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MÚSICA DO BRASIL DE CABO A RABO

     em

Rumo à Estação Oriente

James Anhanguera  

MUSAK DO BONDE ELÉTRICO DO SÉCULO XXI 

travelog

 

 

    TOM JOBIM

Antônio Carlos Jobim

 

 

INÚTIL PAISAGEM

drum’n’bossa

avant l’être   

      1999

TOM JOBIM

 

    ciberzine   & narrativas de james anhanguera

 

INÚTIL PAISAGEM

Rio de Tom Arpoador

 

drum’n’bossa

avant l’être   

      1999

Inopinada-inadvertidamente lanço sobre seu choro:

- Em dezembro de 94 vivi um dos dias mais tristes e belos de minha vida, quando Tom Jobim morreu. Passei todo o dia escrevendo sobre ele. À noite, depois da janta, fiquei tomando vinho e assistindo televisão. Foi uma das noites mais agradáveis que passei en solitaire. Fumava, bebia e via um programa atrás do outro com o falecido, o mesmo é dizer, ouvindo e revendo um dos personagens mais surpreendentes que conheci, na singeleza e profundidade e no humor mordaz porém sutil do discurso, de que quase sempre parecia não se poder reconstituir um período que fosse com sentido lógico, coerente, mas que era incrivelmente articulado e lógico como a sua música, uma das mais sensíveis e belas, expressão absoluta da terra em que vivia, do que tive maior consciência pelas peças de câmara quando voltei, olhando das janelas ‘o Corcovado, o Redentor, que lindo’...

- E AÍÍÍ - engato soluço em uivo, descontrolado -, o último programa acabado, mais uma garrafa de vinho aberta - o meu vinho corrente lá nessa época eram uns Bairradas baratuchos que davam pra curtir -, a luz apagada, como prefiro ouvir música, e a impressionista então tem um efeito bárbaro, Saudade do Brasil em alto volume, duas da manhã, inesperadamente desato a chorar como um perdido, como chorara a meio da tarde enquanto descava o obituário do maestro. Para  minha  surpresa, porque  ele  mesmo  se  queixava da falta de apego dos brasileiros a seus ídolos, sua morte provocou grande comoção entre o que restava da classe média e alta locais após década e meia de crise, e nos dias seguintes foi um barato ouvir música de Antônio Carlos Jobim irradiada das casas da Zona Sul, que cantou melhor que ninguém.

     Meu choro seco é tão convulsivo que o outro dispara, atônito e em tom de escárnio:

- Ele há cada maluco! Então eu dou-te a notícia da morte da minha irmã e tu choras pela morte do Tom Jobim?!

...

- Pois é... nem eu sei porque choro, na verdade... - refreio as convulsões. O toque faz-me estacar e cair um pouco em mim e no senso do ridículo daquilo tudo. É simples: o que não posso chorar por ela é transferido a Tom, mas é talvez por mim e pela minha vida que choro - reatando na mesma toada:

      - Foi o que eu vi então, que não era só Tom, ou talvez fosse a sua essência, da sua obra, de que só me apercebi em pleno nessa manhã, ao ouvir a notícia de sua morte em Nova York, aos 67, quase a mesma idade do companheiro Vinícius, e só me apercebi também de como é que eles se entrosavam tão bem em Roma, numa roda de amigos, a entrevistá-lo - ou a tentar entrevistá-lo, porque em princípio ele não respondia com objetividade a nenhuma pergunta - pela primeira e única vez, e ele passou a tarde tomando Armagnac. O Rio perde o seu Cole Porter...

 

 DAS CITAÇÕES E GLOSAÇÕES E INFLUÊNCIAS E REFERÊNCIAS E TRANSPARÊNCIAS SEM FIM

 

       Porter... nada a ver? Alguma coisa, sim: ambos compunham letra e música, embora Porter sempre sem parceiros. Se bem que no caso da parceria com Newton Mendonça nem se saiba muito bem quem fazia o quê. Certo; o universo de um e de outro nada tem a ver e fala-se até da singeleza, extrema simplicidade ou simplismo de algumas das de Tom... Mas o que dizer de Águas de Março – só um exemplo. Depois em tudo se pode encontrar analogias, mesmo entre eles. O papo musical de Porter com o piano em Everytime We Say Goodbye, quando ele, a propósito do revés no caso amoroso, diz e faz em música a passagem from major to minor e o de Tom com Newton Mendonça em Samba de Uma Nota Só. Nada a ver com plágios, mas glosa, glosação - o passeio na escala de Tom no início de Dindi, com Aloísio de Oliveira o ex-band leader de Carmen Miranda que vivera já mais de vinte anos na América de Cole, Porter - , é o mesmo de Love For Sale, embora com andamento diferente. Matita Perê glosa quatro compassos de cellos do balé em dois atos Daphnes et Chloé, de Maurice Ravel.

       Paráfrase ou mote para variações são mais comuns que a aurora ou do que se enuncia em títulos de obras alusivas a outras. Se ser poeta é retomar os mestres, Tom, maestro e etimólogo das sutilezas, é a quintessência do artista moderno, face à infinitude e ao imprevisto e rodeado de déjà vu, que tudo que vê e pressente cita e recita em variedade e variações. Com graça. Lá está: prógono e epígono. De Heitor Villa-Lobos nem se fale - ou só como exemplo dê-se a citação do próprio filho Paulo da Valsa da Dor em Valse; Saudades do Brasil, do Milhaud de Le Boeuf Sur Le Toît, que já no título remete ao impulso primal da obra, um mosaico de reminiscências da música do Brasil, onde atuou no imediato pós-I Guerra Mundial como assessor cultural do poeta diplomado e diplomata Paul Claudel; o decalque de Desafinado sobre o Prelúdio N° 4 de Chopin e ele que de uma costela nordestina dizia que seu sobrenome provém do francês Jouvin - juvan -  segundo Clara Sverner acicatado a propósito sorria e diagonalizava: ... pois é... veja você, Chopim, Jobim... Where have you been mister Bim, where have you been, Jo? Jobeen. Enfim, e por último mas não de somenos, tem lá também um toque de Mambo Carmel do Errol Garner em O Morro Não Tem Vez, composto oito anos depois do LP Concert By The Sea... Mais explícito, Só Danço Samba ou em inglês Jazz Samba: a harmonia da primeira parte roda sobre os trilhos de Take The A Train e a da segunda parte reprisa com sutileza a de Satin Doll.

 

    Ele é comumente associado pelos peritos brasileiros sobretudo a George Gershwin, talvez por lá ter feito sua versão de ouro de Fascinating Rhythm e talvez por entre outras mais no trecho de since a brazilian has danced with you le pas de deux do where have you been, mister Bim citar a melodia do segundo movimento de An American in Paris, sendo a sua Chansong Um Brasileiro em Nova York. Mas o próprio estilo dos recitativos introdutórios das suas peças, em que glosa as introduções cantadas (ou verses) dos clássicos das operetas da Broadway e dos musicais de Hollywood (e o de Dindi, por exemplo) não soa tão associável ao tom por assim dizer clássico das operetas-mães gershwiniano e sim ao da por assim dizer lounge music coleporteriana. 

                     

          A cidade de Tom é como um paraíso sobre o mar tropical e pouco ou nada tem de cosmopolita. A vida de Tom - ou o que dela se reflete nas canções - não é la grand vie de Porter. Associam-se talvez no labor e no mais que evidente prazer do labor de elaboração na manufatura das músicas e letras das canções (em que não pese a transparente ligeireza das letras de Wave e Outra Vez, por outro lado as de Corcovado e Fotografia não deveriam ser tomadas com ligeireza nem por aparência). Por outro lado, passe a expressão em Sinfonia da Alvorada ou do Rio de Janeiro, e ainda que se desconte que só deixou de orquestrar por preguiça, mesmo em suas peças de mais longa duração Tom evitou sempre que pôde o sinfonismo clássico, romântico ou moderno - Pra que fazer um mau Ravel se pode fazer um ótimo Jobim?

 

  DAS CITAÇÕES E GLOSAÇÕES E INFLUÊNCIAS E REFERÊNCIAS E TRANSPARÊNCIAS SEM FIM

 

         Cole Porter descreveu Nova York da porta do Waldorf para dentro. Jobim, o Rio dos olhos e ouvidos para fora. Nenhum compositor traduziu tão bem aquele setor da minha cidade, a Zona Sul, nas mais ínfimas cambiantes tímbricas de cor e som, paisagem, vento, clima, pessoas. A parte da cidade em que moro e, por curiosa coincidência, ou talvez não, a apenas 300 metros em linha reta da casa que ele construiu no alto de um declive, o Cristo Redentor à esquerda, quase sobre ela, e ela sobre o Jardim Botânico mais as suas filas de palmeiras imperiais, em primeiro plano, depois a Lagoa, o Leblon e o mar ao fundo - lá do alto, longe dos cheiros e ruídos, uma casa em estilo europeu de montanha, uma vista deslumbrante do que não deixa de ser, não importa o que lhe façam, um paraíso tropical. No meio da floresta da Tijuca, no seu polígono de coleta de sons, cores, vibrações da cidade, horto botânico, sinto que sua música é como um fio invisível a dar continuidade à minha vida do berço à beira da cova em que me encontro, do primeiro pio de pássaro ao amanhecer, quando, para quem não vê o nascente - e ele também o entrevia atrás do Corcovado -, ainda está tudo escuro, ao perfume das orquídeas e os rosas, vermelhos, lilases e bordôs dos jequitibás e flamboyants, hibiscus, quaresmeiras, espirradeiras e acácias brancas e rubras. Ali, no Alto Leblon, no dia da sua morte descobri que voltei para viver o Rio de Tom e o que ele ainda tem de paraíso terreal, como ele o vivia e transcrevia em canções e peças de câmara. Um Rio de amor que, com ele, poderia para sempre se perder.

- Tudo bem, tudo bem - tenta cortar Afonso, que por todo o discurso mantém-se majestático com o copinho numa mão e a cônica entre a outra e a boca.

- Terra Brasilis. Saudade do Brasil. Música radiante. Como os seus dias mais bonitos. Descobri ali e então a razão da minha insana ânsia de voltar nos 20 anos em que vivi na Europa e calcorreei Lisboa, Paris e Roma também a cantar ‘num fim de semana em Copacabana, andar pela praia até o Leblon’. Estupidamente, talvez, nunca corri apenas atrás de dinheiro, e no meu caso, que não sou nenhum Tom Jobim, o apelo da terra pode ter sido fatal.

Estende-me o braço com uma nota enrolada para cheirar mais uma. Inspiro coca e ranho.

- Vivo aliás há muito tempo pensando nisso, que talvez quem acaba por não voltar ao ponto de partida fica como o personagem de Orson Welles catando lembranças e quimeras num pesa-papéis de bola de vidro e neve. E quem volta depois de muito tempo é para descobrir que também já não é só dali, quando ainda o é, ainda que só um pouco, o de-sen-rai-zamento... Lembras-te daquela cançãozinha que fiz? Samambaias verdes, de todos os matizes dos verdes... Samambaias azuis, de todos os matisses dos blues... Voltei afinal a um Rio já inexistente, uma cidade dramaticamente implantada no meio de uma floresta tropical que a cada dia lhe tira mais uma, dezenas de árvores e deixa-se de ter mais uma panorâmica da sua natureza exuberante, tapada por um novo prédio de dimensões absurdas e, pior, formas horrendas, porque além do mais os empreiteiros parecem determinados a não fazer nada que preste, em termos arquitetônicos, para já nem falar em paisagismo. Mas em que, por muito que a tenham destruído e a destruam ainda, e tenham acabado com o proverbial bom humor do carioca, de que ele, Tom, era um dos melhores exemplos, a natureza é tão forte que muita coisa permanece igual. Pode-se ainda sentir uma réstia do habitat da primeira manhã do mundo naquele cenário único, muito embora suas praias e florestas estejam de tal modo sujas que é até perigoso tomar banho nelas...

- Pois é, estava até para te perguntar porque estás tão pálido, em novembro, já não se vai à praia lá? - interpõe-se de gozação a minha contraparte em break, a que de jato ponho fim, retomando a chorus line...

      - ... o Rio saiu de Tom, cantava dez anos antes Macalé. Mas de lá de trás do Jardim Botânico ou mesmo de frente para o mar ainda dá para sentir o significado de cada nota, cada acorde, dissonância e consonância, timbres e expressões vocais do maestro, um Pelé em música, qual Villa-Lobos reencarnado no fin-de-siècle. Um dos arquétipos do fim do século XX.

    O monólogo pára aqui, porque esse é o tempo a ele concedido nessa madrugada, e de maiores intimidades, com a azáfama do cotidiano, não reza a crônica atual nem entre casais.

 

 

agora eu já sei da onda que se ergueu no mar

 

 

...

 

 

Rio no Tom

       Mas se pudesse, e se fosse o caso, o monólogo do regresso prosseguiria em coda:

       Volta-se 18 anos depois e o nosso dizendo a quem me apresentasse:

    - Temos de dar a maior força aqui ao rapaz porque tem a coragem de voltar quando todo mundo está é indo embora.

       E eu ria... Melhor fora que embalasse para o Galeão no caminho de volta a Roma, onde até que estava numa boa! Passa-se o tempo e o mais das vezes me vendo, marmanjão, fazendo favores a péssimos candidatos a políticos... a qualquer coisa, porque o que importa é a carreira, e não importa qual, etc., já que - emendando Auden - o problema talvez não fosse e ainda seja o político tentando pôr a vida dos outros na ordem mas o de querer se dar bem pondo os outros na dele. E eu sempre à caça de uma oportunidade de explorar alternativas...  Mas  como  -  sem capital inicial, ele circulando cada vez menos e o pessoal cada vez mais desmotivado vasando pra Portugal, Paris, Tóquio, Glendale, o diabo a oito. Enfim, onze anos depois, chego à conclusão de como é duro viver muuuito longe do ‘Primeiro Mundo’, sem salário ‘em dólar’, num planeta periférico hoje chamado ‘países emergentes’ em que até o exotismo perdeu a graça, é só sinônimo de miséria que leva à rápida degradação e à perda de dentes. Escafedeu-se. O Rio da doçura tá um fel e me pergunto: voltei pra quê? Só pra ver bananeiras?!

Reencontro houve, mas por assim dizer estéril, num diálogo íntimo entre mim e eu mesmo - a terra. E quase só. Num quadro de progressiva agudização da crise econômica, subproletariza-se, trava-se contato com as piores cachaças do ramo, a vida transformando-se num daqueles sambinhas bem ordinários pelos melodramas que contam.

 

 

 

 

 

 

 

                MÚSICA DO BRASIL DE CABO A RABO

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 Música  do Brasil de Cabo a Rabo é um livro com a súmula de 40 anos de estudos de James Anhanguera no Brasil e na América do Sul, Europa e África. Mas é também um projeto multimídia baseado na montagem de um banco de dados com links para múltiplos domínios com o melhor conteúdo sobre o tema e bossas mais novas e afins. Aguarde. E de quebra informe-se sobre o conteúdo e leia trechos do livro Música do Brasil de Cabo a Rabo, compilado a partir do banco de dados de James Anhanguera.

         

          CORAÇÕES FUTURISTAS nunc et semper  AQUI  

 

   Você já deve ter visto, lido ou ouvido falar de muita história da música brasileira da capo  a coda, mas nunca viu, leu ou ouviu falar de uma como esta

  Música  do Brasil de Cabo a Rabo

   Todas as histórias limitam-se à matéria e ao universo musical estrito em que se originam, quando se sabe que música se origina e fala de tudo.

   Por que não falar de tudo o que a influencia e de que ela fala sobretudo quando a música popular brasileira tem sido quase sempre um dos melhores veículos de informação no Brasil? Sem se limitar a dicas sobre formas musicais, biografia dos criadores  e títulos de maior destaque. Revolvendo todo o terreno em que germinou, o seu mundo e o mundo do seu tempo, a cada tempo, como fenômeno que ultrapassa - e como - o fato musical em si. 

   Destacando sua moldura

       dessa janela sozinho olhar a cidade me acalma

        dando-lhe um enquadramento

       estrela vulgar a vagar, rio e também posso chorar...

        histórico, social, cultural e pessoal. 

Esta é também a história de um aprendizado e vivência pessoal.

    De um trabalho que começou há quatro décadas por mera  paixão infanto-juvenil, tornou-se matéria de estudo e reflexão quando no exterior, qual Gonçalves Dias, o assunto era um meio de estar perto e conhecer melhor a própria terra distante e por isso até mais atraente. E que como começou continuou focado em cada detalhe por paixão.                    

Música do Brasil de Cabo a Rabo

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ÍNDICE TEMÁTICO

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RITMOS ESTILOS FOLGUEDOS E INSTRUMENTOS

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FILMES VÍDEOS PROGRAMAS DE RÁDIO E TV PEÇAS TEATRAIS 

                                       

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS

          em destaque capítulos ou seções de capítulos com trechos acessíveis a partir de seus títulos

  O LIVRO DA SELVA 

 Productos Tropicaes   e   Abertura em Tom Menor

        1.    O BRASIL COLONIZADO

                raízes & influências Colônia e Império   

               1. A  Um Índio    1. B  Pai Grande   1. C   Um Fado  

        2.     TUPY E NOT TUPY 

formação de ritmos e estilos urbanos suburbanos e rurais    

    Rio sec. 19-sec. 20 - Das senzalas às escolas de samba

        3.     Os Cantores Do Rádio    

                     a  ESTreLa SoBE

              CARMEN MIRANDA DE CABO A RABO

                                                   fenômeno da cultura de massa do século XX

                        

        4.     BOSSA NOVA do Brasil ao mundo      

                Tom Jobim   INÚTIL PAISAGEM  

                    de Rumo à Estação Oriente 

      5.  BOSSA MAIS NOVA o Brasil no mundo

 

O LIVRO DE PEDRA

        PARA LENNON & McCARTNEY           

        VIDA DE ARTISTA crise e preconceito = inguinorãça

        CENSURA: não tem discussão. Não            

        POE SIA E MÚSICA POPULAR BRASILEIRA

        O SOM É MINAS: OS MIL TONS DO PLANETA        

        MARIA TRÊS FILHOS

        (SEMPRE) NOVOS BAIANOS         

        NORDESTONTEM NORDESTHOJE

       RIO &TAMBÉM POSSO CHORAR ##        

       FILHOS DE HEITOR VILLA-LOBOS

INSTRUMENTISTAS & INSTRUMENTAL

              Sax Terror      

       SAMBA(S)

       BLEQUE RIO UM OUTRO SAMBA DE BREQUE        

       FEMININA

       MULHERES & HOMENS NO EXÍLIO

             o bêbado exilado & a liberdade equilibrista

       ANGOLA          

       ROCK MADE IN BRAZIL

             ou Quando a rapeize solta a franga

       LIRA PAULISTANA            

       CULTURA DA BROA DE MILHO

       LAMBADA  BREGANEJO AXÉ  E  SAMBAGODE

       RIO FUNK HIP SAMPA HOP

             E DÁ-LE MANGUE BITE RAPEMBOLADA

       DRUM’N’BOWSSA            

       CHORO SEMPRE CHORO     

       INSTRUMENTISTAS & INSTRUMENTAL II  

              SAX TERROR NA NOVA ERA

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    MÚSICA DO BRASIL  em A triste e bela saga dos brasilianos    

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