb魠sob risco de falꮣia
inadimplꮣia do pagamento de cr餩to imobiliᲩo
16 de setembro 2008: Federal Reserve encampa Merryll Lynch para evitar maior quebradeira maior por US$ 50 bilh峠- a economia mais liberal do mundo
reprise do crack de 1929

INDړTRIA BRASILEIRA
julho 2008
entrevista de Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento, Ind䲩a e Com鲣io Exterior:
carga tributᲩa no Brasil: 36 por cento do PIB
meta de exporta絥s 2008: US$ 180 bilh峬 1,15 por cento do mercado internacional - meta 2010: 2,15 por cento
n�l de investimentos em rela磯 ao PIB era de 16 por cento e passou para 18 por cento  - meta para 2010: 21 por cento - China - n�l de investimentos: 30% em rela磯 ao PIB
cr餩to ao investimento: 36 por cento do PIB
90 por cento das exporta絥s da ind䲩a automobil�ica s㯠para a pr಩a ind䲩a - estrat駩a global das empresas multinacionais, que est㯠em 80, 90 pa�s
IBGE: ind䲩a cresceu 6,8 por cento em rela磯 ao 䩭o trimestre de 2007
Montadoras e ind䲩as de autope硳 anunciam US$ 20 bilh峠de investimento em aumento de capacidade produtiva para um per�o de tr고anos. A siderurgia fala em US$ 30 bilh峠de d졲es de investimento at頲010.
boa parte da nossa infla磯 頩mportada. Temos pouco a fazer, a n㯠ser aumentar a taxa de juros para reduzir um pouco a demanda. Metade da infla磯 hoje est᠍ concentrada nos alimentos.
EMPREGO FORMAL CRESCE MAIS QUE O PIB
Novas vagas s㯠oferecidas a quem tem mais de oito anos de escolaridade e experiꮣia profissional. Para jovens e adultos sem escolaridade as contrata絥s diminuem.
Nos 䩭os 12 meses foram criados 922 mil empregos para as pessoas com 11 ou mais anos de estudo
foram cortados 109 mil empregos de pessoas sem instru磯 e at頴r고anos de estudo e 20 mil para pessoas com quatro a sete anos de estudo
EDUCAǃO
JOÏ BATISTA ARAڊO E OLIVEIRA
Pol�ca de Ensino M餩o 頴otalmente equivocada - elitista, excludente, bacharelesca e ineficiente.
nos pa�s desenvolvidos s㯠diversificadas e contemplam prioritariamente a prepara磯 para a vida e para o mercado de trabalho e n㯠para o vestibular, como no Brasil.
O Brasil quer colocar todo mundo no Ensino Superior. Tamb魠aqui o Brasil vai na contram㯮
jovens de 15 a 20 anos. As estat�icas s㯠aterradoras. Metade encontra-se represada no Ensino Fundamental, apenas 40 por cento chegaram ao Ensino M餩o. Mais de metade n㯠concluiu o Ensino Fundamental.
agenda que o pa�n㯠discute mas da qual depende o seu futuro.
acertar uma pol�ca de qualidade do ensino fundamental
O pa�vive na ilus㯠de que jᠭontou uma equa磯 que vai nos permitir chegar aonde precisamos.

Infla磯 tem maior alta em 5 anos
comida fora de casa 頡 vil㺠ficou 7,94 por cento mais caro comer fora em 2008
11 de julho de 2008
O GLOBO

ligeira desacelera磯 frente a maio (0,79 por cento),
IPCA em junho: 0,74 por cento
semestre: 3,64 por cento
maior varia磯 desde novembro de 2005
deve fechar ano em de 4,5 a 6,5 por cento
acima do centro da meta
CENTRO DA META
"a alta dos alimentos 頧eneralizada e n㯠hᠳinal de revers㯦quot; - aumentaram 8,64 por cento em 2008 - feij㯼font size="4">:
57,73 por cento; arroz: 38,21 por cento
taxa bᳩca de juros: 12,25 por cento
taxa m餩a de juros para pessoa f�ca: 7,39 por cento ao m고e 133,70 por cento ao ano
taxa m餩a de juros para empresas: 4,21 por cento ao m고e 64,03 por cento ao ano
EDUCAǃO E PRECONCEITO
coordenador do curso de gradua磯 da Faculdade de Medicina da Bahia disse que baianos tꭠQI baixo e que tocam berimbau porque tem uma corda; se tivesse duas n㯠conseguiriam.
a faculdade, que completa 200 anos, ficou entre as 17 piores do pa�com conceito 2 no Enade.
ALUNO ɠCONDENADO POR CRITICAR COORDENADORA
aluno de 28 anos da Faculdade de Artes, Ciꮣias e Tecnologia (Facet) da Bahia foi condenado a 80 dias de pris㯠e multa de R$ 12 360 por inj顠e difama磯 ao criticar a coordenadora do curso: Voc꠩ uma p鳳ima coordenadora - acusou o aluno, que preside o diret⩯ acadꭩco do curso.
            - Isso tudo sయrque contesto essa mercantiliza磯 do ensino que existe lᠮa Facet? - reclamou.

ɐOCA 7 DE JULHO DE 2008
A LUTA DE MEIRELLES CONTRA A NOVA INFLAǃO
nos 䩭os tr고meses Henrique Meirelles foi colocado diante da primeira amea硠 grave que a economia globalizada oferece ao Brasil desde a posse do presidente Lula
Encerrando uma temporada de ventos favorᶥis, mercado em alta e eleva磯 no poder de consumo, a economia mundial enfrenta uma mudan硠ampla e radical que j᠍ produz reflexos no Brasil.
53 pa�s onde vivem 3 bilh峠de pessoas pa�s convivem com infla磯 na casa de dois d�tos
Envolvida por um p⮴ano de cr餩tos artificiais e balan篳 de fic磯
(no Brasil Sadia exemplo? EUA n㯠s㯠uma ilha...)
a economia americana
Estimulado pelo apetite dos pa�s asiᴩcos - a come硲 pela China - e tamb魠 pelos programas de etanol e bioenergia dos pa�s desenvolvidos os pre篳 dos alimentos est㯠superaquecidos
"a maior alta de pre篳 da hist⩡ do capitalismo", diz um professor da USP
Em Natal, no Rio Grande do Norte, a cesta bᳩca jᠳubiu 51,82 por cento em um ano. Em Belo Horizonte, 42,34 por cento. No Rio de Janeiro 36,25 por cento e em S㯠Paulo 30,38 por cento
salᲩo m�mo chegou a R$ 415 em 1䥠maio, alta de 9,21 por cento
pre篳 da exporta磯 passam a ser mais vantajosos, reduzindo a oferta no mercado interno
alta dos pre篳 do primeiro semestre foi superior aos principais investimentos do mercado financeiro
Ao reajustar as presta絥s do programa Bolsa-Fam�a em 8 por cento
o governo trouxe de volta um fantasma perigos�imo: a indexa磯, prᴩca de atrelar aumento de salᲩos a aumentos de pre篳.
No 䩭o semestre do ano passado mais de 80 por cento das categorias de trabalhadores tiveram aumentos acima da infla磯
chegou a hora de o governo contribuir para reduzir a velocidade da economia. "Estᠯcorrendo uma histeria diante da situa磯 real do pa�quot;, diz Luiz Gonzaga Belluzo, conselheiro de Lula.
reduzir as facilidades para o cr餩to, uma das alavancas do consumo criadas pelo governo Lula
Meirelles enfrenta cr�cas no governo desde que, depois da posse, os juros subiram 26,5 por cento
a cr�ca ideol穣a ao "neoliberalismo" do presidente do BC
den㩡s de corrup磯 do mensal㯼br> A grita elevou-se em abril, quando os juros subiram de 11,25 por cento para 11,75 por cento.
Quanto ao c⭢io, o real tamb魠nunca esteve t㯠valorizado. Por isso estamos hoje mais protegidos contra a alta global dos pre篳. O maior problema do pa�頍 a alta dos gastos p쩣os, problema conhecido entre os especialistas como desajuste fiscal.
Em 1974, no primeiro choque do petr쥯, o pa�endividou-se para importar combust�l - e gerou uma imensa d�da externa. Em 1980, quando os EUA entraram em recess㯬 o pa�optou por seguir crescendo. Quando a recess㯠chegou, o general-presidente Jo㯠Figueiredo n㯠podia sair de casa. No fim dos anos 90 uma sucess㯠de crises internacionais drenou nossas reservas e o pa�amargou dois anos de recess㯮
A CONTA DA FARRA CHEGOU PARA TODOS: ɠA INFLAǃO PAULO GUEDES
Ou seria uma infla磯 de demanda, causada pelo forte ritmo de crescimento global no per�o de 2003 a 2007?
(e BRasil com demanda altamente reprimida hᠤ飡das)
excesso de demanda, pelo crescimento global acelerado dos 䩭os cinco anos. ɠ certamente um fen�o sistꭩco, resultante de uma perversa simbiose monetᲩa entre o Fed e os bancos centrais asiᴩcos.
Nas ra�s do fen�o est㯠os excessos da expans㯠da moeda e do cr餩to da era Alan Greenspan, ex-presidente do Fed. A manuten磯 de juros extraordinariamente baixos por um longo per�o de tempo tornou demasiadamente el᳴ico o mercado global de cr餩to.
pelo mergulho de 3 bilh峠de eurasianos nos mercados de trabalho globais, pelas redu絥s de custos trazidas pelas inova絥s tecnol穣as e pela derrubada competitiva de pre篳 resultante da globaliza磯
sustentar artificialmente um clima de euforia e prosperidade por meio da expans㯠excessiva da moeda e do cr餩to.
formigas asiᴩcas, responsᶥis por elevadas taxas de poupan硬 financiando as cigarras americanas, not⩡s por exageradas taxas de consumo.
o enorme d馩cit em transa絥s correntes das cigarras
os asiᴩcos optaram pelo acoplamento mercantilista, bancando a farra dos americanos pelo ac嬯 de reservas, amplificando a expans㯠do cr餩to e manipulando as taxas de c⭢io para estimular artificialmente seu crescimento, roubando empregos em todo o mundo.. Trilh峠de d졲es nos bancos centrais asiᴩcos, a ascens㯠do euro, as bolhas dos im楩s e das Bolsas
...
em 1993 a hiperinfla磯 chegou a 2 500 por cento
O BRASIL NO G-12
THe Economist defende reforma na composi磯 de institui絥s globais sob o risco de suas decis峠n㯠terem validade. "O que adiantarᠤiscutir o pre篠do petr쥯 sem a Arᢩa Saudita ou falar do Zimbᢵe ignorando os pa�s africanos?" - defende que G-8 se transforme logo em G-12, abrigando novas potꮣias econ�as: China, ͮdia, Espanha e Brasil.
PROCURA-SE MÏ-DE-OBRA QUALIFICADA
Previs㯠de crescimento da economia brasileira em torno de 5 por cento a partir deste ano at頲010 estᠡmea硤a por falta de pessoal qualificado em setores-chave para The New York Times:
"Companhias como Vale, Petrobras e Embraer gastam milh峠de d졲es em programas de treinamento interno."
empresas do setor petrol�ro chegam a contratar estrangeiros por n㯠achar m㯭de-obra nacional que atenda a seus requisitos. O jornal diz que isso 頍 reflexo de um sistema educacional "em crise".
 

A ARQUITETURA DA NOVA CHINA
"CHAI-NA"
H`QUEM RESISTA A ESSE AFàDE DESTRUIR para construir. "Uma cidade que desrespeita sua hist⩡ e sua cultura acaba entrando em decl�o." Pei Zhu, arquiteto, defensor do patrim cultural, 頣ontra a destrui磯 dos
hutongs,
bairros antigos em Pequim que traduzem a maneira de viver, com seus labirintos org⮩cos e suas casas de portas abertas. "S㯠a mem⩡ desta cidade, a base cultural e arquiteta da antiga Pequim e por isso precisam ser salvos"
a destrui磯 da velha Pequim
Nos 䩭os anos 3 milh峠de chineses foram expulsos para os sub⩯s de Pequim, ganhando indeniza絥s irris⩡s. Hᠨist⩡s terr�is de incꮤios criminosos para obrigar moradores relutantes a abandonar suas casas. A discuss㯠 se tornou t㯠comum na cidade que hoje os cr�cos pronunciam o nome do seu pa�em ingl고"Chai-na", que significa em mandarim "demolir onde?"
"DEMOLIR ONDE?"
XANGAI: no bairro antigo, Nanshi, as casas s㯠conhecidas como shikumen/porta de pedra. At頭eados do s飵lo passado 80 por cento dos habitantes de Xangai viviam em shikumens. Havia 650 mil delas. Acredita-se que at頲010 n㯠ser㯠mais de 50 mil.
"A Maioria dos chineses ainda n㯠compreendeu plenamente o valor de nossa tradi磯 e a import⮣ia da nossa cultura."

"O CӄIGO "NEVES"
esquema de propinas do grupo franc고Alstom para autoridades brasileiras em 1997 avan篵 bastante desde a chegada ao Brasil dos pap驳 apreendidos pelo Minist鲩o P쩣o da Su�. A empresa teria interesses na obten磯 de contratos com o governo de S㯠Paulo

REVISTA IBEF INSTITUTO BRASILEIRO DE EXECUTIVOS EM FINANǁS ESPECIAL PEQUIM 2008
projetos de reurbaniza磯 literalmente moveram montanhas, cerca de 300 mil casas foram demolidas e 1,5 milh㯠de pessoas despejadas apenas nos limites da capital chinesa. Para a constru磯 de centros comerciais e pr餩os residenciais modernos foram varridos quarteir峠inteiros de ruelas com moradias e pequenas lojas comerciais.
Para melhorar a qualidade do ar 212 fᢲicas foram transferidas para outra regi峠do pa� 700 delas foram fechadas e 28 milh峠de Ჶores foram plantadas. A limpeza de rios e lagos do per�tro urbano e a procura de novas fontes de energia mais limpas do que o carv㯠mineral tamb魠fizeram parte do projeto que custou 20 bilh峠de d졲es em a絥s ambientais. A cidade tamb魠 ganhou uma nova Ქa verde: Forest Park, com quase 1 700 acres de madeiras e plantas.

veja 9 de julho, 2008
A BOLSA ɠA VIDA
6 milh峠de brasileiros investem em a絥s
nos 䩭os quatro anos 161 companhias lan硲am a絥s na Bolsa, captando mais de 130 bilh峠de reais
falta de rigor na fiscaliza磯 das empresas que entram na Bolsa
NÏ ɠSӠO "FEIJÏZINHO"
"A culpa 頤e chuchu". A frase, que entrou para a hist⩡, foi dita em 1977 pelo ent㯠ministro da Fazenda MᲩo Henrique Simonsen.
o Banco Central elevou a taxa bᳩca de juros duas vezes no ano, passando de 11,25 por cento para 12,25 por cento.
O BC pretende refrear o crescimento do cr餩to no pa�e conter o consumo. O governo tamb魠anunciou um pacote de amplia磯 dos empr鳴imos agr�las destinado a elevar a produ磯 de gr㯳 dos 143 milh峠da atual colheita para 150 milh峠de toneladas para reduzir o pre篠dos alimentos por meio de um aumento de oferta.
o governo farᠵm superᶩt primᲩo adicional, reduzindo em 13 bilh峠de reais seu cronograma de novos gastos, falta acelerar o corte das despesas j᠍ existentes. Os gastos p쩣os subiram 4 por cento neste ano em termos reais (acima da infla磯)
aquecimento do consumo privado (o maior em tr고d飡das)
Enquanto a infla磯 brasileira medida pelo IPCA (�ice oficial) se aproxima dos 6 por cento
A infla磯 sணo 頭aior no Brasil, entre outros motivos, porque a desvaloriza磯 do d졲 diante do real compensou em parte o avan篠nas cota絥s internacionais das commodities.
DE PAIS E PROFESSORES    GUSTAVO IOSCHPE
Segundo o 䩭o Inaf, 72 por cento de nossa popula磯 n㯠頰lenamente alfabetizada. O Saeb revela que a qualidade do ensino vem caindo desde a primeira edi磯 do exame, em 1995.
O Pisa mostra que, entre 57 pa�s testados, o Brasil fica em 53쵧ar em matemᴩca e 52孠ciꮣias.
gasta em torno de 4 por cento do seu PIB com a educa磯 p쩣a.
pais:
O dado mais importante a notar 頱ue 58 por cento tꭠo ensino fundamental incompleto. Sೠpor cento tꭠdiploma universitᲩo. Tr고quartos lꥭ jornais e livros nunca ou raramente. Apenas 7 por cento acessam a internet. S㯠pessoas de baix�ima forma磯 acadꭩca e pouco grau de informa磯.
inverter a percep磯 filos橣a de grande parte da nossa popula磯 a respeito do estado brasileiro, que deve parar de ser visto como o provedor generoso que concede benef�os e passar a ser encarado como o prestador de servi篳 que est᠍ a�ara atender ࠶ontade do cidad㯬 financiado pelo imposto que n㠰agamos.
Precisamos que os bachar驳 que colocam os filhos em escolas particulares ajudem seus concidad㯳 menos afortunados a clamar por uma escola p쩣a melhor.

veja 16 de julho, 2008
UM CHEQUE DE 3,4 BILHՅS DE DӌARES
A opera磯 de busca e apreens㯠de documentos que a Pol�a Federal fez na casa de Eike Batista azedou uma semana que tinha tudo para ser especial
recebeu um cheque de 3,4 bilh峠de d졲es, cash? (((contradi磯, meu)))
pagamento da Anglo American pela compra de parte da MMX
Desse total Eike pagarᠴ50 milh峠de reais de impostos
WAL-MART
ɠa maior empresa do planeta, com faturamento de 379 milh峠de d졲es (?!)
FINANCIAL TIMES
o pa�"estᠳurfando em uma grande onda de confian硦quot; gra硳 ೠreformas realizadas nos 䩭os quinze anos.
"N㯠頵m exagero dizer que o Brasil estᠠ beira do status de superpotꮣia."
UM MOMENTO DE OURO
O ano de 2007 coroou a fase dourada da economia brasileira.
As vendas totais das 500 maiores empresas do pa�atingiram 1 trilh㯠de reais, num crescimento real de 7,5 por cento em rela磯 a 2006.
resultados se transformaram em pregos (400 000 vagas foram por elas abertas em um ano) e mais impostos (145 bilh峠de d졲es em tributos)
Nem mesmo a crise internacional foi suficiente para afetar
porque o crescimento do pa�tem sido puxado pela atividade interna.
Catapultados pela estabilidade econ�a, que deslanchou o cr餩to e aumentou o poder de compra dos trabalhadores, os fabricantes de ve�los vivem os melhores dias da sua hist⩡ no pa�
Cledorvino Bellini, presidente da Fiat: Mais do que a estabilidade econ�a, precisamos assegurar as reformas estruturais do estado brasileiro, bem como o rigoroso controle das contas p쩣as, o investimento na diminui磯 dos gargalos de infra-estrutura e na preven磯 dos males futuros.
Roberto Civita:
Precisamos passar a ser impiedosos com a corrup磯, combatendo sem tr駵a a praga da impunidade que tanto contribui para aliment᭬a.

Veja 23 de julho de 2008
A NOVA FRONTEIRA DOS BILHՅS
O Brasil passou por um ajuste profundo - e por vezes doloroso - em sua economia nos 䩭os quinze anos.
Abriu-se ࠥconomia internacional, equilibrou as contas p쩣as, privatizou estatais e, acima de tudo, debelou a infla磯
Resultado:
enfrenta hoje a euforia de crescer no ritmo mais acelerado desde o "milagre econ�o" dos anos 70 - e crescer de maneira sustentᶥl.
lista oito grandes neg㩯s internacionais realizados por mega-corpora絥s brasileiras - e o seu significado estrat駩co
empresas que se tornaram l�res globais em sua Ქa de atua磯 - em geral na chamada "velha economia", setores industriais tradicionais, sobretudo ligados aos recursos naturais.
Na compra da Anheuser-Busch/Budweiser pela InBev estrat駩a e algumas negocia絥s especiais por conta do trio Lemann, Telles e Sicupira, apresentados por Veja como
os primeiros e mais bem-sucedidos empreendedores globais produzidos pelo capitalismo brasileiro. S㯠�nes de vanguarda de um per�o glorioso da economia do Brasil
...
A fluminense Quissam㠡plica em educa磯 os royalties que recebe do petr쥯. Em Itacoatiara, no Amazonas, crian硳 v㯠de barco para as noventa escolas constru�s nos 䩭os dois anos fora da Ქa urbana. Nas franjas da floresta, o dinheiro da soja constr頯s primeiros arranha-c鵳 da regi㯮
oito motores da economia brasileira:
soja, cana-de-a纣ar, carnes, petr쥯, extra磯 mineral, obras de infra-estrutura e ind䲩as t긴il e automobil�ica
catorze munic�os n㯠transferiram sua riqueza para as comunidades. Alguns desperdi硲am dinheiro em obras in婳. Outros em programas populistas.
Hᠡinda aqueles em que empresᲩos e empresas transferiram os lucros para cidades distantes
Marabᬠno Parᬠum dos maiores rebanhos de gado do pa�- como moram em Bel魠 ou no Sudeste os pecuaristas n㯠mantꭠo dinheiro lἢr> processo de interioriza磯 que a economia brasileira atravessa
PIB do interior cresceu nesta d飡da 49 por cento
o das metr௬es 39 por cento
ind䲩as das metr௬es cortaram 5 por cento dos postos de trabalho nos 䩭os 10 anos
nas cidades menores o emprego industrial cresceu 30 por cento
a popula磯 do Norte e Centro-Oeste cresceu duas vezes mais que a das outras regi峼br> desenvolvimento rᰩdo da educa磯 no Norte e no Centro-Oeste. Ensino bᳩco de Tocantins jᠩ o sexto melhor do pa�
Caruaru, no interior de Pernambuco, sedia um dos melhores cursos de odontologia do pa�br> muitas sementes do progresso foram plantadas nos anos 60
algumas remontam a iniciativas de Bras�a de cultivar o cerrado e ocupar a Amaz para defend꭬a de eventuais invasores
variedades de soja adaptadas ೠcondi絥s do cerrado, que se disseminou de forma complementar ou em substitui磯 ࠰ecuᲩa.
amplas extens峠de terra e vantagens naturais do pa�foram decisivas.
encontrar uma ra硠de gado adaptᶥl ao Brasil, o zebu indiano, e melhor᭬a geneticamente.
Paulistas redescobriram o potencial da cana no Centro-Sul
Devastado pela concorrꮣia dos asiᴩcos nos anos 90, o setor t긴il conseguiu se reeguer em vᲩas regi峠gra硳 ࠥficiꮣia de alguns empresᲩos.
como essas,
a explora磯 de petr쥯, ind䲩a do ferro e do a篠e a pr಩a infra-estrutura de portos se desenvolveram ao largo das metr௬es
"A popula磯 brasileira nunca esteve t㯠bem distribu� no territ⩯ como hoje" - avalia um ge粡fo
A PROTE͎A DO CAMPO
Brasil s࣯me篵 a produzir soja em escala industrial nos anos 60
No in�o semeou o gr㯠no Rio Grande do Sul.
o maior exportador e o segundo maior produtor - cobre 27 por cento do mercado global
Um quinto da exporta磯 do agroneg㩯 brasileiro vem do COMPLEXO SOJA
enriquecendo o solo onde 頣ultivada ressuscitou as lavouras de milho e algod㯬 que a substituem no per�o de descanso da terra.
Seu farelo 頵m dos principais ingredientes da ra磯 de animais.
Ӭeo, bᳩco na cozinha e tamb魠mat鲩a-prima do biodiesel
21 milh峠de hectares em 1 877 munic�os de vinte estados.
economia e popula磯 das cidades do Norte e Nordeste que plantam soja crescem 10 por cento ao ano (ritmo chin곩
Ქa coberta por lavouras de soja nas duas regi峠cresceu 125 por cento e gerou 60 000 empregos diretos e indiretos
em tr고anos a renda per capita desses munic�os dobrou
a produtividade de suas fazendas tamb魠頡 maior do mundo: 55 sacas por hectare
SORRISO, MATO GROSSO
sol abundante, chuvas regulares e terreno plano, perfeito para lavouras mecanizadas: fazendas produzem o ano inteiro
a economia local cresceu 64 por cento nesta d飡da
᧵a tratada e energia el鴲ica em 100% das residꮣias. Quase todas as ruas pavimentadas. 19 escolas da rede municipal tꭠlaborat⩯ de informᴩca com internet de banda larga
em 12쵧ar no ranking Veja entre as que melhor mesclaram crescimento com desenvolvimento em sa嬠educa磯 e tecnologia
mas a criminalidade aumentou e 頭aior que a m餩a brasileira
pretende reduzir sua dependꮣia da soja
O NOVO CICLO DA CANA
reencontrou a prosperidade do s飵lo XVII, quando era a for硠motriz da economia nacional.
expandem-se para atender ࠤemanda por ᬣool combust�l.
A disparada do pre篠do petr쥯 criou um novo mercado para o produto.
carros bicombust�is deram mais incentivo ࠰rodu磯
usineiros foram obrigados a mecanizar o processo produtivo e a modernizar suas rela絥s trabalhistas.
Sudeste, o maior produtor, e Centro-Oeste, a nova fronteira do produto
S㯠Paulo e Paranᠰroduzem 70 por cento da cana brasileira
13,5 por cento jᠩ produzida no cerrado (Goiᳬ MG, MGS)
Nordeste: 12 por cento
Concei磯 das Alagoas, Minas Gerais:
maior usineiro do seu estado, Carlos Lyra escolheu a cidade pelas terras f鲴eis, boa oferta de ᧵a e localiza磯: 35 por cento dos impostos e 40 por cento dos empregos s㯠gerados pelo grupo
DOLCE VITA EM VOLTA DE UMA USINA DE AǚCAR
Prad௬is, noroeste de SP: 15 000 habitantes
criminalidade desprez�l
mortalidade infantil 頳0 por cento menor que a do estado
taxa de analfabetismo 頵m ter篠do �ice nacional
todas as crian硳 matriculadas em escolas p쩣as, boa parte delas em tempo integral
setor sucroalcooleiro viveu espetacular crescimento nesta d飡da
uma esp飩e de feudo da fam�a Ometto.
Eles s㯠primos do empresᲩo Rubens Ometto, dono da Corsan, a l�r mundial em ᬣool.
foi o combust�l da expans㯠econ�a de 20 das 500 cidades brasileiras que mais cresceram nesta d飡da
85 por cento da colheita jᠩ mecanizada.
colheitadeiras
a maioria dos b顳-frias foi requalificada com programas de estudos e cursos t飮icos profissionalizantes
desemprego tornou-se marginal
para proteger o meio ambiente aboliu a prᴩca secular da queima dos canaviais em tempo de safra e com o baga篠da cana produz toda a energia que consome e vende um excedente capaz de abastecer uma cidade de 30 000 habitantes.
ECONOMIA COM TRAǃO BOVINA
espa篠do rebanho dos pa�s ricos, contaminado pela vaca louca
nesta d飡da o rebanho brasileiro cresceu 32 por cento e jᠨᠼfont size="6"> mais bois que pessoas: 207 milh峠contra 190

grupos brasileiros respondem hoje por 70 por cento da carne uruguaia\ia, 60 por cento da argentina e 57 por cento da australiana
o maior deles, o goiano JBS-Friboi, det魠34 por cento da capacidade de abate dos Estados Unidos
produ磯 de carne bovina aumentou 40 por cento
l�r mundial em exporta磯
frango: l�r do ranking desde 2007 ocupando o mercado asiᴩco, cuja produ磯 foi destru� pela gripe aviᲩa
VILHENA, sul de RONDԎIA
eldorado amazo
no meio da Rodovia BR-364, que liga Porto Velho a Cuiabἢr> povoada por agricultores do Sul e do Sudeste, atra�s por loteamentos feitos por Bras�a e slogans como
  INTEGRAR PARA NÏ ENTREGAR
        TERRAS SEM HOMENS PARA HOMENS SEM TERRAS
a conquista do Oeste brasileira - ou do Noroeste
estrada sযi asfaltada em 1982
cortada diariamente por 700 caminh峠de soja, rumo a Porto Velho, onde embarcam em barca硳 que descem o rio Madeira
PIB do munic�o cresceu 73 por cento nesta d飡da e a popula磯 25 por cento
uma Su� rondoniense
um cl㠤omina a pol�ca, os Donadon
a 飡 destas regi峠entre as vinte primeiras do ranking veja (ver acima): Bras�a pretende conect᭬a ࠣosta baiana por meio de uma ferrovia
mais avan硤o estᠯ projeto de lig᭬a ao Pac�co pelo Peru
A ERA DE OURO DO FERRO
o min鲩o nacional 頯 melhor do mundo, disp堤e um espetacular sistema de log�ica e 頡bundante, assim como subproduto: a篼br> foi especialmente beneficiado pelo aumento da demanda de China e ͮdia
entre os maiores produtores de bauxita, mangan곬 grafita e t⮴alo
tem 95 por cento das reservas de ni⩯
exporta n�el, caulim e magn鳩o e 頡lto suficiente em
calcᲩo, tit⮩o, ouro, tungstꮩo e diamante
頣omum que o PIB das cidades mineradoras disparem e a popula磯 continuar na mis鲩a
Cana㠤os Carij㬠ParẠem 2000 Vale anunciou abertura de mina de cobre, a popula磯 dobrou, a cidade virou um favel㯮
royalties pagos multiplicou arrecada磯 municipal por vinte e a situa磯 estᠳe revertendo
29 por cento do ferro brasileiro 頥xtra� no Parἢr> 70 por cento do ferro brasileiro 頥xtra� em Minas Gerais
a participa磯 da minera磯 no PIB do Parᠳubiu de 12 para 32 por cento desde 2000
300 minas est㯠sendo exploradas em 250 munic�os do estado
empresas de minera磯 e siderurgia est㯠entre as beneficiadas pelo crescimento das exporta絥s para a sia. Seu faturamento dobrou nesta d飡da e hoje exporta 1,3 bilh㯠de toneladas
OURO BRANCO, QUADRILTERO FERR͆ERO DE MINAS GERAIS
NO SɃULO XVII os bandeirantes paulistas descobriram lᠯ ouro branco
em sexto lugar no ranking veja
COMBUST͖EL DE 1 000 CIDADES
o pre篠do barril de petr쥯 subiu 350 por cento em cinco anos
quase 1 000 dos 5 564 munic�os brasileiros receberam 3 bilh峠de d졲es de royalties pela explora磯 de petr쥯
Bacia de Campos responde por 84 por cento da produ磯 nacional de petr쥯
e Maca鬠base na regi㯬 jᠣresceu 600 por cento nesta d飡da
hordas de migrantes amontoam-se em bols峠de mis鲩a
2000: 1,26 milh㯠de barris de petr쥯/dia
2007: 1,83 + 45 por cento
participa磯 do petr쥯 no PIB
2000: 4,8 por cento
2007: 12 por cento - + 150 por cento
pauta de exporta絥s
2000: 3,4 por cento
2007: 10 por cento
a literatura econ�a 頰r䩧a em estudos que mostram como o dinheiro das jazidas de 쥯 pode atrair mᠳorte para uma comunidade
O PA͓ DAS MONTADORAS
s鴩mo maior fabricante de ve�los do mundo
e o pa�que produz o maior n岯 de marcas: onze
25 por cento para exporta磯
produ磯:
2000: 1,69 milh峼br> 2007: 2,98 milh峼br> participa磯 no mercado mundial:
2000: 2,8 por cento
2007: 4 por cento
produ磯 por funcionᲩo:
2000: 18,9
2007: 28,9
em 1990 74,8 por cento da ind䲩a automobil�ica estava concentrada em S㯠 Paulo
hoje: 43,7 por cento
Cama硲i, Bahia, 200 000 habitantes
Ford: PIB da cidade ultrapassou o de Salvador em 2007
sೠpor cento das suas casas estavam conectadas ࠲ede de esgoto
A REABERTURA DOS PORTOS
Em Pernambuco, investimentos associados ao porto de Suape, inaugurado em 1984, em Ipojuca, a 40 km de Recife: 190 000 empregos at頲013
portos responsᶥis por 95 por cento das exporta絥s brasileiras
o Brasil tem 82 portos, 45 controlados por empresas privadas, que movimentam 65 por cento da carga mar�ma
Porto de Suape
estᠦazendo em Pernambuco uma revolu磯 comparᶥl ࠤa cana-de-a纣ar no s飵lo XVII
estᠳe convertendo em escoadouro de seja. Ferrovia Transnordestina o conectar᠍ ೠregi峠produtoras do gr㯠no Nordeste e segundo um economista "mudarᠡ matriz econ�a de Pernambuco"
a arrecada磯 municipal subiu esta d飡da 1 000%
UM NOVO TECIDO SOCIAL
as malharias do Sul: nos anos 90 uma pe硠de roupa custava em m餩a 10 d졲es; hoje custa 3
cortou os custos e orientou sua produ磯 para a baixa renda
incentivos fiscais na base do crescimento de 73 por cento na produ磯 de tecidos e roupas no Nordeste
Tri⮧ulo da Sulanca, em Pernambuco: helanca, um tecido de poli鳴er, com Sul, onde ele era fabricado
o segundo maior p쯠produtor de jeans
a concorrꮣia dos sint鴩cos chineses devastou a Sulanca nos anos 90 e foi substitu� pelo brim.
CIDADES Nἢr> Qualidade de vida
MaringẠcriminalidade - �ices iguais aos de Amsterd㺠m餩a de 7,9 por 1 000; m餩a do pa� 35,5 por 1 000
Sustentabilidade
Os⩯, RS: 75 cata-ventos formam o maior parque e쩣o da Am鲩ca Latina, fornecem energia aos seus 40 000 habitantes e a mais 650 000 em Porto Alegre
O Brasil 頯 pa�que mais recicla alum�o no mundo: 1 milh㯠de latinhas por hora, 70 por cento das quais em Pindamonhangaba, no leste paulista, que tem a maior empresa de reciclagem do mundo, a Novelis
O maior exportador de peixes
nos rios da Floresta Amaza vivem 2 000 esp飩es de peixes ornamentais
Barcelos captura e exporta 20 milh峠de peixes/ano
suco de laranja:
Itᰯlis, interior de SP: 710 000 toneladas de laranja do mundo
sede da Cutrale, que domina o mercado mundial do produto
alfabetiza磯
sౠpor cento da popula磯 com mais de 15 anos de S㯠Jo㯠do Oeste, no oeste de Santa Catarina, 頡nalfabeta
m餩a de livros lidos por ano por habitante: 2
mortalidade infantil: 25 por 1 000 no Brasil

veja 6 de agosto, 2008
MEDIR PARA AVANǁR RPIDO EDUCAǃO
ANDREAS SCHLEICHER, f�co alem㯼br> Pisa, sigla em ingl고para programa internacional de aferi磯 de estudantes, o alem㯠頲esponsᶥl pela aplica磯 da prova, uma iniciativa da OCDE (organiza磯 que re堯s 30 pa�s mais desenvolvidos do mundo) (ou nada disso? - Organiza磯 para a Coopera磯 e Desenvolvimento, com sede em Genebra)
Em um momento em que se valoriza a capacidade de anᬩse e s�ese, os brasileiros s㯠ensinados na escola a reproduzir conteﳠquilom鴲icos sem muita utilidade prᴩca.
A Cor驡 do Sul investe 7 por cento do PIB na educa磯 e o Brasil 5 por cento [a�m cima diz que 頴 por cento]
as verbas dispon�is s㯠muito mal gastas. Com o atual or硭ento os brasileiros poderiam estar num patamar melhor.
POBREZA EM QUEDA 1
A pobreza diminuiu e, ritmo mais acelerado entre abril de 2007 e abril de 2008 nas seis principais regi峠metropolitanas do Brasil: 13,5 por cento, a maior queda dos 䩭os seis anos, segundo um estudo da FGV sobre o surgimento (?!) da classe m餩a
2005 e 2006: 12,3 por cento
Agora a pesquisa parte de uma base de compara磯 mais alta: pobre, na defini磯 da FGV, 頡quele que tem uma renda domiciliar per capita de 135 reais por m곮
DEUS QUEIRA QUE NÏ SEJA PRECISO UM OUTRO 11 DE SETEMBRO
Celso Amorim, ministro das Rela絥s Exteriores, sobre o fracasso da Rodada de Doha.

Depois do DesAcordo Geral de Tarifas e Com鲣io (DesGATT), um dos prestidigitadores da li硠nos 䩭os anos sobretaxa磯 de importa絥s (a篬 suco de laranja, tudo no mesmo saco, salvo seja) e subs�os ࠰rodu磯 e porventura exporta磯 disso e daquilo, ou ent㯠࠮㯭produ磯 (o que tamb魠faz algum sentido)

O ministro brasileiro das Rela絥s Exteriores Celso Amorim viu bem:

  DEUS QUEIRA QUE NÏ SEJA PRECISO UM OUTRO 11 DE SETEMBRO
Celso Amorim, ministro das Rela絥s Exteriores, sobre o fracasso da Rodada de Doha dias antes da abertura dos Jogos Ol�icos de Pequim, a coisa de um m고 do 䩭o grande crash e catracrack..
O ministro foi muito criticado. Escarrapachou Veja:

               AMORIM, PEDE PRA SAIR

Mas sem ou com raz㯠de invocar o nome em v㯠ou por motivos s⤩dos o ministro acertou em cheio. Basta ver as declara絥s dos mandatᲩos dos Grandes Piratas logo depois do... novo 11 de setembro:

Vamos reconstituir juntos um capitalismo regulamentado, em que os bancos fa硭 o seu trabalho, que 頦inanciar o desenvolvimento econ�o, em vez de especular. Um mercado todo-poderoso operando sem regras e sem nenhuma interven磯 pol�ca 頵ma loucura. Os tempos de auto-regula磯 do mercado, do laissez-faire, chegaram ao fim. Acabou o mercado que estᠳempre certo. - Nicolas Sarkozy.
Nicolas Sarkozy, presidente da Fran硬 em discurso na Assembl驡 Geral da ONU

Contradi絥s aos montes, n㯠em termos - qual 頯 trabalho dos bancos: financiar o desenvolvimento econ�o? Especular? Do que 頱ue estamos falando afinal?

Eis do que se falava deles antes do "novo 11 de setembro" (salvos sejamos)

O Globo 25 de abril de 2008
Crise nos dois lados do Canal
a crise das hipotecas americanas, que se alastrou para a Europa; o euro valorizado; um d졲 fr᧩l; e a duplica磯 do pre篠do petr쥯 em um ano.
Sarkozy: ruidoso div⣩o com a ex-modelo (...) seguido de um casamento rel⭰ago com outra ex-modelo (...) soou como novela barata, longe do glamour da fam�a Kennedy nos EUA.

O Globo 7 de maio de 2008
presidente Nicolas Sarkozy
Da cra pol�ca, passou a povoar tamb魠revistas de fofoca, depois que sua vida pessoal virou novela.
ganhou o apelido de "presidente bling-bling", express㯠que descreve a ostenta磯 dos novos-ricos.

Do que 頱ue estamos falando afinal?

INDIA SONG ou THE RIVER
"A ͮdia tem se mostrado mais aberta ao consumo, mas como a China tem uma taxa de poupan硠muito alta que deveria ser canalizada para o gasto do consumidor, contribuindo assim para o fortalecimento geral da economia."

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VEJA 27 DE AGOSTO, 2008
AGRONEGӃIO SEM EDUCAǃO?
Clᵤio de Moura e Castro
Repetem-se as proezas, o pa�faz bonito
na soja
nos sucos
no frango
e em outros produtos resultantes do feliz encontro do
sol
᧵a
inova磯 tecnol穣a
capacidade empresarial
Na tecnologia bem conhecemos a lideran硠da Embrapa, que traz a reboque muita pesquisa universitᲩa
O empresariado rural foi uma surpresa.
Persiste a imagem do coronel do interior, herdeiro de um feudalismo atrasado.
Era um empresᲩo ausente do campo e presente nas grandes capitais, onde esbanjava suas riquezas.
De onde veio essa nova classe empresarial moderna, arrojada e pragmᴩca?
educa磯
tomei os n�is do Ideb (um indicador do MEC que combina a velocidade de avan篠 do aluno no sistema com pontua磯 obtida na Prova Brasil).
Ao migrar para os cerrados do Centro-Oeste, essa gente reproduziu lᠳeu estilo de vida.
os ga诳 tamb魠carregam para lᠡs escolas e a infra-estrutura de ᧵a e esgoto tratados. O mapa contudo mostra algumas bolinhas avan确do sobre estados educacionalmente mais pobres do Norte e Nordeste. Mas s㯠microrregi峠 colonizadas pelos fluxos migrat⩯s sulinos, avan确do no territ⩯ do oeste da Bahia, sul do Piau� do Parᮼbr>

TEMPORADA DE PESCA
veja 6 de agosto, 2008
A Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca existe hᠣinco anos e meio, j᠍ consumiu 1,3 bilh㯠de reais em recursos de custeio e investimento, mas n㯠 conseguiu aumentar a produ磯 brasileira em uma m�ra sardinha. O Brasil, embora tenha os maiores rios do mundo e uma das mais extensas Ქas litor⮥as do planeta, ocupa a vig鳩ma posi磯 no ranking mundial de produtores, atr᳠de pa�s como Chile e Peru.
durante o per�o de proibi磯 da pesca 400 000 pescadores recebem atualmente um salᲩo m�mo por m곬 benef�o que vai custar cerca de 650 milh峠de reais at頯 fim do ano
com uma estrutura maior e um or硭ento mais dilatado a produ磯 pesqueira deve crescer 40 por cento nos pr詭os tr고anos.

outras fontes garantem entretanto que 70 por cento dos recursos jᠥst㯠sendo (mal?) explorados



Rodada de Doha, projeto ambicioso de abertura econ�a envolvendo os 153 integrantes da Organiza磯 Mundial do Com鲣io.
Brasil congelou negocia絥s com os dois p쯳 econ�os mais ricos do planeta, a UE e os EUA.
a prioridade deveria ser o estreitamento das rela絥s com os pa�s em vias de desenvolvimento que, unidos, teriam mais for硠para combater o protecionismo dos ricos.
a diplomacia do governo Lula sofreu a maior derrota at頡qui.
fracasso deveu-se ironicamente a um dos supostos aliados do Brasil, a ͮdia, que se negou a abrir m㯠de um dispositivo que protegeria ainda mais o seu fechado mercado interno
A rodada de negocia絥s foi lan硤a na capital do Catar, Doha, hᠳete anos.
a principal meta era fazer com que os pa�s ricos diminu�em os subs�os milionᲩos que eles concedem a seus agricultores, prejudicando os produtores de na絥s pobres. S௳ americanos gastaram perto de 200 bilh峠de d졲es em ajuda a seus produtores rurais entre 1995 e 2007.
UE e EUA buscavam, em compensa磯, maior acesso de seus produtos industrializados aos mercados emergentes, reduzindo as tarifas de importa磯.
se houvesse acordo o mercado mundial seria ampliado em 150 bilh峠de d졲es. O Brasil poderia aumentar suas exporta絥s, sobretudo etanol, em mais de 15 bilh峠de d졲es.
ͮdia: salvaguardas poderiam ser usadas quando importa絥s subissem meros 10 por cento
China endossou proposta indiana
Protagonista: Kamal Nath, ministro do Com鲣io da ͮdia, que tem pretens峠de se tornar primeiro-ministro em 2009
Temos um mundo globalizado em que o interesse local 頍 preponderante.
Paralelamente ೠnegocia絥s da OMC o Brasil deveria ter tentado acordos bilaterais
O Brasil e a ͮdia, que ainda oferecem grandes barreiras ೠimporta絥s, teriam muito a ganhar em termos de aumento de produtividade.
no fim de contas o crescimento mundial demandarᠭais alimentos e o Brasil certamente ganharᠭuito com isso, a despeito dos obstᣵlos existentes.
Aproximadamente 40 por cento de todo o com鲣io de manufaturados vai para o mercado americano.
        AMORIM, PEDE PRA SAIR
CHINA - A NOVA REVOLUǃO CULTURAL
⮳ia popular de romper o isolamento acentuado pelo regime comunista
uma comerciante ao recusar-se a abandonar casa de onde foi despejada foi chamada de ego�a por muita gente. O fato de sua fam�a morar no local hᠳessenta anos e tirar de lᠯ seu sustento, vendendo amendoim e castanha torrada, n㯠era motivo para ela "deixar de pensar no pa�quot;
com o objetivo de diminuir �ices de polui磯 da cidade 8 000 canteiros de obra foram paralisados e 150 fᢲicas obrigadas a suspender a atividade.
PIB China: 2,7 trilh峠de d졲es
desde 2001 o pa�mais que dobrou seu or硭ento para os esportes. Parte do dinheiro foi usada na reforma e equipagem de 3 000 ginᳩos mantidos pelo governo. A finalidade 頴ransformar 400 000 crian硳 em futuros campe峠 ol�icos.
Desde 1992 mais de 3 000 pr餩os com mais de trinta andares foram constru�s em Xangai. O governo teve de conter a f顠dos incorporadores, em 2003, porque o solo da cidade estava afundando sob tanto peso.
Do ponto de vista da log�ica urbana, arranha-c鵳 prodigiosos s㯠um contra-senso. Concentram tr⮳ito e despendem uma quantidade fabulosa de energia. Mas se estᠡqui no terreno exclusivo do S͍BOLO: Eles S㯠as catedrais do capitalismo.
Arquitetos n㯠desenham caixotes como os que enfeiam S㯠Paulo
Deng Xiao Ping, promotor do tal "socialismo de mercado"
que acordou a China do pesadelo comunista
metr௬e do sul, Xangai, a locomotiva do pa� "a cabe硠do drag㯦quot; (Deng Xiao)
mon詤o de carbono, o g᳠do progresso
MONӘIDO DE CARBONO, O GS DO PROGRESSO
ex-prefeito de Pequim, Chen Xitong, preso por corrup磯

INDړTRIA BRASILEIRA
SETEMBRO 2008
JUROS AMEAǁM INVESTIMENTOS
ARMANDO MONTEIRO NETO
As aten絥s de voltam para o Conselho de Pol�ca MonetᲩa do BC
repeti磯 do cenᲩo de 2004, em que o encarecimento do cr餩to reduziu de forma sens�l o fluxo de capital direcionado ࠰rodu磯, dificultando ganhos de escala e de produtividade.
Ao inv鳠de diminuir o ritmo de crescimento da demanda, a autoridade reduzir᠍ mais rapidamente a expans㯠da oferta.
PROSPERIDADE E INSTABILIDADE
a classe m餩a at頲ecentemente estava limitada ࠴r�e Europa-Am鲩ca do Norte-Jap㯮 Nos anos 1970 e 1980 pa�s como a Cor驡 do Sul, Brasil, M鸩co e Argentina desenvolveram tamb魠contingentes significativos de consumidores. Hoje o fen�o ocorre na China e na ͮdia.
China: maior mercado do mundo para televisores e celulares e o segundo maior para autom楩s e computadores pessoais.
classe m餩a indiana passarᠤe 50 milh峠para 583 milh峠de pessoas nas pr詭as duas d飡das. Ao mesmo tempo o pa�passarᠤe 12ࡲa 5�cado consumidor do mundo. A China deverᠴornar-se o terceiro maior mercado consumidor at頲025. McKinsey Global prev꠱ue a classe m餩a chinesa serᠤe 612 milh峠de pessoas em 2025, passando de 46 por cento da popula磯 para 76 por cento.
em fase de transi磯 de um modelo centrado no investimento para outro de consumo generalizado [e olha que s㯠grandes poupadores - Agora!]
A ͮdia tem se mostrado mais aberta ao consumo, mas como a China tem uma taxa de poupan硠muito alta que deveria ser canalizada para o gasto do consumidor, contribuindo assim para o fortalecimento geral da economia.
INDIA SONG ou THE RIVER
A ͮdia tem se mostrado mais aberta ao consumo, mas como a China tem uma taxa de poupan硠muito alta que deveria ser canalizada para o gasto do consumidor, contribuindo assim para o fortalecimento geral da economia.
A ͮdia tem se mostrado mais aberta ao consumo, mas como a China tem uma taxa de poupan硠muito alta que deveria ser canalizada para o gasto do consumidor, contribuindo assim para o fortalecimento geral da economia.
Uma caracter�ica essencial da classe m餩a 頡 capacidade de comprar mais do que tem necessidade.
As estradas e aeroportos s㯠pouco desenvolvidos, particularmente na ͮdia.
Se voc꠯bservar os 䩭os cinco a dez anos verᠱue Estados Unidos, Europa e Jap㯠tꭠum ciclo que estᠳe desconectando do ciclo econ�o do mundo em desenvolvimento.
Isso significa que se houver uma crise nos Estados Unidos ou em outro pa�rico, n㯠haverᠮecessariamente consequꮣias negativas para os emergentes
O ORCULO DE DELFOS DA NOVA CRISE MUNDIAL
INDړTRIA BRASILEIRA
SETEMBRO 2008
hoje hᠵma nova integra磯 Sul-Sul. As empresas chinesas, por exemplo, est㯠 investindo na Am鲩ca Latina e na frica, n㯠sడra ter acesso
(o que para eles deve ser a mesma coisa)
ೠcommodities desses pa�s mas tamb魠para obter uma posi磯 que lhe permita lucrar com as vendas para a classe m餩a emergente. [quinquilharia, pirataria, etc.]
O problema 頯 petr쥯 e os gꮥros aliment�os. Grande impulsionador dos aumentos dos pre篳 desses produtos tem sido a demanda da China e da ͮdia.
O n�l elevado de desperd�o de recursos dos pa�s em desenvolvimento contribui tamb魠para a eleva磯 dos pre篳.
as pol�cas protecionistas de pa�s que se sentem amea硤os pelo crescimento externo
TRɇUA NOS PREǏS
revers㯠em julho e em agosto. O barril de petr쥯 tipo WT1 recuou mais de US$ 30, de US$ 145 para pouco mais de US$ 110
A queda do pre篠das commodities agr�las refletiu-se entre os �ices de infla磯 no Brasil.
Dentro os pa�s que praticam o regime de metas de infla磯 o Brasil 頵m dos poucos em que a infla磯 n㯠ultrapassou o teto da meta.
os pre篳 das commodities tꭠapresentado forte volatilidade nos 䩭os meses
o cont�o crescimento do emprego, do cr餩to e da renda tem mantido a demanda interna em expans㯮
intensidade da eleva磯 da taxa bᳩca de juros da 䩭a reuni㯠do Copon. A eleva磯 de 0,75 por cento na reuni㯠de setembro seria um movimento exacerbado.
poderᠡbortar o processo de crescimento econ�o via redu磯 dos investimentos na produ磯
[oras, tudo o que Lula n㯠vai querer fazer no 䩭o biꮩo serᠤesfazer o que FHC fez]
[aquela ladainha do Armando sobre dificuldades de ganhos de escala e aumento de produtividade]
mais rapidamente o ritmo de expans㯠da oferta, com impactos negativos sobre a pr಩a din⭩ca da infla磯.
CONTEڄO LOCAL NA INDړTRIA DO PETRӌEO
ind䲩a brasileira
A TENTAǃO DA COMPLACʎCIA
NO QUINTO ANO de um crescimento m餩o acima de 4,5 por cento a.a.
apesar dos males nacionais continuarem a ser os mesmos de sempre, o pa�tem tido um desempenho econ�o satisfat⩯.
P㭇uerra, de Tony Judt, editora Objetiva, Rio de Janeiro, pp. 268/269:
NA ITLIA DO Pӓ-GUERRA, A POL͔ICA REPRESENTAVA ACIMA DE TUDO A LUTA PARA OCUPAR O ESTADO E OBTER ACESSO AOS MECANISMOS DE PRIVILɇIO E DA PROTEǃO ESTATAL. UM PREFEITO DEMOCRATA-CRISTÏ NUMA PREFEITURA DO SUL OU UM DEPUTADO NO PARLAMENTO NACIONAL ERA ELEITO E REELEITO COM BASE EM PROMESSAS DE OFERTA DE ELETRICIDADE, ENCANAMENTO INTERNO, FINANCIAMENTO PARA COMPRA DE TERRAS, BEM COMO EMPREGO. COM O TEMPO O SISTEMA CLIENTELISTA DE PROTEǃO E BENESSES PASSOU A CARACTERIZAR A POL͔ICA NACIONAL ITALIANA COMO UM TODO. SOB O PONTO DE VISTA DO HOMEM ECONԍICO, O SISTEMA ERA TOTALMENTE PERDULRIO E INIMIGO DA INICIATIVA PRIVADA E DA EFICIʎCIA FISCAL. O MILAGRE ECON퉃O ITALIANO ACONTECEU APESAR DESSES SISTEMA, NÏ POR CAUSA DELE.
...
sistema tributᲩo disfuncional, leis trabalhistas arcaicas, etc.
medidas que em outras circunst⮣ias seriam imprescind�is poder㯠continuar sem ser adotadas
...
veja 27 de agosto, 2008
A POUPANǁ DO PRɭSAL
Ricardo HAUSMANN, professor de Harvard
efeitos negativos que a riqueza do petr쥯, se mal utilizada, pode causar a um pa�br> Venezuela, um exemplo
ɠuma ilus㯠acreditar que o dinheiro do petr쥯 poderᠳer utilizado em projetos sociais, como em educa磯. Esses recursos devem ser poupados ao pre篠 de trazerem instabilidade para a economia.
IN SEARCH OF CHAIN THAT HOLD BRAZIL BACK
IN SEARCH OF CHAIN THAT HOLD BRAZIL BACK
IN SEARCH OF CHAIN THAT HOLD BRAZIL BACK
estudo feito sob encomenda do Centro de Lideran硠P쩣a.
o 飯 impacto imediato dos d졲es do petr쥯 頰ermitir que um pa�importe mais. Importa絥s maiores elevam o d馩cit externo e ainda submetem a taxa de c⭢io ao vaiv魠das cota絥s do petr쥯, afugentando investimentos privados.
o ideal 頱ue 100% das receitas com petr쥯 sejam depositadas num fundo soberano no exterior. Isso impede que os d졲es inundem a economia, produzam infla磯 e volatilidade cambial.
entrevistador: O Brasil possui problemas sociais grav�imos...
Venezuela antes criou empresas sider穣as estatais pessimamente administradas e pouco eficientes e quando o pre篠do petr쥯 subiu o c⭢io tamb魠subiu e elas n㯠conseguiram manter-se competitivas.
Agora Hugo Chᶥz simplesmente torra cada centavo, ningu魠sabe para onde o dinheiro vai, e n㯠tem havido investimentos e a produ磯 come硠a cair.
VᲩos pa�s ainda procuram maneiras de se integrar ao mercado global.
O Brasil inova em vᲩas tecnologias de ponta na agricultura, no setor energ鴩co, na avia磯, na minera磯 e no setor automobil�ico.
Os indicadores sociais, como educa磯 e sa嬠registraram avan篳 significativos.
[O Brasil precisa a]celerar o crescimento, que ainda 頴�do.
Descontado o aumento da popula磯 economicamente ativa, o crescimento real tem sido de 1 por cento, um dos piores resultados de toda a Am鲩ca Latina.
Principal entrave: falta de poupan硠do setor p쩣o. O Estado deveria gastar menos do que arrecada.
O Brasil possui hoje a maior carga tributᲩa entre todos os pa�s emergentes e mesmo assim as contas p쩣as s㯠deficitᲩas.
O motivo pelo qual a taxa de c⭢io chinesa 頣ompetitiva 頱ue a China possui uma taxa de poupan硠elevada.
AGRONEGӃIO SEM EDUCAǃO?
Clᵤio de Moura e Castro
Repetem-se as proezas, o pa�faz bonito
na soja
nos sucos
no frango
e em outros produtos resultantes do feliz encontro do
sol
᧵a
inova磯 tecnol穣a
capacidade empresarial
Na tecnologia bem conhecemos a lideran硠da Embrapa, que traz a reboque muita pesquisa universitᲩa
O empresariado rural foi uma surpresa.
Persiste a imagem do coronel do interior, herdeiro de um feudalismo atrasado.
Era um empresᲩo ausente do campo e presente nas grandes capitais, onde esbanjava suas riquezas.
De onde veio essa nova classe empresarial moderna, arrojada e pragmᴩca?
educa磯
tomei os n�is do Ideb (um indicador do MEC que combina a velocidade de avan篠 do aluno no sistema com pontua磯 obtida na Prova Brasil).
Ao migrar para os cerrados do Centro-Oeste, essa gente reproduziu lᠳeu estilo de vida.
os ga诳 tamb魠carregam para lᠡs escolas e a infra-estrutura de ᧵a e esgoto tratados. O mapa contudo mostra algumas bolinhas avan确do sobre estados educacionalmente mais pobres do Norte e Nordeste. Mas s㯠microrregi峠 colonizadas pelos fluxos migrat⩯s sulinos, avan确do no territ⩯ do oeste da Bahia, sul do Piau� do Parᮼbr> LEITORA:
EDUCAǃO NÏ ɠCARTEIRA, NÏ ɠGIZ NEM SOPA DE FUBn ɠINFORMAǃO DADA COM RESPONSABILIDADE E CONHECIMENTO DE CAUSA.
Sissi Filassi
Uberaba, MG
outro:
discuss㯠sobre aumento da violꮣia e rela磯 com desemprego (n.m. e com a falta de educa磯 que tamb魠gera o desemprego). a modernidade tecnol穣a colocou ࠭argem do mundo do trabalho um grande n岯 de pessoas despreparadas para enfrentar a nova realidade.
JOSɠWILKER
AS MAIORES CIDADES BRASILEIRAS SÏ GRANDES FERIDAS SEM CURA PROVVEL A MɄIO OU LONGO PRAZO. EM TODAS ELAS INSTALOU-SE O CAOS, UMA DESORDEM QUE NEM DE LONGE ɠ SEMENTE QUE VENHA A PRODUZIR UM BOM FRUTO. SEGURANǁ PڂLICA, SANEAMENTO BSICO, SAڄE, TRŽSITO, TUDO ɠUMA IMENSA SUCATA. TEMO QUE OS PRӘIMOS QUARENTA ANOS APENAS AGRAVEM A ATUAL SITUAǃO.
...
o golpe do s飵lo
CHINA
MᲩo Sabino
Temerosa do mesmo destino dos amigos [??!!] sovi鴩cos
como a China jamais foi pluralista, inexistem anseios democrᴩcos como no Ocidente. Esses s㯠frutos da filosofia iluminista europ驡 e dos ideais da revolu磯 americana, concep絥s estranhas e alien�nas do ponto de vista chin곮 O marxismo, igualmente alien�na, vicejou na China por ter-se casado ࠍ perfei磯 com uma cultura alicer硤a [no] absolutismo.
Como hᠯtimistas em qualquer situa磯 hᠱuem entreveja a possibilidade de a China vir a adotar um regime pr詭o ࠤemocracia real.
[1) O que 頤emocracia real?
2) Se n㯠hᠡnseios democrᴩcos na China, que sentido faz otimistas a entrever a ado磯 de um regime pr詭o a uma democracia real? - o que quer que isso seja.]
TEMPERAMENTO DE REBANHO
DIOGO MAINARDI
O Brasil fracassa no esporte pelo mesmo motivo por que fracassa como pa� temos uma sociedade acovardada, fujona, avessa ࠬuta. Tudo aqui 頦eito para desestimular a disputa, para reprimir o desafio pessoal, para amolecer o carᴥr: o parasitismo estatal, a pol�ca fundada no conchavo, a repulsa por id驡s discordantes. Esse nosso temperamento de rebanho inibe qualquer forma de atrito, qualquer tipo de inconformismo, qualquer esp飩e de enfrentamento.
Por isso aprovamos uma escola que produz analfabetos.
...
QUATTOR, INSPIRADO NA ALQUIMIA, REMETE AOS QUATRO ELEMENTOS DA NATUREZA
GUA TERRA FOGO AR
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investment grade
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bmf-bovespa, a terceira maior bolsa do mundo em valor de mercado
...
embraer, quarta maior fabricante de jatos do mundo
 

  ETICA, AMBIǃO E ECONOMIA - DINHEIRO, GANŽCIA, TECNOLOGIA bolhas de irracionalidade financeira
 

REVISTA DO IBEF INSTITUTO BRASILEIRO DE EXECUTIVOS DE FINANǁS
NڍERO 17 2008
ɴica, ambi磯 e economia
O respeito ೠregras tem se tornado cada vez mais distante pelos indiv�os, permitindo que a ambi磯 ultrapasse a conex㯠entre a 鴩ca e a economia.
Por gan⮣ia, o plantio e a industrializa磯 dos alimentos se mantꭠimpregnados dos mais t詣os componentes qu�cos, provocando entre outras coisas um alarmante avan篠dos casos de c⮣er, Alzheimer e outros males. Por gan⮣ia os projetos de energia solar, e쩣a e outras renovᶥis e limpas permanecem em banho-maria enquanto os lobbies da ind䲩a f㳩l fervilham pelos congressos.
 

bolhas de irracionalidade financeira
"Dinheiro, gan⮣ia, tecnologia", Norman Gall, diretor executivo do Instituto Fernand Braudel in Braudel Papers
 

Nessas horas - o "novo 11 de setembro", "a maior crise econ�a dos 䩭os 80 anos" -, quando como soe dizer-se a porca torce o rabo, finge-se uma ca� em si
e brada-se ao primarismo mam�ro em que se baseia o Sistema, como se a raz㯠de ser de tudo n㯠fosse o que makes the world go around e o resto s㯠favas contadas e cantadas em prosa e verso. Vai ser dif�l descondicionar o paladar...


veja 3 de setembro, 2008
POR UMA ECONOMIA LIVRE
economista James Roberts, Heritage Foundation
As pessoas n㯠nascem iguais. Elas possuem habilidades e talentos pr಩os. Cada uma deve decidir sozinha o que quer fazer da vida: se prefere trabalhar duro ou levar uma existꮣia mansa e tranquila. O principal papel de um governo n㯠頩r contra essa realidade e for硲 algo que n㯠existe nem existirᮼbr> a liberdade econ�a 頢oa para todos. Quando esse conceito 頩mplementado a elite pol�ca fica impossibilitada de usar a mᱵina estatal para ganhar vantagens econ�as, o que sempre ocorre em preju� dos mais fracos. Essa situa磯 terr�l 頯 que chamamos de "capitalismo de comparsas".
sobrecarregam a popula磯 com burocracia e pesados impostos com o objetivo de massacrar os empreendedores.
Como estᠯ Brasil no ranking da liberdade econ�a?
Em 2003, o primeiro ano do governo do presidente Lula, o pa�alcan篵 a sua melhor posi磯 no ranking. Ficou em 58쵧ar. No ranking deste ano caiu para a 101௳i磯. Hoje o Brasil estᠡo lado de pa�s como Z⭢ia, Arg鬩a, Camboja e Burkina Faso. Com isso o Brasil mudou de categoria. Saiu do que chamamos de "moderadamente livre" para uma economia "majoritariamente n㯠livre".
Os dois fatores que empurram o pa�para baixo s㯠a corrup磯 e a falta de liberdade financeira. No 䩭o ranking da Transparꮣia Internacional, que mede o grau de corrup磯 dos pa�s, o Brasil aparece em 72쵧ar numa lista de 179 na絥s.
concorrꮣias p쩣as
muitas empresas participantes desses leil峠afirmam ter encontrado corrup磯 em alguma parte do processo. As leis brasileiras s㯠pouco receptivas aos investimentos estrangeiros. O pa�precisa melhorar as leis de investimento, reduzir as restri絥s ࠭oeda estrangeira e facilitar a vida dos empresᲩos estrangeiros que queiram operar no pa�
o capitalismo de comparsas
Isso acontece mais claramente no M鸩co, na Argentina e na Venezuela.
Eu destacaria Botsuana, Est, Irlanda e Mong쩡. O padr㯠de vida nesses pa�s melhorou muito na 䩭a d飡da. Desde 1995 todos tiveram um aumento m餩o anual do PIB superior a 5 por cento.
Dos dez pa�s no topo do ranking sete foram cols inglesas.
Chile aparece em oitavo lugar no ranking mundial.
A Venezuela estᠥntre os dez pa�s mais repressivos, ࠦrente apenas de notᶥis ditaduras como a de Robert Mugabe no Zimbᢵe, ou de Kim Jong II, na Cor驡 do Norte.
O SONHO BRASILEIRO
O brasileiro estᠥsperan篳o em rela磯 ao futuro pr詭o - mais do que qualquer outro povo do mundo.
pesquisa mundial coordenada pelo economista Marcelo Neri, da FGV
Instituto Gallup, 132 pa�s
brasileiro 頡quele que apresenta a maior expectativa de felicidade para os pr詭os cinco anos
nota m餩a 頤e 8,4
superou a Dinamarca, l�r mundial de felicidade presente, mas terceira colocada no �ice de "felicidade futura"
"FELICIDADE FUTURA"
No geral, a cada vez que a renda das pessoas dobra a satisfa磯 com a pr಩a vida sobe 15%.
PREPARADOS PARA PERDER
GUSTAVO IOSCHPE
Olimp�a
23௳i磯
Brasil 頨oje a d飩ma economia do mundo
raz㯠comumente apontada 頯 pouco investimento no esporte no pa�
apenas o governo federal investiu 1,2 bilh㯠de reais em esportes ol�icos desde Atenas.
[e esporte de massa?! esporte nas escolas, "comunidades" - multiplica chances, cai tens㯠e aten磯 sobre UM s�r> temos uma cultura que abomina a competitividade, desconfia dos vitoriosos e simpatiza com os fracassados
As desigualdades que se acentuaram ao longo dos governos autoritᲩos
DERROTA DA CRIATIVIDADE
Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), ⧣o que controla as patentes no pa� ainda leva em m餩a 7,2 anos para aprovar um pedido, enquanto no resto do mundo a demora 頤e 2,4 anos.

VEJA 17 DE SETEMBRO DE 2008
capa: PROVA DE CRISE?
POR QUE O BRASIL RESISTE
crise financeira se aprofundou no mundo e que o PIB brasileiro cresceu 6,1 por cento no segundo trimestre
A relativa imunidade atual do Brasil ࠥpidemia de pessimismo
O Brasil que pegava pneumonia a cada gripe dos centros financeiros mundiais n㯠existe mais.
defesas mais fortes do que tivemos no passado.
estabilidade como patrim nacional. Modernizamos o campo. Consertamos o telhado enquanto o sol brilhava ao acumular reservas de mais de 200 bilh峠de d졲es.
Lula em preservar a autonomia daquela institui磯 (BC - mas n㯠deu independꮣia), descritas na semana passada como uma das mais respeitadas atualmente no mundo por Jim O'Neill, economista ingl고economista-chefe do Goldman Sachs, criador da express㯠Bric
BRIC
BRIC
BRIC
, sigla que agrupa os emergentes de primeira linha Brasil, R㩡, ͮdia e China.
Bric-ୢrac
BRIC--BRAC

Com o controle da infla磯, as pol�cas sociais do governo e a oferta de cr餩to, tiramos da pobreza mais de 20 milh峠de pessoas, fortalecendo o mercado interno, esse clᳳico amortecedor de crises externas.
EDUCAR ɠDINHEIRO
Eric Hanushek, americano, professor da Universidade de Stanford e doutor em Economia pelo MIT
MASSACHUSETTS
Com o Brasil nas 䩭as coloca絥s em rankings internacionais de ensino, o que se pode dizer sobre a economia? Com esse desempenho as chances de o Brasil crescer em ritmo chin고e se tornar mais competitivo no cenᲩo internacional s㯠m�mas.
Vale observar que o que impulsiona a economia 頡 qualidade da educa磯, e n㯠a quantidade de alunos na escola.
AS DEFESAS DA SUPERECONOMIA
Escudo 1
Pol�ca econ�a Previs�l
Escudo 2
Reservas internacionais de 200 bilh峠de d졲es
Escudo 3
Recursos naturais e agricultura moderna
Escudo 4
20 milh峠de novos consumidores
Amea硠1
Infla磯 alta no mundo
Amea硠2
Queda no pre篠das commodities
Amea硠3
Crise financeira mundial
20 milh峠de novos consumidores no Brasil, contingente que veio das classes D e E e atingiu os n�is de consumo de classe m餩a, MESMO QUE AINDA NOS PRIMEIROS DEGRAUS.
bancos e fundos de investimento europeus e americanos tꭠregistrado perdas bilionᲩas.
essas institui絥s financeiras vendem parte dos ativos lucrativos de que disp孠 - inclusive a絥s das empresas brasileiras.
commodities haviam se valorizado excessivamente, o que inflou o pre篠das a絥s de empresas brasileiras do setor.
expectativa 頱ue a partir de 2012 o pa�passe a ser grande exportador de petr쥯 e derivados. Isso 頩mportante porque refor硲ᠡinda mais as reservas em moeda forte do pa� ao mesmo tempo em que atrairᠵma nova onda de investimentos
acelerar as reformas, como a melhora na educa磯 e a racionaliza磯 do sistema tributᲩo.
SINAIS TROCADOS
Alexandre Schwarstman, economista chefe para Am鲩ca Latina do Banco Santander
uma economia relativamente fechada como a brasileira, na qual as exporta絥s representam apenas 14 por cento do PIB.
Existem canais pelos quais a crise internacional pode afetar. Tꭠpeso relativamente pequeno para uma economia fechada como a brasileira mas s㯠fator crucial para o desempenho do setor exportador. O crescimento das exporta絥s, amparado quase que integralmente pelo aumento dos pre篳 das commodities, permite que o pa�possa importar quantidades crescentes de bens sem que haja maiores desequil�ios nas contas externas.
ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA
s஥ste ano onze bancos quebraram em raz㯠dos abalos financeiros iniciados em agosto do ano passado.
Na Grande Depress㯠a taxa de desemprego nos Estados Unidos saltou para 25 por cento. Metade dos bancos fechou as portas e 90 000 empresas desapareceram.
No per�o posterior ࠉI Guerra Mundial a popula磯 europ驡, 10 por cento maior, alimentava-se com apenas quatro quintos da comida dispon�l na d飡da de 30.
OS CHOQUES DO PETRӌEO DE 1973 E 1979 PROVOCARAM UMA RETRAǃO DE 13 POR CENTO NO COMɒCIO INTERNACIONAL E FIZERAM O desemprego na Europa quase triplicar
(...)
O Jap㯠passou a d飡da de 90 arrastando a vergonhosa taxa de crescimento do PIB a 1 por cento ao ano, em m餩a, por causa do estouro da bolha que havia se formado nos mercados imobiliᲩo e financeiro.
a economia real, que envolve a ind䲩a, o consumo e as exporta絥s, estar indo bem, como se houvesse isolado a amea硠do setor financeiro.
a bolha no pre篠dos im楩s.
CHILE - DATA MARCADA PARA SER RICO
Mantendo o ritmo atual de crescimento, faltam apenas doze anos para o pa� atingir 21 000 d졲es de renda per capita, patamar - o triplo do brasileiro - m�mo exigido para pa�ser considerado de Primeiro Mundo.
d飡das em que a economia chilena cresceu a uma m餩a anual de 5,2 por cento superior ao �ice regional de 2,6 por cento.
taxas de criminalidade e de pobreza tornaram-se as mais baixas da Am鲩ca do Sul. Calcula-se que em 2020 seus indicadores sociais estejam iguais aos da Nova Zel⮤ia, um dos melhores do mundo.
Desde 1990 os �ices de pobreza no Chile despencaram de 38,6 por cento para 13,7 por cento da popula磯 e a indigꮣia estᠰr詭a de ser erradicada.
(...)
A classe C, considerada a porta de entrada para a sociedade de consumo, representa 51% da popula磯, contra 46 por cento no Brasil. Se morasse aqui essa parcela de chilenos seria contada como classe A ou B, pois sua renda m餩a familiar 頱uatro vezes a brasileira (2500 d졲es contra apenas 620).
Os jovens chilenos dos bairros pobres tꭠ2,5 vezes mais anos de estudo que seus av㠥 50 por cento mais que seus pais.
um ranking do F⵭ Econ�o Mundial: Chile tem uma economia mais competitiva do que a de pa�s como Espanha e Itᬩa.
Chile desfruta hᠭais de uma d飡da do grau de investimento que o Brasil tanto comemorou este ano.
pequeno mercado interno - 16 milh峠de habitantes -
o Chile livrou-se de sua dependꮣia em rela磯 ao cobre, cuja participa磯 nas exporta絥s passou de 70 por cento para 45 por cento
Entre 1990 e 2002 o n岯 de produtos na pauta de exporta絥s aumentou 63 por cento
acordos bilaterais com 57 pa�s.
isso significa poder vender com tarifas reduzidas a 85 por cento por cento do PIB mundial.

veja 24 de setembro de 2008
EU SALVEI VOCʡ
leitor reage:
EU FERREI VOCʡ
O TREM MINEIRO
A economia de Minas Gerais cresceu 9,6 por cento no segundo trimestre.O porcentual chin과/font> foi o maior do pa�no per�o.
...
ɠPRECISO PERGUNTAR O SEGUINTE: isso vai afetar o consumidor chin곿 O fato de o Lehman n㯠existir mais vai ter um impacto negativo nas vendas do com鲣io chin곿 - Jim O'Neill, economista-chefe do Goldman Sachs, relativizando a crise financeira e destacando a import⮣ia da economia chinesa para o mundo.
EDUCAǃO - RECURSOS HUMANOS
O Brasil 頡 d飩ma potꮣia econ�a mundial, precisa ter como objetivo ser tamb魠a d飩ma potꮣia quanto a seus recursos humanos. Hoje estᠭuito distante disso. - Nils Kastberg, diretor da Unicef na Am鲩ca Latina
A BOL͖IA QUER SER PRIMITIVA
A nacionaliza磯 do setor energ鴩co em 2006 levou ao cancelamento de novos investimentos internacionais. A produ磯 de petr쥯 e de gasolina caiu 4,6 por cento com Evo Morales. A de g᳠natural, 2 por cento.
Soja,
Com medo de perderem a terra para os partidᲩos de Morales, sem diesel para os tratores e acuados por bloqueios de estradas, fazendeiros de Santa Cruz deixaram de semear. A produ磯 de gr㯳 caiu 55 por cento.
A CAVALARIA SALVOU O DIA
um dos mais tradicionais bancos de investimento de Wall Street, o Lehman Brothers
outro banco tradicional, o Merryll Lynch, acabou debaixo das asas do Bank of America, vendido por 50 bilh峠de d졲es, dois ter篳 do seu valor de mercado.
opera磯 de salvamento pelo governo americano da maior seguradora do mundo, a AIG,
O sistema voltou a acreditar em si mesmo. O capitalismo est᠍ salvo. Fim do primeiro cap�lo.
a euforia do fim da semana passada, que deu ೠbolsas a maior valoriza磯 da hist⩡ na sexta-feira, 頡penas o reverso do p⮩co.
ATIVOS FINANCEIROS
1980: 12 TRILHՅS DE DӌARES
2006: 170 TRILHՅS DE DӌARES (CRESCIMENTO DE 1300 por cento)
PIB MUNDIAL
1980 10 TRILHՅS DE DӌARES
2006 48 TRILHՅS DE DӌARES (CRESCIMENTO DE 380 por cento)
investidores ignoram fundamentos e correm em busca das a絥s que eles acreditam terem se desvalorizado demais. Para vend꭬as no dia seguinte, n㯠mudam a cara. Recuperar a confian硠no sistema 頯utra hist⩡.
segunda-feira negra da semana passada. Sendo o melhor, o mais s쩤o e o mais reputado banco de investimento, o Goldman Sachs
alavancagem, entendida como a produ磯 de riqueza financeira a partir da riqueza real ou a partir at頤e d�das. A produ磯 de riqueza financeira sobre d�das, a securitiza磯, estᠮa base de toda a quest㯠sobre a credibilidade do sistema e ajuda a explicar a crise de confian硠da semana passada.
brilhantes mentes de Wall Street encontraram um meio de transformar d�das, principalmente imobiliᲩas, em investimentos.
Ninja
NINJA - no income, no job, no assets
sem renda, sem emprego, sem patrim
os ativos de 170 trilh峠de d졲es - a maior parte fabricada com aquela mistura de d�das boas e d�das ruins
"desintoxicar" os balan篳 dos bancos: d�das ruins cheias de gases t詣os
CARDPIO DO ANO
SECURITIZAǃO A LA BELLE MEUNIȒE & DERIVATIVOS EXӔICOS
fase de crescimento, essa mesma bolha, esse mesmo sistema t詣o e demonizado da semana passada, foi o que produziu a liquidez mundial capaz de tirar da mis鲩a centenas de milh峠de pessoas na China e no Brasil
O aumento do n�l e da qualidade de consumo no Brasil, a economia pujante
Limpar a bagun硠vai custar cerca de 1 a 2 trilh峠de d졲es - o mesmo custo de cinco a dez anos de guerra no Iraque.
bolhas de irracionalidade financeira
"Dinheiro, gan⮣ia, tecnologia", Norman Gall, diretor executivo do Instituto Fernand Braudel Braudel Papers
securitiza磯 irresponsᶥl e a prolifera磯 cancerosa de derivativos ex䩣os
CADʠA CONFIANǁ QUE ESTAVA AQUI
semana teve in�o sanguinolento, com o temor de que os bancos americanos ca�em um ap㠯 outro, como num domins a絥s tiveram o seu pior dia desde os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.
pulveriza磯 dos instrumentos financeiros ex䩣os que inflaram a bolha financeira mundial.
Lehman Brothers, o quarto maior banco de investimentos dos EUA
Merryll Lynch, o terceiro
O TESTE DA RESISTʎCIA
BLINDAGEM DO PA͓
COURAǁ
ap㠡 crise asiᴩca de 1997 o Brasil permaneceu estagnado por dois anos seguidos.
Or硭ento para 2009 que acaba de ser conclu�. O documento prev꠭ais um ano de incremento brutal de despesas.
alta real (jᠤescontada a infla磯) de 8 por cento em rela磯 a 2008.
A sa�, mais uma vez, deverᠳer o caminho fᣩl, mas tr᧩co para o pa� de reduzir os gastos com infra-estrutura.
NO DIA EM QUE A TERRA TREMEU
Foi constru� para abrigar a sede do Morgan Stanley, gigante financeiro que ganhou fortunas com a bolha tecnol穣a dos anos 90 e agora, com a crise, j᠍ pensa em se fundir com outro banco.

24/25 de setembro 2008
observat⩯ da imprensa
nova classe m餩a nascida das pol�cas sociais que a imprensa adorava criticar
maior vigil⮣ia fiscaliza磯 das opera絥s financeiras
US$ 700 bilh峠de Washington para acudir bancos em plano de emergꮣia
especuladores que passaram dos limites
deve prejudicar certas medidas mas melhorar outras
meio ambiente, por exemplo
como redu磯 de 20 por cento de emiss㯠de g᳠carbo pela ind䲩a europ驡
crise pode levar a preju� de US$ 1,300 trilh㯠 .............................................................................................................................................
previs㯠do d馩cit de contas correntes 2008 subiu de US$ 21 bilh峠para US$ 29 bilh峼br> d�da p쩣a de 40 por cento em rela磯 ao PIB em agosto
ano passado investimentos diretos US$ 33 bilh峬 este ano se prevꠕS$ 34 bilh峼br>
26 de setembro 2008
plano de Washington deve custar US$ 2,3 mil a cada contribuinte
maior au꠰or conta da explora磯 desenfreada de recursos naturais
e falta de um planejamento projeto pol�co e econ�o

29 de setembro 2008
O mercado internacional estᠥstressado por conta da crise americana, diz secretᲩo de Tesouro norte-americano

30 de setembro 2008
L`COMO C|/font>
o temor da perda de votos nas elei絥s de novembro levou muitos republicanos a rejeitar plano de ajuda de emergꮣia ao sistema financeiro - depois, tiram as benesses aos gestores de "cr餩tos podres", os especuladores que passaram dos limites e que acabaram por sair no lucro

1䥠outubro 2008
convocada por Lula Conferꮣia Mundial Sobre Biocombust�is - promo磯 do etanol combust�l e discuss㯠de consequꮣias na produ磯 de alimentos - com presen硠de Bush
AGENDA 2009 - Conferꮣia de Copenhague Sobre Aquecimento Global - buscar᠍ suced⮥o do Protocolo de Kioto sobre efeito-estufa
1/3 dos autom楩s Sal㯠do Autom楬 de Paris el鴲icos ou biflex

veja 1䥠outubro, 2008
DEPOIS DO DESASTRE...
Crise global
um leitor:
o absurdo das Bolsas de Mercadorias & Futuros, indexando por pura especula磯 os alimentos.
CHINA - (A GANŽCIA: LEITE LETAL)
Internados 13 000 beb고chineses que tomaram leite em p࣯ntaminado por melanina, subst⮣ia utilizada na fabrica磯 de pl᳴ico que, quando ingerida, pode ser letal. A melanina foi adicionada ao produto para que ele parecesse mais rico em prote�s. Quatro crian硳 morreram e 104 beb고ainda estavam em estado grave (...).
...
Vamos reconstituir juntos um capitalismo regulamentado, em que os bancos fa硭 o seu trabalho, que 頦inanciar o desenvolvimento econ�o, em vez de especular.
um mercado todo-poderoso operando sem regras e sem nenhuma interven磯 pol�ca 頵ma loucura. Os tempos de auto-regula磯 do mercado, do laissez-faire, chegaram ao fim. Acabou o mercado que estᠳempre certo. - Nicolas Sarkozy.
Nicolas Sarkozy, presidente da Fran硬 em discurso na Assembl驡 Geral da ONU
...
HENRY E BEN NO ESCURO
os 700 bilh峠de d졲es de ajuda aos bancos
supera em 200 bilh峠de d졲es a soma de todos os empr鳴imos feitos pelo Fundo MonetᲩo Internacional (FMI) desde a sua cria磯, em 1944
jᠧigante d馩cit fiscal americano de 500 bilh峠de d졲es
O Washington Mutual, a sexta maior institui磯 financeira dos Estados Unidos, foi fechado pelo governo na maior falꮣia de um banco na hist⩡. Depois de perder 16,7 bilh峠de d졲es em retiradas feitas por clientes em p⮩co, o WaMu, foi vendido ao JP Morgan Chase por 1,9 bilh㯠de d졲es. O JP tornou-se o maior banco americano.
Os emergentes responder㯠por at頷7 por cento do crescimento global, acima dos 65 por cento dos 䩭os anos.
A expans㯠do mercado financeiro superou em muito o crescimento da economia real nas 䩭as d飡das
Mais de quatro trilh峠de d졲es jᠥvaporaram das bolsas de valores em todo o mundo.
No auge de 2003 os servi篳 financeiros representavam 40 por cento de todos os lucros corporativos americanos. Essa propor磯 jᠣaiu para 20 por cento no ano passado e em 2008 deverᠦicar abaixo dos 10 por cento
"limpeza" dos seus balan篳.
conter os lobistas econ�os que hoje dominam Washington.
n�l de alavancagem dos bancos de investimento chegou a trinta vezes o valor do patrim. Foi com a alavancagem feita com "ativos t詣os" que Wall Street conseguiu criar a megacrise das 䩭as semanas. Com 1 trilh㯠de d졲es em hipotecas, foram criados 40 trilh峠em investimentos complexos em que d�das eram dadas em garantia de outras d�das cada vez mais fluidas, maiores e mais distantes do valor original do im楬 que, em tese, garantia todo o sistema.
controlar n㯠s௳ excessos do mercado financeiro mas tamb魠regular e at頍 diminuir o pr಩o fluxo de capitais entre os pa�s - um dos principais motores de prosperidade mundial nas 䩭as tr고d飡das.
Argumenta-se que os Estados Unidos, com seu enorme d馩cit, s㯠obrigados a atrair 3 bilh峠de d졲es por dia de investidores estrangeiros para fechar suas contas. Estaria a� motiva磯 para a fabula磯 de tantos instrumentos monetᲩos ex䩣os criados em Wall Street, vendidos aos chineses, brasileiros e europeus.
(CARDPIO - Subprime 頯 contrᲩo. A malandragem que deu a confus㯠toda foi justamente empacotar t�los prime junto com subprime e us᭬os no processo de securitiza磯 com ajuda de derivativos. - jᠯ l鸩co em si...)
(EU FERREI VOCʠUMA SEMANA DEPOIS)
PROCURA-SE UM ESTADISTA
cujo objetivo 頣onter a crise mas nem de longe tocam na sua raiz?
Obama n㯠vai al魠disso
McCain desorientou-se.
AAA... AH,BOM!
fundos de investimento criativos
Aproximadamente 80 por cento dos papeis derivados (por isso, derivativos) de hipotecas tinham a classifica磯 AAA
intoxicaram o balan篠dos bancos
veja 1䥠outubro, 2008
EDUCAǃO
DINHEIRO NÏ COMPRA EDUCAǃO DE QUALIDADE GUSTAVO IOSCHPE
gest㯠FHC - Fundef - Fundo de Desenvolvimento do Ensino Fundamental
governo Lula - Fundeb - Fundo de Desenvolvimento do Ensino Bᳩco
O gasto em investimentos em educa磯 頭al feito - vai muito para as universidades e muito pouco para o ensino bᳩco
no per�o 1970-1990 a Cor驡 do Sul gastou em m餩a 3,5 por cento do PIB em educa磯. A Irlanda, 5,6 por cento. China, 2,3 por cento. Inglaterra, 4,9 por cento .....................................................
melhorar a infra-estrutura das escolas que est㯠caindo aos peda篳 e dot᭬as de bibliotecas e laborat⩯s
O problema principal dos funcionᲩos de nossas escolas n㯠頭otiva磯: 頤e preparo.
O pa�hoje gasta 70 por cento dos seus recursos educacionais com salᲩo de professor.
fica dif�l acreditar que tenhamos uma educa磯 virtuosa enquanto os bilh峠de reais que gastarmos forem investidos em um sistema ineficiente, muitas vezes corrupto e composto por pessoas que n㯠tꭠo preparo necessᲩo para exercer suas fun絥s.
50 milh峠de alunos que povoam nossas escolas.
PODE BATER QUE O GIGANTE ɠMANSO
"O Brasil estᠰagando o pre篠de ter uma economia saudᶥl, em crescimento e aberta ao mundo", disse a Veja o advogado americano Allen Weiner, professor da Universidade de Stanford e ex-diplomata. "Pa�s vizinhos que n㯠gozam do mesmo sucesso naturalmente pensam que isso ocorre porque os brasileiros est㯠tirando vantagens. A tendꮣia 頩sso aumentar cada vez mais."
(o mesmo que dizem dos invejosos do sucesso no Brasil)
Desde que Evo Morales ocupou impunemente com tropas duas refinarias da Petrobras, em 2006

13 de outubro 2008
Europa: inje磯 de dinheiro para salva磯 dos bancos: US$ 300 bilh峠 estimados
Odebrecht e Furnas expulsas do Equador

14 de outubro 2008
Os buracos da supereconomia, superhist, superaquilo e gigante que desperta: 20 milh峠de "classe m餩a" (relativo jᠥm si - ver dados Chile) - e quanto o pa�cresceu? - 4,5 - na verdade, 1 por cento, quase nada - porque quanto a popula磯 cresceu nesse entrementes mentes - 20 milh峿 E em que regi峠a taxa de natalidade 頭aior? Ecco. Onde tem mais pobreza. Ent㯬 enquanto 20 milh峠 ascendem, digamos que fossem s౰ milh峠que nascem para a mis鲩a - sim, porque lꭳe nos arautos do superhist e superbacanas ..............................................................................................................................................
Ent㯠20 milh峠de pessoas sయdem ter sa� da mis鲩a absoluta com 180 reais per capita/m곬 mas a pobreza, mis鲩a, chame-lhe o que se quiser (180 reais t᠍ bom para quem elabora as estat�icas?), continua.
...
ONU: No Brasil o problema da fome (problemas alimentares) deixou de ser grave para ser baixo. Reduziu o problema da fome em 45 por cento desde 2000
...
p⠪unto daquela daquele cara que diz - Economia Dados 2008 - dos que pensam no Estado (governo) como provedor de benesses como para essa em cima:
n㯠fazem mais do que a sua obriga磯
...
Money makes the world go around
Tudo estᠡqui dito. A vida 頵ma concep磯 humana. Se o dinheiro acaba o mundo deixa de girar, porque deixamos de existir e n㯠o vemos. Se deixamos de existir nada mais existirᮠQue sentido faz que todo o resto exista?

As coisas est㯠no mundo s౵e eu preciso aprender.
Paulinho da Viola

 

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           continua em

 

          A FOME  NO MUNDO E OS CANIBAIS

          huxley na fome do mundo

                                   

 

                                          

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A INDړTRIA DA SECA

 

leitura associada ao dossi꼯span> A Fome no Mundo e os Canibais sobre a opress㯠pol�ca e social DAQUI

 

                  

 

 

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