revoluciomnibus.com .... ciberzine & narrativas de james anhanguera

Desde 1970 James Anhanguera circula entre editoras de livros e discos e a imprensa falada, escrita e televisionada, como pregavam as saudações dos cartolas das escolas de samba do Rio de Janeiro.

Cresceu sob o impacto dos fragores dos radiosos anos 1960 e tudo mudou quando aos 16 anos pôs pela primeira vez os pés na ainda Swinging London.

Perambulou por vinte anos na Europa esperando primeiro que a ditadura e depois que a crise econômica dessem uma trégua para voltar ao Brasil e ao seu Rio de janeiro, fevereiro e março.

Cansado de perambular, vagalume vagamundo, voltou quando começou a perceber que se fosse esperar que a crise passasse nunca mais viveria entre bananeiras, coqueiros, tico-ticos, bem-te-vis e sabiás.

Trabalhou para 40 jornais, revistas, agências de notícias, emissoras de rádio e TV de 5 países de 3 continentes e publicou em Portugal, em 1978-79, os livros de divulgação Corações FuturistasNotas sobre música popular brasileira, A Regra do Jogo, Edições, Lisboa, e Fragmentos de Brilhante – colagem de belezas & tristezas do Brasil e da MPB, Edição do Autor/Pau Brasil.

Vive entre bananeiras, coqueiros, tico-ticos, bem-te-vis e sabiás.   

 

James Anhanguera é um cara pálida.

Por isso ao camuflar-se em pseudônimo decidiu homenagear os índios brasileiros com um vocábulo tupi-guarani que é o cognome de um dos seus mais famosos exterminadores.

O James já são outros 300, 350: não por causa de Joyce, McGuinn, Morrison ou Dean mas involuntariamente e só por coincidência em função de James, o Amado, responsável pela redescoberta do lendário Gregório de Matos (Guerra).

Seu criador nasceu no Rio de Janeiro em 1954.

James Anhanguera brotou do olho de uma palmeira em Lisboa em 1972, teve intensa e ampla atuação na mídia portuguesa (imprensa, rádio e televisão) nos anos 1970 e 1980 como especialista em Brasil e música popular brasileira, de que resultou a publicação dos livros Corações Futuristas – notas sobre música popular brasileira, A Regra do Jogo, Edições, Lisboa, 1978, e Fragmentos de Brilhante – colagem de belezas & tristezas do Brasil e da MPB, Edição do Autor/Pau Brasil, Lisboa, 1979.

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e 40 de

fragmentos de brilhante CoracoesFuturistas2020fragmentosdebrilhante


Em 2008 funda o website
revoluciomnibus.com, com 13 bancos de dados sobre temas históricos e da atualidade e em que divulga a sua obra, a que acrescentou meia dúzia de livros – e-books – multimídia books.

James Anhanguera
curriculum vitae por extenso

 


 

1970-72 .Rádio Universidade, Lisboa: sonorização e montagem e realização de programas;  chefe dos Serviços Musicais e de Montagem; 
1971       .Diário de Lisboa, suplemento Ponto: correspondência de Londres sobre rock e mass media;
1972       .jornal República, Lisboa: editoria de espectáculos;
               .propgrama Tempo Zip, Rádio Renascença, Lisboa: política, assuntos sociais, música;
1973       .jornal Musicalíssimo, Lisboa: redação; crónicas e noticiário sobre música popular, MPB, Brasil - atualidade política e social, arte e literatura;
1973-74  Jornal do Comércio, Lisboa: crítica de música popular;
                Rádio Renascença, Lisboa: Serviço de Noticiários;
                revista Cinéfilo, Lisboa: MPB, arte e cultura no Brasil, mass media e música popular portuguesa;
                programa Radiorama, Rádio Renascença, Lisboa: intervenções sobre MPB;
1974        Eleições no Brasil – série de programas, Rádio Clube Português/AM, Lisboa;
                 série de programas sobre MPB, Rádio Clube Português/FM, Lisboa;
                seleção para publicação em Portugal e divulgação do catálogo da gravadora Odeon/Brasil para editora Valentim de Carvalho, Lisboa,
                                                             com sessões fonográficas no Hot Club de Portugal;
1974-75   jornal Sempre-Fixe, Lisboa: crítica de música popular;
1975        o jornal, Lisboa: crítica de música popular;
                programa Rock em Stock, RTPRadiotelevisão Portuguesa: colaboração;
1975-76   Jornal Novo, Lisboa: crítica de música popular;
                jornal Página 1, Lisboa: crítica de música popular;
                jornal Gazeta da Semana, Lisboa: música, arte, política;
1976-80   jornal Expresso, Lisboa: música, assuntos políticos e sociais, psiquiatria;
1977        jornal Telex, Lisboa: música, entrevista com Julian Beck, criador do Living Theatre;
                jornal Chaimite, Lisboa: crítica de música popular;
                revista Música & Som, Lisboa: crítica de música popular;
1977-82 .Os Cantores do Rádio, programa de José Nuno Martins, Rádio Comercial/FM, Lisboa: intervenções sobre MPB;
1978       Corações Futuristas –notas sobre música popular brasileira, A Regra do Jogo,  Edições, Lisboa;
               jornal Se7e, Lisboa: MPB;
               jornal Diário de Notícias, Lisboa: Suplemento Cultural;
               Radio France Internationale, secção portuguesa, Paris: cultura;
               jornal Edição Especial, Lisboa: correspondência de Paris;
               jornal Edição Especial, Lisboa: redacção;
 1979      jornal Portugal Hoje, Lisboa: crítica de música popular;
               fragmentos de brilhante – colagens de belezas & tristezas do Brasil e da MPB, Edição do Autor/Pau Brasil, Lisboa;
1980-82 jornal Expresso, Lisboa: política, assuntos sociais, MPB, desporto;
               jornal Diário de Notícias, Lisboa: crítica de jazz e MPB;
1981       in Antologia da Novíssima Poesia Brasileira, de Gramiro de Matos e Manuel de Seabra, Livros Horizonte, Lisboa;
1982-83 revista dialogo nord sud, Roma: política portuguesa;
1982-88 jornal Expresso, Libsoa: correspondente em Roma;
1983      Breve História da Música Popular Brasileira, seminário, Centro de Estudos Brasileiros, Embaixada do Brasil em Roma;
1983-84 Rádio Guaíba, Porto Alegre, RS: correspondente em Roma;
               Rádio Comercial/AM, Lisboa: correspondência de Roma;
               jornal A Bola, Lisboa: correspondente em Roma;
1984-85 jornal Folha de São Paulo, Sâo Paulo: correspondente em Roma;
               Radio France Internationale, seção brasileira, Paris: correspondente em Roma;
               programa No Calor da Noite, Rádio Comercial/AM, Lisboa: correspondente em Roma;
               revista Placar, São Paulo: correspondência de Roma;
1986      Anop – Agência Noticiosa Portuguesa, Lisboa: correspondente em Roma;
1986-87 agência NP – Notícias de Portugal, Lisboa: correspondente em Roma;
1987-88 Lusa – Agência de Informação, Lisboa: correspondente em Roma;
1988      RTP – Radiotelevisão Portuguesa, Lisboa: correspondência de Roma;
              TSF Radiojornal, Lisboa: correspondente em Roma;
1988-89 RTP – Rádiotelevisão Portuguesa, Lisboa: correspondente no Rio de Janeiro;
              TSF Radiojornal, Lisboa: correspondente no Rio de Janeiro;
1989       jornal Expresso, Lisboa: correspondência do Rio de Janeiro;

1990       Jornal de Notícias, Porto: correspondente no Rio de Janeiro;
1988-97 Lusa – Agência de Informação, Lisboa: correspondente no Rio de Janeiro;
1997       jornal Correio da Semana, Luanda: correspondência do Rio de Janeiro;
1998      Jornal de Angola, Luanda: Capoeira do Brasil “regressa” a Angola; série de três reportagens;
               LAC – Luanda Antena Comercial, Luanda: correspondente no Rio de Janeiro;
1999-00 jornal Gazeta Mercantil, Sâo Paulo: reportagens sobre Luanda e Lisboa;
2000      Guerra em Angola, programa Sala de Notícias, TV Futura, Rio de Janeiro;
2000-01 A triste e bela saga dos brasilianos – do desastre do Sarriá às arenas italianas; publicado na íntegra a partir de 2007 no                      
                                                                 website revoluciomnibus.com;
2001      La triste e bella saga dei brasiliani – dalla tragedia del Sarrià alle arene italiane; publicado na íntegra a partir de 2007 no
                                                                 website revoluciomnibus.com;
2001-05 Era Uma Vez a Revolução; publicado parcialmente a partir de 2007 no website revoluciomnibus.com
               Rumo à Estação Oriente; work in progress, publicado parcialmente a partir de 2007 no website revoluciomnibus.com  e a gerar sucedâneos
                                                                 como Lisboa Low & High Tech
2008-20 revoluciomnibus.com
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