extroversão
introversão
impertinência embaraço


  Caetano Veloso
  TROPICÁLIA      a Araçá Azul
     1967-1974

         

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TROPICÁLIA


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Gilberto Gil também ditava as suas em depoimentos-entrevistas, mas dizia sobretudo por música, letra e música ou em parcerias históricas com Torquato Neto e José Carlos Capinan. Caetano Veloso escrevia e recitava manifestos. E era o próprio manifesto. Um poço de contradições aparentes.
ABERTURA
a uma visão diferente do FLA X FLU maniqueísta predominante na arte & cultura no Brasil pós-golpe militar de 1964, de bom senso e "bom gosto" na luta contra o arbítrio e as gritantes injustiças sociais, protagonizada em música pelos assim dizer filhos ou sobrinhos de Tom Jobim. como Carlos Lyra, Edu Lobo, Sérgio Ricardo, Chico Buarque, Geraldo Vandré, o pessoal da chamada segunda fase da bossa nova pelos íntimos, imbuídos em passar a "mensagem" e o "protesto". Outro pessoal levava ao pé da letra a palavra-de-ordem de Maiakowski pela qual só existe arte revolucionária com forma revolucionária.

  Caetano Veloso ao jornal Bondinho em 1972, quando lançava o LP Transa, gravado no final da fase de três anos de exílio em Londres, mixado e lançado no Brasil sem ficha técnica, o que enfureceu o diretor musical do disco, não mencionado, Jards Macalé:

          

Em dezembro de 1973 Edu Lobo se apresentou em Lisboa e, acompanhado pela consorte, Wanda Sá, teve um longo bate-papo com James Anhanguera publicado com cortes pela censura do regime ditatorial ainda vigente em Portugal na revista Cinéfilo de 10-16 de janeiro de 1974, em que Edu, afinal um dos protagonistas mas com obra muito acima de FLA X FLUS, narra os embaraços que a fúria tropicalista lhe causara:

                                                                                                                                                           

                 eu queria estar vivo no seio de um país jovem, entre jovens corajosos e criadores

caetano veloso provocação prop

     ANTÔNIO RISÉRIO E ARAÇÁ AZUL

  Antônio Risério aparece em 1973 em trecho de crônica publicada no jornal "O Popular", de Goiânia, reproduzido na coluna de música popular de Júlio Hungria no Jornal do Brasil do Rio de Janeiro  em que pontifica:

  Enquanto artistas que se diziam contestadores produziam dentro de critérios burgueses, aceitos  e consumidos por crítica e público, Caetano rejeitava a idéia de enquadrar seu trabalho em moldes repetitivos. Só uma péssima formação política e um lukacsianismo careta podiam ver alienação no grupo baiano. Ao tempo em que aplaudiam, por exemplo, Jorge Amado, burguesamente acomodado numa literatura reacionária e comercial, essas pessoas agiam como bestas-feras em relação a Caetano. Mais bestas que feras.

           Anhanguera está atento e em linha e a Risério e Maiakovski junta Bertold Brecht:




 
                                                                                                 Cinéfilo, Lisboa, n. 21 - 23 de fevereiro de 1974

     Recôncavo Baiano rodeando a Bahia de Todos os Santos       
útero do Brasil, do samba de roda, do samba. Santo Amaro da
Purificação, no Recôncavo Baiano, deu Assis Valente e Caetano Veloso


                                                                                                          Mapa de Salvador da Bahia  1714



Caetano Veloso pós-exílio em Londres Back in Bahia

Era um rapaz do Recôncavo

que queria ser cineasta e virou cantor

 

 Pai médico, mãe professora de cidadezinha do interior baiano, Gil cresceu em Ituaçu ouvindo Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro irradiados pelo serviço público de alto-falantes, por todo o Brasil, de pequenos municípios a favelas como as do Rio de Janeiro, a Rádio Nacional alternativa para os que não tinham para escutar nem o rádio fanhoso do vizinho.

 A irmã mais nova de Caetano Veloso, chamada Maria Bethânia por conta da música de Capiba, já nasceu sob o signo da canção e mais tarde trepava em árvores da casa de Santo Amaro da Purificação para dar seus shows.

 Caetano também desde pequeno viveu ligado na Rádio Nacional do Rio de Janeiro, que irradiava a música da época de ouro e da época, talvez só de prata ou de bronze. Santo Amaro não é Rimini mas ainda assim pegou a mania de cinema ainda antes de ir para Salvador. Passou a escrever crítica de cinema. Pelos textos de então vê-se o rapaz também ligado em livros e que já manja muito de linguagem literária e cinematográfica e sabe muito bem o que quer.
 Toca violão e começa a cantar. Torna-se cantor meio que por acaso. Queria ser cineasta.
De sintonia em sintonia, em turmas regadas a teoria com Tomzé, Glauber Rocha e Tuzé de Abreu - por aí.
 Conhece de cor e salteado todo o repertório da antiga. Pensa em samba e o conhece do berço, no estilo de suas origens baianas, samba marcado pela percussão de prato e faca ou colher e pelas palmas das mãos. O samba de roda rural que, levado pelas tias baianas para o Rio de Janeiro, deu samba. O crítico pretendente a cineasta, profundo conhecedor das manhas da canção popular brasileira, torna-se crítico musical: Tropicália.
 Transa, de um ano antes da Phono 73, o disco de despedida da sua produção somente triste de London, London e do carnavalesco regresso ao Brasil e a Salvador, é uma súmula da sua longa visita à melancolia e às raízes do tipo navio negreiro de uma ponta a outra da diáspora

but today, but today

I feel a little more blue

than then

...

hey brother

it’s a long, a long, a long

a long way, it’s a long way

It’s the long and winding road

that leads to your door, a long way

os sambas de roda do Recôncavo

os olhos da cobra verde

hoje foi que arreparei

se arreparasse há mais tempo

não amava quem amei

e o reggae enunciado e pronunciado para o Brasil pela primeira vez em Nine Out Of Ten quando Bob Marley e Peter Tosh acabavam de sistematizá-lo na sua feição básica a que depois se chamaria – appunto – roots, raízes.

Livre como um passarinho, após a desconstrução do acervo com Araçá Azul, Caetano remonta o puzzle para a nova etapa, definindo suas prerrogativas estéticas e os dois tipos de sonoridade de base instrumental com que irá nos deslumbrando até a década de 1990 – quase duas décadas.

Jóia e Qualquer Coisa são gêmeos (saíram ao mesmo tempo) mas não univitelinos.

Jóia acústica.

Qualquer Coisa eletroacústica.

As duas faces de Caetano Veloso dos anos 1970 a 1990.

Jóia toda natura. O homem natural. A paisagem natural. A nudez (da pintura da capa censurada, o que fez com que Jóia se tornasse sem querer o álbum branco de Caetano Veloso).

A abrir, em Minha Mulher, com o exímio acompanhamento em dedilhado rendilhado de Gilberto Gil. 

E por acaso – todo o disco tem esse clima de acontecência por acaso, como de resto muitas canções de Gilberto Gil, que acontecem quando e como menos se espera – o lado B de Jóia começa com Pipoca Moderna da Banda de Pífanos de Caruaru, sertão de Pernambuco, da mesma terra de onde vem de consequência Na Asa do Vento, o delicado baião de João do Vale talvez nessa pequena peça no estilo mais por assim dizer bucólico ou por assim dizer silvícola de sua obra. Por uma vez quase sem outro exemplo – não fosse um outro exemplo ser o majestoso Pisa na Fulô.

De banda de pife a João do Vale Caetano vai em estilo leve e solto em seu disco hippie e digamos minimalista, que explana e dispõe as formas para suas futuras canções de voz e violão.

Hippie, pois não. Homens, afazeres triviais de subsistência, sua natureza e a natureza enobrecendo os seres que a contemplam. Hippie ou naturalista. Naturalista ou silvícola. Eu, você e o curumim. E na sequência em Bicho, Um Índio.

hum

tu

tudo

tudo co

tudo comer

tudo comer tu

tudo comer tudo

tudo comer tudo dor

tudo comer tudo dormir

tudo comer tudo dormir tu

tudo comer tudo dormir tudo

tudo comer tudo dormir tudo no

tudo comer tudo dormir tudo no fun

tudo comer tudo dormir tudo no fundo

tudo comer tudo dormir tudo no fundo do

tudo comer tudo dormir tudo no fundo do mar

tudo comer tudo dormir tudo no fundo do

tudo comer tudo dormir tudo no fundo

tudo comer tudo dormir tudo no fun

tudo comer tudo dormir tudo no

tudo comer tudo dormir tudo

tudo comer tudo dormir tu

tudo comer tudo dormir

tudo comer tudo dor

tudo comer tudo

tudo comer tu

tudo comer

tudo co

tudo

 tu
hum

tu

tudo

tudo co

tudo comer

tudo comer tu

tudo comer tudo

tudo comer tudo dor

tudo comer tudo dormir

tudo comer tudo dormir tu

tudo comer tudo dormir tudo

tudo comer tudo dormir tudo no

tudo comer tudo dormir tudo no fun

tudo comer tudo dormir tudo no fundo

tudo comer tudo dormir tudo no fundo do

tudo comer tudo dormir tudo no fundo do mar

tudo comer tudo dormir tudo no fundo do

tudo comer tudo dormir tudo no fundo

tudo comer tudo dormir tudo no fun

tudo comer tudo dormir tudo no

tudo comer tudo dormir tudo

tudo comer tudo dormir tu

tudo comer tudo dormir

tudo comer tudo dor

tudo comer tudo

tudo comer tu

tudo comer

tudo co

tudo

 tu

e  x  p  e  r  i  m  e  n  t  a  l

  caetano veloso de Londres para A flor do mal de O Pasquim 

11 a 18/9/69

Eu agora também vou bem, obrigado. Obrigado a ver outras paisagens, melhores, pelo menos mais clássicas e, de qualquer forma, outras. Alê, alô Realengo, aquele abraço.

4 a 10/12/69

Não verás um Paris como Este

Cremúsculo. O sol, a só, despe de si, digo, despede-se, desce pé ante pele, descalço, dá-se e obe, digo, sob, ou melhor sobre as bandas cremoças das mulheres alfíssimas do hemisfério nhorte. Kolinas sonrisam no horizonte.

(Caetas Serafim Ponte Grande nas Europa)

28/5 a 3/6/70

O mar não está pra peixe, Ferreira Gullar, e a barra está pesada. Aquele seu artigo (hoje talvez tão velho no Brasil e em você que isto aqui não valha uma resposta) era sintomático disso. Você teme o desprezo (?) que a moçada dá ao Martinho da Vila e eu temo seu texto. Seus pontapés não batem em lugar nenhum. Por que você foi embora pra Pasárgada? Tudo isto aqui está uma (*), meu velho, e, como não há mesmo saída imediata o cara começa a dar pontapé em tudo que está por perto: o imperialismo se dá é aqui, Ferreira. O que está longe nossos pés não alcançam: a música brasileira, a arte brasileira, a cultura brasileira, a revolução brasileira em marcha. O povo solidário na sua alegria e na sua esperança, todas essas realidades ideais, fique tranquilo, são realmente inatingíveis pelas nossas patas.

back in London, gravação de Transa

 

Mutantes (1968-1969), Novos Baianos (1972-74), Macalé-Wally Sailormoon (Salomão) (1972-74), Jorge Mautner (1974) e o guitarrista Lanny Gordin em gravações de C. Veloso e G. Gil são boas expressões do clima q também havia por aqui, quando Arembepe ternou-se o símbolo de desbunde (o termo é daqueles anos).
Tropicália, of course – contracultura brasileira: de Oswald de Andrade e a antropofagia a Vicente Celestino -, nela incluindo Teatro Oficina de São Paulo (diretor José Celso Martinez Correia), Glauber Rocha e Hélio Oiticica (artes plásticas), entre outros produtores de várias áreas.

Caetano Veloso não gostava do termo tropicalismo, por implicar com ismos. Tropicália foi nome transplantado por Luís Carlos Barreto da exposiçáo de instalações de Hélio Oiticica no MAM do Rio de Janeiro em 1967 para a cuca dos tropicalistas que batizou o movimento, que em verdade não era movimento de nada: havia de fato uma patota de altíssimo gabarito – Caetano, Gil, Mutantes, Tomzé, Torquato Neto, José Carlos Capinan, Gal Costa - com ela passou com muita força Jards Macalé e o jovem Waly Sailormoon (Salomão), saudado por Gal em Meu nome é Gal (Roberto Carlos-Erasmo Carlos) em 1969 ou Barra 69 - e por extensão Rogério Duprat, Júlio Medaglia e Damiano Cozzella (arranjadores, jovens maestros da área de música de concerto) e Lanny Gordin, guitarrista, filho de um inglês de Hong Kong. A de Lanny parece estória de pirata. Como ele conta, sua lenda parece ter terminado num banho de ácido lisérgico (LSD).
Rogério Duarte também foi citado como entre um lado e outro da linha mas sua piração pode ter sido paranoia por dura de prisão Barra 69, era dos milicos.
Na sequência de tantos momentos épicos na cultura brasileira no século XX – poetas e escritores muito bons, da dimensão de Graciliano Ramos e Guimarães Rosa, as linhas de Niemeyer, Bandeira, João Cabral, hélas! Villa Lobos, Pixinguinha, Brasília, Bossa Nova... a Tropicália acabou por ser – até Caetano Veloso gravar Odara, em 1976, em plena ditadura, dedurado pela oposição ao regime, a esquerda br, no que foi então chamado patrulhamento ideológico – a expressão brasileira do desbunde da contracultura. Eles influenciaram muita gente. Não era só música, canção, mas postura / visão além na vida e na cultura. Como manifesto de pretensões: Tropicália ou Panis et circenses – o latinório errado.
Lá a guerra do Vietnã, aqui ditadura. Tropicália visão crítica bem-humorada (festiva? Sim, nesse plano o mundo era a um tempo muito trágico - a matança africana, a guerra do Biafra, Bangla Desh - e festivo, muita, muita novidade, o homem aluna - e no Brasil. NO Brasil a Tropicália é postura up to date / nova / inovadora / atualizada / sintonizada / antenada com o mundo em matéria de sons e imagens físicas e poéticas.
Dá para vê-la como Versão atualizada do modernismo, iconoclasta e autocrítica.
Uma práxis radical. Tudo somado, porque muito bem tocada o resultado é de longuíssima duração: entre Lanny Gordin e Mutantes eles produziram pop de alto padrão.

    O TURBILHÃO

versão brasileira com tradução simultânea dos bons (e maus) humores de lá de fora e daqui ”do lado de dentro“ (dos muros) como dizia Torquato Neto, que andou frequentando o hospício D. Pedro II, no Engenho de Dentro, Rio de Janeiro.

Contemporânea de fenômenos revolucionários (conquista espacial, satélites de comunicação, desenvolvimento tecnológico – Lunik 9 e Cérebro Eletrônico, de G. Gil –, mal-estar pelo estado de abundância e muita carência, guerra e crescente tecnocracia), no plano interno era reflexo e refletia movimento análogo em outras áreas e artes, no Brasil com a Tropicália uma minoria da juventude gerou uma explosão de alto impacto que se manifestava também em outros campos artísticos, refletindo-se e refletindo as propostas revolucionárias (evolucionárias) de cada uma delas, artes plásticas - ver, para sentir o clima Hélio Oiticica:

cinema (Glauber Rocha e uma plêiade de superoitos superoiteiros e longas que cuspiam e escarravam na narrativa linear, do chamado underground ou undigrudi ou udigrudi – nomes da época - e Teatro Oficina (O Rei da Vela, de Oswald de Andrade). Onda de vanguarda em plena ditadura, contribuiu para o seu imediato recrudescimento (a entrada no período mais duro) com o AI-5 em dezembro de 1968.

Esse mesmo tipo de abordagem da realidade e leitura da vida era feito no pop-rock e vertentes musicais populares em todos os quadrantes. Zappa faz relato detalhado, etapa após etapa, é o cronista sardônico tipo Crumb e Shelton do pesadelo do sonho americano. Toda a canção da época, do hemisfério norte ao sul, foi crônica daqueles dias – nego metia o bedelho em tudo, relatava, alertava, comentava e opinava. O curioso é que em nenhum outro lugar houve ao mesmo tempo tantos postulados teóricos, políticos (e de costumes) e existenciais, em música, em catadupa, aplicados à vestimenta e à vestimenta musical: as guitarras distorcidas e estridentes de Sérgio Batista (Mutantes) e Lanny Gordin, ins-pirados nos ases nascentes da guitarra, de Clapton a Hendrix, seus mestres, quase assumiam dimensão política. Gilberto Gil, que segundo Caetano Veloso (Verdade Tropical, 1997), ao tomar contato com Jimi Hendrix se rende incondicionalmente ao brinquedo, participou numa passeata contra a guitarra elétrica um ano antes de a adotar para sempre. Primavam, como os congêneres do Hemisfério Norte, pelo fora do comum e pela informalidade.

Há de início recados políticos explícitos, como Soy loco por ti, América e críticas ao estilo de vida moderno (Ele falava nisso todo dia, Gilberto Gil). Nas vésperas do AI-5, vestido de roupas hipermodernas, plastificadas, injuriado com a eliminação de um festival de concurso de Questão de Ordem, apresentada por G. Gil com os Mutantes, à frente do mesmo trio Caetano Veloso usou a apresentação de uma criação sua inspirada em pichação do Maio de 68 em Paris (É proibido proibir) para botar discurso inflamado contra o quadradismo, a caretice estética e o gosto padrão, fosse qual fosse, dado, orientado, imposto, estatuído, estabelecido - crítica de cultura e da civilização e grito pela abertura da mente a outras esferas de visão e raciocínio. Como lá fora.

O laboratório experimental de ideias e de sons, colhidos das ou sugeridos pelas mais variadas fontes – Gil chegou a exibir seu instrumental de sacadas dos anos em que trabalhou no departamento de publicidade e marketing de uma multinacional de produtos de higiene corporal – expunha permanentemente questões de ordem estética, reflexões sobre o gosto padrão dominante no Brasil (brega: Coração Materno, de Vicente Celestino e outros momentos como Mamãe não chore, Caetano-Torquato Neto) ou o descompasso entre o tempo das sofisticadas dissonâncias da bossa nova e o das estridências da guitarra – porque ”as notas dissonantes se integraram ao som dos imbecis“, “chega de saudade” (Saudosismo, C. Veloso) e desfecha guitarrada a fechar.

Desbunde e deboche: em Objeto Semi-Identificado, de G. Gil e Rogério Duarte com o maestro R. Duprat: “eu gosto mesmo é de comer com coentro uma moqueca, uma salada, cultura, feijoada, lucidez, loucura” (...) “a cultura, a civilização só me interessam enquanto sirvam de alimento, enquanto sarro, prato suculento (...), informação”. 

O modernismo atacou da mesma forma iconoclasta o beletrismo e uma visão limitada e opressora / colonizada da identidade nacional.

Tropicalismo é uma forma antropofágica de relação com a cultura. Devoramos a cultura que nos foi dada para exprimirmos nossos valores culturais. Não tem nada a ver com as doces modinhas nem surgiu para promover o xarope Bromil. A estrutura desse programa se assemelha ao ritual de purificação e modificação e utiliza para isso as formas mais fortes de comunicação de massa tais como missa, carnaval, dramalhão, candomblé, teatro, cinema, sessão espírita, poesia popular, Chacrinha, inauguração, discurso, demagogia, sermão, orações, ufanismo, revolução, transplante, saudosismo, regionalismo, bossa nova, americanismo, turismo, getulismo. Torquato Neto e José Carlos Capinan - Vida, Paixão e Banana do Tropicalismo 1967-1968 - programa de TV


Para uma contra cultura da usura
TROPICÁLIA TRIPS CÁLIDOS NO PAÍS DOS MUTANTES

Nós por exemplo - Salvador, Teatro Vila Velha, 1964: Gal Costa, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tomzé

Arena conta Bahia - Sâo Paulo, 1965, direção: Augusto Boal, Gal Costa, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil

No ano de 1967 Gil começa a trilhar novos caminhos. O fenômeno da contra cultura, o psicodelismo e o som dos Beatles agitam o mundo e o levam a repensar o seu trabalho musical.

as guitarras distorcidas e estridentes de Sérgio Batista (Mutantes) e Lanny Gordin, ins-pirados nos ases nascentes da guitarra, de Clapton a Hendrix, seus mestres, quase assumiam dimensão política. Gilberto Gil, que segundo Caetano Veloso (Verdade Tropical, 1997), ao tomar contato com Jimi Hendrix se rende incondicionalmente ao brinquedo, participou numa passeata contra a guitarra elétrica um ano antes de a adotar para sempre. Primavam, como os congêneres do Hemisfério Norte, pelo fora do comum e pela informalidade.

Assumem o subdesenvolvimento brasileiro, aproveitam elementos estrangeiros e reinterpretam-nos segundo uma ótica antropofágica (...) adotam uma atitude de questionamento de costumes e comportamentos que ultrapassam a própria música.

Gilberto Gil viu sua prisão de dois meses em 1968 / 1969 como uma sanção ao meu pensamento, à minha atitude, era uma coisa toda contra os limites de expressão da minha condição psíquica.

Há de início recados políticos explícitos, como Soy loco por ti, América e críticas ao estilo de vida moderno (Ele falava nisso todo dia, Gilberto Gil). Nas vésperas do AI-5, vestido de roupas hipermodernas, plastificadas, injuriado com a eliminação de um festival de concurso de Questão de Ordem, apresentada por G. Gil com os Mutantes, à frente do mesmo trio Caetano Veloso usou a apresentação de uma criação sua inspirada em pichação do Maio de 68 em Paris (É proibido proibir) para botar discurso inflamado contra o quadradismo, a caretice estética e o gosto padrão, fosse qual fosse, dado, orientado, imposto, estatuído, estabelecido - crítica de cultura e da civilização e grito pela abertura da mente a outras esferas de visão e raciocínio. Como lá fora.

Se vocês forem em política tão bons como são em estética, estamos fritos - ofegante Caetano no palco do Tuca.

CONTRACULTURA TROPICÁLIA

É proibido proibir        C'est interdit d'interdire

vai além dos males políticos e prospecta a razão desses males, quase que só por impulso mas por manha já

CONTRACULTURA

E A MANHÃ TROPICAL SE INICIA

TROPICÁLIA

indignado com a eliminação da peça concorrente no festival de G. Gil, uma Questão de Ordem, Caetano Veloso banca um comício contra o quadradismo, a caretice estética, uma crítica ao gosto padrão das elite e o do público médio, seja qual for, dado, imposto, estatuído, orientado, crítica de cultura e civilização para um outro lugar

o modernismo atacou da mesma forma o beletrismo e a visão equivocada colonizada opressora da identidade nacional. Numa fase posterior Oswald de Andrade, o blagueur, foi militante do PCB, a que renunciou acusando pesado o estalinismo nomeadamente do dedo-duro Jorge Amado, quando passou a postular contra o patriarcalismo.

Odara despoletou o polícia que todos temos na cabeça e a sanha das patrulhas ideológicas, hoje no poder ou pouco + ou - . Provocação q é bom neca.Esse mesmo tipo de abordagem da realidade e leitura da vida tinha de montão no pop-rock e vertentes musicais populares em todos os quadrantes. Curioso é que em nenhum teve ao mesmo tempo - e bem vistas as coisas em permanência - a colocação de um postulado teórico aplicado em letra e música e na vestimenta musical, e vestimenta pessoal, as guitarras retorcidas de Sérgio Dias Batista e Lanny Gordin, estudo aplicado dos ases da guitarra em parada, de Clapton a Hendrix - e a guitarra era a bandeira de uma outra dimensão, se quiser, política.

South America is my name, world is my name, my size


    Da  Inútil Paisagem  do moderno Tom Jobim à  Paisagem Útil  do “pós-moderno”
Caetano Veloso
em elegia hiperreal ao Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro

Inutil Paisagem

Mas pra que, pra que tanto céu
Pra que tanto mar, pra que
De que serve esta onda que quebra
E o vento da tarde
De que serve a tarde
Inútil paisagem

Pode ser que não venhas mais
Que não voltes nunca mais
De que servem as flores que nascem
Pelo caminho
Se o meu caminho
Sozinho é nada, é nada, é nada

Aloysio de Oliveira / Antonio Carlos Jobim











Paisagem Útil

Olhos abertos em vento
Sobre o espaço do Aterro
Sobre o espaço sobre o mar
O mar vai longe do Flamengo
O céu vai longe e suspenso
Em mastros firmes e lentos

Frio palmeiral de cimento
O céu vai longe do Outeiro
O céu vai longe da Glória
O céu vai longe suspenso
Em luzes de luas mortas
Luzes de uma nova aurora
Que mantém a grama nova

E o dia sempre nascendo
Quem vai ao cinema
Quem vai ao teatro
Quem vai ao trabalho
Quem vai descansar
Quem canta, quem canta
Quem pensa na vida
Quem olha a avenida
Quem espera voltar


Os automóveis parecem voar
Mas já se acende e flutua
No alto do céu uma lua
Oval, vermelha e azul
No alto do céu do Rio
Uma lua oval da Esso
Comove e ilumina o beijo
Dos pobres tristes felizes
Corações amantes do nosso Brasil

Caetano Veloso


Gal Costa, Guilherme Araujo, Gilberto Gil e nariz de Dominguinhos em filme de Fernando Assis Pacheco em Cannes, MIDEM, 1973

    Guilherme Araujo: impulso e apoio básico e transcendental no sob e desce da polêmica


https://www.youtube.com/watch?v=tLuzTt0V928&t=415s


MÚSICA DO BRASIL DE CABO A RABO

fontes bibliográficas e obras de consulta

    ciberzine http://revoluciomnibus.com/LOGO.jpg& narrativas de james anhanguera
http://revoluciomnibus.com/Música%20do%20BR%20I%20Indice%20H.htm

A Divina Comédia dos Mutantes – Carlos Calado, São Paulo, Editora 34, 1994
Anos 70 Novos e Baianos – Luiz Galvão, São Paulo, Editora 34, 1997
Balanço da Bossa & Outras Bossas Augusto de Campos, São Paulo, Editora Perspectiva, 5ª ed., 1993
Balanço da Bossa Nova – Júlio Medaglia in Balanço da Bossa & Outras Bossas – Augusto de Campos, São Paulo, Editora Perspectiva, 5ª ed., 1993
Caetano Veloso – Esse Cara – Héber Fonseca, Rio de Janeiro, Editora Revan
Caetano – Por Que Não? – Gilda Korff Diegues e Ivo Lucchesi, Rio de Janeiro, Editora Leviatã Publicações, 1996
Caetano Veloso – Un Cantautore Contromano – Marco Molendini, Roma, Stampa Alternativa, 1994
Corações Futuristas – notas sobre música popular brasileiraJames Anhanguera , Lisboa, A Regra do Jogo, Edições, 1978
Contracomunicação – Décio Pignatari , São Paulo, Editora Perspectiva, 1971
De Como a MPB Perdeu a Direção e Continuou na Vanguarda –Gilberto Mendes, in Balanço da Bossa & Outras Bossas Augusto de Campos, São Paulo, Editora Perspectiva, 5ª ed., 1993
Fragmentos de Brilhante – colagens de belezas & tristezas do Brasil e da MPB – James Anhanguera, Lisboa, edição do autor/Pau Brasil, 1979
Geração em Transe – Memórias do Tempo do Tropicalismo – Luís Carlos Maciel
Música Popular Brasileira José Eduardo Homem de Mello, São Paulo, Editora Melhoramentos/Edusp, 1976
O Palco de Gilberto Gil – A Invenção dos Espaços –   Gilda Korff Diegues e Ivo Lucchesi, Rio de Janeiro, Editora Revan
Os Últimos Dias de Paupéria (Do Lado de Dentro)Torquato Neto, Editora Max Limonad, 2ª ed. revista e ampliada, Rio de Janeiro, 1982
Tropicália – Alegoria, Alegria – Celso Favaretto, São Paulo, Kairos, 1979
Caetano Veloso - textos, notas, estudos de Paulo Franchetti e Alcyr Pécora, Literatura Comentada, Abril Educação, São Paulo, 1981
Gilberto Gil - textos, notas, estudos de Fred de Góes, Literatura Comentada, Abril Educação, São Paulo, 1982


O último carnaval da Caetanave do Trio Tapajós em Salvador da Bahia 1989


Música  do Brasil de Cabo a Rabo é um livro com a súmula de 40 anos de estudos de James Anhanguera no Brasil e na América do Sul, Europa e África. Mas é também um projeto multimídia baseado na montagem de um banco de dados com links para múltiplos domínios com o melhor conteúdo sobre o tema e bossas mais novas e afins. Aguarde. E de quebra informe-se sobre o conteúdo e leia trechos do livro Música do Brasil de Cabo a Rabo, compilado a partir do banco de dados de James Anhanguera.

MÚSICA DO BRASIL DE CABO A  RABO

Você já deve ter visto, lido ou ouvido falar de muita história da música brasileira da capo  a coda, mas nunca viu, leu ou ouviu falar de uma como esta. Todas as histórias limitam-se à matéria e ao universo musical estrito em que se originam, quando se sabe que música se origina e fala de tudo. Por que não falar de tudo o que a influenciade que ela fala sobretudo quando a música  popular brasileira tem sido quase sempre um dos melhores veículos de informação no  Brasil? Sem se limitar a dicas sobre formas musicais, biografia dos criadores  e títulos de   maior destaque. Revolvendo todo o terreno em que germinou, o seu mundo e o mundo do  seu tempo, a cada tempo, como fenômeno que ultrapassa - e como - o fato musical em si. 

Destacando sua moldura
      
nessa janela sozinho olhar a cidade me acalma

dando-lhe enquadramento
           
estrela vulgar a vagar, rio e também posso chorar

... histórico, social, cultural e pessoal.
  Esta é também a história de um aprendizado e vivência pessoal.

De um trabalho que começou há mais de meio século por mera paixão infanto-juvenil, tornou- se matéria de estudo
e reflexão quando no exterior, qual Gonçalves Dias, o assunto era um meio de estar perto e conhecer melhor a própria
terra distante e por isso até mais
atraente. E que como começou continuou focado em cada detalhe por paixão.
                                                                               
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MÚSICA DO BRASIL  DE  CABO A RABO
MÚSICA DO BRASIL
 
DE  CABO A RABO

                                                   ÍNDICE DOS CAPÍTULOS 
capítulos, seções de capítulos com trechos acessíveis a partir dos títulos, em azul DeLink


     O LIVRO DA SELVA

    Productos Tropicaes E Abertura em Tom Menor

    1. O BRASIL COLONIZADO
        raízes & influências Colônia e Império
 
  

       1. A  Um Índio   1. B Pai Grande    1.C  Um Fado 

       2. TUPY NOT TUPY formação de ritmos e estilos urbanos suburbanos e rurais
                                                Rio sec. 19-sec. 20 - Das senzalas às escolas de samba

    Os Cantores Do Rádio   ESTreLa SoBE 

  CARMEN MIRANDA DE CABO A RABO

  fenômeno da cultura de massa do século XX                  

  4. BOSSA NOVA do Brasil ao mundo

    Antonio-Carlos-Jobim-Tom-Jobim .html 

5. BOSSA MAIS NOVA o Brasil no mundo  

6. TROPICALIA TRIPS CÁLIDOS    e a manhã tropical se inicia


Detalhe de cenário de Rubens Gershman para montagem de Roda Viva, Teatro Oficina, 1967

 O LIVRO DE PEDRA

  PARA LENNON & McCARTNEY 
  VIDA DE ARTISTA crise e preconceito = inguinorãça

  CAETANO VELOSO

  CENSURA: não tem discussão. Não            
 
POE SIA E MÚSICA POPULAR BRASILEIRA
 
Milton Nascimento
 
O SOM É MINAS: OS MIL TONS DO PLANETA    
  MARIA TRÊS FILHOS

  (SEMPRE) NOVOS BAIANOS        
  NORDESTONTEM NORDESTHOJE

 
RIO &TAMBÉM POSSO CHORAR  
      Gal Costa Jards Macalé Waly Sailormoon Torquato Neto  Lanny Maria Bethânia
  FILHOS DE HEITOR VILLA-LOBOS
 
INSTRUMENTISTAS & INSTRUMENTAL Sax Terror     
  SAMBA(S)
BLEQUE RIO UM OUTRO SAMBA DE BREQUE        
  FEMININA

  MULHERES & HOMENS NO EXÍLIO o bêbado exilado & a liberdade equilibrista

  ANGOLA          
  ROCK MADE IN BRAZIL ou
 Quando a rapeize solta a franga

  LIRA PAULISTANA            
  CULTURA DA BROA DE MILHO

  LAMBADA  BREGANEJO AXÉ E SAMBAGODE
 
RIO FUNK HIP SAMPA HOP E DÁ-LE MANGUE BITE RAPEMBOLADA
  DRUM’N’BOWSSA            
  CHORO SEMPRE CHORO     
  INSTRUMENTISTAS
 & INSTRUMENTAL II   SAX TERROR  NA NOVA ERA
  ECOS E REVERBERAÇÕES DO SÉCULO DAS CANÇÕES
  
  DE PELO TELEFONE A PELA INTERNET

   MÚSICA DO BRASIL em  A triste e bela saga dos brasilianos
  
MÚSICA DO BRASIL  em ERA UMA VEZ A REVOLUÇÃO      



 


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MAPA DA MINA MAPPA DELLA MINIERA

meio século
de psicodelia
e bossa nona

bossa nova
The Beat
Goes ON

a fome
no mundo e
os canibais


as ditas
moles e as
ditaduras


Brasil de
Caminha a
Lula da
Silva

Brasil
a bossa e a
boçalidade

Miconésia
no Pindaibal

Brasil e
A
mer ica
Latina

  contracultura









história
do uso das
drogas

aldous
huxley

henry david
thoreau

ERA UMA VEZ
A
REVOLUÇÃO


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Estação Oriente

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dos brasilianos

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Deus e o
Diabo na Terra
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Música do
Brasil de Cabo
a Rabo

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revoluciomnibus.com - ciberzine & narrativas ©james anhanguera 2008-2024 créditos autorais: Era Uma Vez a Revolução, fotos de James Anhanguera; bairro La Victoria, Santiago do Chile, 1993 ... A triste e bela saga dos brasilianos, Falcão/Barilla: FotoReporters 81(Guerin Sportivo, Bolonha, 1982); Zico: Guerin Sportivo, Bolonha, 1982; Falcão Zico, Sócrates, Cerezo, Júnior e seleção brasileira de 1982: Guerin Sportivo, Bolonha, 1982; Falcão e Edinho: Briguglio, Guerin Sportivo, Bolonha, 1982; Falcão e Antognoni: FotoReporters 81, Guerin Sportivo, Bolonha, 1981.


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