ciberzine & narrativas de james anhanguera

 

  meio século de psicodelia e bossa nova  

Psicodelia e bossa nova o que tem a ver coisa com coisa? Tem. Tanto que em 1965 Petula Clark cantava So listen to the rhythm of the gentle bossa nova que também se ouvia Downtown. Drum'n'bossa? Rock'n'bossa. Jazz'n'bossa, bossa jazz. E "antigamente" hoje não é como o de bondes puxados por burros e lampiões de gás. Branco negro americano faz rock e bossa. continua AQUI                                       

BOSSA NOVA

                                         

 

                   meio século de canções do amor demais AQUI

A Fome no Mundo

        e os Canibais

 

 

 2008 d.C.                    O Mundo finalmente acorda               para   a emergência            alimentar.  Mas  Que mundo?                 Que emergência?  Que alimento?   Do caviar ao feijão com arroz (branco? preto? integral?)ou feijão        com farinha de mandioca um universo de inguinorãça e                          hipocrisia separa a humanidade carente.  De comida?   Só de comida?  Ou também           de sapiência e vergonha na cara?    revoluciomnibus        destrincha o pato à Beijing, ou xadrez, ou laqueado   

 

AQUI

 

leitura associada ao dossiê   A Fome no Mundo e os Canibais  sobre opressão política e social AQUI

as ditas 2

Agosto 2016

incluindo Brasil de Lula a Temer

Brasil: economia política história sociedade

Anhanguera explora o bandeiranditismo brasileiro 350 anos depois de desbravar o sertão goiano para JK nele implantar Brasília.

on-line versão portuguesa trechos em PDF e videotecos apresentações gerais e trechos em formato videobook AQUI

so listen to the rhythm of the gentle bossa nova

narrativas  de  rock  estrada  e  assuntos  ligados

SOFTMACHINE.htm

have you ever been down to 

electric

 ladyland?  

40 anos do último disco da  trilogia básica de jimi hendrix

40 anos de 

Flower Power

back to the days when I was young enough to know the truth

francesco zappa 

contra o garni du jour

ZAPPA.htm

 

 

Instant Karma῾s gonna get ya

 

Albatross

DE WOODSTOCK AO McROCK

one generation got new

and round in the circle game

leia abaixo trechos de narrativas e ensaios de james anhanguera QUEM SOMOS

  almanaque das ideias cores e sons

        do maior movimento de juventude da história

   da era do rock & da contracultura  

  40 anos de Flower Power  

 &   MAIO DE 68

 Falcão
        Zico Sócrates       
   Cerezo Júnior Dirceu

    Edinho Batista Pedrinho

                         Juary  Elói  Luvanor  

    A triste

   e bela

   saga dos

   brasilianos

da tragédia do Sarriá às arenas italianas     

Notícias  

do 

Tiroteio

ontem hoje e sempre

Eternit    alvenaria    móveis da casas bahia       sambagode    breganejo   rap  funk  &  derby azul 

no  sacolão  do  faustão

Novelas & Trivelas

Boleros & Baladas

 

Rumo à Estação Oriente

MUSAK DO ELÉCTRICO DO SÉCULO XXI

          travelog             movimentos catatónicos da Parvónia

                         ao eurochoque e regresso à Parvónia globalizada 

Uma crónica lisboeta com certeza

 

 

 

LusÁfricabrasileira

                         

     lusáfricabraseira  

 

 

 

 

 

  MÚSICA DO BRASIL      DE  CABO A RABO

 Música  do Brasil de Cabo a Rabo é um livro com a súmula de 40 anos de estudos de James Anhanguera no Brasil e na América do Sul, Europa e África. Mas é também um projeto multimídia baseado na montagem de um banco de dados com links para múltiplos domínios com o melhor conteúdo sobre o tema e bossas mais novas e afins. Aguarde. E de quebra informe-se sobre o conteúdo e leia trechos do livro Música do Brasil de Cabo a Rabo compilado a partir do banco de dados de James Anhanguera.

   Parangopipas

  Parangopipa no ar com  Waly  Saloo sailormoon   marinheiro da lua        luz sobre os  parangolés    de H.O. VEJA DAQUI 

 

 Parangopipa no ar com Cláudio Mamberti

 

 Parangopipa no ar  com Laurent Goddet

 

  Parangopipa no ar com Régine Mellac

 rango   Para

Parango pipas

mais detalhes e atalhos para índices e trechos das narrativas

janela com vista para a contracultura e o para a cultura contra natur

                                                                              

   ideias cores e sons do maior movimento de juventude da história

cronistória romanceada da era do rock revolta e das revoluções

 

40 anos de 

Flower Power

e

MAIO DE 68 

48 years ago today  Sgt. Pepper's taught the band to play         

 

 Há 48 anos Verão do Amor e Revolução das Flores.

 O homo occidentalis atinge a consciência cósmica. E cai no que pode parecer ter sido apenas um megacarnaval psicodélico.

 Mas as prerrogativas da nova consciência de sonho feliz de cidade campos e espaços poderiam talvez salvá-lo e as outras espécies da extinção iminente.

 48 anos depois e mais de 40 sobre a Revolução das Flores e o Verão do Amor de portugueses e vagamundos internacionalistas, que também vivenciou no exílio europeu, eis o relato vivo e colorido de Edgar Lessa das idéias e acontecimentos que o formaram. Ou quem sabe o deformaram...

 

 

o livro do rock

  e da contracultura

 

Por dentro e por fora em Londres

Terra da Dama Eletroacústica

Rumo às ilhas da Utopia       

 Medo atraso e rock no grotão

Era Uma Vez a Revolução

Droga Loucura e Vagabundagem

Era Uma Vez as Revoluções  

so listen to the rhythm of the gentle bossa nova

  narrativas de rock estrada e assuntos ligados

Vejam meus filhos;

  existem quilos de  filmes

  sobre isso. Nos Estados 

  Unidos  já tinha muita

  gente   brincando com

  Super-8.

  Em qualquer lugar, onde

  quer que rolasse alguma

  coisa, as câmeras de TV

  estavam lá, ao vivo.

  Câmeras fotográficas nem

  se fala. Quantos slides

  não foram feitos daquilo

  tudo?

40 anos de

Flower Power

e  

MAIO DE 68

DAQUI VAI PARA TRECHOS DE EM  PORTUGUÊS  LUSO DAQUI

E S P E C I A L

Terra da Dama Eletroacústica

A terra da dama elétrica e a ilha envolta pelo nevoeiro imaginada pela dama eletroacústica são a ilha do visionário do Surrey, a utopia que se pode captar em sobrevoos psicodélicos, por exemplo, mas não viver em pleno, porque imaterializável – sonho de Atlântidas, Ítacas, Utopias, Lilliputs, Nações de Woodstock; fantasia da terra do nunca, talvez a maior das sonhadas pelo homem; o paraíso em vida, dentro de nós e em tudo ao redor.

versão integral do capítulo a partir daqui

 

ELOÍSA  OU  A MAIS NOVA HELOÍSA 

OU  ELOITH E O DESTINO

 

trechos dos capítulos Era uma vez a revolução e  Droga, Loucura e Vagabundagem  - romance dentro da crônica histórica romanceada

 

VAGABUNDAGEM

um tema fora de moda

Jack Kerouac termina seu livro de crônicas Lonesome Traveler / Viajante Solitário (1960) com o ensaio O Vagabundo Americano em Vias de Extinção. Aquele vagabundo americano

trechos dos capítulos Era uma vez a revolução e  Droga, Loucura e Vagabundagem  que compõem um romance dentro da crônica histórica romanceada sobre a era posterior a Jack Kerouac em que ainda foi possível vagabundear pelas estradas fora em trips interiores e exteriores antes do fechamento das fronteiras ao turismo existencial ou "sem propósito" ou "a despropósito" - a partir daqui

 

E S P E C I A L

relato inédito DO 25 de abril

Enquanto crescíamos havia muita gente que acreditava que ainda iria viver num mundo totalmente diferente. Hoje em dia parece que tudo aquilo sequer existiu.

Quem jamais ousará de novo acreditar na regeneração da humanidade?

com dados exclusivos de fatos marcantes que o precederam e sucederam dos palcos da história - cafés, casas de espectáculos, repartições, quarteis, meandros políticos, comunicação social (directo da Rádio Renascença) e submundo

1970-1975          2010-2015

40 anos esta noite

25 de Abril de Cabo a Rabo

relato inédito com dados exclusivos de fatos marcantes que precederam e sucederam a queda da ditadura portuguesa 1928-1974 com a cronologia em insights originais dos antecedentes do maior acontecimento da história portuguesa no último meio século, da madrugada dos filhos da madrugada, do chamado PREC (Período Revolucionário em Curso) e do retorno à "normalidade", a uma outra realidade. Ao mesmo fado?  

DAQUI  Primavera Marcelista

DAQUI   último semestre do regime

DAQUI  a partir da madrugada de 24 para 25 de Abril de 1974

 

                      5 de julho de 1982 – 14 de maio de 1983 

                                                    1982-85 · 2012-15  

    30 anos da tragédia de Sarriá  

         do histórico scudetto da Roma deFalcão  

   e do nascimento do futebol-indústria na Itália

                 Leia o livro e assista o jogo 30 anos depois

PORQUE O FUTEBOL PERDEU
  As Torres Gêmeas do WTC, Nova York, tinham acabado de implodir e um editor romano me pergunta: Ma perché lei non scrive sui brasiliani di adesso?
  Primavera no Rio – os curiós dão os primeiros pios. Cafu, Ronaldo, Rrrroberto Carlos em nove meses iriam conquistar o pentacampeonato.
Essa aí está pintando como a primeira geração de grandes craques desde a que se revelou ao mundo na Copa da Espanha de 1982.
  Vinte anos da tragédia do Sarriá, que transcorreriam em 2002... 
      É forçar demais a barra propor um flashback a algo que parece tão remoto.
        Passam-se cinco anos e a geração pentacampeã vai para a Alemanha para a indubitável conquista do hexa, o Brasil tecnicamente muitíssimo superior, a anos-luz de qualquer seleção em 2006.
Manchete do dia do Brasil-França, uma das quartas-de-final na Alemanha:
Hoje Zidane se aposenta
  De novo Zinedine Zidane dá show e após um lençol em Ronaldo lança a bola na medida para Thierry Henry fazer 1 a 0.

Zidane lembrava um pouco  o Falcão na Copa de 82. A elegância com que jogava quando recebia a bola, parava, olhava... parecia um poste distribuindo jogo da esquerda para a direita – comenta o narrador do jogo em que Cafu, Rrrrroberto Carlos... se despediram da amarelinha.

 

Falcão 
Zico Sócrates
Cerezo Júnior Dirceu
Edinho  Batista  Pedrinho
Juary Elói Luvanor
legal     legal      legal          
          legal   legal

A triste

   e bela

saga dos

brasilianos

da tragédia de Sarriá às arenas italianas

 

    

 Craques ex-pés-rapados quaquimilionários passam a ser execrados por falta de atitude e vibração num certame em que dão a entender não terem mais nada a conquistar. Ao contrário da seleção de 82, que não conquistou nada.

Dessa vez não amarelaram como Ronaldo em 1998. Esnobaram o único biscoito fino que a massa desvalida pode consumir.

Falta de brio, até falta de caráter... de tudo são acusados. Relembram o Rrrrroberto Carlos ostentando, todo prosa, relógios de 100 mil dólares antes da Copa de 98. Quanta diferença da garbosa seleção da democracia corintiana e das Diretas-Já.

 

A SANHA A GRAÇA E A POSE 

   De uma hora para outra o povão destrói os ornamentos que levou semanas para fazer, mulheres e crianças cortando e amarrando tira a tira as tiras e bandeiras auriverdes pendões dessa pátria, e rasga a suada e trêbada camisa falsificada da seleção que nunca talvez foi tão favorita ao título antes do torneio. Desirmanados da indig-nação idólatra os craques são xingados. 

  Em contrapartida a seleção de 82, que inesperadamente encheu os olhos de todo mundo, demonstrando ser a favorita em campo com o seu futebol-arte, surpreendida pela squadra azzurra na histórica tragédia do Sarriá chorou pela eliminação e foi recebida com festa pelos torcedores.  

O que mudou tanto em 25 anos?  

Os craques de 82 protagonizaram o nascimento do futebol-indústria que tirou garbo ao jogo e aos jogadores. Meio sem jeito por participarem numa farsa denunciada pela atitude discreta porém contundente de Sócrates, o Doutor Diretas-Já, quando de nível superior os futeboleiros de antanho tinham, além da classe, o que falta a muito craque de hoje em dia – enxergômetro. E garra. Mesmo na derrota que espelha os mais graves dissabores da vida. E se não tinham cabeça para administrar a carreira e a imagem se estrepavam de verdade.

 

Porquê a geração de 1982, que não ganhou nada, é sempre lembrada. Porquê o futebol perdeu a sanha, a graça e a pose.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AO VIVO DIRETO DO BERÇO DO FUTEBOL-INDÚSTRIA DAQUI IN ITALIANO DI QUA

LEIA TRECHOS DE UMA CRÓNICA LISBOETA COM CERTEZA  AQUI

 

 

Paupéria: 

   uma região de parcas pecúnias de Pindorama,  

                   isto é,  a  terra  das  jussaras,  

   das íris, das pupunhas, dos licores e dos babaçus.

Paupéria:

   miserabilismo terceiro-mundista. Pindaíba.

      (O Terceiro Mundo, essa cilada conceitual.) 

Paupéria:

   inversão cinza e sistemática do baudelairiano

   convite à viagem: onde tudo não é senão desordem,

   feiúra,  pobreza,  inquietação e antivolúpia:

                          tristeresina total.

 

  Waly Salomão    Cave canem, cuidado com o cão

       

 TRECHOS DESSA AVENTURA 

            AQUI

                                     

Música  do Brasil de Cabo a Rabo é um livro com a súmula de 40 anos de estudos de James Anhanguera no Brasil e na América do Sul, Europa e África. Mas é também um projeto multimídia baseado na montagem de um banco de dados com links para múltiplos domínios com o melhor conteúdo sobre o tema e bossas mais novas e afins. Aguarde. E de quebra informe-se sobre o conteúdo e leia trechos do livro Música do Brasil de Cabo a Rabo, compilado a partir do banco de dados de James Anhanguera.

MÚSICA DO BRASIL DE CABO A  RABO

  

Você já deve ter visto, lido ou ouvido falar de muita história da música brasileira da capo  a coda, mas nunca viu, leu ou ouviu falar de uma como esta. Todas as histórias limitam-se à matéria e ao universo musical estrito em que se originam,    quando se sabe que música se origina e fala de tudo. Por que não falar de tudo o que a influenciade que ela fala sobretudo quando a música  popular brasileira tem sido quase sempre um dos melhores veículos de informação no  Brasil? Sem se limitar a dicas sobre formas musicais, biografia dos criadores  e títulos de   maior destaque. Revolvendo todo o terreno em que germinou, o seu mundo e o mundo do  seu tempo, a cada tempo, como fenômeno que ultrapassa - e como - o fato musical em si. 

Destacando sua moldura nessa janela sozinha olhar a cidade me acalma dando-lhe um enquadramento estrela vulgar a vagar, rio e também posso chorar... histórico, social, cultural e pessoal.  Esta é também a história de um aprendizado e vivência pessoal.

De um trabalho que começou há quatro décadas por mera paixão infanto-juvenil, tornou- se matéria de estudo e reflexão quando no exterior, qual Gonçalves Dias, o assunto era um meio de estar perto e conhecer melhor a própria terra distante e por isso até mais atraente. E que como começou continuou focado em cada detalhe por paixão. CONTINUA  AQUI

                                                            

                                                                

                                                                        CORAÇÕES FUTURISTAS nunc et semper  AQUI   

                                                                          

                                    

   MÚSICA DO BRASIL  DE  CABO A RABO    

ÍNDICES

mais de 3000 referências - artistas personagens e personalidades citados e com obras citadas e comentadas standards internacionais associados

ENTRADA PARA ARTISTAS E REPERTÓRIO CITADOS E TRECHOS ACESSÍVEIS PORTAL DE TODAS AS ENTRADAS PARA

   MÚSICA DO BRASIL  DE  CABO A RABO

ÍNDICE TEMÁTICO

REPERTÓRIO            mais de 4000 entradas

CLÁSSICOS COLETÂNEAS STANDARDS

RITMOS ESTILOS FOLGUEDOS E INSTRUMENTOS

FONTES BIBLIOGRÁFICAS 

FILMES VÍDEOS PROGRAMAS DE RÁDIO E TV PEÇAS TEATRAIS

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS                         

          em negrito capítulos ou seções de capítulos com trechos acessíveis a partir de seus títulos

O LIVRO DA SELVA 

 Productos Tropicaes   e   Abertura em Tom Menor

1.    O BRASIL COLONIZADO

    raízes & influências Colônia e Império   

1. A  Um Índio   1. BPai Grande      1. C   Um Fado  

2.      TUPY NOT TUPY formação de ritmos e estilos urbanos suburbanos e rurais Rio sec. 19-sec. 20 - Das senzalas às escolas de samba

3.     Os Cantores Do Rádio    

                      a  ESTreLa SoBE

              CARMEN MIRANDA DE CABO A RABO

               fenômeno da cultura de massa do século XX                  

4.     BOSSA NOVA do Brasil ao mundo      

Tom Jobim   INÚTIL PAISAGEM.htm  

de Rumo à Estação Oriente 

5.  BOSSA MAIS NOVA o Brasil no mundo

O LIVRO DE PEDRA

PARA LENNON & McCARTNEY           

VIDA DE ARTISTA crise e preconceito = inguinorãça

CENSURA: não tem discussão. Não            

POE SIA E MÚSICA POPULAR BRASILEIRA

O SOM É MINAS: OS MIL TONS DO PLANETA        

MARIA TRÊS FILHOS

(SEMPRE) NOVOS BAIANOS         

NORDESTONTEM NORDESTHOJE

RIO &TAMB�M POSSO CHORAR       

FILHOS DE HEITOR VILLA-LOBOS

INSTRUMENTISTAS & INSTRUMENTAL

 Sax Terror      

 SAMBA(S)

BLEQUE RIO UM OUTRO SAMBA DE BREQUE        

FEMININA

MULHERES & HOMENS NO EXÍLIO

o bêbado exilado & a liberdade equilibrista

ANGOLA          

ROCK MADE IN BRAZIL

ou Quando a rapeize solta a franga

LIRA PAULISTANA            

CULTURA DA BROA DE MILHO

LAMBADA  BREGANEJO AXÉ  E  SAMBAGODE

RIO FUNK HIP SAMPA HOP

E DÁ-LE MANGUE BITE RAPEMBOLADA

DRUM’N’BOWSSA            

CHORO SEMPRE CHORO     

INSTRUMENTISTAS & INSTRUMENTAL II  

SAX TERROR NA NOVA ERA

ECOS E REVERBERAÇÕES DO SÉCULO DAS CANÇÕES  

DE PELO TELOFONE A PELA INTERNET

MÚSICA DO BRASIL em  A triste e bela saga dos brasilianos    

MÚSICA DO BRASIL  em ERA UMA VEZ A REVOLUÇÃO      

 

 

   D'après João Botelho (1978) d'après Elifas Andreato (1976)

 Disco Básico  

   

jorge tem 7 vidas 7 vidas tem jorge

 

 É VERDADE SEM MENTIRA CERTO MUITO VERDADEIRO

A Tábua de Esmeralda, LP de 1974. Jorge Ben inicia a que talvez tenha sido a quarta fase das 7 vidas de sua carreira

O samba-enredo do crioulo doido mistura alquimia, Eram os Deuses Astronautas, ETs, Zumbi, as coisas que se pode comprar com CR$ 10,00, Hermes Trismegisto e sua celeste tábua de esmeralda, mengão, as propriedades das gravatas floridas (com essa gravata até eu...), São Tomás de Aquino. Jorge Ben é um poeta do avesso, desses que descobrem a vida das palavras a partir de uma aparente inocência de criança, escreveu Augusto de Campos em Balanço da Bossa & Outras Bossas a propósito de Ben, o disco anterior. Em parte d'A Tábua parece que ele está digerindo literatura do tipo O Mistério das Catedrais e está saindo da leitura do best-seller Eram os Deuses Astronautas de Erich Von Daniken, e conclui - nem deuses nem astronautas, eram os deuses astronautas - nem deuses! nem deuses!... com as cor-cosmico-das de Os Alquimistas Estão Chegando Estão Chegando os Alquimistas, Errare Humanun Est e Eram os Deuses Astronautas fez de um disco quase totalmente acústico (ou não fosse o baixelétrico) uma das experiências mais psicodelicamente eletroacústicas ou eletroacusticamente psicodélicas da história. No Brasil. Sem mais - ou sintetizadores - ou com mais sim aquela flauta viajandante em Magnólia e muito bem aplicado recurso a câmara de eco em trechos de algumas faixas parece até uma viagem hendrixiana.  

Saiba mais, ou seja, Leia e veja mais sobre este Disco Básico a partir DAQUI

 

Outros Discos Básicos  Música do Brasil de Cabo a Rabo revoluciomnibus.com DAQUI

 

   40 anos de Flower Power        

& MAIO DE 68   

 

       1968                                                          

os muros proclamam um velho ideal de cidade e cidadania   

 

  THE  YEARS  OF  THE  GUN  AQUI 

1968... e 69 e 77 e 78... e a Itália pega fogo    

 
Esse jornal é meu Revolver, esse jornal é meu sorriso

revoluciomnibus.com - ciberzine & narrativas ©james anhanguera 2008-2016 créditos autorais: Era Uma Vez a Revolução, fotos de James Anhanguera; bairro La Victoria, Santiago do Chile, 1993 ... A triste e bela saga dos brasilianos, Falcão/Barilla: FotoReporters 81(Guerin Sportivo, Bolonha, 1982); Zico: Guerin Sportivo, Bolonha, 1982; Falcão Zico, Sócrates, Cerezo, Júnior e seleção brasileira de 1982: Guerin Sportivo, Bolonha, 1982; Falcão e Edinho: Briguglio, Guerin Sportivo, Bolonha, 1982; Falcão e Antognoni: FotoReporters 81, Guerin Sportivo, Bolonha, 1981. CONTATO E-mAIL

educação diversão desenvolvimento humano

 

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Carolina Pires da Silva e James Anhanguera

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