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so listen to the rhythm of the gentle bossa nova

narrativas de rock estrada e assuntos ligados

 

 

 

 

o grande narrador da condição humana e alienígena, legal ou ilegal, nos pastos da improbalidade infinita do universo sem lei & ordem, solto na estrada em verso e prosa e vice-verso, e o grande intérprete de narrativas da condição  animalienígena  dos  masters of war em depoimentos e reportagens angelicamente embasados e formatados com flashes e imagens realistas ou metáforas explosivas em linguagem muito clara e precisa, discurso direto em todos os estilos e tons coloquiais com grandes sacadas políticas e existencialistas: balada trovadoresca, música de bar, folk music eletrificada com o precioso apport de Al Kooper, Mike Bloomfield e The Hawks (The Band) pelos próximos dois anos e dois discos.

                                 "O cada vez mais obscuro e obscurantista Bob Dylan como papa"

mito fortíssimo na era dos Beatles.
Um demiurgo vidente que opera e é a máxima expressão da transição do mundo do tempo das diligências e de Woody Guthrie, o que dizia que com sua guitarra matava fascistas, ao cancioneiro elétrico e eletroacústico da segunda metade dos anos 1960, entre todos os estilos e tons: country and western, folk, blues, jazz, música de bar, rock, bar rock alucinado com os órgãos de Al Kooper e Garth Hudson.

É talvez o maior de todos, pelas excelsas referências e os densos mistérios que o envolvem, como a princesa na torre de vigia de 
                                                                   All along the watchtower

A clareza, agridoçura e contundência da sua linguagem é o despertador da má consciência da juventude, de que é o arauto, confidente e profeta. De que é O poeta. Porta-voz da utopia de que esta joça um dia fosse uma comunidade. De quem fosse.

Logo se espalha rumor de que ao menos parte da grana amealhada pelo bardo com o estrondoso sucesso de seus protestos, canções que são a trilha sonora daqueles anos, parte inrínseca e implícita da História, foi investida em unidades da máquina dos masters of war. Tal especulação foi o corolário de críticas derivadas da sua rendição à dama elétrica que nada mais seria que o mais forte sinal de sua suposta rendição ao capitalismo.  Inútil resistir à Besta?

O mito se alicerçara com a obra e com o que dela faz a cada passo a produzir objetos históricos, como a primeira tournée ao Reino Unido, com Joan Baez, documentada por D. A. Pennebaker em Don´t look back, antes do encontro com Al Kooper e The Hawks / The Band e o retiro entre o seu basement e a lendária House of Big Pink em Woodstock. De Dylan Thomas a Shakespeare e de volta a Edgar Allan Poe, Whitman, Steinbeck, Kerouac, Ginsberg, Salinger - a grande narrativa americana da estrada mesmo quando em Nova York entre a vagabundagem ilustrada de Greenwich Village, onde se revela em plena era beat com o básico folk song panfletário de violão e gaita de beiço, prosseguindo de Woody Guthrie a Pete Seeger, outro mito que entretanto também se fez com estampa socialista da linhagem dos anarco-sindicalistas do início do século XX e a saga de Sacco e Vanzetti, protesto contra a condição da exploração humana física e mental, só With God on Our Side.

Anuncia

denuncia

enuncia... outside in the cold distance...

argumenta

O gênio inclui a atitude básica do mestre narrador de sagas humanas e a do explorador da metafísica da estrada fermentada em século e meio de literatura americana e com que funda a lenda do renovador da folk music com o revolucionário folk-rock em Bringing it all back home e Highway 61 Revisited. O bardo chega a causar rejeição pelo timbre vocal (para quem o capta à distância) de cana rachada, muito country´n´western, grassroot à vera por sinal, sinal das origens no countryside, antipático a ouvidos cultivados. E afinal também country-rock. Mas o bardo treinava com afinco e conscienciosamente para ser um bom cantor. E intérprete: Just like a woman. Com Bringing it all back home há um upgrade de produção (Tom Wilson) da captação e mistura do som folk & country-rock de Bob Dylan pelos próximos dois anos e três discos.


you got a lot of nerve to say that you have a helping hand when  you  only  want  to  stand  on  the  side  that´s  winning


there  must  be  some  kind  of  way  out  of  here

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

revoluciomnibus.com ...de cabo a rabo é

 

Bob Dylan em

so listen to the rhythm of the gentle bossa nova

         

narrativas de rock .estrada. e .assuntos. ligados

 

 

revoluciomnibus.com/hendrix.htm

have you ever been down to electric ladyland?

50 anos do último disco da trilogia básica de jimi hendrix

 

1965: Bob Dylan eletrifica o folk

ladyland

e dylan é o Mississipi

Todos o cantam e tocam e celebram; não tem convívio em torno de violões e fogueiras sem que se entoe a inefável Blowing In The Wind. Influência marcante dos Beatles, disse Paul McCartney, e de toda a plêiade da british invasion taking off .

Pau para toda a obra, quando se retira no basement em Woodstock, estado de Nova York, com The Band (waal... wow... uau...). Até Lay Lady Lay é a estação de Bob Dylan para os milhões nele ligados mundo afora. São seus porta-vozes primus inter pares Peter, Paul and Mary e The Byrds,  Chimes of freedom, Mr. Tambourine Man e My Back Pages inolvidáveis, i.e., perenes como ele.

E qualquer bom grupo pop (Manfred Mann, Mighty Quinn). Fairport Convention o reverenciou com um Se tu doit partir (Va t´en). Outro afluente perene: Wheel's on Fire por Julie Driscoll, Brian Auger and the Trinity.

Hendrix capta, adapta e distribui como poucos o que tem de melhor e faz de All Along The Watchtower zênite de uma curta e grata estação vivida na cauda de cometas como ele. Quando em janeiro de 1965 no estúdio da CBS em Manhattan se desdobra em sessões de gravação de Bringing it all back home está lidando de mãos cheias de uma vez com Subterranean homesick blues, Love Minus Zero/No Limits, It's all over now, baby blue, She belongs to me, Maggie's Farm, Gates of Eden, If you hanna go, go now (Se tu doit partir...), clássicos instantâneos de mão cheia a abrilhantar repertórios de muito boa gente.


capítulo Por dentro e por fora em Londres

de 
de  James Anhanguera

em revoluciomnibus.com/Hendrix.htm

Na capa do Rolling Stone uma espécie de judeu americano de grande cabeleira redonda e encaracolada chamado Alan J. Webberman, que se apresenta como dylanologista e até chafurdou no lixo da casa do bardo, o recluso que desde o acidente de moto em Woodstock parece querer seguir a trilha do despite da mídia de J.D. Salinger, para saber tudo sobre a sua vida, inclusive se se pica, como tanto especulou a imprensa nos seus anos de reclusão, quando se especulou até sobre sua possível morte. A foto de capa interior, porque o Rolling Stone também é diferente no formato, dobrando-se em dois e tendo outra capa e contracapa do tamanho de meia página, é ponto de partida para uma daquelas longuíssimas reportagens em estilo revolucionário em que o semanário underground de Frisco é pródigo e o título já diz tudo, Do we really need a dylanologist to know wich way the wind blows? – em última análise, sim, dylanologistas ou o que for, tudo serve para manter a mitomania a pleno gás. No mínimo mais uma bela novela produzida pelo jornal a partir de um fato concreto, singelo ou estrambólico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1965: Bob Dylan eletrifica o folk

ladyland

 leggendario moderno cantautore folk a leggenda del rock

      dylan é o Mississipi  

O tema último drradeiro central do documentário

N o  D i r e c t i o n  H o m e de Martin Scorsese (2005)

é a eletrificação da folk song e consequente invenção do folk-rock - que em entrevista para o documentário Dylan diz que foi involuntária - pelo bardo de Duluth depois de espetacular arrancada em que se torna a noite para o dia o próprio hino (mito) da tomada da cena musical e política da esquerda estadounidense no campo da folk song da vertente militante cunhada por Woody Guthrie, esse mito fundador, pela nova geração, ELE antes e acima de todos, figura transcendente da história da canção.

Scorsese foca o ULTRAGE que o mito da contestação protagoniza a partir do festival de folk music de Newport em 1965 quando 
H i g h w a y  6 1  R e v i s i t e d 

saía do forno com ele tomado de entusiasmo que se diria juvenil pela revolução que provocou com a gravação do disco com Mike Bloomfield e um toque deluxe de improviso de Al Kooper.

Guitarra elétrica era instrumento por excelência do rock'n'roll, música comercial de forte apelo para a juventude alienada da época. A reação dos bastidores, dominados pelo carismático Pete Seeger, onde se fala até em cortar os fios de amplificação da banda que o acompanhava, chega a arrepiar. Seeger reclama em entrevista para o doc que a "distorção" da voz de Dylan em meio à cacofonia gerada pela banda elétrica amplificada impedia a compreensão das letras. E logo das letras de quem...

A celeuma de Newport 65 foi marco histórico com repercussão por exemplo no Brasil em 1967 com a histórica marcha contra a guitarra elétrica de São Paulo.

Acabou por ser central, pela importância, na carreira de Dylan, que na turnê ao Reino Unido e Irlanda incluída no world tour de 1966, quando reincidia com o duplo LP  B l o n d e  o n  B l o n d e, de norte a sul e leste a oeste é alvo de toda a sorte de insultos e mandado G O  H O M E por sua TRAIÇÃO ao folk raiz como se diria hoje no Brasil.

Além do mais, o jovem bardo com referências "clássicas" tão fortes como Dylan Thomas e forjado no culto a Woody Guthrie e ao canto coletivo pela sociedade igualitária do futuro parecia rendido ao niilismo, inividualismo e o diabo a 4 que, segundo o documentário de Scorsese, estaria implícito em versos como how do you feel to be on your own with no direction home like a complete alone like a rolling stone...

Toques fulcrais na abertura das porteiras que leva direta e imediatamente ao rock. Sem 'n'roll.

Dylan lá rebate uma ou outra vez e ao atacar uma música diz só para os acompanhantes: PLAY IT FUCKING LOUD

 
 

capítulo de 

de James Anhanguera      revoluciomnibus.com/EraUmaVezTerradaDama.htm

Bob Dylan    Tarantula

But next time will be a different day    

and I’ll walk down my road  somewhere  

between the unseen green  

and the jet blank plain  

and I’ll sing my song like a rebel wild  

for it’s what I am and I can’t deny 

but at least I know now not to hurt,

not to push, not to ache and God knows...

not to cry          

Mas da próxima vez será diferente

e seguirei o meu caminho algures

entre o verde imprevisto

e a planura indecifrável

e cantarei a canção como um rebelde selvagem

porque é isso que sou e não posso negar

mas ao menos agora sei   não magoar,

não empurrar, não padecer e sabe Deus...

não chorar           

 

 

 

Droga Loucura e Vagabundagem

 

capítulo de 

 

revoluciomnibus.comEraUmaVagabundagem.htm

ecce dylan

                                    still de Candy Mountain de Robert Frank e Rudy Wurlitzer (1985)

Um coronel líbio chega a Lisboa e Ed e Afonso, que reencontra entre duas idas ‘à Europa’, recebem uma baba que lhes deviam no Página 1, as quais são devidamente rentabilizadas na compra a Júlio da Maianga de um boi excepcional que o irmão rasta, Caleb, regressado de rappel a Luanda, lhe faz chegar às mãos e de que Ed compra 50 gramas a 500 paus, que a custo Ed embala num saco de vomitar de avião sentado num banco do Parque Eduardo VII ao lado de Afonso que já prepara um beise e quando fumam surge do nada um jovem com pinta de frique americano que começa a falar de... Jeeesus Craist! – mais um Jesus Freak. Billy Graham &/ou os Seus Acólitos souberam do comunist uprising in Portugal e trataram de mandar os seus muchachos aos milhares, numoutra invasão de marcianos em Lisboa. Canta acompanhando-se do violão.

- Is that your guiTAR?! Love-ly. Who gave it to ya? – provoca Afonso.

- God gave it to me.

Passa cuspe na seda e pisca a Ed.

- Quem deu? Foi Deus. Fudeu! Dá até para brincar: quem, Deus? (e mirando o jovem ianque:)

- So, if God gave it to ya, why dont’cha give it to me, ‘cause I’m in a terrible need of such a beautiful guitar like yours?! Gimme that!!!

Afonso está aprendendo os primeiros acordes e usa Dylan para o fazer, com as da primeira fase. Mas é fascinado por Self Portrait. Dá os três primeiros acordes e ataca:

- Blue moon, you left me stan... Não, essa não se adequa ao momento.

Muda de atitude. Dá um acorde. Dois. Olhando-se para além do Parque na direção do rio, o sol se pondo nas suas costas, o horizonte tem a cor do Mar da Palha.

 All the tired horses in the sun

 How’m supposed to get any riding done

Dylan, que depois de anos em que parece se camuflar numa nuvem de obscurantismo, e mesmo em fases de reclusão & conversões, longe da cena, dos holofotes, produz com regulariade e frequência de operário braçal e publica entre 1967 e 71 John Wesley Harding, Nashville Skyline, Self Portrait e New Morning, em que a partir das sessões dos estúdios da CBS em Nashville faz digressões no estilo mais tradicional do country and western e country and blues e durante e depois comete ensaios em estilos outros muito variegados, seguidos de antológicos LPs ao vivo e em estúdio com the Band (Before the flood e Planet Waves) e mais uma obra-prima, Blood on the tracks,

 
Sabe-se hoje que nesse período, em que contracena com Johnny Cash, um modelo do padrão classudo do country tradicional, e se empenha ao máximo como
crooner, Dylan está em verdade operando um jogo de máscaras ou de ventriloquismo  em sucessivas tentativas de fugir dos estereótipos a que estava acorrentado de forma em aparência inapelável. O self portrait da capa é de Dylan mas o conteúdo chega a parecer de mentirinha, pela forma a modos que retrô como aborda os clássicos, e como é visto por muito boa gente seu show com the Band no festival de Wight de 1969.




Droga Loucura e Vagabundagem     capítulo de             revoluciomnibus.com/EraUmaVezVAGABUNDAGEM.htm

Com Desire, de 1976, Dylan volta a ser coqueluche e espanta pelo clima tex-mex de quase todo o disco, pelo inesperado tom panfletário de algumas canções sobre a questão racial nos EUA e mais ainda a Ed, tratando-se de quem se trata, pela impensável trivialidade e jovialidade de Mozambique, a folgazar que ‘gostaria de passar um tempo em Moçambique’, onde o céu é azul marinho e ‘todos os casais dançam de rostos colados’ e há ‘uma pá de gatas lindas e tempo de sobra para um bom romance’, ‘vivendo ao lado dela sobre o oceano’ e ‘sussurrando sua emoção secreta’ – ‘mágica numa terra mágica’, que quando chega a hora de partir e ‘dizer adeus à areia e ao mar’, ao ‘dar um giro para um último flash’, ‘vê-se porque é tão unique’ (também rimando como slogan turístico) ‘estar entre gente adorável a viver tão livre’. Moçambique de cartão postal num extraordinário jingle promocional sem efeito, porque nem em sonho delirante alguém se lembraria de passar ‘uma semana ou duas’ que fosse numa linda nação emergente de presente tão negro e futuro tão sombrio.

C A N A D I A N   C O N N E C T I O N

The Last Waltz

Canadian  Connection no Circle Game do rock - ou que lhe pareça - deu ao mesmo forte impulso para a transcendência: The Band, Judy Collins, Tom Paxton, Leonard Cohen, Neil Young, a que em 1970 se junta e passa como um meteoro Melanie Safka (Lay Down e Beautiful People). Óbvio, The Last Waltz, Martin Scorsese. The first & only the Band.

             Woodstock 1965-1967: Albert Grossman, manager; Al Kooper, The Band; The House of Big Pink, Blonde on Blonde,

The Basement Tapes / Bootleg Series Vol. 11
2020



De Woody Guthrie aos 70 o bardo prossegue a carreira mostrando com quem aprendeu a entoar a voz em outros tons em Blue Moon, Lay Lady Lay, New Morning, o grande Sinatra que fora ídolo da juventude WASP dos anos 1940, o maior ídolo juvenil da era do rádio e dos dancing halls, um dos primeiros astronômicos fenômenos da era da reprodutibilidade da cidade elétrica, pequeno-grande predecessor dos Beatles.

Reza uma lenda que ele soltou um lógico que nunca conseguirei cantar como João Gilberto no tempo de Lay Lady Lay e, justamente, Blue Moon, do repertório que está reciclando agora com - para todos os efeitos - seu vozeirão.

 

 


 

.

Bob Dylan essencial

The Frewheelin´ Bob Dylan

The Times They Are A-Changing

Another Side of Bob Dylan

Bringing it all back home

Positively 4th Street

Highway 61 Revisited

Blonde on Blonde

John Wesley Harding 

Planet Waves

Blood on the Tracks

The Basement Tapes

The Bootleg Series

Tarantula

Don´t look back -  D. A. Pennebaker


mito fortíssimo na era dos Beatles

sua linguagem é o despertador da má consciência da juventude, de que é o arauto, confidente e PROFETA

depoimentos e reportagens angelicamente embasados e formatados com flashes e imagens realistas ou metáforas explosivas (Napoleon in rags) em linguagem muito clara e precisa, discurso direto em todos os estilos e tons coloquiais, com obra poética, como assinalado, com raízes profundas na história (em Don´t look back parece estar curtindo uma variante intelectual de back to the roots): balada trovadoresca, música de bar, folk music eletrificada

metáforas, alegorias, T.S. Eliot said that, cita em shows em 1965, alusões a altas escrituras, como no próprio pseudônimo, e entre as quais a Bíblia, as forças culturais (contraculturais) gestadas na agitação febril da década de 1960, de que foi um porta-voz, construindo uma mística em torno de seu nome e do seu comportamento como nenhum outro artista - além dos Beatles em conjunto

é dylanologia pra cachorro

 

beatful people



vomit express e pranaparamitra sutra
Allen Ginsberg e Bob Dylan em mp4: https://www.youtube.com/watch?v=BAzm0eEANMQ


.............Dylan no cottonfield back in the USA 1963



Bob Dylan em tour no Reino Unido em 1965 no documentário de D. A. Pennebaker
com Joan Baez, a quem diz adeus ao encontrar Sara e quando decide dizer adeus à saga de folk singer e chamou Mike Bloomfield, que estourara na Paul Butterfield Blues Band, para compor o set de Highway 61 Revisited.

1965

Como se fosse pouco, Al Kooper veio de brinde e é bom destacar #Al Kooper's improvised organ riff on "Like a Rolling Stone" has been described as "one of the great moments of pop music serendipity"# como em https://en.wikipedia.org/wiki/Highway_61_Revisited. After two albums of lyrically abstract, blues-indebted rock music
.

.  ..


                                                           

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